BLOG DE: ESTUDOS DA ESCRITURA SAGRADA - YHVHSHÚA:


16/02/2012


QUEM É O ANTI CRISTO?

APOCALIPSE 6

 

O Cordeiro abre os Selos

 

O primeiro selo 

 

1 E vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos, e ouvi um dos quatro seres viventes dizer numa voz como de trovão: Vem!

 

2 Olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vencendo, e para vencer.

 

 

APOCALIPSE 19

 

Alegria e triunfo nos céus 

 

1 Depois destas coisas, ouvi no céu como que uma grande voz de uma imensa multidão, que dizia: HALLELU-YAH! A salvação e a KEVOK (glória) e o poder pertencem ao nosso YHVH;

 

2 porque verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou a grande prostituta, que havia corrompido a terra com a sua prostituição, e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos.

 

3 E outra vez disseram: HALLELU-YAH (LOUVOR AO ÚNICO). E a fumaça dela sobe pelos séculos dos séculos.

 

4 Então os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a YHVH que está assentado no trono, dizendo: ASSIM SEJA (Amém). HALLELU-YAH!

Escrito por anselmo.estevan às 22h20
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QUEM É O ANTI CRISTO?

 

5 E saiu do trono uma voz, dizendo: Louvai o nosso YHVH, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis, assim pequenos como grandes.

 

6 Também ouvi uma voz como a de grande multidão, como a voz de muitas águas, e como a voz de fortes trovões, que dizia: Aleluia! porque já reina o Senhor nosso YHVH, o SHADDAI (o Todo-Poderoso).

 

7 Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a kevok (glória); porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se preparou,

 

8 e foi-lhe permitido vestir-se de linho fino, resplandecente e puro; pois o linho fino são as obras justas dos santos.

 

9 E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Disse-me ainda: Estas são as verdadeiras palavras de YHVH.

 

10 Então me lancei a seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: Olha, não faças tal: sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a YHVH; pois o testemunho de YHVHSHÚA é o  RÚKHA (espírito) da profecia.

 

 

Vitórias de Cristo sobre a besta e sobre o falso profeta 

 

11 E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga a peleja com justiça.

 

 

 

           O que representa essas duas passagens?  [A 1ª passagem, é um engodo! O engano o que se faz parecer! Trará paz, calma, e até uma expressão de Salvação! Mas, por pouco tempo! E enganará a muitos...... Mas isso acontece hoje em dia pela pregação distorcida do Evangelho – “Às: Boas-Novas”].

           A segunda passagem, é a sua 2ª Vinda! Mas acontece antes ou depois desses acontecimentos....???? Pra mim, acontece exatamente no meio dos dois acontecimentos! Por isso o engano. Tudo já começou.........!!!!!! Vamos aos estudos:

 

            

 

           A Revelação (Apocalipse) de Yochanan (João):

 

           Bíblia de Estudo: Macarthur Almeida (RA) Sociedade Bíblica do Brasil!

 

         Apocalipse 6,2: Cavalo branco. O animal representa um tempo sem igual de paz mundial – uma paz falsa e de pouca duração (veja nota no v. 4). Essa paz inaugurada por uma série de falsos messias, culminando com o antichristós [antimessias] (Mt 24,3-5). O seu cavaleiro. Os quatro cavalos e seus cavaleiros não representam indivíduos específicos, mas forças. Alguns entretanto, identificam esse cavaleiro com o (anticristo). Conquanto ele será a figura líder, o que Yochanan (João) quer dizer é que todo o mundo o seguirá, sendo obcecado pela busca da falsa paz. Arco. O arco é um símbolo de guerra, mas a ausência de arcos implica que a vitória é sem derramamento de sangue – a paz conquistada por meio de alianças e acordos, não por meio de guerras (cf. Dn 9,24-27): Coroa. Essa palavra se refere ao tipo de coroa de louros dada a atletas vitoriosos. Esta

Escrito por anselmo.estevan às 22h19
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QUEM É O ANTI CRISTO?

“foi-lhe dada”. O antichristós (antimessias) se torna rei, eleito pelos habitantes do mundo, sem levar em conta o custo, e conquistará toda a terra mediante um golpe sem derramamento de sangue.

 

           Bem, vamos a outra opinião: Bíblia de Estudo de Genebra. Edição Revista e Ampliada. Editoras: Editora Cultura Cristã. E Sociedade Bíblica do Brasil. Almeida RA.

 

 

           Apocalipse 6,2: Cavalo branco. Com base nas semelhanças entre essa expressão e a que encontramos em 19,11, alguns pensam que Chrístós (MESSIAS) (UNGIDO) Maschiyah grifo meu, aparece aqui, conquistando por meio do evangelho. Mais provavelmente, entretanto, o cavalo branco nessa passagem simboliza conquista como uma forma de CALAMIDADE TERRESTRE. Assim, a calamidade dos vs. 1-2 é paralela àquela dos vs. 3-8 (veja nota sobre 4,3 – 8,1).

 

 

 

           AGORA, SIM VAMOS A SEGUNDA PASSAGEM PELA BÍBLIA MACARTHUR:

 

         Apocalipse 19,11: Céu aberto. Aquele que subiu ao céu (At 1,9-11) e foi assentado à direita do Pai (Hb 8,1; 10,12; 1Pe 3,22) retornará para retomar a terra do usurpador e estabelecer o seu reino (5,1-10). A natureza desse acontecimento mostra como ele DIFERE DO ARREBATAMENTO. NO ARREBATEMENTO, o MaschiYah (o MESSIAS) SE ENCONTRA COM OS SEUS NOS ARES – no presente acontecimento, ele vem com eles à terra. No ARREBATEMENTO, não há juízo; no presente acontecimento somente há juízo. Esse acontecimento é precedido POR ESCURIDÃO – O SOL SE ESCURECEU , A LUA SE APAGOU, AS ESTRELAS CAÍRAM, FUMAÇA – ENTÃO A KEVOD (GLÓRIA) RESPLENDENTE TÃO FORTE A PONTO DE CEGAR QUANDO YAHUSHÚA (O FILHO) VEM. Esses detalhes não são incluídos nas passagens que tratam do arrebatamento (Jo 14,1-3; 1Ts 4,13-18). Cavalo branco. Nas procissões de triunfo romanos, o general vitorioso montado no seu cavalo branco de guerra desfilava pela Via Sacra até o templo de Júpiter no Monte de Capitólio. A primeira vinda do Maschiyah (do MESSIAS) aconteceu em humildade, montado sobre um jumento (Zc 9,9). A visão de Yochanan (João) retrata o MaschiYah como o vencedor no seu cavalo branco de guerra, vindo para destruir os perversos, subjugar o antichristós (o antimessias), derrotar Satanás e TOMAR O CONTROLE DA TERRA (cf. 2Cr 2,14). FIEL E VERDADEIRO. Fiel à sua palavra. Yahushúa (O FILHO) RETORNARÁ à terra (Mt 24,27-31); veja nota em 3,14. JULGA...COM JUSTIÇA. Veja 20,11-15; cf. Mt 25,31ss.; Jo 5,25-30; At 17,31.

Escrito por anselmo.estevan às 22h19
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QUEM É O ANTI CRISTO?

PELEJA. Essa espantosa afirmação, que aparece somente aqui e em 2,16, retrata vividamente a santa ira de YHVH contra os PECADORES (cf. Sl 7,11). A paciência de YHVH para com a humanidade PECADORA e rebelde terá se esgotado!

 

 

           Ok, agora, vamos ver o que diz a Bíblia de Estudo de Genebra:

 

           Apocalipse 19,11: CÉU ABERTO. Em contraste com 4,1, a presença celestial de YHVH é agora revelada não apenas a Yochanan (João), o vidente, mas a toda a humanidade. O aparecimento do guerreiro divino em sua MAJESTADE deve significar o fim DA BATALHA E A DESTRUIÇÃO DE TODOS OS SEUS INIMIGOS.

 

           OK! A DESTRUIÇÃO DE TODOS OS SEUS INIMIGOS......!!!! (MAS O QUE DIZ MESMO EM: ‘1 CORÍNTIOS 15,26: O ÚLTIMO INIMIGO A SER DESTRUÍDO É A MORTE!’). Hora, não existem mais inimigos a serem destruídos.....!!!! Então, no meu entender, é que: Essa passagem acima está nos seus acontecimentos finais.......no hoje, no agora em que vivemos...... Não que vai acontecer! Por que? Porque o engano da pregação já opera nos dias de hoje! Por isso mesmo procuro saber seu Nome que só Ele pode nos salvar!!!!!!!!!! E têm mais: a Palavra do ETERNO não se contradiz! Muitos estão sendo enganados e se sentirem prazer nisso aí mora o PECADO: Cl 2,8; Cl 2,16-19; 1Ts 2,4; 5,9; 2Ts 2,1-12; 1Tm 2,4-5; 6,20-21; Rm 1,18-27; Dn 8,12; Êx 20,7;....

 

 

            O que se refere essas duas passagens? A isto: O Pai, o Filho e o Espírito Santo – não se separam! E a isto o ACUSADOR PERDE LONGE – por ser CRIATURA E NÃO  CRIADOR! É essa a diferença que devemos fazer nas nossas vidas quanto ao ensinamento das suas PALAVRAS POR HOMENS NORMAIS PECADORES (POIS TODOS O SOMOS) E SUAS INTERPRETAÇÕES....... Há isso, nos remeta a essas passagens: 19,11-21.:

 

         - O sexto ciclo: A batalha final. O MaschiYah (O MESSIAS) aparece como guerreiro divino para lutar a batalha final contra os inimigos de YHVH, que são comandados pela besta e pelo falso profeta. Os atributos santos do Maschiyah contrastam fortemente com os atributos FALSOS E ÍMPIOS da besta (13,1-10). Essa batalha final é a culminância de todas as guerras que YHVH lutou em favor de seu povo (Êx 15,2-3; Dt 20; Is 59,16-19; Ez 38 – 39; Hc 3,8-15; Zc 12,1-9; 14,3-5) e consuma o triunfo obtido pelo MaschiYah (MESSIAS) na cruz (5,9-10; 12,10-11; Jo 12,31; Cl 2,15). Alguns têm interpretado o simbolismo como sendo uma

Escrito por anselmo.estevan às 22h17
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QUEM É O ANTI CRISTO?

referência à propagação do governo do MaschiYah pela submissão ao evangelho. Mas os paralelos com 16,14.16; 17,14; 20,7-10 mostram que está especialmente em vista a batalha final (veja as notas sobre 16,14.17-21). O conjunto de imagens se concentra progressivamente na SEGUNDA VINDA e nos seus precursores imediatos. Nesse ciclo, todos os acontecimentos na realidade fazem parte da segunda vinda. Mas, como é típico do Apocalipse, eles apresentam, em sua completa e total manifestação, os princípios de guerra que têm estado em operação durante toda a história da Igreja (Ef 6,10-20; 1Jo 5,4-5). No final, YahuShúa MaschiYah É REVELADO DE MODO ABSOLUTO COMO AQUELE QUE SEMPRE FOI E SEMPRE SERÁ (22,13; Hb 13,8)!

 

           VAMOS A ESSE ESTUDO:

 

           A Trindade um só ‘ulhím (ETERNO), três Pessoas:

 

           Conforme essa verdade e a Palavra de YHVH, cremos em um só ‘ulhím (ETERNO), que é um único ser, em quem há três Pessoas: O Pai (YHVH), o Filho (YHVHSHÚA) e o [YHVH] - Rúkha hol – RODSHÚA (O ESPÍRITO SANTO). Essas são, realmente, desde a eternidade, distintas conforme os atributos próprios de cada Pessoa.

           O Pai é a causa, a origem e o princípio de todas as coisas visíveis e invisíveis. O Filho é o Verbo, a sabedoria e a imagem do Pai. O Rúkha Qadôsh (O Espírito Santo), que procede do Pai e do Filho, é a eterna força e o eterno poder.

           Essa distinção não significa que YHVH está dividido em três, pois a Sagrada Escritura (não a Bíblia) grifo meu, nos ensina que cada um destes três – O pai, o Filho e o Espírito Santo – tem a sua própria existência, distinta por seus atributos, de tal maneira, porém, que essas três Pessoas são um só ETERNO ELYÔN (SUPREMO ALTÍSSIMO) – YHVH. É claro, então que o Pai não é o Filho e que o Filho não é o Pai; que, também, o Espírito Santo não é o Pai ou o Filho.

           Entretanto, estas Pessoas, assim distintas, não são divididas nem confundidas entre si. Porque somente o Filho se tornou homem, não o Pai ou o Espírito Santo. O Pai jamais existiu sem seu Filho e sem seu Espírito Santo, pois todos os três têm igual eternidade no mesmo ser. Não há primeiro nem último, já que todos os três são um só em VERDADE, em poder, em BONDADE e em MISERICÓRDIA.

           1Co 8,4-6; Mt 28,19; Ef 3,14.15; Pv 8,22-31; Jo 1,14; Jo 5,16.17; 1Co 1,24; Cl 1,15-20; Hb 1,3; Ap 19,13; Jo 15,26; Jo 1,1.2!

 

         A esse estudo, eu pergunto: Que importância tem, para nós, essa glória do Maschiyah (MESSIAS), como nosso Cabeça?

Escrito por anselmo.estevan às 22h16
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QUEM É O ANTI CRISTO?

 

           RESPOSTA: Primeiro por seu Rúkha Qadôsh (Espírito Santo), ele derrama sobre nós, seus membros, os dons celestiais.

           Segundo: eles nos defende e protege, por seu poder, contra todos os inimigos.

           At 2,33; Ef 4,8.10-12; Sl 2,9; Sl 110,1.2; Jo 10,28; Ef 4,8; Ap 12,5!

 

           Ok. Esses estudos têm tudo em haver com o inimigo do Filho....!!! Como assim? Reflitam em Ap 22,18-20! E, suas referências: Dt 4,2; 12,32; Êx 32,33! Nada acrescentarás a minha PALAVRA – nada diminuirás da MINHA PALAVRA! É uma ordem! O homem, desobedecendo a essa profecia se torna inimigo do ETERNO! Sendo referência para os estudos acima – por onde será facilmente enganado pelo CAVALO BRANCO DE SATANÁS – QUE VEM PRIMEIRO SE FAZENDO PARECE O FILHO! MAS É UM ENGODO.....!!!!!! Por isso procuro pela verdade sempre: Jo 8,32; Jo 4,22-24!

 

           Estudo feito por: Anselmo (http://anselmo.estevan.zip.net). Com formação de Teologia, Bacharel em Teologia pela Faculdade Ibetel de Suzano – SP. E, por essa mesma Faculdade – tendo o Título de Pastor!

 

           Por isso mesmo não se deixe enganar.....???? Procure pela VERDADE POIS SÓ ELA PODE LIBERTAR OS QUE A BUSCAM!!!!!!!

 

SABE, TALVEZ NUNCA O DESCUBRAMOS QUEM ELE É? MAS, COM CERTEZA SERÁ UM 'HOMEM' QUE SERÁ CONTRA TUDO O QUE É BOM - CONTRA TODO O AMOR - SE MOSTRANDO UMA COISA E SENDO OUTRA - AS CARACTERISTICAS BEM HUMANAS!!!!!!! MAS A ÚNICA COISA QUE QUERO SABER OU ME IMPORTA É QUEM SERÁ OU É O ANTICRISTO? O QUE TENHO MEDO SÃO DOS QUE SE DIZEM IRMÃOS E SÃO PEDRAS DE TROPEÇO PARA OS OUTROS IRMÃOS...!!!!! É PORQUE SE PERDERMOS A PACIÊNCIA COM ESSES, ESTAMOS ERRANDO MAS A MINHA CONFIANÇA ESTÁ EM:

ROMANOS 8

A nova vida debaixo da HESSED (graça), segundo o espírito de santidade e adoção

1 Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em O MASCHIYAH (O MESSIAS) YAHUSHÚA.

2 Porque a lei do RÚKHA (Espírito) da vida, em O MASCHIYAH (O MESSIAS) YAHUSHÚA (O FILHO), te livrou da lei do pecado e da morte.

Escrito por anselmo.estevan às 22h15
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QUEM É O ANTI CRISTO?

3 Porquanto o que era impossível à lei, visto que se achava fraca pela carne, YHVH enviando o seu próprio Filho em semelhança da carne do pecado, e por causa do pecado, na carne condenou o pecado.

4 para que a justa exigência da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o RÚKHA (Espírito).

5 Pois os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o RÚKHA (Espírito) para as coisas do RÚKHA (Espírito).

6 Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do RÚKHA (Espírito) é vida e paz.

7 Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra YHVH, pois não é sujeita à lei de YHVH, nem em verdade o pode ser; [E O QUE SE RESUME A TORAH A LEI DE YHVH? AME O YHVH DE TODAS SUAS FORÇAS, NEFESH (ALMA), CORAÇÃO, DE TODO O SEU ENTENDIMENTO! E AO SEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO! NÃO QUERENDO O SEU MAL! ].

8 e os que estão na carne não podem agradar a Deus. [AQUI, NEM A DEUS, NEM AO SEU NOME PRÓPRIO YHVH NEM A NINGUÉM POIS ELE É ACIMA DE TODOS E ANTES DELE VEM O ANTI-CRISTO!!!! A ESSE LHE AGRADA ESTAR NA CARNE POIS SÓ PENSA O MAL SEM SABER.....MAS O FAZ SIM.....!!!!!!].

9 Vós, porém, não estais na carne, mas no RÚKHA (Espírito), se é que o RÚKHA (Espírito) de YHVH habita em vós. Mas, se alguém não tem o RÚKHA (Espírito) dO MASCHIYAH (DO UNGIDO), esse tal não é dele. [OUTRA PROVA DE SE NÃO É DO UNGIDO, ENTÃO É DO ANTICRISTO SIM! AGINDO PELA CARNE...!!!!].

10 Ora, se O MASCHIYAH (O MESSIAS) está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o RÛAH espírito vive por causa da justiça. [OUTRA PROVA DE QUEM NÃO TEM O RÚKHA DO MASCHIYAH É UM ANTICRISTO....!!!!!]

11 E, se o RÚKHA (Espírito) daquele que dos mortos ressuscitou a YAHUSHÚA (O FILHO) habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou aO MASCHIYAH (MESSIAS) YHVHSHÚA (O FILHO SALVA) há de vivificar também os vossos corpos mortais, pelo seu RÚKHA (Espírito) que em vós habita.

12 Portanto, irmãos, somos devedores, não à carne para vivermos segundo a carne;

13 porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo RÚKHA (Espírito) mortificardes as obras do corpo, vivereis. [OUTRA DEMONSTRAÇÃO DE QUEM É O ANTICRISTO! QUEM VIVE PELA CARNE...!].

14 Pois todos os que são guiados pelo RÚKHA (Espírito) dO 'ULHIM (ETERNO), esses são filhos dO 'ULHÍM.

Escrito por anselmo.estevan às 22h15
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QUEM É O ANTI CRISTO?

15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes com temor, mas recebestes o espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba, Pai! [AQUI SIM, O RÛAH DE ESCRAVIDÃO É UM ANTICRISTO....!!!!!].

16 O RÚKHA (Espírito) mesmo testifica com o nosso RÛAH (espírito) que somos filhos de 'ULHÍM ELYÔN YHVH;

17 e, se filhos, também herdeiros, herdeiros de YHVH e co-herdeiros dO MASCHIYAH (MESSIAS); se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.

As primícias do RÚKHA (Espírito): esperança, intercessão, eleição

18 Pois tenho para mim que as aflições deste tempo presente não se podem comparar com a KEVOD (glória) que em nós há de ser revelada.

19 Porque a criação aguarda com ardente expectativa a revelação dos filhos de YHVH.

20 Porquanto a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou,

21 na esperança de que também a própria criação há de ser liberta do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de YHVH.

22 Porque sabemos que toda a criação, conjuntamente, geme e está com dores de parto até agora;

23 e não só ela, mas até nós, que temos as primícias do RÚKHA (Espírito), também gememos em nós mesmos, aguardando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo.

24 Porque na esperança fomos salvos. Ora, a esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera?

25 Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos.

26 Do mesmo modo também o RÚKHA (Espírito) nos ajuda na fraqueza; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o RÚKHA (Espírito) mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis.

27 E aquele que esquadrinha os corações sabe qual é a intenção do Espírito: que ele, segundo a vontade de YHVH, intercede pelos santos.

28 E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a YHVH, daqueles

Escrito por anselmo.estevan às 22h14
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QUEM É O ANTI CRISTO?

que são chamados segundo o seu propósito.

29 Porque os que dantes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos;

30 e aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou.

Cântico de vitória: 'ULHÍM ELYÔN YHVH é por nós

31 Que diremos, pois, a estas coisas? Se YHVH é por nós, quem será contra nós?

32 Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará também com ele todas as coisas?

33 Quem intentará acusação contra os escolhidos de YHVH? É YHVH quem os justifica;

34 Quem os condenará? MASCHIYAH YAHUSHÚA é quem morreu, ou antes quem ressurgiu dentre os mortos, o qual está à direita de YHVH, e também intercede por nós;

35 quem nos separará do amor dO MASCHIYAH? (DO MESSIAS?) a tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?

36 Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia todo; fomos considerados como ovelhas para o matadouro.

37 Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou.

38 Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades,

39 nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de 'ULHÍM ELYÔN (ETERNO SUPREMO - ALTÍSSIMO) YHVH, que está em MASCHIYAH YHVHSHÚA nosso Senhor.

 

Permalink Responder até Joao Joaquim Martins 16 minutos atrás

Anselmo Estevan disse: ÓTIMA RESPOSTA. CHEGOU ATÉ A ME ARREPIAR! CONCORDO EM GRAU GÊNERO E NÚMERO!!!!!! SE ELE ABRE O SELO! NÃO PODE ESTAR FALANDO DE SÍ PRÓPRIO! POIS SE O FOSSE, ESTARIA SE GABANDO DE SEUS FEITOS!!! O QUE NUNCA O FEZ! MAS, SIM ELEVAVA O PAI QADÔSH (SANTO) ELYÔN - (SUPREMO ALTÍSSIMO!!!!!!).

Do que você está arrependido mano Anselmo Estevan

Escrito por anselmo.estevan às 22h13
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QUEM É O ANTI CRISTO?

OLHA ESTOU PROFUNDAMENTE ARREPENDIDO DE ENTRAR NESSA POSTAGEM, PEÇO DESCULPAS AO AUTOR, MAS QUEM DESAFIA É O DIABO!

Não há nada porque se arrepender, olha você já concluiu que Jesus não pode ser, Isso não é maravilhoso, no Espírito Santo? Quantos irmãos estão neste engano?

O Senhor Jesus, através do Espírito Santo quer que todos aprendam.

Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?Romanos 10:14

Portanto, vos quero fazer compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: Jesus é anátema, e ninguém pode dizer que Jesus é o Senhor, senão pelo Espírito Santo.1 Coríntios 12:3

Estamos esperando que todos deem sua opinião pelo poder do Espírito Santo, para que possamos tirar de vez está dúvida e saber quem é o cavaleiro do cavalo branco. Uma vez que o Espírito Santo já nos disse que Jesus Cristo não é.

Graça e Paz.

 

Respostas a este tópico

Permalink Responder até Joao Joaquim Martins 23 horas atrás

Fausto Brasil

Esta sua indagação é muito boa. Estou orando a Jesus Cristo, para que pelo poder do Espírito Santo Ele nos dê o entendimento.

Vamos aguardar a participação de alguns doutores e mestres, desta rede;

para que possamos fazer uma boa conclusão, para honra e glória do Senhor Jesus Cristo.

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VEJAM O TEXTO E CONTEXTO DA MINHA RÉPLICA DA TRÉPLICA ACIMA:

 

Respostas a este tópico

Escrito por anselmo.estevan às 22h13
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QUEM É O ANTI CRISTO?

Permalink Responder até Anselmo Estevan 8 horas atrás

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ÓTIMA RESPOSTA. CHEGOU ATÉ A ME ARREPIAR! CONCORDO EM GRAU GÊNERO E NÚMERO!!!!!! SE ELE ABRE O SELO! NÃO PODE ESTAR FALANDO DE SÍ PRÓPRIO! POIS SE O FOSSE, ESTARIA SE GABANDO DE SEUS FEITOS!!! O QUE NUNCA O FEZ! MAS, SIM ELEVAVA O PAI QADÔSH (SANTO) ELYÔN - (SUPREMO ALTÍSSIMO!!!!!!). ESSA REVELAÇÃO SÓ PODE SER DADA PELO RÚKHA hol- RODSHÚA (O ESPÍRITO SANTO) PARABÉNS QUERIDO IRMÃO......MUITO BOM! SIMPLES, RÁPIDO, E SEM ENROLAÇÃO DE MUITOS QUE SE ACHAM QUE SABEM SABEM E NÃO APRENDERAM NADA!!!!! (NÃO ESTOU ME REFERINDO A NINGUÉM DESSAS POSTAGENS OK! ESSA REFERÊNCIA É EM RELAÇÃO AO MUNDO EM GERAL!!!!!!!!). 1 Timóteo 6,20-21: E tu, ó Timóteo, guarda o que te foi confiado, evitando os falatórios inúteis e profanos e as contradições do SABER, como falsamente lhe chamam, pois alguns, professando-o, se desviaram da emunah (fé). A hessed (graça) seja convosco!

missº. Edinho disse:

quando leio este capitulo, eu entendo que o cavaleiro de Ap. 6:2 é o anticristo.

minha justificativa: não pode ser o Cristo, pq o Cordeiro (Cristo) está abrindo o selo (v.1), portanto não faria sentido Cristo abrindo o selo e ao mesmo tempo estando no cavalo branco, cavalgando.

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Permalink Responder até Anselmo Estevan 7 horas atrás

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O MEU PAI DOS CÉUS! A RESPOSTA JÁ FOI DADA CLARAMENTE! SIMPLES E PELO ESPÍRITO SANTO! E AINDA TEM QUEM ESPERA POR MESTRES E DOUTORES??????? ESPERAM POR HOMENS? E SE DIZEM QUE ESTÃO COM O ESPIRITO SANTO? DESAFIANDO, COBRANDO, INSTIGANDO OUTROS A RESPONDEREM PARA VER SE ESTÃO CERTOS OU ERRADOS???? IMAGINO SE O FILHO MESMO NA SEMELHANÇA DOS 'HOMENS' AGISSE DESSA FORMA? NÃO TERIAMOS O MUNDO HOJE EM DIA!!!!! POIS ELE APRENDEU! APRENDEU? SIM APRENDEU PELO SOFRER PELA DOR PELA TENTAÇÃO E NÃO ABRIU SUA BOCA!!!!! E O QUE ACONTECEU? FOI CRUCIFICADO MORTO DESCEU AO INFERNO E ESTÁ SENTADO A DIREITA DO PAI!!!! IMAGINE UM SER MORTAL O QUE FARIA NESSA CONDIÇÃO?????????? QUE COISA FEIA! ESPERAR EM DESAFIO OUTROS SÓ PARA DIZER QUE SABE MAIS OU MENOS???????

ISAÍAS 53

Escrito por anselmo.estevan às 22h12
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QUEM É O ANTI CRISTO?

1 Quem deu crédito à nossa pregação? e a quem se manifestou o braço do Senhor?

2 Pois foi crescendo como renovo perante ele, e como raiz que sai duma terra seca; não tinha formosura nem beleza; e quando olhávamos para ele, nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos.

3 Era desprezado, e rejeitado dos homens; homem de dores, e experimentado nos sofrimentos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.

4 Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.

5 Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.

6 Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.

7 Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca; como um cordeiro que é levado ao matadouro, e como a ovelha que é muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a boca.

8 Pela opressão e pelo juízo foi arrebatado; e quem dentre os da sua geração considerou que ele fora cortado da terra dos viventes, ferido por causa da transgressão do meu povo?

9 E deram-lhe a sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte, embora nunca tivesse cometido injustiça, nem houvesse engano na sua boca.

10 Todavia, foi da vontade do Senhor esmagá-lo, fazendo-o enfermar; quando ele se puser como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias, e a vontade do Senhor prosperará nas suas mãos.

11 Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo justo justificará a muitos, e as iniqüidades deles levará sobre si.

12 Pelo que lhe darei o seu quinhão com os grandes, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma até a morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e pelos transgressores intercedeu.

OLHA ESTOU PROFUNDAMENTE ARREPENDIDO DE ENTRAR NESSA POSTAGEM, PEÇO DESCULPAS AO AUTOR, MAS QUEM DESAFIA É O DIABO! E O HOMEM O IMITA!!!!!!! O DIABO DESAFIOU O PAI! DESAFIOU O FILHO! DESAFIOU A EVA! E VIVE EM HOMENS QUE DESAFIAM OS OUTROS NO SABER DA PALAVRA DO ETERNO.........MUITO FEIO...........PROMETO SE SER INTERROGADO, A MINHA RESPOSTA VAI SER O SILÊNCIO COMO O FILHO QUE NÃO ABRIU A BOCA NO

Escrito por anselmo.estevan às 22h11
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QUEM É O ANTI CRISTO?

MATADOURO POIS É EXATAMENTE ASSIM QUE ME SINTO NO MATAROURO EU NÃO ABRO MAIS A BOCA NA UBE!!!!!!!!! SE TENHO ESTUDO SOU FARISEU! SE NÃO O TENHO NÃO SEI O QUE FALO..........RUIM HEM....... A PIOR DOR QUE SINTO HOJE É A SOBERBIA, A ARROGÂNCIA, A DISSIMULAÇÃO, E A FALSA AMIZADE! POIS SER AMIGOS DE SEUS INIMIGOS??? NÃO CONDIZ COM O QUE VEJO E OUÇO NA UBE..........!!!!!

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Permalink Responder até Joao Joaquim Martins 1 hora atrás

Anselmo Estevan disse: ÓTIMA RESPOSTA. CHEGOU ATÉ A ME ARREPIAR! CONCORDO EM GRAU GÊNERO E NÚMERO!!!!!! SE ELE ABRE O SELO! NÃO PODE ESTAR FALANDO DE SÍ PRÓPRIO! POIS SE O FOSSE, ESTARIA SE GABANDO DE SEUS FEITOS!!! O QUE NUNCA O FEZ! MAS, SIM ELEVAVA O PAI QADÔSH (SANTO) ELYÔN - (SUPREMO ALTÍSSIMO!!!!!!).

Do que você está arrependido mano Anselmo Estevan

OLHA ESTOU PROFUNDAMENTE ARREPENDIDO DE ENTRAR NESSA POSTAGEM, PEÇO DESCULPAS AO AUTOR, MAS QUEM DESAFIA É O DIABO!

Não há nada porque se arrepender, olha você já concluiu que Jesus não pode ser, Isso não é maravilhoso, no Espírito Santo? Quantos irmãos estão neste engano?

O Senhor Jesus, através do Espírito Santo quer que todos aprendam.

Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?Romanos 10:14

Portanto, vos quero fazer compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: Jesus é anátema, e ninguém pode dizer que Jesus é o Senhor, senão pelo Espírito Santo.1 Coríntios 12:3

Estamos esperando que todos deem sua opinião pelo poder do Espírito Santo, para que possamos tirar de vez está dúvida e saber quem é o cavaleiro do cavalo branco. Uma vez que o Espírito Santo já nos disse que Jesus Cristo não é.

Graça e Paz.

 

Escrito por anselmo.estevan às 22h11
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14/02/2012


POR QUE É CHEGADA A HORA DA VERDADE...????

HEBREUS 5

 

1 Porque todo KOHEN GADOL (sumo sacerdote) tomado dentre os homens é constituído a favor dos homens nas coisas concernentes a YHVH, para que ofereça dons e sacrifícios pelos pecados,

 

2 podendo ele compadecer-se devidamente dos ignorantes e errados, porquanto também ele mesmo está rodeado de fraqueza.

 

3 E por esta razão deve ele, tanto pelo povo como também por si mesmo, oferecer sacrifício pelos pecados.

 

4 Ora, ninguém toma para si esta honra, senão quando é chamado por YHVH, como o foi AHARON (Arão).

 

5 assim também O MASCHIYAH (O MESSIAS) não se glorificou a si mesmo, para se fazer sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, hoje te gerei;

 

6 como também em outro lugar diz: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de MALKI-TZEDEK (Melquisedeque).

 

7 O qual nos dias da sua carne, tendo oferecido, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que podia livrar da morte, e tendo sido ouvido por causa da sua reverência,

 

8 ainda que era Filho, aprendeu a obediência por meio daquilo que sofreu;

 

9 e, tendo sido aperfeiçoado, veio a ser autor de eterna salvação para todos os que lhe obedecem,

 

10 sendo por YHVH chamado KOHEN GADOL (sumo sacerdote), segundo a ordem de MALKI-TZEDEK (Melquisedeque).

 

11 Sobre isso temos muito que dizer, mas de difícil interpretação, porquanto vos tornastes tardios em ouvir.

 

12 Porque, desde a infância sabes as sagradas letras, que podem necessitais de que se vos torne a ensinar os princípios elementares dos oráculos de YHVH, e vos haveis feito tais que precisais de leite, e não de alimento sólido.

 

13 Ora, qualquer que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, pois é criança;

Escrito por anselmo.estevan às 22h29
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14 mas o alimento sólido é para os adultos, os quais têm, pela prática, as faculdades exercitadas para discernir tanto o bem como o mal.

 

I TIMÓTEO 6

 

 20 Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, evitando as conversas vãs e profanas e as oposições da falsamente chamada ciência;

 

21 a qual professando-a alguns, se desviaram da EMUHAH (fé). A HESSED (graça) seja convosco.

 

II TIMÓTEO 3

 

Exortação a perseverar na sã doutrina e a pregar em todas as ocasiões (até 4:5) 

 

10 Tu, porém, tens observado a minha doutrina, procedimento, intenção, fé, longanimidade, amor, perseverança,

 

11 as minhas perseguições e aflições, quais as que sofri em Antioquia, em Icônio, em Listra; quantas perseguições suportei! e de todas o Senhor YHVHSHÚA me livrou.

 

12 E na verdade todos os que querem viver piamente em O MASCHIYAH ( YAHUSHÚA) padecerão perseguições.

 

13 Mas os homens maus e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados.

 

14 Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido,

 

15 e que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela que há em O MASCHIYAH (MESSIAS) YAHUSHÚA.

 

16 Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça;

 

17 para que o homem de YHVH seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra.

Escrito por anselmo.estevan às 22h28
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SE SOMOS CHAMADOS COERDEIROS...!! SOMOS TAMBÉM FILHOS!!!! (SERVOS - NÃO!):

Gotas Bíblicas

 

Uma Parte Separada Para Deus  |  Pr. Olavo Feijó

YECHEZK'EL (Ezequiel) 45:1 - ¶ Quando, pois, repartirdes a terra em herança, oferecereis uma oferta ao YHVH, uma porção santa da terra; o seu comprimento será de vinte e cinco mil canas e a largura de dez mil. Esta será santa em toda a sua extensão ao redor.

Vivendo no exílio babilônico com seu povo, o profeta Ezequiel descreve revelações que recebeu sobre a restauração do povo escolhido. Em uma delas, enfatiza parte da terra a ser usada para o templo, para lembrar ao povo que certas áreas serão exclusivas do YHVHSHÚA. "Quando a terra foi dividida entre as tribos, uma parte deverá ser separada para ELYÔN (ALTÍSSIMO SUPREMO), o YHVHSHÚA." (Ezequiel 45:1).

Em vários textos da Bíblia o Senhor deixa bem claro que Ele é o dono de todas as coisas. E de que Ele não precisa de nada, nem da ajuda de ninguém. "Minha é a prata e meu é o ouro, diz o YHVHSHÚA". É Ele que faz chover, assim como é Ele também que causa a sequidão. Apesar de tudo isso, a Bíblia se apressa em afirmar que "ELYÔN amou o mundo..." E que Ele se ocupa da Terra e dos seus habitantes, chegando até a criar os humanos "à Sua forma e à Sua semelhança"!

YHVHSHÚA da Bíblia, porém, não se limita a generalidades. A revelação bíblica quebra os paradigmas das religiões humanas. E é nos escritos do Novo Testamento que o YHVHSHÚA (YHVH - SALVA EM O MASCHIYAH SEU FILHO: 'YAHUSHÚA') explicita seu desejo de ter "filhos" espirituais. Pessoas que O aceitem livremente como Pai, exercitando sua fé no MASCHIYAH - MESSIAS encarnado YAHUSHÚA. É neste contexto que o YHVHSHÚA proclama o objeto maior de Sua exclusividade: "dá-me, filho meu, o teu coração". Nosso coração, nossa NEFESH alma, nossa vida - é este território sagrado de nós mesmos que "deve ser separado para ELYÔN, o Senhor YHVHSHÚA. Porque é no Seus filos que Seus verdadeiros templos são construídos: "o vosso corpo é o templo do RÚKHA QADÔSH Espírito Santo". Porque somos "santos", somos separados para O ELIÔN.

DO COLEGA DE PROFISSÃO, COM GRIFOS MEUS! ANSELMO ESTEVAN.

Escrito por anselmo.estevan às 05h28
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13/02/2012


COMO DEVEMOS AGIR NOS DIAS DE HOJE:


EFÉSIOS 4.29-32

Como viver a nova vida 2

 

 

Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros a crescer na (EMUNAH) fé e a conseguir o que necessitam, para que as coisas que vocês dizem façam bem aos que ouvem. E não façam com que o (RÚKHA hol - RODSHUA - [RÚKHA QADÔSH]) Espírito Santo de (YHVH) fique triste. Pois o  (RÚKHA) Espírito é a marca de propriedade de (YHVH) colocada em vocês, a qual é a garantia de que chegará o dia em que (YHVH) os libertará. Abandonem toda amargura, todo ódio e toda raiva. Nada de gritarias, insultos e maldades! Pelo contrário, sejam bons e atenciosos uns para com os outros. E perdoem uns aos outros, assim como (YHVH[SHÚA]), por meio (do MASCHIYAH), perdoou vocês!

Escrito por anselmo.estevan às 16h53
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"PELOS MEUS ESTUDOS, JÁ FUI CHAMADO DE FARISEU.....":

ESTUDO TIRADO DA INTERNET COM GRIFOS DE MINHA PARTE! [PELOS MEUS ESTUDOS, JÁ FUI CHAMADO DE DOUTOR FARISEU DA LEI..... E A PESSOA QUE ME CHAMOU USANDO ESSE TERMO, SERÁ QUE SE ACHAVA MELHOR DO QUE EU....?????]. VEJÁ:

 

Palavra Que Transforma

A parábola do fariseu e do publicano - Introdução  |  Pastor Sérgio Fernandes

Lucas 18:9 - ¶ E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros:

Quando escreveu seu evangelho, Lucas nos presenteou com uma das mais importantes parábolas de [YHVH(SHÚA)]: a do fariseu e do publicano. O propósito do Mestre com essa estória foi deixar uma preciosa lição para aqueles que, julgando-se justos, desprezavam os outros.

Há dois personagens na parábola: um fariseu que precisava reconhecer sua miséria e um publicano consciente de que era merecedor de condenação. O primeiro, arrogante, orgulhava-se de sua religião, a ponto de se esquecer da HESSED (graça) de (YHVH) e da sua bondade. O outro era tão ciente de seu pecado que era incapaz de buscar outra coisa que não fosse a misericórdia de (YHVH).

CA [EMUNAH] (fé) em [O MASCHIYAH] [O UNGIDO] liberta o homem da condenação (Rm 5.1), mas não sem antes humilhá-lo, mostrando-o seu estado de depravação. Jamais se esqueça de que você não merece nada de [YHVH]. Isto o manterá humilde perante Ele.

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Siga-me: www.twitter.com/pastor_sergio

Escrito por anselmo.estevan às 05h24
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12/02/2012


POR QUE ESSAS VERDADES SÃO ESQUECIDAS....????

VEJA ISTO: A DATA DE NASCIMENTO CINCO ANOS ANTES DO SEU NASCIMENTO???? VEJA:

 

CALENDÁRIO DA ERA MESSIÂNICA "Erros".

CALENDÁRIO DA ERA MESSIÂNICA:

Era é um acontecimento ou época que serve de partida a um sistema cronológico. A era Messiânica é a que teve início no ano do nascimento do Messias Yahushúa Christós. E comumente escrita em forma abreviada "d.C." que significa "depois de Christós". É também abreviada "A.D.", do latim "Anno Domini", que significa "Ano do Senhor", em atenção ao ano do nascimento do Messias Yahushúa Christós. Para as datas antes do nascimento de Yahushúa usa-se a abreviatura "a.C.", referente às palavras "antes de Christós".

Quando Yahushúa nasceu, o Império Romano dominava o mundo. Os romanos datavam seus acontecimentos tomando por base o ano da fundação de Roma, o ano 753 a.C. Para os romanos, esse ano era "AUC". As iniciais "AUC" são das três palavras latinas "Anno Urbis Conditae", que significam: "O ano em que a cidade foi fundada". A alusão é à cidade de Roma. A era romana começa, pois em 1 AUC.

O calendário romano:

Foi organizado em 753 a.C. por Rômulo, que, segundo a História, foi o primeiro rei de Roma, então cidade-reino. Reinou em 753-715 a.C. Este calendário tinha 10 meses de 30 dias, e começava em março. O sucessor de Rômulo, Pompílio, reforçou o calendário acrescentando-lhe dois meses, passando o ano a ter 365 dias.

O calendário de Dionisio:

Em 526 a.C., o imperador romano do Oriente, Justiniano I, decidiu organizar um calendário original partindo do ano do nascimento de Yaohushua. A tarefa foi entregue ao abade dominiciano Dionysius Exíguus, o qual fixou o ano 1 d.C., isto é, o ano 1 da Era Messiânica como sendo o 753 AUC, cometendo um grave erro, como mais tarde ficou comprovado.

Ele devia ter fixado o ano 1 d.C., cinco anos antes, isto é, em 749 AUC, e não 753 AUC. Seu erro foi um atraso de 5 anos na fixação do ano 1 da Era Messiânica. Uma vez concluído esse calendário, o mesmo passou a ser adotado em todo o mundo onde quer que o messianismo se propague.

Tempos depois, os doutos na matéria encontraram erros no calendário de Dionysius. Davis citando o historiador judeu Flávio Josefo, mostra que Herodes, o Grande, morreu em 750 AUC. Ora, afirmando a Bíblia que Herodes morreu depois do nascimento do Messias, logo o calendário de Dionysius está errado ao afirmar que o Messias nasceu em 753 AUC. Se Herodes morreu em 750, como e geralmente aceito, então o Messias nasceu em 749 AUC; isto é, quatro anos antes do ano 1 da Era Messiânica, segundo o calendário de Dionysius. Note-se que de 753 a 749 AUC, há quatro anos, e não cinco como parece à primeira vista. Por causa dos meses que ultrapassam de quatro anos conforme os estudos dos eruditos, arredonda-se o número de anos

Escrito por anselmo.estevan às 16h24
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para cinco, para facilidade de cálculos.

Eis aí a razão porque livros e publicações em geral afirmam que o Messias nasceu em "5 a.C.", isto é, 5 anos antes da Era Messiânica, o que é um contra-senso se não houver uma explicação. Como pode o Messias nascer 5 anos antes do seu nascimento? A explicação foi mostrada acima. E, por qual razão perpetuou-se o erro, em vez de se corrigi-lo? É que uma vez descoberto o erro (um atraso de cinco anos), sua correção no calendário acarretaria problemas serissimos as pessoas e às atividades humanas!

Como se vê, o calendário de Dionysius dá o ano 1 d.C. como sendo o 753 AUC. (Corrigindo) - Corrigido o erro, o ano 1 d.C. vem a ser o 749 AUC. Devido o erro de Dionysius não ter corrigido, a Era Messiânica não começa no ano do nascimento do Messias, mas cinco anos antes. O ano 1 do calendário atual é, na realidade, o ano 5, porque Dionysius "engoliu" 5 anos. Nossos livros declaram o fato de o Messias ter nascido em 5 a.C., mas não explicam o fato do erro, e, quando apresentam datas corrigidas não dão explicação também. Isto sempre nos intrigou até chegarmos a um esclarecimento definitivo dos fatos.

O Calendário Gregoriano: Em 1582, o Papa Gregório XIII, aconselhado pelo astrônomo calabrês Lillo, alterou num ponto o calendário de Dionysius. Gregório tirou 10 dias do ano 1582, ordenando que o dia 5 de outubro de 1582 passasse a ser 15 de outubro, a fim de corrigir a diferença de dias devido o acúmulo de minutos a partir de 46 a.C., quando César reformou o calendário. Por causa dessa pequena alteração, o calendário atual é denominado Gregoriano. A Grécia e a Turquia ainda observam o calendário Juliano, o qual está 13 dias adiantado em relação ao nosso!

Ta vendo... procure a verdade que ela o liberta......O que mais ficou errado e não foi corrigido....???? Anselmo.

 

 

 

          A Septuaginta ou Versão dos LXX - A Bíblia Grega

Durante o século II a.C., Alexandria, onde se falava o idioma grego, vivia o reinado do rei egípcio Ptolomeu Filadelfo II (285-247 a.C.), que se orgulhava de possuir em sua rica biblioteca todos os 'livros do mundo'. Havia também em Alexandria uma importante colônia judaica.

Informado o soberano por seu bibliotecário, Demétrio Falário de que não existia uma versão da Bíblia em grego, prontamente estabeleceu um projeto para tal.

De Israel foram enviados 72 sábios (6 para cada uma das doze tribos de Israel) com a incumbência de traduzir as escrituras do hebraico para o grego, trabalho que cada um completou, segundo o Talmude ou Guemará (estudo), em 72 dias, estando cada um desses sábios confinado em celas separadas, na ilha de Faros. Somente o Pentateuco - Torá, foi traduzido nesta etapa, os demais livros, completando O Tanách - Bíblia, a saber, Nevii - Profetas (8) e Ketuvim - Escritos (11), foram traduzidos posteriormente, até o final do século II a.C. (a bíblia em hebraico é composta somente do Velho Testamento - Primeira Aliança). O Novo Testamento, também em grego, não é acoplado à Septuaginta, somente existindo em separado.

Escrito por anselmo.estevan às 16h23
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No entanto, conta a história que, devido aos corações desses sábios estarem 'plenos de sabedoria divina', quando as 72 traduções foram comparadas, 'elas eram idênticas' . Imagina-se que tenham feito as mesmas mudanças para que o rei não alimentasse qualquer dúvida a respeito de sua autenticidade, pois a tradução de um idioma oriental, consonantal, com um conjunto de regras interpretativas, que se escreve da direita para a esquerda, para um idioma ocidental, vocálico (7), que se escreve da esquerda para a direita, rico em declinações, conjugações e casos gramaticais e que não possui a simbologia do hebraico, realmente deveria produzir uma Nova Torre de Babel.

Segundo o Talmude, "o dia da tradução foi tão doloroso quanto o dia em que o Bezerro de Ouro foi construído, pois a Torá não poderia ser acuradamente traduzida". Alguns rabinos disseram que "as trevas cobriram a Terra por três dias" quando a LXX (Setenta ou Septuaginta) foi escrita.

A alteração começou pelos nomes originais dos livros do Pentateuco (Torá), que ficaram da seguinte forma, conforme perguntado em Nosso Desafio:

HEBRAICO Transliterado (primeira ou principal palavra do início de cada livro)

GREGO / PORTUGUÊS
(respeito ao conteúdo)

Bereshit (No princípio)

Gênesis / Gênese (origem)

Shemôt (Nomes) ... dos filhos de Israel

Exodos / Êxodo (saída)

Vaicrá (Ele Clama) ou Sêfer Torat Cohanim (livro dos sacerdotes)

Levitikon / Levítico (sacerdotes) (descendentes de Levi)

Bamidbar (No deserto) ou Humash
Hapecudim (Livro dos Censos)

Arithmoi / Números (as duas contagens do povo ou recenseamentos)

Dvarim (Palavras) ou Misné Torá
(Segunda Torá)

Deuteronomos / Deuteronômio (deutéros = segundo / nomos = lei) (Segunda Lei)

A tradução grega passou a fazer parte da biblioteca do rei Ptolomeu Filadelfo II, em Alexandria e recebeu o nome de Septuaginta ou Versão dos LXX em virtude dos principais idiomas do mundo serem em número de Setenta e os outros, variantes, híbridas ou dialetos desses setenta.

A Vulgata de São Jerônimo - A Bíblia Latina da Igreja Católica

Devido às dificuldades reinantes no século III d.C., grandes divergências dogmáticas agitaram o mundo cristão e provocaram sanguinolentas perturbações, até que o imperador Teodósio conferiu a supremacia ao papado, impondo a opinião do bispo de Roma à cristandade.

A fim de por termo a essas divergências de opinião, no momento em que vários concílios discutiam acerca da natureza de Jesus, uns admitindo e outros rejeitando sua divindade, o Papa Dâmaso confia a São Jerônimo, no ano 384, a missão de redigir uma tradução latina do Antigo e do Novo Testamento. Essa tradução passaria ser a única reputada ortodoxa e aceita pela Igreja.

São Jerônimo sentiu o peso da responsabilidade, escrevendo ao papa sobre suas preocupações acerca da tradução. Eis o seu desabafo:

"Da velha obra me obrigais a fazer obra nova. Quereis que, de alguma sorte, me coloque como árbitro entre os exemplares das Escrituras que estão dispersos por todo o mundo e, como diferem entre si, que eu distinga os que estão de acordo com o verdadeiro texto grego. É um piedoso trabalho, mas é também um perigoso arrojo, da parte de quem deve ser por todos julgado, julgar ele mesmo os outros, querer mudar a língua de um velho e conduzir à infância o mundo já envelhecido."

"Qual de fato, o sábio e mesmo o ignorante que, desde que tiver nas mãos um exemplar novo, depois de o haver percorrido apenas uma vez, vendo que se acha em desacordo com o que está habituado a ler, não se ponha imediatamente a clamar que eu sou um sacrílego, um falsário, porque terei tido a audácia de acrescentar, substituir, corrigir alguma coisa nos antigos livros ?"

"Um duplo motivo me consola desta acusação. O primeiro é que vós, que sois o soberanos pontífice, me ordenais que o faça; o segundo é que a verdade não poderia existir em coisas que divergem, mesmo quanto tivessem elas por si a aprovação dos maus."

Vemos nessas declarações o testemunho das modificações e adaptações por que passou a Bíblia e, por isso, não se pode afirmar, categoricamente, que tudo que existe neste livro, em português, é a pura verdade.

Santo Agostinho, bispo de Hipona, escreve a São Jerônimo no ano 395, demonstrando sua preocupação com relação à sua tradução e testificando a inexistência de exatidão nas traduções bíblicas. Vejamos sua carta:

"A meu ver, eu preferiria que tu antes nos interpretasse as Escrituras gregas canônicas que são atribuídas aos setenta intérpretes, pois se há dissonância entre o latim das antigas versões e o grego da Setenta, pode-se ir verificar, mas se há dissonância entre o latim da nova versão e o texto conhecido do público, como dar a prova da sua exatidão ?"

Escrito por anselmo.estevan às 16h22
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As Divisões da Bíblia

A Bíblia nem sempre foi dividida em capítulos e versículos como ocorre atualmente. Inicialmente, a Torá (O Pentateuco - 5 livros de Moisés), foi dividida em Seções (peraxiôt) para leitura nas sinagogas judaicas, cada uma dessas seções lida em uma semana, com a quantidade de "peraxiôt" igual ao número de semanas do ano judaico. O restante da Bíblia hebraica completando o Tanách, ou seja, a "Primeira Aliança" ou Velho Testamento era dividida em versículos e seções para leitura nas sinagogas, antes da era cristã.

A divisão moderna do Antigo Testamento e sua numeração em Capítulos foi efetuada em 1228 e é atribuída a Estêvão Langton, professor em Paris e nomeado Arcebispo de Canterbury. É possível que ele tenha usado a divisão já existente. A numeração do Antigo Testamento em Versículos foi realizada por Sante Pagnini, em 1528.

Em 1555, o redator parisiense Robert Etienne adotou a numeração de Pagnini e numerou os versículos do Novo Testamento de acordo com ela.

Tal divisão e distribuição, como também o título e a ordem dos Livros Sagrados apresentam leve diferença entre a Vulgata e as traduções atuais. Por exemplo: do Salmo 10 ao 148, a numeração da Bíblia hebraica está uma unidade à frente da numeração da Bíblia grega e da Vulgata, que reúnem os Salmos 9 e 10 e os Salmos 114 e 115, mas dividem em dois os Salmos 116 e 147.

Existem, ainda, nas bíblias, diferenças de ordem na disposição dos livros. Por exemplo: na Bíblia judaica (O Tanách), temos como último livro o II Livro das Crônicas; na Vulgata, o último livro do Velho Testamento é o II livro dos Macabeus; nas Bíblias ocidentais católicas ou protestantes, o último livro do Velho Testamento é o Livro de Malaquias, descobrindo-se ainda outras diferenças, à medida que manuseamos cada uma delas ...

Aos interessados em mais informações preciosas acerca das contradições entre o original hebraico e as atuais traduções em português, indicamos a consulta de: "Analisando as Traduções Bíblicas", de Severino Celestino da Silva - Editora Idéia. (http://www.nossosaopaulo.com.br./Reg_SP/Educacao/M_Bibliatraducoes.htm)

 

 

 

 

 

 

 

         Bem, acho que já deu para mostrar o que fizeram a PALAVRA DO ETERNO!!!! Não sou contra a mesma e nem contra às: “Bíblias...!!!”. Por isso, vamos voltar ao estudo da mesma: Bem, os textos a seguir, falam da fidelidade do texto.....!!!!! Mas, muita coisa houve nessa fidelidade!!!!! Pois muita coisa foi sim fidedigna ao texto do ETERNO...!!! Mas, talvez, por sua própria vontade, algo fugiu ao perfeito! Não a sua PALAVRA! Mas o próprio homem ao traduzir as mesmas.....o joio e o trigo......vamos ao estudo: Pois a minha intenção não é em desmentir a Bíblia mas sim, limpar o que está errado e foi sim colocado nela......

 

         FIDELIDADE NA CÓPIA

 

         Nos manuscritos hebraicos e nas nossas Bíblias, há curiosas indicações que atestam a fidedignidade e exatidão com que um manuscrito original era reproduzido. Algumas palavras têm sobre si estranhos sinais, que não se compreendem, talvez originados numa agitação acidental da pena, os quais, todavia, foram fielmente repetidos em cada cópia.

         Algumas vezes, encontramos uma letra, que é quase duas vezes maior do que as comuns, ao passo que outras vezes achamos uma letra acentuadamente menor – o que certamente indica uma perpetuação de mera casualidade. Também ocorrem sobrescritas. Os livros têm notas acrescidas ao texto, que informam o número de palavras contidas naquele livro e a palavra que se encontra exatamente no centro do livro (a palavra). Além do que há em nossas Bíblias, existe uma quantidade enorme de notas masoréticas que tratam de assuntos tais como o número de vezes que cada letra do alfabeto hebraico ocorre no AT e o número de versículos que em suas palavras contêm todas as letras do alfabeto. Tudo isso nos enche de assombro e gratidão, pelo minucioso cuidado com o qual esses homens realizaram a obra de preservação do Texto Sagrado. Também registraram, até certo ponto, uma respeitável crítica textual para que saibamos que o texto transmitido não é isento de erros; vez por outra, há trechos duvidosos em que uma palavra deve ser introduzida, alterada ou excluída do texto. Mas todo esse aparato crítico tradicional – que não ocupa o maior espaço – localiza-se à margem. O texto é tremendamente sagrado para sofrer alterações, até mesmo quando o aparato crítico sugere a existência de algum erro. (Eu continuo repetindo e falando pela Bíblia, reflitam nessas passagens: Jo 10,30; 12,48; Lc 10,16; Dt 18,18-19; Jo 1,45; Is 49,2; 51,16; Jo 4,25; 8,28.58; Hb 12,25! Ap 22,18-19).

Escrito por anselmo.estevan às 16h21
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         OS MANUSCRITOS

 

         Os mais antigos manuscritos de livros do NT foram, sem dúvida, escritos em papiro, um material frágil, que se estraga rapidamente com o manuseio e que só se conserva em condições muito especiais de clima seco como o do Egito.

         As escavações realizadas no Egito na segunda metade do século XX foram altamente frutíferas na descoberta de fragmentos de papiro. O professor Weissmann, de Heidelberg, declarou: “Os escritos não-literários (i.e., contratos de arrendamento, cartas, tarefas escolares etc.) são tantos e tão variados como a própria vida. Os escritos em grego, contados aos milhares, cobrem um período de quase mil anos. Os mais antigos remontam ao temo dos primeiros Ptolomeus, ou seja, século III a.C., ainda há outros da época do império bizantino. Todo esse cenário cheio de alternâncias do longo período de dominação grega e romana na história do Egito passa diante de nossos olhos na leitura de tais manuscritos”.

         Nenhuma produção literária da Antiguidade é enriquecida com uma quantidade tão grande de manuscritos como o NT. Os que estudam obras clássicas ficariam muito contentes se tivessem os manuscritos de Homero, Sófocle, Platão, Aristóteles, Cícero ou Tácito na mesma quantidade e condição que têm os estudiosos da Bíblia quanto aos manuscritos do NT. Os mais antigos e completos manuscritos de Homero, de que se dispôs atualmente, datam do século III d.C., e somente separados em fragmentos de papiro que remontam aos tempos de Alexandre. Tudo o que possuímos de Sófocles deve-se a um único manuscrito do século VIII ou do século IX, que hoje se encontra na Biblioteca Laurenciana em Florença. Todavia, no que  diz respeito ao NT, são, no mínimo, 3.829 manuscritos catalogados.

         No século IV, o uso do pergaminho, em vez de papiro, para manuscritos importantes concedeu a estes, pela primeira vez, uma forma mais duradoura ou permanente. Ao mesmo tempo, a conversão de Constantino Magno fez com que houvesse uma cuidadosa e esplêndida produção de escritos cristãos. O códice, em vez do formato de rolos, foi também adotado, de modo que as ESCRITURAS do NT podiam, pela primeira vez, ser convenientemente reunidas em um único volume. Em seu livro Vida de Constantino, Eusébio afirma que o imperador mandou fazer 50 exemplares das Escrituras em pergaminho para as igrejas da sua nova capital.

         Os manuscritos gregos do NT dividem-se em duas categorias: Os unciais, i.e., escritos com letras maiúsculas, e os cursivos, i.e., escritos com letras minúsculas. De modo geral, a primeira categoria de manuscrito é mais antiga, embora se possa dizer que há unciais recentes datados do século X, ao passo que há cursivos do século IX, e que as duas categorias, até certo ponto, sobrepõem-se em termos de data.

         Uma questão de grande interesse diz respeito ao modo pelo qual se determina a idade de um manuscrito. Em resposta, oferecem-se especialmente as observações que vêm a seguir.

 

         Observações sobre datas.

 

         No ano 459 d.C., Eusébio, diácono de Alexandria, publicou uma edição das epístolas de Sha’ul (Paulo), divididas em capítulos, com o sumário de seu conteúdo. De igual modo, no ano 490 d.C., ele dividiu o livro de Atos e as Epístolas Gerais ou Católicas. Por sua própria declaração, afirmou também que pôs acentuação nos manuscritos copiados sob sua supervisão, costume esse que não se generalizou até o século VIII. Também acrescentou subscrições (algumas destas equivocadas) que até hoje constam em algumas versões inglesas.

         Em seguida, para tornar os manuscritos mais legíveis, Eulálio os dividiu em linhas, que consistiam, em alguns casos, em tantas letras quantas podiam ser colocadas em toda a largura de uma página, e, noutros, em tantas palavras quantas podiam ser lidas sem interrupção.

         Esse estilo de escrita rapidamente se tornou comum. Entretanto, no século VIII as linhas deixaram de ser escritas em separado e eram indicadas somente por pontos. No mesmo século, foram introduzidos outros sinais de pontuação, e, mais tarde, a pontuação esticométrica (do gr. Stichos, “uma fileira: uma linha escrita”) foi omitida.

         Nessa mesma época, as letras começaram a ser mais apertadas e levemente inclinadas. No século VIII, tais alterações acentuaram-se ainda mais; no século IX, foram introduzidos o ponto de interrogação e a vírgula; e, no século X, a escrita uncial praticamente foi substituída pela cursiva. Pode-se afirmar que a nossa moderna divisão em capítulos é atribuída a Stephen Langton (falecido em 1228), e que a divisão em versículos deve-se a Robert Stephens, em 1551.

         Desses fatos, deduzem-se várias regras:

 

         1) A antiguidade de um manuscrito em caracteres cursivos não ultrapassa o século X ou, em certos casos, o século XI.

         2) Um manuscrito que apresente letras unciais apertadas ou inclinadas e pontos de interrogação ou vírgula não é anterior ao século IX.

         3) Um manuscrito que apresente letras unciais e seja dividido em linhas ou acentuado, ou ainda que tenha divisões, títulos ou subscrições eutalianas, não é anterior ao século V.

         4) Um manuscrito com cânones de Eusébio não é anterior ao século IV.

 

         OS PRINCIPAIS MANUSCRITOS UNCIAIS – DO SÉCULO IV AO SÉCULO X.

 

         Códice Sinaítico (ou Alef): Descoberto por Friedrich von Tischendorf no Convento de Santa Catarina, ao sopé do monte Sinai, em 1844-1959. Data do século IV. Contém o AT em grego, parte de um manuscrito antigo da SEPTUAGINTA, e todo o NT, bem como as Epístolas de Barnabé e uma parte do Pastor de Hermes. As 43 folhas que Tischendorf conseguiu, na sua primeira visita ao mosteiro, estão na Biblioteca da Universidade de Leipzig. O restante do manuscrito foi comprado pela Biblioteca Imperial de São Petersburgo (onde permanece até 1933) e, mais tarde, vendido ao Museu Britânico, onde atualmente se encontra.

 

         Códice Alexandrino (ou A): Foi oferecido de presente ao rei Carlos I da Inglaterra por Cirilo Lucar, patriarca de Constantinopla, em 1627. Data de meados do século IV ou do fim desta. Contém todo o AT (grego) e o NT desde Mateus 25,6, havendo ainda algumas omissões (João 6,50 a 8,52; 2Co 4,13 a 12,6). Além disso, contém ainda a Primeira Epístola de Clemente de Roma e uma pequena parte da Segunda Epístola (Uma homilia).Encontra-se no Museu Britânico. Foi publicado por Woide, em 1786; pelos curadores do Museu Britânico, na forma de fac-símile fotográfico, em 1879; e em tipo comum, no ano de 1860 (Cowper) e em 1864 (Hansell).

        

Códice Vaticano (ou B): Acrescentado à Biblioteca do Vaticano, em Roma, pelo papa Nicolau (1477-1455). Data do século IV. Contém o AT em grego (com omissões) e o NT até Hebreus 9,14; inclui as Epístolas Gerais, mas faltam-lhe as Pastorais, Filemom e o Apocalipse. Foi publicado pelo cardeal Mai em cinco volumes na forma de fólio no ano de 1857; depois, em tipo fac-símile, por ordem de Pio IX, em 1872; e, mais tarde, veio a ser fotografado em 1889. Tischendorf publicou uma edição com tipo comum em 1867, a qual segue o manuscrito linha por linha.

Escrito por anselmo.estevan às 16h21
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         Códice Efraimita (ou C): Um palimpsesto (i.e., manuscrito em pergaminho, rasgado por copistas e polido com marfim para permitir nova escrita), resultante da cópia de diversas obras de Efraim da Síria sobre o texto original no século XII. Felizmente a tinta do último copista era de menos duração que a do primeiro. Foi escrito no século IV, provavelmente no Egito. Contém fragmentos do AT e todos os livros do NT (com grandes omissões), exceto uma das epístolas aos tessalonicenses e uma de João. Encontra-se, atualmente, na Biblioteca Nacional de Paris. Foi Publicado, até onde se pode decifrar, por Tischendorf em 1843.

        

Códice Beza (ou D): O texto grego e latino em colunas paralelas. Foi descoberto no Moteiro de Santo Ireneu, em Lyon, e oferecido à Universidade de Cambridge, em 1581, por Teodoro Beza. Sua escrita data provavelmente do século VI. Contém (com omissões) os evangelhos e Atos. É marcado por desvios do texto comum e pelas adições. Existe na Biblioteca da Universidade de Cambridge. Foi publicado em tipo fac-símile por Kipling, em 1793; e em fac-símile fotografado, no ano de 1899. O de Scrivener também publicou uma edição em tipo comum, no ano de 1864.

        

Códice Claromontano (ou D): Descoberto em Clemont, perto de Beauvais, de onde lhe vem o nome. Foi escrito no século VI. Redigido em grego e latim, tal como o Códice Beza, é um suplemento àquele manuscrito por conter as Epístolas Paulinas (com omissões) e a Epístola aos Hebreus. Estes são os únicos livros do NT que possui. Percebe-se no manuscrito o trabalho posterior de vários escribas. Encontra-se na Biblioteca Nacional de Paris. Foi publicado por Tischendorf em 1852.

 

         OS PRINCIPAIS MANUSCRITOS CURSIVOS (EM MINÚSCULAS).

 

         Como a procura por manuscritos do NT crescia cada vez mais, tornou-se necessário empregar outra forma de escrita, com letra menor e mais fácil de se escrever. Essa necessidade foi atendida pela introdução da letra corrente ou “cursiva”, que já se empregava na correspondência comercial e em outras espécies de texto. Assim, surgiram as formas minúsculas contrastantes com as maiúsculas (ou capitais) dos mais antigos manuscritos. Para sermos mais exatos, o termo “minúsculo” aplica-se à forma mais reduzida das letras e o termo “cursivo”, à junção delas no ato de escrever. Entretanto, como na prática as duas realidades ocorrem simultanemante, tais termos muitas vezes são empregados de modo intercambiável. Durante quase dois séculos, usou-se a escrita uncial e a cursiva, mas, aos poucos, prevaleceu esta última forma de escrita. Foi nesse formato de letra que chegou até nós a grande maioria dos manuscritos do NT, os quais começaram a ser escritos nessa forma até que a imprensa fosse inventada.

 

         Pesquisa feita por:Anselmo (com grifos meus) no livro: PEQUENA ENCICLOPÉDIA BÍBLICA. DA EDITORA: VIDA. (ORLANDO BOYER)!

 

 

VAMOS A OUTRO ESTUDO:

Títulos de “DEUSES” (‘EL):

 

         - Comum = “deus”:

 

         410: (‘El) forma curta 352; força; com adjetivo forte; especialmente o Todo-Poderoso (mas usada também para qualquer divindade): - Deus (deus), bondoso, grande, ídolo, força, o poderoso, poder, forte. Compare com nomes com “el”.

         Substantivo masculino que significa Deus, deus, o poderoso, herói. Este é um dos termos mais antigos para Deus, deus ou divindade. Ocorre com mais freqüência nos livros de Gênesis, Jó, Salmos e Isaías, e não aparece em alguns livros. O significado básico da palavra poderoso pode ser visto em Jó 41,25 [27] e Mq 2,1. Esta palavra é usada ocasionalmente para outros deuses (Êx 34,14; Dt 3,24; Sl 44,20 [21]; Ml 2,11) porém é mais frequentemente usada para designar o único Deus verdadeiro (Sl 5,4 [5]; Is 40,18). {É, só que estão se esquecendo de Êx 20,7!!! Grifo meu. Que esse termo comum leva a mesma adoração de um único Deus – à “deuses”: (2Ts 2,11-12; 1Co 8,5-7; Dn 8,12; 2Co 2,4-10; 2Co 4,2-6)} grifo meu.

         Ela expressa várias idéias de divindade de acordo com o seu contexto. As mais comuns podem ser observadas abreviadamente: O Deus Santo em contraste com os seres humanos (Os 11,9); o Supremo Deus El (Gn 14,18; lê,13; Ez 28,2); o SENHOR (Yahweh) como um TÍTULO de Israel, segundo a própria alegação do Senhor (Gn 33,20; Is 40,18); Deus ou deus, em geral (Êx 34,14; Dt 32,21; Mq 7,8); o Deus de Israel, o Senhor (Nm 23,8; Sl 118,27); Deus (Jó 5,8).

         Esta palavra é usada com vários adjetivos descritivos ou atributos: ‘El é Deus dos deuses (Sl 50,1); Deus de Betel (Gn 35,7); um Deus perdoador (Sl 99,8). Ele é o Santo Deus (Is 5,16). Especialmente significativas são as declarações de que ‘El está conosco, Emanuel (Is 7,14); e Ele é o Deus da nossa Salvação (Is 12,2); um Deus clemente (Ne 9,31); um Deus zeloso (Êx 20,5; 34,14). A intimidade deste Deus é expressa na mão de Deus (Jó 27,11).

         NA ESFERA HUMANA, A PALAVRA TAMBÉM DESIGNA HOMENS DE PODER OU DE ALTA POSIÇÃO (Ez 31,11); homens poderosos (Jó 41,25 [-27]); ou fortes guerreiros (Ez 32,21). A palavra é usada para designar coisas superiores e poderosas na natureza, tais como montanhas imensas ou elevadas (Sl 36,6. [7]), imponentes, cedros altos, ou estrelas (Sl 80,10.[11]; Is 14,13).

         Combinadas com outras palavras descritivas, aparece como ‘El Sa-day (7706), “Deus Todo-poderoso” (Gn 17,1; 28,3; Êx 6,3), ou ‘El ‘Elyôn (5945), “Deus Altíssimo”

Escrito por anselmo.estevan às 16h20
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(Gn 14,18.19; Sl 78,35). Usada com mão (Yadh), em algumas situações, a palavra transmite a ideia de poder, força (Gn 31,29; Dt 28,32; Pv 3,27), ou capacidade.

         (7706): (Saday) de (7703); o Todo-Poderoso: - Todo-Poderoso. Substantivo masculino e nome para Deus, que significa Shaddai, Todo-Poderoso. A palavra aparece apenas quarenta e oito vezes na Bíblia Hebraica, e trinta e uma vezes no livro de Jó. Saday é um nome para o Senhor – uma vez que o povo de fé do Antigo Testamento se referia a Ele como El Shaddai, Deus Todo-Poderoso. O termo é encontrado nas passagens que narram as promessas que Deus fez, seja de fertilidade, seja de terra e abundância ao povo. Indica que o ETERNO, o Todo-Poderoso, pode cumprir todas as suas promessas (Gn 17,1; 28,3; 35,11). Agora veja grifo meu: “POR QUE TANTOS ‘APELIDOS’ – QUE SÃO: “NOMES” – PARA OUTRO TÍTULO: “DEUS” – QUE LEVA OUTRO APELIDO – “SENHOR” – QUE: COMO “NOME” – É BAAL!!”. SE ELE TEM NOME PRÓPRIO (QUE POR SUA VONTADE ASSIM O DETERMINOU – YHVH – ASSIM ELE QUER SER CHAMADO ‘EU SOU’)! SÓ POR VONTADE HUMANA – LHE ACRESCENTARAM TANTOS TÍTULOS E NOMES QUE LEVAM A “BELZEBU E NINGUÉM ENXERGA ISSO.....?????”. E, “(‘EL)” – REPRESENTA: “[DEUSES]” – ENTÃO FICA IGUALMENTE COMO O TERMO ERRÔNEO DE: “deuses” – TODO-PODEROSO!?. QUANDO O CERTO SERIA: “UL – SADDAY – ‘SUPREMO’ - TODO-PODEROSO”.

         Voltando ao texto: O SENHOR apareceu a Abraão quando este tinha noventa e nove anos de idade, e se identificou como El Shaddai, Deus Todo-Poderoso (Gn 17,1).

         Como não temos a Escritura original – o “homem”, pode ter colocado esses termos....!? Grifo meu.

         Todos os três Patriarcas o conheciam por esse nome (Gn 28,1-3; 35,11); também José (Gn 48,3; cf. Êx 6,3). O profeta Ezequiel conhecia também a tradição de Shaddai (Ez 10,5). Balaão, Noemi, o salmista, Joel e Isaías empregaram o termo Shaddai, Todo-Poderoso (Nm 24,4; Rt 1,20; Sl 68,14.[15]; Is 13,6; Jl 1,15). Mas, especialmente Jó, que usa o vocábulo apropriadamente, como um não-israelita (Jó 5,17; 13,3; 24,1; 37,23), uma vez que se trata de um termo universal para Deus Saday é sempre encontrada em seções poéticas.

         O livro de Jó também usa o nome de SENHOR, YAHWEH, vinte e sete vezes, porém só encontramos cinco vezes nas seções em prosa [AQUI, TENHO QUE COLOCAR MEU GRIFO NOVAMENTE]: VEJA QUE: “YAH” – ESTÁ CORRETO POIS É O NOME CORRETO DE DEUS! O QUE FICA ERRADO É O FINAL (“WEH”) – POIS ESTA FORMA DERIVA A “SENHOR” – UMA CORRUPTELA GENTÍLICA PARA DENOMINAR O NOME DE DEUS QUE DO SEU POVO HEBREU DA ADULTERAÇÃO – VEIO ESSA FORMA CORROMPIDA QUE BLASFEMA SEU NOME!!!!!). O CORRETO DO FINAL SERIA: (“HU”) – QUE SIGNIFICA “ELE” – E MESMO PORQUE O “H” NO HEBRAICO É MUDO NÃO SE FALA OU SE LÊ!). E O (“W”) NÃO EXISTE NO ALFABETO HEBRAICO....PELO MENOS NÃO NO MODERNO..... SENDO TUDO ISTO DO TETRAGRAMA SAGRADO QUE NÃO PODE SER FALADO OU PRONUNCIADO E, É GRANDEMENTE TEMIDO.....COMO? VEJA A PRÓPRIA BÍBLIA: LV 24,10-16; DT 28,15-43; 58-59; ÊX 20,1-17) E A BLASFÊMIA É PRINCIPALMENTE PORQUE ESSE DEUS COM NOME PRÓPRIO NÃO PEDIU NADA DISSO POIS SÓ QUERIA QUE SEU NOME NÃO FOSSE FALADO EM VÃO: (ÊX 20,7), MAS NÃO ESCONDIDO: Hb 13,5-13; Ml 3,16-18; Jr 14,9; Zc 14,9 – Mas isto, sem a corrupção do texto bíblico ok. Pois quem endurece seu coração lhe é mandado a operação do erro...por isso é tão difícil falar do seu verdadeiro Nome  para que os outros aceitem: 2Ts 2,7-12; Zc 7,12-14; Os 4,6; Jr 2,1-37; 2Co 4,1-6; Rm 1,18-27; então faça a diferença: Rm 11,1-4; (1Rs 18; 19,18) – Rm 11,9-36. Pois esse Deus é único: Ef 4,5; At 26,14; Fp 2,9-11; At 17,23; Êx 3,2-7.15; 6,3; Jo 1,1-14; Ap 19,13; Mt 1,21; Lc 6,31; At 10,13; 1Tm 2,5-6; Jo 14,6; At 4,12! Mas o texto sem corrupção...!!! Ok.}. Voltando ao texto: (Jó 1 – 2; 42,7-17; veja concordância para referências especificas).

         GRIFO MEU: AQUI, FICA, BEM CLARA, A ADULTERAÇÃO: DE SENHOR NOME! MAS LHE DERAM ESSE SUBSTANTIVO POR NOME! POIS ONDE TEM O “DO” LEVA À OUTRO NOME! MAS YAHWEH – É “SENHOR”! PS. O TERMO “SENHOR” – SOMENTE FOI INTRODUZIDO NAS BÍBLIAS PORQUE DA TRADUÇÃO DE QUE NÃO ENTENDIAM (“YEHOVA”) UMA FORMA JÁ ADULTERADA PELO POVO HEBREU – FOI TRADUZIDA PARA “YAHWEH” ONDE A ADULTERAÇÃO FOI PARA O NOME QUE É DE UM TÍTULO “SENHOR” QUE NUNCA FOI SEU NOME OU SUA VONTADE MAS POR ERRO ENGANO MEDO FALSIDADE DE HOMENS QUE NEGAM QUE ERRARAM E FICOU ASSIM MESMO.....!!!!!!! VEJA QUE DA FORMA ERRÔNEA DO SEU POVO PARA AS OUTRAS LÍNGUAS ATÉ VEIO O NOME CORRETO SÓ O YAH! MAS A ADULTERAÇÃO FOI O FINAL WEH – QUE LEVARIA A SER TRADUZIDO “SENHOR”!!!!!! AÍ O ERRO GRAVE! GRIFO MEU. VOCÊ TEM DÚVIDAS???? ENTÃO LEIA MINHA INTRODUÇÃO A  TRINDADE NO MEU BLOG!!!!!!!! POIS SENDO UMA TRINDADE TODOS DEVEM OBRIGATORIAMENTE TER O MESMO NOME QUE SALVA! E NÃO TEM: JESUS ESPÍRITO SANTO! E NÃO TEM SENHOR ESPÍRITO SANTO! E DEUS TEM NOME E SENHOR NÃO CARREGA SALVAÇÃO NO NOME! E NO TEXTO DE JOÃO 1,1-14 E APOCALIPSE 17, 13 NADA FALA DE SENHOR! MAS SIM DE VERBO! E FILIPENSES 2,9-11: COMO MOSTRA QUE O FILHO É O PAI E O PAI TAMBÉM É O FILHO – MAS O FILHO RECEBEU UM NOME ACIMA DE TODO NOME! QUAL? ENTÃO NÃO É FALADO PORQUE FALARIA O NOME DO PAI. REVELARIA SEU NOME E A SUJEIRADA TODA QUE INTRODUZIRAM NAS BÍBLIAS......!!!!! E NÃO TEMOS VÁRIOS DEUSES! MAS UM SÓ DEUS E UM SÓ NOME QUE SALVA! OU NÃO? VEJA ATOS 4,12! 1 TIMÓTEO 2,5-6; EFÉSIOS 4,5; ETC. OU A PALAVRA SE CONTRADIZ? DE FORMA ALGUMA!!!!! ENTÃO SE

Escrito por anselmo.estevan às 16h20
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VC. ADORA SEU DEUS? PORQUE NÃO BRIGA PELA VERDADE?! PORQUE NÃO O DEFENDE OU PELO MENOS VÊ SE É ISSO MESMO!!!!! NÃO FAÇA COMO SEU POVO: JEREMIAS 2,1-37.... GRIFO MEU.

         (7703): (Sadhadh) raiz primitiva; (propriamente) ser robusto, i.e., (figurado) poderoso (passivo, inexpugnável); (por implicação) assolar: - MORTO, DESTRUIR, DESTRUIDOR, OPRIMIR, LADRÃO, SAQUE, SAQUEADOR, COMPLETAMENTE, ASSOLAR, DEVASTAR.

         GRIFO MEU “SOBRE O TEMA CITADO ACIMA”: Ta vendo aonde leva os “TÍTULOS de Deus!?????” Grifo meu Anselmo Estevan.

         Voltando ao texto do livro: Verbo que significa Ser Robusto, Pilhar, Destruir, Oprimir, Assaltar, Saquear, Devastar. O sentido primário do verbo é devastar ou destruir. O vocábulo é usado para narrar a DESTRUIÇÃO DOS DESLEAIS, UMA AÇÃO TOMADA POR CAUSA DE SUA FALSIDADE (Pv 11,3). O verbo também é usado na profecia de Isaías contra Moabe para expor a ação que teria efeito sobre suas cidades (Is 15,1). As ações de um BANDIDO ou LADRÃO são retratadas pelo verbo, ações relacionadas pelo verbo, ações relacionadas com a casa de uma pessoa justa (Pv 24,15). O termo expressa o juízo de Deus sobre o Egito e a destruição de suas multidões (Ez 32,12). O verbo também é usado para descrever as ações de sujeitos como um leão, um lobo ou um leopardo no sentido figurado com resposta às rebeldias e apostasias de Jerusalém (Jr 5,6). Jeremias usou a palavra para descrever a destruição do tarbenáculo e a aridez, no tempo em que tudo seria tirado (Jr 10,20).

         (5945): (‘Elyôn) de (5927); Uma elevação, i.e., (Adjetivo) elevado (comparativo); COMO TÍTULO, O SUPREMO: - ALTÍSSIMO, MAS ALTO, EXALTAR, EXALTADA, DE CIMA, ALTA, SUPERIOR, MAIOR, MAIS ELEVADO.

         Substantivo masculino que significa altíssimo, o altíssimo. A palavra serve de epíteto para Deus e é usada trinta e uma vezes no Antigo Testamento. O mais célebre emprego desta palavra se dá em Gênesis 14,18-20: Melquisedeque era sacerdote do Deus Altíssimo (‘El ‘Elyôn). [aqui, sendo usado um termo que se refere a “deuses” – “(‘el)”. Quando o correto – seria “(‘Ul)” seria como o “Supremo Altíssimo do Deus”! Mas fica como: ‘El – deuses ALTÍSSIMO TODO-PODEROSO!!!!! O QUE DISCORDO EM GRAU, GÊNERO E NÚMERO]. GRIFO MEU. ANSELMO. Voltando ao texto, de modo que a palavra no contexto define o Deus a quem Melquisedeque servia. Mas nesta mesma passagem, Abraão igualou o Deus Altíssimo ao Senhor seu Deus, o Criador do céu e terra (Gn 14,20). Em Nm 24,16, este epíteto está em paralelo com o epíteto Deus e Shaddai; ele descreve o Deus que deu a Balaão seu conhecimento e suas visões. Este termo também vem em PARALELO COM OUTROS NOMES DE DEUS, tais como o SENHOR (Dt 32,8; 2Sm 22,14; Sl 18,13[14]); e Deus (Sl 46,4[5]; 50,14).

         Vamos ao meu grifo: “Outros nomes? E o seu NOME verdadeiro? Temível e Terrível, Santíssimo e Sagrado que por homens estudiosos da Palavra falam que não somos dignos de nossos lábios pronunciarem seu NOME! Como fica? Seu NOME????? Um nome que foi blasfemado (Lv 24,10-16; Dt 28,15-58.59; etc)”. Grifo meu Anselmo Estevan.

         (5927): (‘Alah) raiz primitiva; subir, intransitivo (ser alto) ou ativo (ascender); usado numa grande variedade de sentidos, primários e secundários, literais e figurados (como segue): - (fazer, ao) subir (da alva), romper [o dia], sair, cair, ter subido, passar, ser posto, ser registrado, escalar, sobrepujar, ser excelente, ser superior, trepar, curar, certamente, oferecer, ser tomado, pesar, rebento, brotar, crescer, retirar (-se), ir crescendo, importar, remontar, levantar, cobrir, acender, lançar, deitar [pó] sobre, reduzir, fazer tributário, preferir, suscitar, restaurar, RUMINAR.

         Verbo que significa subir, ascender, retirar, levantar, oferecer. Esta palavra hebraica traz consigo a conotação de um movimento ascendente. É usada, de modo geral, para indicar uma ascensão a um lugar mais elevado (Nm 13,17); uma partida em direção ao norte (Gn 45,25); o vôo de uma ave (Is 40,31); o brotar das plantas (Is 34,13); a preferência de uma coisa por outra (Sl 137.6); e a oferta de um sacrifício (Jz 6,28; 2Rs 3,20). Teologicamente significativo é o fato de que este verbo é usado para o comparecimento de uma pessoa diante de Deus. A pessoa precisa subir para comparecer diante do SENHOR (Êx 34,24; veja também Gn 35,1).

Escrito por anselmo.estevan às 16h19
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         (428): (‘Elleh) forma prolongada de “(411)”; estes ou aqueles: - um outro, o outro, um tipo, assim, alguns, estes, eles, estes mesmos, ele, aqueles, assim, os quais, QUEM, A QUEM.

         (411): (‘EL) PARTÍCULA DEMONSTRATIVA [MAS SOMENTE NUM SENTIDO PLURAL] ESTES OU AQUELES – ESTES.

         COMPARE COM (428). {VIRAM???!!!! ESSE NÃO É MEU GRIFO! É O QUE EXATAMENTE A PALAVRA “EL” – SIGNIFICA – PLURAL – OU SEJA: “DEUS” NO PLURAL – “DEUSES” – QUEM? ESTES? AQUELES? VIRAM????? POR ISSO MESMO LEVANTO SEU NOME ÚNICO At 4,12; 1Tm 2,5-6! OU ESTOU ERRADO? E DEVO CONTINUAR COM “SENHOR”! DE FORMA ALGUMA!!!!!! ANSELMO ESTEVAN – AGORA SIM TEM MEU GRIFO....MAS COM PASSAGENS DA BÍBLIA QUE FALAM A MEU FAVOR.....E A PALAVRA DE YAOHU DEUS COM NOME NÃO SE CONTRADIZ......ÉÉÉÉÉ!!!!!}. GRIFO MEU.

         (352): (‘Ayil) da mesma raiz que (193); provavelmente força; donde alguma coisa forte, particularmente um chefe (em termos políticos); também um carneiro (por sua força); uma pilastra (por ser forte apoio); um carvalho ou outra árvore resistente: - (HOMEM) PODEROSO, verga de porta ou janela, carvalho, pilar, carneiro, árvore.

         [193] (‘UL) de UMA RAIZ DESUSADA QUE SIGNIFICA TORCER, I.E., (POR IMPLICAÇÃO) SER FORTE; O CORPO (POR SER TODO ENROLADO); TAMBÉM PODEROSO: - FORTE, PODEROSO, FORÇA.

         Agora, vamos ao meu Grifo: Ta vendo como são as coisas? O único termo de UM TÍTULO NOBRE QUE DENOTA UM ÚNICO “DEUS” COM NOME PRÓPRIO! QUE NÃO LEVA “SENHOR” – OU “DEUSES” – “DIVINDADES”; ETC. NÃO É USADA....!!!!!! Vamos a alguns termos títulos nobres de Deus Yaohu:

         - ODMORUL (GOVERNANTE).

         - ‘UL SHUAODAI (SUPREMO – TODO-PODEROSO).

         - ‘UL ULION (SUPREMO ALTÍSIMO).

         - ‘UL OLMAN (SUPREMO ETERNO).

         - ‘UL CABOR (SUPREMO VALENTE).

         - [YAOHU] ULHIM (SUPREMO COMPOSTO).

         - [YHVH] TZAVULIÃO (YHVH DOS EXÉRCITOS)!

         Por isso mesmo que esse “Deus” – foi esquecido.....!!!!! E o que corrobora com a situação toda – são somente: “Títulos” e mais títulos – que além de não serem nobres obtiveram tão alto grau de padrão – a fazer-se esconder SEU NOME ÚNICO E PRÓPRIO DE UM ÚNICO DEUS VIVO, E PARA PIORAR POR VONTADE HUMANA E NÃO DELE PRÓPRIO; QUE É UM DEUS DE AMOR, DE PODER E DE LUZ INACESSÍVEL A QUALQUER HOMEM MORTAL, – MAS COM PODER

Escrito por anselmo.estevan às 16h19
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DE MUDAR A SUA GLÓRIA EM IMAGENS E NOMES DE ÍDOLOS MORTAIS QUE NADA VALEM E DE NENHUMA SERVENTIA TEM, ISSO FIZERAM COM O “DEUS” QUE ADORAM.....Rm  1,18-21; 2,24; 11,1-4.....!!!!!! Veja também: (Gn 3,3.6-7.22; 1Co 8,5-7; 2Co 4,1-6). Pois a nós “MORTAIS” cabe, a nós mesmos, em nossas consciências VOLTARMOS NOVAMENTE EM ARREPENDIMENTO E O “CONHECIMENTO” – COM “ENTENDIMENTO [Os 4,6] – A ADORA-LO EM VERDADE E ESPÍRITO NO SEU NOME CORRETO PRÓPRIO E ABSOLUTO ACIMA DE QUALQUER COISA SOMENTE {JOÃO 8,32; JOÃO 4,22-24 – POIS SÓ UM NÃO FOI LIBERTO PELA VERDADE POIS ESCOLHEU A MENTIRA: JOÃO 8,44 [Jo 8,31-58]; POR ISSO CITO JOÃO 4,23; ROMANOS 8,15!” GRIFO MEU – ANSELMO ESTEVAN}.

 

         BEM, AGORA VAMOS: A, MAIS UM ESTUDO TIRADO DO DICIONÁRIO BÍBLICO: HEBRAICO-PORTUGUES. EDITORA: PAULUS. AUTOR: LUIZ ALONSO SCHÖKEL. {OBS. O Texto acima é retirado da Bíblia de Estudo “PALAVRAS-CHAVE – HEBRAICO – GREGO DA EDITORA CPAD”}. Anselmo.

 

         dEUSES (OUTROS deuses):

 

         Êx 20,3; Dt 6,4; Js 23,16; Jz 2,10; 1Sm 8,8; Jr 1,16; Os 3,1; Gn 35,2.4; Dt 31,16; Js 24,20.23; 1Sm 7,3; Jr 5,19 – (deuses estrangeiros). [Todos os deuses]: Êx 18,1; Sf 2,11; Sl 69,4; 97,7; 135,5.

         (Deuses das Nações): 2Rs 18,33; 19,18 = Is 36,18; 37,12.

         (Imagem dos deuses): Dt 7,25; 12,3; Is 21,9.

         (Deus dos deuses): Sl 136,2

         (Rodeado de deuses): 86,8.

         (Com numerosos): Jr 2,28; 11,13.

         (Com distributivo: cada deus, seu povo): 1Rs 18,33 – Is 36,18; (cada povo com seu deus): Jr 1,5; Mq 4,5.

         Sinais mentais (contexto literário ou histórico): Êx 22,19; dos cananeus dos egípcios etc.34,15; Nm 33,4; 2Rs 18,43s – Is 36,19s; 2Cr 32,15.

 

         PLURAL: Plural gramatical

 

         (‘Elôha). Pode significar:

         1. Deuses, no plural, divindades.

         2. A natureza ou não, divindade.

         3. Deus, no singular, numa palavra, ou o Deus Supremo, o único. Muitas vezes é difícil distinguir a categoria. Para faze-lo podem ajudar: Sinais lingüísticos, sinais mentais. Alguns exemplos de ambigüidade não resolvida e resolvida.

         Não resolvida: Is 8,19. Não consultam um povo a seu deus/a seus deuses? Os 12,4, lutou com Deus/com deuses.

         Resolvida: Jl 2,27. Eu sou vosso Deus [Um Entre VÁRIOS?, o vosso e não alheio, e não há outro (portanto ÚNICO); Dt 32,37 onde está seu deus/seus deuses? Jr 2,11 de Deus/de deus; etc].

 

         TEXTO MASORÉTICO: (normalmente abreviado como “TM”, é uma expressão criada e utilizada pelo mundo acadêmico. Tal denominação refere-se a um grupo de manuscritos hebraicos da Bíblia, datados desde os primeiros séculos da Idade Média, sendo que todos apresentam notáveis semelhanças entre si).

 

         SEPTUAGINTA E TEXTO MASORÉTICO:

         Entre as duas formas da Bíblia, em hebraico e em grego, há divergências textuais quando analisadas. Várias passagens do texto hebraico teriam sido modificadas na LXX, algumas interpretadas ou reduzidas, e isso por causa de diversos fatores. A LXX não teria sido produzida para ser uma versão, rigorosamente, precisa para ser usada pelos judeus de Alexandria ou mesmo pelos de outras comunidades da diáspora judaica. Os tradutores não conheciam com precisão os significados dos vocábulos e das expressões hebraicas e algumas traduções são apenas conjecturas. Diferenças entre a LXX e o TM são inúmeras e para ter-se uma breve noção da complexidade do processo de traduções do hebraico para o grego, são dados a seguir alguns exemplos baseados no aparato crítico da BHS.

         Em Êxodo 19,3a, a LXX possui uma adição: TM: E Moisés subiu a Deus (....).

         LXX: E Moisés subiu a montanha de Deus (...).

 

         Em Êxodo 24,10a , a LXX apresenta adições:

         TM: E viram o Deus de Israel (.....).

         LXX: E viram o lugar onde tinha se colocado ali o Deus de Israel (...).

 

         Em Deuteronômio 6,4, há várias palavras adicionadas na LXX:

         TM: Ouça Israel, YHVH é nosso Deus, YHVH é um.

         Etc.

         LXX: E estas são as prescrições e os juízos, numerosos como ordenou o Senhor aos filhos de Israel no deserto na saída deles da terra do Egito. Ouça, Israel: O Senhor é nosso Deus, o Senhor é único.

 

         Em Deuteronômio 31,1, a LXX apresenta outra formula textual:

         TM: E foi Moisés e falou estas palavras a todo Israel.

 

         LXX: E concluiu Moisés falando todas estas palavras para todos os filhos de Israel.

 

         Em Josué 4,24a, a LXX interpreta a palavra (Heb. Yad, mão) como sendo poder.

         TM: (....) a mão de YHVH (....).

         LXX: (....) o poder do Senhor (....).

 

         Além dos exemplos mencionados, há divergências textuais entre a LXX e TM em outras passagens, como Amós 1,6.14 e 4,3. Existem diversas divergências de redação entre a LXX e o TM nos livros de Gênesis (divergências nos dados cronológicos nas genealogias), Êxodo (divergências no relato sobre a construção do tabernáculo nos capítulos de 35 a 45), números (diferença de seqüências, adições e diminuições de versículos), Deuteronômio (o trecho de 6,4 é mais longo, além de diferente....) E, quando falo que  o nome do ETERNO é adulterado e blasfemado... estou errado e dizem que fico me preocupando com essas coisas??? Que deveria estar evangelizando (...) ao invés de perder meu tempo com isso, e etc. Só que não posso guiar “outros” – se fico “cego” para as verdades de um único ETERNO com nome próprio que é blasfemado!

         Seria um cego guiando outro cego – todos cairiam no buraco...... Grifo meu.

         Material tirado: Manual da Bíblia Hebraica (introdução ao texto Masorético) – Bíblia Hebraica Stuttgartensia. Edson de Faria Francisco 3ª Edição Revista e Ampliada. Pág. 439 – 441.

 

 

         “VEJA, AGORA: QUE ATÉ O TERMO ‘DEUS’ É ERRÔNEO FALAR”:

Escrito por anselmo.estevan às 16h18
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 Filipenses 2,9: Pelo que também ‘Elo(rr)hím(i) o exaltou soberanamente e lhe DEU um NOME que é sobre todo o nome.

 

         (VAMOS AO ESTUDO DE: “NOME”):

 

         BÍBLIA DE ESTUDO PALAVRAS-CHAVE HEBRAICO-GREGO:

 

         (3686): DO GREGO: [ONOMA] de um suposto derivado da base de (1097) – {episynagoge} de [1996] um ajuntamento completo, particularmente uma congregação cristã. (Compare com [3685] – (oninemi) – forma prolongada de um verbo aparentemente primário [onomai – caluniar]); um “nome” {literal ou figurado} (autoridade, caráter): - chamado.

 

         Substantivo que significa nome; o nome próprio de uma pessoa, ou a maneira como a chamamos:

         (I) Em particular e de modo geral (Mt 1,21.23.25; 10,2; Mc 3,16.17; 6,14; Lc 1,61.63; 10,20; At 13,8; 1Co 1,13.15; Fp 4,3; Ap 13,1; 17,3; 21,14). Como metonímia , “NOME”, às vezes, REPRESENTA A PESSOA OU AS PESSOAS QUE TÊM ESSE NOME (Lc 6,22; At 1,15; Ap 3,4; 11,13).

         (II) Usada para indicar autoridade, por exemplo, vir ou fazer algo em nome de alguém, com o significado de usar o seu nome; como seu mensageiro, enviado, representante: pela sua autoridade, com a sua sanção (Mt 10,41.42; 18,5; 21,9; 23,39; Mc 9,39; 16,17; Lc 9,49; ; 10,17; 24,47; Jo 5,43; 10,25; 14,13.14.26; At 3,6; 4,7.17.18; 5,28.40; 9,27; 1Co 5,4; 2Ts 3,6; Tg 5,14); SOBRE IMPOSTORES ({Mt 7,22: MUITOS ME DIRÃO NAQUELE DIA: ADONAY, ADONAY, NÃO PROFETIZAMOS NÓS EM TEU NOME? E EM TEU NOME NÃO EXPULSAMOS DEMÔNIOS? E EM TEU NOME NÃO FIZEMOS MUITAS MARAVILHAS? [Mt 7,23: E ENTÃO LHES DIREI ABERTAMENTE: NUNCA VOS CONHECI; APARTAI-VOS DE MIM, VÓS QUE PRATICAIS A VIOLAÇÃO DA TORAH! “BÍBLIA HEBRAICA PESHITA – TORAH”]}; Mc 9,38 [SUPOSTAMENTE]; 13,6; Lc 21,8).

         (III) Usado para indicar caráter, dignidade, referindo-se a um apelativo honroso, um título (Ef 1,21; Fp 2,9: {POR ISSO, TAMBÉM ‘ELO(rr)HÍM(i) O EXALTOU SOBERANAMENTE, E LHE DEU UM NOME QUE É SOBRE TODO O NOME; (Fp 2,10-11): PARA QUE AO NOME DE YA ‘SHUA – GRIFO MEU, SE DOBRE TODO O JOELHO DOS QUE ESTÃO NOS CÉUS, E NA TERRA, E DEBAIXO DA TERRA, E TODA A LÍNGUA CONFESSE QUE (YA ‘SHUA – “YAOHUSHUA”) GRIFO MEU, HA’ MASCHIYAH É O ADONAY, PARA DEVOD DE ‘ELO(rr)HÍM(i) AVINU. [BÍBLIA HEBRAICA PESHITA]}: VEJA At 4,12; Hb 1,4; Ap 19,16: (Atos 4,12: E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo que devamos ser salvos). (Hebreus 1,4: Feito tanto mais excelente do que os melarríms, quanto herdou mais excelente nome do que eles). (Apocalipse 19,16: E no seu manto e na sua coxa tem escrito este NOME: Rei dos reis e Senhor dos Senhores!). UM MESMO NOME, EM OPOSIÇÃO À REALIDADE (Ap 3,1). “E ao melarrim da congregação que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete ruarhs de ‘Elo(rr)hím(i), e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estas morto. (Da Bíblia Hebraica Peshita).

         (IV) Usada enfaticamente o nome de ‘Elo(rr)hím(i), do Senhor, de Maschiyah, como metonímia, como a expressão total do próprio ‘Elo(rr)hím(i), o próprio Maschiyah, em toda a sua existência, em seus atributos, relacionamentos, manifestações (Mt 6,9; 18,20; 28,19):

         (A) Com respeito a ‘Elo(rr)hím(i), onde o seu NOME é descrito como santificado, revelado, invocado, honrado (Mt 6,9; Lc 1,49; 11,2; Jo 12,28; 17,6.11.12; At 2,21; 9,14,21; 15,14.17; Rm 9,17; 10,13; 15,9; 1Co1,2; Hb 2,12; 6,10; 13,15; Ap 11,18); batizar no NOME do Ha ‘Shem Yah – YHVH – grifo meu (Mt 28,19; At 2,38; 8,16; 10,48; 19,5); como antítese, batizar em nome de Paulo (1Co 1,13.15); BLASFEMAR O NOME DO YHVH (Rm 2,24; 1Tm 6,1).

          (B) com referência a Maschiyah, como o Messias, onde o seu NOME é descrito como honrado, reverenciado, digno de crédito, invocado (Mt 12,21; 18,20; Jo 1,12; Ap 2,13; 3,8); onde se diz que serão recebidos benefícios no NOME do Maschiyah, ou por intermédio dele (Jo 20,31; At 4,10.30; 10,43; 1Co 6,11; 1Jo 2,12); onde alguma coisa é feita no seu NOME, significando ser feito por Ele, ou nele, pela fé nele (Ef 5,20; Cl 3,17; 3Jo 7). Onde males e sofrimentos são suportados em NOME do Maschiyah (Mt 10,22; 19,29; Mc 13,13; Lc 21,12; Jo 15,21; At 5,41; 9,16; 21,13; 1Pe 4,14; Ap 2,3). Onde uma pessoa se opõe e blasfema o NOME DO MASCHIYAH (At 26,9; Tg 2,7). Atos 26,9: Bem tinha eu imaginado que contra o Nome de [Ya’SHUA] grifo meu, Natziri deveria eu praticar muitos atos.

         Tiago 2,7: Porventura não blasfemam eles o bom NOME que sobre vós foi invocado?

         (C) Com respeito do Rúkha hol – RODSHUA, para batizar no SEU NOME (Mt 25,19).

 

         Deriv.: euonymos (2176), de bom nome; onomadzo (3687), nomear; pseudonymos (5581), TER UM FALSO NOME! VAMOS RAPIDAMENTE A ESSES ESTUDOS: {5571/5574/5581}:

 

         5571: (PSEUDES) de [5574]; FALSO, DESLEAL, i.e., ERRÔNEO,

Escrito por anselmo.estevan às 16h18
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ENGANOSO; ÍMPIO – FALSO, MENTIROSO!

 

         5574: (PSEUDOMAI) VOZ MÉDIA DE UM VERBO APARENTEMENTE PRIMÁRIO, PROFERIR UMA INVERDADE OU TENTAR ENGANAR COM FALSIDADES: - FALSIDADE, MENTIRA.

 

         5581: (PSEUDONYMOS) DE [5571] E {3686}; NOMEADO FALSAMENTE: - FALSAMENTE ASSIM CHAMADO!

 

         {3686}: VOLTARIA AO ESTUDO ACIMA! OK. ENTÃO SE VOCÊ SE DIZ UM CRENTE DE VERDADE E AMA REALMENTE O FILHO DO ETERNO – “YEHOVAH” MAS SEM “J” OK. PARA NÃO BLASFEMAR SEU NOME SANTO COM “BAAL” – REFLITA SÓ UM POUQUINHO DO SEU TEMPO NESSE ESTUDO DO: “NOME” HA ‘SHEM – YAH-YHVH!!!! HONRE PELO MENOS COM INTELIGÊNCIA A QUEM DEU A SUA VIDA POR TODOS NÓS..............!!!!!!!!!! ISSO, DEVEMOS A ELE!

         ANSELMO ESTEVAN.

 

         BÍBLIA DE ESTUDO: PALAVRAS-CHAVE – HEBRAICO/GREGO. E A BÍBLIA HEBRAICA PESHITA. FORAM USADAS NESSE ESTUDO! COM GRIFOS MEUS. ANSELMO ESTEVAN. COM FORMAÇÃO DE PASTOR E BACHAREL EM TEOLOGIA – FORMADO PELA FACULDADE IBETEL DE SUZANO. COM TODO AMOR DO FUNDO DA MINHA NEFESH PARA LEVANTAR A VERDADE DO SEU NOME EM AMOR SOMENTE! ANSELMO ESTEVAN. SHALÔM A TODOS!!!!

 

         P.S. “O NOME ‘Dele’ não dever ser proferido em outras línguas! Por que? Porque é um NOME sobre todo nome........ E, se trocarmos o seu NOME.....acarretará aos estudos acima de falsidade, mentira, invocando alguém a quem não vais nos conhecer na outra vida......!!!!!! Mateus 7,22! Mas por que? Porque somente quem o ama em verdade e espírito (rûah) obedece a suas Palavras e faz a VONTADE DO PAI QUE ESTÁ NO CÉU SOMENTE!!!!!!! Ou estou errado em falar assim???? Decida-se enquanto ainda há tempo....................!”.

 

 

         VEJA TAMBÉM:

 

         RESUMO: HISTÓRIA DA “BÍBLIA”:

 

 

      SEPTUAGINTA (LXX). (gr. hebdomékonta, Setenta) ou Septuaginta (lat. Setenta). Normalmente, designada pelo algarismo romano LXX  (70), Versão grega do texto bíblico hebraico que surgiu a partir do século III a.C., até o século I a.C., ou até I d.C., em Alexandria, no Egito, sendo produzida, principalmente, pela própria comunidade judaica da cidade. Serviu de base para várias versões antigas: Vetus Latina, Copta, Etíope, Armênia, Árabe, Georgiana, Eslavônica, Siro-Héxapla, Gótica, entre outras. Influenciou o vocabulário e as concepções teológicas do (cristianismo) em seus primeiros séculos de existência da Igreja (Cristã) durante séculos. Foi utilizada até o século II pelo judaísmo de fala grega, quando os judeus a substituíram pelas versões gregas de Áquila, Símaco e Teodocião. Segundo os estudiosos, a fonte original hebraica que teria servido de base para a LXX era um tipo textual diferente do TM. Seus principais manuscritos são os seguintes: Códice Sinaítico (S, ou o “Álefe”), Códice Vaticano (B) e Códice Alexandrino (A). Fazia parte da Héxapla, sendo a quinta coluna desta obra. A edição Sixtina (Roma, 1587) tornou-se o Textus Receptus dessa versão bíblica clássica.

 

 

       SEPTIMA, VERSÃO GREGA. Septima (lat. Sétima). Uma das versões gregas utilizadas por Orígenes de Alexandria em seus estudos sobe o texto bíblico. Surgiu por volta do século II ou III. Esta versão aparece no livro de Salmos na Héxapla.

 

 

         SEXTA, VERSÃO GREGA. Sexta (lat. Sexta). Uma das versões gregas utilizadas por Orígenes de Alexandria em seus estudos sobre o texto bíblico. Provavelmente, teria surgido por volta do século II ou III, sendo descoberta em Jericó, na Palestina. Esta versão aparece no livro de Salmos na Héxapla.

Escrito por anselmo.estevan às 16h17
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       SÍMACO, VERSÃO GREGA DE. Versão bíblica grega surgida por volta de 170, segundo alguns estudiosos por volta de 200, segundo outros. Uma de suas características é sua fidelidade ao original hebraico, mas com uma boa composição em grego. Esta versão foi feita para os círculos judaicos da época em que surgiu, mas também gozou de boa estima entre os (cristãos), os quais também a utilizaram. A quarta coluna da Héxapla continha à referida versão grega.

 

 

       HÉXAPLA. (gr. Ta Héxapla, Sêxtupla) ou Héxapla (lat. Hèxapla). Obra principal de Orígenes de Alexandria, sendo concluída por volta de 250. Estima-se que continha cerca de 3.250 fólios (ou 6.500 páginas). Tal obra possuía seis colunas dedicadas ao texto bíblico: 1ª coluna: texto hebraico; 2ª coluna: texto hebraico transliterado em letras gregas; 3ª coluna: a versão de Áquila; 4ª coluna: a versão de Símaco; 5ª coluna: a LXX e 6ª coluna: a versão de Teodocião. Do texto LXX, contido na 5ª coluna, foram produzidas as versões Armênia e Georgiana. Somente restaram fragmentos (cf. o verbete SEPTUAGINTA).

 

 

       O HEBREU ou O HEBRAICO. (gr. Ho hebraîos, o Hebreu), (gr. O Hebraico). Títulos usados na literatura patrística dos séculos IV e V e nos manuscritos da LXX, podendo indicar três possibilidades de interpretação: 1. a primeira coluna da Héxapla que continha o texto bíblico hebraico; 2. a segunda coluna da Héxapla que continha uma transcrição do texto bíblico hebraico em caracteres gregos; 3. uma versão bíblica grega, de autoria anônima, feita a partir do texto bíblico hebraico, sendo citada nas margens de manuscritos da LXX e nos escritos dos Pais da Igreja (cf. o verbete HÉXAPLA).

 

 

       TETRAGRAMA. (gr. Tetragrámma, quatro letras), (gr. Tetragrámmatos, quatro letras), tetragrammaton (lat. Composto de quatro letras) ou (hebraico sem hawaya, lit. NOME DE EXISTÊNCIA!). Denominação dada ás quatro letras consoantes hebraicas (YHWH) do Nome PESSOAL DO DEUS DE ISRAEL, não sendo pronunciado por reverência e respeito. No lugar da leitura do “Nome” divino, os judeus “PRONUNCIAVAM TÍTULOS, COMO”: (“ADONAY”) – DO HEBRAICO = “meus Senhores”! Ou, em outra forma hebraica – “hás-sem”, “O NOME”! A massorá assinala casos envolvendo o tetragrama por meio dos termos (aram. ‘adkarâ, menção [do Nome divino]) e (hebraico. ‘azakarâ, LEMBRANÇA [DO NOME DIVINO]. Na época de desenvolvimento do TM, o tetragrama recebeu os sinais vocálicos (no hebraico, de: ‘adonay, resultando nas seguintes formas: (hebr. Yahwah), como aparece na BHS e em outras Bìblias que têm por base manuscritos da época massorética ou (hebr.yahowah), comum em edições baseadas na Segunda Bíblia Rabínica. Alguns estudiosos opinam que a vocalização da forma yehow tem relação com os sinais vocálicos do vocábulo (aram. Sema, o Nome, isto é, o Nome divino). Com o surgimento do Renascimento ( a partir do séc. XV) e da REFORMA PROTESTANTE (a partir do séc. XVI), a INTERPRETAÇÃO DO TETRAGRAMA vocalizado yehow, resultou, de maneira INESPERADA, NO NOME YEHOVAH (JEHOVAH OU JEOVÁ), daí, passando para algumas traduções modernas. Em tempos recentes, vários estudiosos preferem a denominação YAHWEH (Iahweh, Yaveh ou Javé) que teria como base à forma hipotética (hebr. Yahweh). O nome divino é explicado no próprio texto bíblico em Êxodo 3,14, por meio da seguinte locução enigmática (hebr. ‘ehyeh ‘aser ‘ehyeh, lit. serei o que serei). Em textos religiosos judaicos, é comum o uso de abreviações para se representar à denominação divina e as reduções em hebraico, são algumas das utilizadas. Na massorá do Códice: I, encontram-se várias abreviaturas e formas referentes ao tetragrama, sendo (yhwh, uyhwh, yhuh, yhwhu, (cf. o verbete qere perpetuum) ).

 

       Grifo meu: Onde está escrito na Bíblia, sendo dos homens, (compilação dos livros inspirados/revelados. Ou dos Manuscritos da LECHOM há KODESH – A Escrita Sagrada: “que Esse Deus, falou algo a complicarem, ou fazerem essa ciranda de INVENÇÕES E ATRAPALHAÇÕES PARA SEU NOME...??????”. (O QUE TEMOS BIBLICAMENTE SÃO PASSAGENS COMO: Gn 4,26; Êx 3,2-15; 6,2-3; Ef 4,5; Is 26,8; At 17,23; Êx 20,7; At 4,12; Os 2,16; Mq 4,5; Zc 14,9; Fp 1,28; 2,9-11; etc. “Será que o “Homem” não entendeu...?????”. Ou será que se faz de surdo??? “Pelo menos, o povo hebreu e judeu tem um leve respaldo mas veja: Dt 28,15-42; Dt 28,58-59”.  Disto tudo, houve consequÊncias que a própria Bíblia fala, e, não sou eu. Veja: “Is 2,13-18; 2,10-11; 3,7.17; 7,18.20-21.23; 11,10-11; 20,6; 24,21; 26,8; 27,1; 42,8; 52,5; 52,6; Ez 16,27; 36,20-23; Os 2,16; Mq 4,5; Zc 14,9; Ml 1,6; 2,1-3; Rm 2,24”.  E, quando cito essas verdades e tento LEVAR A VERDADE PARA “EVANGÉLICOS” ME XINGAM E FALAM QUE ESTOU DESMENTINDO A “BÍBLIA”! HORA. NÃO DESMINTO A BÍBLIA! MAS AS INTERPRETAÇÕES DE HOMENS QUE A COMPILARÃO ISTO SIM EU DISCUTO E FALO QUE ERRARAM AO COLOCAR TANTOS NOMES FICTÍCIOS EM UM NOME QUE É SAGRADO E “ÚNICO”!!! OU SERÁ QUE ALGUÉM PREFERE A “MENTIRA” EM VEZ DA VERDADE??? OU NÃO SABE OU NÃO QUER AMÁ-LO EM ESPÍRITO E VERDADE...????!!!! SÓ SE É ISSO. MAs NÃO COMIGO VIOLÃO......MODO DE DIZER. PORQUE CITO TAMBÉM: (1Co 5,9-13); Rm 9,11; 10,11.13.15.16.17.20; 11,4.8.29-32; Cl 1,20-22; 2,13.14.20.22; Ef 2,1-9; 1,11-14; Sl 104,7; Hb 2,7; Ef 1,8-11 – “PORQUE, DEFENDO SEU ÚNICO NOME EXCLUSIVO: YAOHU!”. ANSELMO ESTEVAN.

 

         TEXTUS RECEPTUS. (lat. Texto recebido) ou (hebr. Nussah ham-mequbbal, texto recebido). Texto da Bíblia Hebraica surgindo no final da Idade Média e editado, mais tarde, por Jacó ben Hayyim em sua edição da Bíblia Rabbinica (venezia, 1524-1525). Tal obra usada como base para a maioria das edições até o séc XX e até hoje, é a forma padrão da Bíblia Hebraica para o judaísmo. A expressão Textus Recptus é também utilizada para indicar a terceira edição do Novo Testamento grego editada por Robert Etienne (Robertus Stephanus) (Paris, 1550) e que tornou-se padrão para publicações posteriores. O nome é usado tanto para designar a Edição Sixtina da LXX (Roma, 1587) quanto para a Edição Clementina da Vulgata (Roma, 1592-1593). A mencionada locução é tirada da seguinte sentença contida no prefácio em latim da segunda edição do Novo Testamento grego publicada por Boaventura e Abraão Elzevir (Leiden, 1633): textum ergo babes nunc ab omnibus receptum, in quo nibil immutatum

Escrito por anselmo.estevan às 16h16
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aut corruptum damus (“assim tens agora o “texto recebido” por todos, no qual nada damos de mudado ou corrompido”) (cf. O verbete BÍBLIA RABBINICA).

 

 

       TORÁ. (hebr. Tôrá) ou (aram. ‘ôrayyeta). Ambas as unidades léxicas significam “instrução, ensino, lei”. Primeiro bloco do cânone da Bíblia Hebraica compreendido os seguintes livros: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio: Corresponde ao Pentateuco das Bíblias (cristãs). A massorá da BHS usa as abreviaturas em hebraico, que corresponde ao termo (aram, ‘ôrayyeta) e também a abreviação em hebraico, que é a abreviatura da lexia (hebr. Torá) para designar o mesmo bloco de livros escriturísticos. A tradição judaica possui duas expressões para indicar as duas formas da Torá: (hebr. Tôrá sebbikktab, lit., “Torá que está na escrita”, a Torá Escrita, isto é, o Pentateuco) e (hebr.tôrá sebb’al peh, lit., “Torá Escrita”, isto é, o Pentateuco) e (hebr. Tôrá sebb’al peh, lit., “Torá que está sobre a boca”, a Torá Oral, isto é, o Talmude) (cf. o verbete PENTATEUCO.).

 

 

       APÓCRIFO. (gr. Apókrüphos, oculto, secreto, escondido, misterioso), apocryphus (lat. Sem autoridade) ou (hebr. Hîsôn, externo, herético). Obra não incluída no cânone da Bíblia Hebraica, mas aceita no cânone da LXX, da Vulgata, da Vetus Latina, entre outras. Segundo os judeus e protestantes, os livros apócrifos são os seguintes: TOBIAS, JUDITE, 1MACABEUS, 2MACABEUS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO, BARUQUE, além dos acréscimos a ESTER e a DANIEL. Além destes, há, também, os seguintes livros no cânone da LXX: 3MACABEUS, 4MACABEUS, 1ESDRAS, SALMOS de SALOMÃO e ODES. Todos os livros mencionados são denominados deuterocanônicos pelos católicos romanos e pelos ortodoxos gregos e orientais (cf. o verbete DEUTEROCANÔNICO).

       E, só pra piorar, todas as cópias e recópias de cópias, vieram da Septuaginta e da Vulgata Latina.............por isso mesmo houve a REFORMA DOS CHAMADOS PAIS DA IGREJA............GRIFO MEU. Anselmo Estevan.

 

 

       ÁQUILA, VERSÃO GREGA DE: Versão grega do texto bíblico hebraico surgida por volta de 125-130, sendo produzida por Áquila, um oficial gentio convertido ao judaísmo. Sua característica principal é a marcante fidelidade em relação ao texto hebraico em detrimento da língua grega, resultando em uma versão literal e incompreensível do ponto de vista das regras gramaticais gregas. Esta versão reflete um texto hebraico muito próximo ao tipo massorético. Foi utilizada também por Orígenes de Alexandria na Héxapla (a terceira coluna). Somente restam fragmentos.

 

       Ta vendo como o GREGO, diferencia e muito do HEBRAICO! E a versão dos LXX foi uma transliteração do hebraico para o grego por vontade de um rei e, por haver também a “Diáspora” dos povos judeus que retornando do “exílio” já não sabia mais o seu próprio idioma......e se acostumara com o idioma falado – o “grego” e seus costumes e tudo o mais..........sendo incorporado no texto bíblico...........!!!!! Grifo meu. Anselmo Estevan.

 

 

       ARMÊNIA, VERSÃO. Versão bíblica surgida no início do século V, na Armênia e seus tradutores principais foram o clérigo Mesrop Mashtots e o Katbolikos (patriarca) Sahak Partev. Seu texto teve por base a recensão da LXX feita por Orígenes de Alexandria (a Héxapla). A versão Armênia é um dos principais testemunhos da transmissão do texto da LXX ao lado da Vetus Latina e das versões Copta, Etíope, Árabe, além de outras. Foi impressa pela primeira vez em Amsterdã, na Holanda, em 1666, pelo bispo Voskan de Ierevan. É considerada a “Rainha das Versões” por alguns estudiosos, devido ao seu estilo literário e fidelidade à sua fonte, a LXX (cf. os verbetes HÉXAPLA e SEPTUAGINTA).

 

         BÍBLIA. (gr. Bíblia, lit. Livrinhos) ou Bíblia (lat. Bíblia). Denominação dada às Sagradas Escrituras do judaísmo (a Bíblia Hebraica) como também do cristianismo (o Antigo e o Novo Testamento). O vocábulo Bíblia foi, primeiramente, usado na Carta de Aristéias (c. 130 a.C) para designar o conjunto de escritos sagrados judaicos em sua versão grega, isso é, a LXX, sendo empregada no escrito à expressão (gr. He bíblos, o Livro). A locução original  (gr. Tà biblía, lit. os Livrinhos) é a forma do nominativo plural do gênero neutro significativo, literalmente, “os livrinhos”, tendo o vocábulo (gr. Biblíon, livrinho) como a forma do nominativo singular do mesmo gênero (cf. 1Mc 12,9 e prólogo de Eclo 33) – ESTRANHO? MANDA PROCURAR NOS LIVROS APÓCRIFOS.....!!!! GRIFO MEU ANSELMO ESTEVAN. Os judeus usam as seguintes locuções para designarem a Bíblia Hebraica (hebr. Miqra’, Sagradas Escrituras), (hebr. Kitbê haq-qodes, Sagradas Escrituras). O correspondente grego para o nome Sagradas Escritura é (he hagía graphé, a Sagrada Escritura). Os (cristãos) usaram a expressão (tà biblía) para indicarem, tanto os livros da Bíblia Hebraica quanto os do Novo Testamento e juntamente com os livros apócrifos/deuterocanônicos, constituiu-se a Bíblia (cristã). A partir da Idade Média, o vocabulário latino Bíblia começou a ser usado como um substantivo feminino singular e não mais como neutro plural, passando, dessa maneira, para os modernos idiomas europeus. A língua original da Bíblia Hebraica é o hebraico, em sua forma denominada hebraico bíblico, salvo algumas passagens escritas, originalmente, em aramaico: Ed 4,8-6.18; 7,12-26; Dn 2,4b – 7,28; Jr 10,11 e Gn 31,47a (cf. o verbete ARAMAICO). A composição das Escrituras hebraicas deu-se entre os séculos XII e II a.C., iniciando com o texto de Juízes, capítulo 5 (o Cântico de Débora),

Escrito por anselmo.estevan às 16h16
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escrito em torno de 1125 a.C., e finalizando com o livro de Daniel, composto em 165 a.C., aproximadamente. O Novo Testamento foi composto, em sua origem, em grego na forma conhecida como coiné, no período entre os séculos I e II, sendo o primeiro texto a Primeira Epístola aos Tessalonicenses, colocada por escrito em torno de 50 ou 51 e o último, a Segunda Epístola de Pedro, escrita entre 130 e 140.

 

 

       BÍBLIA HEBRAICA, A SÉRIE. Bíblia Hebraica (lat. Bíblia Hebraica). Edições críticas publicadas na Alemanha pelo erudito alemão Rudolf Kittel com a colaboração de vários estudiosos da área de Antigo Testamento. Tais edições apresentam, além do texto bíblico hebraico, um aparato de variantes textuais coletadas de textos bíblicos hebraicos, aramaicos, gregos, latinos, coptas, etíopes, além de outros. A primeira edição apareceu em 1905 e 1906 e é conhecida como Bíblia Hebraica (GH1) e a segunda apareceu em 1913, sendo denominada Bíblia Hebraica (BH2) e ambas seguem o texto da Segunda Bíblia. A terceira, editada por Rudolf Kittel e Paul E. Kahle, foi elaborada entre 1929 e 1937, sendo conhecida, do mesmo modo, como Bíblia Hebraica (BHK). A quarta é intitulada Bíblia Hebraica Stuttgartensia (BHS), organizada entre 1967 e 1977, tendo como editores responsáveis, Karl Elliger e Wilhelm Rudolph. Atualmente, está sendo preparada a sucessora da BHS e que tem por título Bíblia Hebraica Quinta (BHQ) cujos editores são Adrian Schenker, Yohanan A. P. Goldmam, Aric van der Koij, Gerard J. Norton, Etephen Pisano, Jan de Waard e Richard D. Weis. Prevê-se que em alguns anos tal obra seja concluída e publicada. A BHK, a BHS e a BHQ têm por base o texto e a massorá do Códice L.

 

 

       BÍBLIA RABBÍNICA (lat. Bíblia Rabínica). Título das edições surgidas no início do século XVI, em Veneza, na Itália, sendo denominadas (hebr. Miqra’ôt gedôlôt, textos bíblicos estendidos, ampliados). Tais Bìblias foram produzidas na gráfica do impressor holandês Daniel Bomberg e trazem os seguintes destaques: texto bíblico hebraico, Targum, comentários rabínicos da Idade Média, anotações masoréticas, além de outros detalhes. A primeira edição, conhecida como Primeira Bíblia Rabínica, surgiu em 1516-1517, em Veneza, na Itália e teve como editor o frade agostinho. Felix Pratensis, um judeu convertido à fé (cristã). A edição seguinte, a Segunda Bíblia, apareceu em 1524-1525, também em Veneza, tendo como editor o rabino Jacó bem Hayyim. Esta última obra tornou-se o Textus Receptus da Bíblia Hebraica e texto padrão das subseqüentes publicações até o século XX. Algumas edições atuais ainda seguem seu texto. Sua massorá, do mesmo modo, tornou-se padrão e referência para os estudos masoréticos até o século XX (cf. o verbete TEXTUS RECEPTUS).

 

 

       CÂNONE OU CÂNON. (gr. Kanôn, regra, tipo, molde) ou cânon (lat. Regra, medida, regulamento). Coleção ou lista de livros considerados sagrados e normativos por determinados grupos religiosos. O cânone dos livros da Bíblia Hebraica corresponde, exatamente, ao dos livros do Antigo Testamento das Bíblias protestantes. As Bíblias católicas e ortodoxas possuem um cânone mais ampliado, pois admitem algumas obras rejeitadas tanto pelos judeus quanto pelos protestantes (cf. os verbetes APÓCRIFO E DEUTEROCANÔNICO).

 

 

         CARAÍTA. (hebr. Qara’I, caraíta pl., hebr qara’im, caraítas ou “homens da Escritura”). O caraísmo é uma facção judaica surgida por volta de 765, em Bagdá, na Babilônia. Seu fundador foi Anan bem Davi e seus seguidores foram chamados, inicialmente, de “ananitas”. Entre os anos 830 e 860, o caraíta Benjamim bem Moisés, de Hehavend, no Irã, decodificou as doutrinas do caraísmo e, a partir desse momento, os seguidores passaram a ser conhecidos, igualmente, como (hebr. Benê miqra, filhos da Bíblia). Os caraítas rejeitam as tradições orais rabínicas (a Torá Oral), como o Talmude e só aceitam a autoridade da Bíblia (a Torá Escrita). São rigorosos em relação à guarda do shabbat (o sábado) e a outras leis bíblicas, possuem uma interpretação fundamentalista da Bíblia e rejeitam a festa de Hanuká e a de Purim. Na Babilônia, sofreram oposição por parte de Saadia há-Gaon e no Egito, por parte de Maimônides. No período medieval, eram versados em exegese bíblica, hebraico, filosofia e direito. No final do século XVI, tornaram-se numerosos na Palestina, no Império Bizantino, no Egito, na África setentrional, na Espanha e na Ásia Menor. Contribuíram, intensamente, para a elaboração da vocalização massorética. Segundo alguns estudiosos, tanto Moisés bem Asher quanto seu filho, Aarão bem Asher, teriam pertencido a círculos caraítas da Palestina. Um dos principais manuscritos massoréticos, o Códice C, pertence, desde o período medieval, à sinagoga caraíta Mussa Dar’i, no Cairo, no Egito. Abraham Firkowitch, o responsável pela descoberta do Códice L em uma guenizá de uma sinagoga caraíta na Ucrânia, por volta dos anos 1840, foi um erudito caraíta russo. Hoje, em Israel, os caraítas somam cerca de 7.000 pessoas.

Escrito por anselmo.estevan às 16h15
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       EDIÇÕES CRÍTICAS DA BÍBLIA HEBRAICA. Edições produzidas com propósitos acadêmicos e tendo a participação de estudiosos ligados a instituições universitárias.Essas obras possuem aparatos críticos que citam variantes textuais encontradas em manuscritos bíblicos surgidos, tanto na época antiga como no período medieval e nas seguintes versões: hebraico, aramaico, grego, latim siríaco, etíope, copta, armênio e árabe. As primeiras surgiram nos séculos XVIII, XIX, e XX e três são as mais conhecidas: a de Benjamin Kennicott (Oxford, 1776-1780), a de Giovanni B. de Rossi (Parma, 1784-1788) e a de Christian D. Ginsburg. (London, 1908-1926), as quais registram somente variantes encontradas em manuscritos hebraicos. Desde o início do século XX, surgiram as modernas edições críticas conhecidas como BH1, BH2, BHK, BHS, BHQ, e as edições do HUBP, que coletam divergências nas versões bíblicas clássicas (cf. os verbetes  BÍBLIA HEBRAICA, A SÉRIE E HEBREW UNIVERSITY BÍBLE PROJECT [HUBP]).

 

 

       PERGAMINHO. (gr. Diphthéra), (gr. Pérgamon) ou (gr. Membrana) (“pergaminho”) ou pergaminum (lat. Pergaminho). Material usado desde 200 a.C., para escrita, tendo como fonte peles de animais como ovelhas, carneiro, entre outros. Segundo alguns estudiosos, provavelmente, originou-se na cidade de Pérgamo, na Ásia menor (hoje Turquia), daí o nome pergaminho. A maioria dos manuscritos bíblicos, hoje existentes é feita neste tipo de material.

 

 

       PESHITTA. Peshitta ou peshitto (sir. Simples, Comum, Vulgar). Em hebraico, a versão é denominada (pesîtta’, Peshitta). Versão síria sucessora da Vetus Syra (lat. Antiga [Versão] Síria) e surgida por volta do século II, na Síria. Foi produzida a partir do texto hebraico, segundo alguns estudiosos ou a partir da LXX, segundo outros. Não está claro se é uma obra feita pelos judeus ou pelos (cristãos) sírios. Tornou-se a Sagrada Escritura oficial para grupos (cristãos) da Síria, nestorianos e jacobitas (cf. o verbete VETUS SYRA).

 

 

       BEM, O TEXTO É BEM MAIS EXTENSO E COMPLEXO...MAS, RESOLVI ABREVIAR, E, ACHO QUE ESTÁ DE BOM TAMANHO PARA QUE NÃO GOSTA DE LER.....!!! MAS ESSE É O MAU DO CRENTE E DO EVANGÉLICO! NÃO GOSTAR DE LER. NÃO SE INFORMAR MAIS SOBRE O ASSUNTO QUE DIZ RESPEITO QUANTO À SUA SALVAÇÃO....!!!! HÁ, EU ESCUTO O PASTOR E PRONTO.....!!! NÃO PROCURA SABER SE É DESSE JEITO MESMO, COMO FOI O POR QUE DESSA INTERPRETAÇÃO E ETC. COMO O PRÓPRIO SALVADOR, POR SUAS PALAVRAS O DISSE MUITO BEM: “ERRAIS POIS NÃO EXAMINAIS AS ESCRITURAS...!”. (Mt 22,29; Mc 12,24) – “CITA: A LECHOM há KODESH [A LÍNGUA SAGRADA]. A KITBÊ haq – QODES [AS ESCRITURAS SAGRADAS]”. “NÃO, À BÍBLIA”!

 

 

 

       Material tirado: “Do livro: MANUAL DA BÍBLIA HEBRAICA”.

       INTRODUÇÃO AO TEXTO MASSORÉTICO.

       GUIA INTRODUTÓRIO PARA A BÍBLIA HEBRAICA STUTTGARTENSIA.

       AUTOR: EDSON DE FARIA FRANCISCO.

       EDITORA: VIDA NOVA (3ª EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA).

       PESQUISA FEITA: ANSELMO ESTEVAN. (COM FORMAÇÃO EM BACHAREL EM TEOLOGIA).

 

 

         ANSELMO ESTEVAN.

Escrito por anselmo.estevan às 16h14
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'ELOHÍM (DEUSES):

Zeus ou Júpiter, dizem os poetas, é o pai, o rei dos deuses e dos homens; reina no Olimpo, e, com um movimento de sua cabeça, agita o universo. Ele era o filho de Réia e de Saturno que devorava a descendência à proporção que nascia. Já Vesta, sua filha mais velha, Ceres, Plutão e Netuno tinham sido devorados, quando Réia, querendo salvar o seu filho, refugiou-se em Creta, no antro de Dite, onde deu à luz, ao mesmo tempo, a Júpiter e Juno. Esta foi devorada por Saturno. O jovem Júpiter, porém, foi alimentado por Adrastéia e Ida, duas ninfas de Creta, que eram chamadas as Melissas; além disso Réia recomendou-o aos curetes, antigos habitantes do país. Entretanto, para enganar seu marido, Réia fê-lo devorar uma pedra enfaixada. As duas Melissas alimentaram Júpiter com o leite da cabra Amaltéia e com o mel do monte Ida de Creta.

Adolescente, Zeus se associou à deusa Metis, isto é, a Prudência. Foi por conselho de Metis que ele fez com que Saturno tomasse uma beberagem cujo efeito foi fazê-lo vomitar, em primeiro lugar a pedra e depois os filhos que estavam no seu seio.

Antes de tudo, com o auxílio de seus irmãos Netuno e Plutão, - Júpiter resolveu destronar seu pai e banir os Titãs, ramo rival que punha obstáculo à sua realeza. Predisse-lhe a Terra uma vitória completa, se conseguisse libertar alguns dos Titãs encarcerados por seu pai no Tártaro e os persuadir a combater por ele, coisa que empreendeu e conseguiu depois de haver matado Campe, a carcereira a quem estava confiada a guarda dos Titãs nos Infernos.

Foi então que os Ciclopes deram a Júpiter o trovão, o relâmpago e o raio, um capacete a Plutão, e a Netuno um tridente. Com essas armas, os três irmãos venceram Saturno, expulsaram-no do trono e da sociedade dos deuses, depois de o haverem feito sofrer cruéis torturas. Os Titãs que haviam auxiliado Saturno foram precipitados nas profundidades do Tártaro, sob a guarda dos Gigantes.

Depois dessa vitória, os três irmãos, vendo-se senhores do mundo, partilharam-no entre si: Júpiter teve o céu, Netuno o mar e Plutão os infernos. Mas à guerra dos Titãs sucedeu a revolta dos Gigantes, filhos do Céu e da Terra. De um tamanho monstruoso e de uma força proporcionada, eles tinham as pernas e os pés em forma de serpente, e alguns com braços e cinqüenta cabeças. Resolvidos a destronar Júpiter amontoaram o Ossa sobre o Pelion, e o Olimpo sobre o Ossa, desde onde tentaram escalar o céu. Lançavam contra os deuses rochedos, dos quais os que caíam no mar formavam ilhas, e montanhas os que rolavam em terra. Júpiter estava muito inquieto, porque um antigo oráculo dizia que os Gigantes seriam invencíveis, a não ser que os deuses pedissem o socorro de um mortal. Tendo proibido à Aurora, à Lua e ao Sol de descobrir os seus desígnios, ele antecipou-se à Terra que procurava proteger seus filhos; e pelo conselho de Palas, ou Minerva, fez vir Hércules que, de acordo com os outros deuses, o ajudou a exterminar os Gigantes Encelado, Polibetes, Alcioneu, Forfirion, os dois Aloidas, Efialtes e Oeto, Eurito, Clito, Titio, Palas, Hipólito, Ágrio, Taon e o terrível Tifon que, ele só, deu mais trabalho aos deuses do que todos os outros.

Depois de os haver derrotado, Júpiter precipitou-os no fundo do Tártaro, ou, segundo outros poetas, enterrou-os vivos em países diferentes. Encelado foi enterrado sob o monte Etna. É ele cujo hálito abrasado, diz Virgílio, exala os fogos do vulcão; quando tenta voltar-se, faz tremer a Sicília, e um espesso fumo obscurece a atmosfera. Polibetes foi sepultado sob a ilha de Lango, Oeto na de Cândia, e Tifon na de Isquia.

Segundo Hesíodo, Júpiter foi casado sete vezes; desposou sucessivamente Metis, Temis, Eurinome, Ceres, Mnemosine, Latona e Juno, sua irmã, que foi a última das suas mulheres.

Tomou-se também de amor por um grande número de simples mortais, que umas e outras lhe deram muitos filhos, colocados entre os deuses e semideuses.

A sua autoridade suprema, reconhecida por todos os habitantes do céu e da terra foi, no entanto, mais de uma vez contrariada por Juno, sua esposa. Ela ousou mesmo urdir contra ele uma conspiração dos deuses. Graças ao concurso de Tetis e a intervenção do terrível gigante Briareu, essa conspiração foi prontamente sufocada, e reentrou o Olimpo na eterna obediência.

Entre as divindades, Júpiter ocupava sempre o primeiro lugar, e o seu culto era o mais solene e o mais universalmente espalhado. Os seus três mais famosos oráculos eram os de Dodona, Líbia e de Trofônio. As vítimas que mais comumente se lhe imolavam eram a cabra, a ovelha e o touro branco com os cornos dourados. Não se lhe sacrificavam vítimas humanas; muitas vezes as populações se contentavam em lhe oferecer farinha, sal e incenso. A águia, que paira no alto dos céus e fende como o raio sobre a presa, era a sua ave favorita.

A Quinta-feira (jeudi, em francês), dia da semana, era-lhe consagrada (Jovis dies).

Escrito por anselmo.estevan às 16h12
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Na fábula, o nome de Júpiter precede ao de muitos outros deuses, mesmo reis: Júpiter-Amon na Líbia, Júpiter-Serapis no Egito, Júpiter-Bel na Assíria, Júpiter-Apis, rei de Argos, Júpiter-Astério, rei de Creta, etc.

Júpiter é geralmente representado sob a figura de um homem majestoso, com barba, abundante cabeleira, e sentado sobre um trono. Com a destra segura o raio que é representado ou por um tição flamejante de duas pontas ou por uma máquina pontiaguda dos dois lados e armada de duas flechas; com a mão esquerda sustém uma Vitória; a seus pés, com as asas desdobradas, descansa a águia raptora de Ganimedes. A parte superior do seu corpo está nua, e a inferior coberta.

Esta maneira de representá-lo não era contudo uniforme. A imaginação dos artistas modificava o seu símbolo ou a sua estátua, conforme as circunstâncias e a região em que Júpiter era venerado. Os cretenses representavam-no sem orelhas, para mostrar a sua imparcialidade; em compensação, os lacedemônios davam-lhe quatro para provar que ele ouvia todas as preces. Ao lado de Júpiter vêem-se muitas vezes a Justiça, as Graças e as Horas.

A estátua de Júpiter, por Fídias, era de ouro e marfim: o deus aparecia sentado em um trono, tendo na cabeça uma coroa de oliveira, segurando com a mão esquerda uma Vitória também de ouro e marfim, ornada de faixas e coroada. Com a outra mão empunhava um cetro, sobre cuja extremidade repousava uma águia resplandecendo ao fulgor de toda espécie de metais. O salão do deus era incrustrado de ouro e pedrarias: o marfim e o ébano davam-lhe, pelo seu contraste, uma agradável variedade. Aos quatro cantos havia quatro Vitórias que parecia se darem as mãos para dançar, e outras duas estavam aos pés de Júpiter. No ponto mais elevado do trono, sobre a cabeça do deus, estavam de um lado as Graças, do outro as Horas, uma e outras filhas de Júpiter.



Leia mais: http://www.mundodosfilosofos.com.br/zeus.htm#ixzz1f3pRzyIq

 

 

         Vamos ver o livro: A História de Todas as Personagens da Bíblia (Editora: Vida. Editado por Paul Gardner – sobre o termo: ZEUS):

 

 

         Zeus: Principal divindade do panteão grego, o qual, conforme se acreditava, vivia no monte Olimpo. Era o ‘Elohím (deus) dos céus e também do trovão e controlava as condições climáticas. Entre os romanos, era conhecido como Júpiter. Seu mensageiro, na mitologia grega, era chamado de Hermes (Mercúrio, em Roma). É mencionado nas ESCRITURAS somente no relato da visita de Sha’ul (Paulo) e Bar-Nabba (Barnabé) à cidade de Listra . O apostolo pregou o evangelho e curou um homem coxo de nascença. O povo imediatamente supôs que os dois missionários fossem ‘Elohím (deuses). Chamavam Bar-Nabba (Barnabé) de Zeus e Sha’ul (Paulo) de Hermes – porque este falava mais, e concluíram que era o mensageiro (At 14,12.13). O sacerdote do templo de Zeus trouxe ofertas aos dois, as quais foram veementemente recusadas. Para mais detalhes sobre a resposta de Sha’ul (Paulo) e sua pregação na ocasião, veja Hermes.

 

         Hermes: Divindade grega, que se supunha ser filho de Zeus, considerado um mensageiro divino e o (‘Elohím) deus da oratória. Os romanos chamavam-no de Mercúrio. Essa relação entre Zeus e Hermes explica por que, em Atos 14,12: [vamos ver como a Bíblia Peshitta no revela essa passagem]: [Atos 14,12-13: E chamavam Zeus {EM PORTUGUÊS; Deus (“d” forte)}. {Em espanhol; Dios (“d” forte)}. {E em latim; Théos (“t” forte)}. Totalmente diferente do hebraico: ‘Elohím, a Bar Naba, e Hermes a Sha’ul; porque era o que falava. E o Korén (Sacerdote) de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para a entrada da porta touros e grinaldas, queria com a multidão sacrificar-lhes], os moradores de Listra, maravilhados com um grande milagre operado por Sha’ul (Paulo), ao crerem que se tratava de um ‘Elohím (deus), chamaram-no de Hermes e a Bar-Nabba (Barnabé), de Zeus (Júpiter). Pensaram que o apóstolo dos goyim (gentios) era um mensageiro dos ‘Elohím (deuses) e por isso o Korén o (Sacerdote) de Júpiter veio de seu templo, a fim de oferecer-lhes sacrifícios (v. 13). Atônito com tal blasfêmia e falta de entendimento, Sha’ul (Paulo) dirigiu-se à multidão: “Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao ‘Elohím (Deus) vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há” (Mas o correto seria: “Nós também somos homens como vós, sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao ‘Ulhím ao (ETERNO) – se usarmos um título nobre! Ou se referindo ao Nome próprio: ao [YHVH – YAHU] – (na transliteração para o português!), que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há”). Essa seria uma forma não corrompida para esconder seu Nome ou blasfemar contra o mesmo para esconde-lo o confundindo com um ídolo..... como a profecia de: Yesha’yahu (Isaías): 42,8: (EU SOU YHVH [YAHU], ESTE É MEU NOME. NÃO CONCEDO MINHA KEVOD (GLÓRIA) A MAIS NINGUÉM, NEM MEU LOUVOR, A NENHUM ÍDOLO.) – BÍBLIA JUDAICA COMPLETA – COM GRIFO MEU NO NOME DO ETERNO! (POIS, SE

Escrito por anselmo.estevan às 16h11
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USARMOS O TERMO/TÍTULO: ‘DEUS’ – O CONFUNDIMOS COM: “ZEUS”!). VOLTANDO AO ESTUDO: (...) QUE NELES HÁ (v. 15). A seguir, mostrou como o Senhor YHVH-YAHU que anunciava não deixou de dar testemunho de sua bondade e graça, ao proporcionar-lhes chuvas, colheitas e alimentos. Embora essas palavras tenham pelo menos impedido os sacrifícios, a Bíblia não diz se ele teve chance de prosseguir na exposição do Maschiyah do (MESSIAS – O UNGIDO) e ver essas pessoas experimentar a salvação.

         O fato de Sha’ul (Paulo) apelar para a revelação geral do ‘Ulhím do (ETERNO) a todas as pessoas, antes de dar os detalhes sobre o Evangelho do Maschiyah, é um excelente exemplo tanto de sua convicção de que a revelação geral podia ser vista por todos, como do seu método de falar e pregar, que frequentemente começava com aquilo com que sua audiência tivesse afinidade.

 

 

         Vamos, agora, a Bíblia de Estudo de Genebra Edição Revista e Ampliada e vamos ver o estudo de:

 

         Atos 14,12-13: Uma antiga lenda que circulava em Listra dizia que o ‘Elohím (deus) grego Zeus (chefe dos ‘Elohím) chefe dos (deuses) e Hermes (o mensageiro de Zeus) andavam pela região disfarçados como seres humanos. De acordo com a lenda, eles foram para o interior da Frígia para conhecer a hospitalidade do povo; porém, somente um casal os recebeu e, como recompensa, a cabana deles foi transformada num templo de colunas de mármore e teto de ouro; outras pessoas que haviam se recusado a recebe-los tiveram suas casas destruídas. É possível que os habitantes de Listra tivessem identificado Bar-Nabba (Barnabé) como Zeus (Júpiter, para os Romanos) e Sha’ul (Paulo) como Hermes (Mercúrio, para os Romanos). Logo, procurando evitar a ira divina, os habitantes passaram a honrá-los como se fossem ‘Elohím (deuses).

 

 

         É, resumidamente, é isso! Os bens materiais passam na frente do rûah – do espírito! A “carne”. E, foi do “Grego” que a Nova Aliança foi Inspirada!!! Em contradição com a Língua Sagrada – o Hebraico a Torah – onde o ETERNO Revelou as suas vontades...!!!! E essas influências de: Roma e da língua Grega, influenciaram não a Inspiração divina do Qadôsh Rúkha de Yahu (O SANTO ESPÍRITO DE YAHU)! Mas, sim, às: “Cópias que viriam a seguir....”. Ou seja: A Vulgata Latina! E a Septuaginta! Dessas traduções e versões serviriam para todas as ‘Bíblias que temos hoje em dia....!’.

 

 

APÓCRIFO: Este termo designa os escritos que, redigidos no desenrolar do Antigo e do Novo Testamentos, não foram considerados como fazendo parte da Bíblia. No Antigo Testamento pode-se citar, por exemplo, o terceiro e o quarto livros dos Macabeus, as Odes de Salomão; no Novo Testamento pode-se citar “Proto-evangelho de Tiago” ou o “Evangelho de Tomé”.

               Apócrifos Livros que o Concílio de Trento, em 1546, declarou inspirados, embora não fizessem parte do CÂNON DO AT estabelecido pelos judeus da Palestina, Os católicos chamam esses livros de “deuterocanônicos”, isto é, pertencem aosegundo cânon”. “Protocanônicos” (pertencem ao primeiro cânon) são os livros do AT que os judeus da Palestina consideravam inspirados, e esses são aceitos tanto pelos católicos como pelos evangélicos. Os livros apócrifos aceitos pelos católicos são os seguintes: TOBIAS, JUDITE, SABEDORIA DE SALOMÃO, ECLESIÁSTICO ou SIRÁCIDA, BARUQUE, EPÍSTOLA de JEREMIAS, PRIMEIRO e SEGUNDO MACABEUS e os acréscimos a Ester (ESTER EM GREGO) e a Daniel (A ORAÇÃO de AZARIAS, A CANÇÃO dos TRÊS JOVENS e as HISTÓRIAS DE SUZANA e de BEL e do DRAGÃO).

               Além desses existem outros livros que não são considerados inspirados, os quais os evangélicos chamam de PSEUDEPÍGRAFOS, e os católicos, de “APÓCRIFOS”. Veja que interessante: Deste termo (Apócrifo) nos leva a SEPTUAGINTA. Veja só:

 

               SEPTUAGINTA. [LXX] Versão do AT para o grego, feita entre 285 e 150 a.C. Em Alexandria, no Egito, para os muitos judeus que ali moravam e que não conheciam o HEBRAICO. O nome “Septuaginta” vem, segundo a lenda, dos setenta ou setenta e dois tradutores que o produziram. A Bíblia de (Jesus) [Yaohushua – Messias] e dos seus discípulos foi a Bíblia Hebraica, mas a LXX foi a Bíblia de Paulo e das igrejas da DISPERSÃO. A maioria das citações do AT no NT é tirada da LXX. Os LIVROS  APÓCRIFOS FAZIAM PARTE DO CÂNON DA LXX.

 

          VULGATA Versão da Bíblia para o latim, feita por Jerônimo, de 382 a 404 d.C. “Vulgata” que dizer ‘divulgada’, ‘espalhada’, palavra que foi aplicada à Bíblia de Jerônimo a partir do século XIII.

 

         Dicionário da Bíblia de Almeida. Sociedade Bíblia do Brasil.

 

         Pesquisa feita por: Anselmo. Com grifos meus! Formado em Teologia, Bacharel em Teologia pela Faculdade Ibetel de Suzano – S.P.

Escrito por anselmo.estevan às 16h10
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           O CÂNON NOS PRIMÓRDIOS DO ‘CRISTIANISMO’ (EU, PARTICULARMENTE – CHAMARIA DE: “MESSIANISMO” – POR SE REFERIR AO: “MESSIAS”):

 

           (ESTRAÍDO DO THE CYCLOPEDIE HANDBOOK TO THE BIBLE, DA AUTORIA DE ANGUS GREEN, [CAPS. II E III]).

 

           A literatura judaica do século II d.C. demonstra claramente que o cânon estava completo, ainda que estivesse sujeito à crítica quanto à canonização ou não de determinados livros.

           O mais antigo e contundente testemunho é o do historiador Y’hudah (Judeu) Flávio Josefo, que por volta do ano 90 d.C., escreveu o seguinte: “Porque nós não temos (como têm os gregos) miríades de livros discordantes e contraditórios entre si, mas apenas 22 [...] em que justamente se acredita. Cinco deles são os livros de Mosheh (Moisés), que compreendem as leis e as tradições da origem da humanidade até a sua morte. Os profetas que vieram depois de Mosheh (Moisés) escreveram em 13 livros o que aconteceu no tempo em que viveram. Os quatro livros restantes contêm hinos ao ‘Ulhím ao (ETERNO) e preceitos para a conduta do homem”. No contexto, Josefo mostra nitidamente a reverência com que seus conterrâneos de então tratavam de livros sagrados, de tal modo que ninguém ousava “acrescentar, remover, nem alterar sílaba alguma”. Nessa época, o cânon praticamente formado. O testemunho de Josefo é mais notável ainda porque ele escreve em GREGO para os GREGOS que conheciam MUITO BEM A VERSÃO DOS SETENTA OU SEPTUAGINTA.

           Pela leitura dos evangelhos, fica evidente que o cânon estava completo muito antes do ano 90 d.C. Não é preciso falar aqui da reverência que o Maschiyah o (MESSIAS) e seus apóstolos tinham para com as ESCRITURAS do AT, nem mencionar a quantidade e extensão em que as ESCRITURAS do AT se encontram no NT, seja por citações, seja por alusões.

 

           A TRANSMISSÃO DO TEXTO DO ANTIGO TESTAMENTO:

 

           No ano de 1477 d.C., 27 anos depois da descoberta da imprensa, surgiu a primeira porção impressa da Bíblia hebraica, o Livro dos Salmos. Em 1488, a Bíblia hebraica completa já estava impressa. Para a finalidade de nossa investigação, devemos evidentemente passar do texto impresso para os manuscritos que o precederam e, até onde pudermos, reconstruir retrospectivamente a história do Sagrado Texto, que foi transmitido, séculos a século, pelo trabalho DOS “COPISTAS”!

           Constatamos, de imediato, dois fatos importantes: 1) O primeiro manuscrito que foi preservado refere-se aos últimos profetas do AT, datado de 916 d.C., ao passo que o manuscrito mais antigo de todo o AT é cem anos mais recente, datado de 1010 d.C. Ambos se acham na Biblioteca Imperial de São Petersburgo. 2) Os manuscritos existentes não mostram divergência alguma no texto. Portanto, desde o século XII até agora, o texto do AT tem se mantido estável.

           A diferença entre a história textual do AT e a do NT é bastante perceptível. Os mais antigos manuscritos do NT grego podem ser datados do ano 350 d.C., ou seja, quase 300 anos depois que os livros foram escritos.

           Ora, esta inalterabilidade histórica do AT nos revela a fidelidade com que os copistas fizeram seu trabalho, preservando o tesouro que lhes fora confiado daqueles perigos de corrupção que são inevitáveis em qualquer cópia, de modo que ao longo do tempo transmitiram o texto, letra por letra, como o tinham recebido. Até mesmo o estranho desaparecimento dos mais antigos manuscritos tem sido a essa fidelidade; diz-se que, quando os manuscritos já estavam gastos pelo uso, eram destruídos para evitar-se que sofressem alguma adulteração!

 

           (Bem, se por algum engano algo fosse entendido de outra forma ou mudado ou alterado.....como provar o contrário? Se os originais eram destruídos...!!!! E as cópias viravam os “originais...!!!”. Grifo meu.). Como por exemplo: Livros apócrifos – foram acrescentados nas “Bíblias Católicas...!!!”. Como explicar isso??? Por que 2000 anos de reformas dos “Pais da Igreja”....(Calvino; Martinho Lutero; Zuinglio; etc...) Por que??? Pois homens mortais e falhos faziam cópias e cópias...... Veja outro exemplo: O Evangelho de Marcos Capítulo 16! Onde termina?? (16,9-20: Existe grande dúvida quanto a esses versículos pertencerem a Marcos. Estão ausentes em alguns manuscritos antigos importantes e demonstram certas peculiaridades de vocabulário, estilo e conteúdo teológicos diferentes do restante de Marcos. É provável que seu evangelho  tenha terminado em 16,8, ou que seu desfecho original se tenha perdido). Bíblia de Estudo NVI.

           Vamos a outros erros de ‘copistas’ pela Bíblia de Estudo NVI: 2Cr 22,2: (Acazias tinha 22 anos...); 2Rs 8,26: (o texto é corrigido para a mesma idade: veja o estudo: 22,2: vinte e dois. V. Nota textual NVI. O texto hebraico de ‘42’ deixaria Acazias mais velho que o pai o pai dele [21,20]. Um ano . 841 a.C.).

           Acréscimos dos “cronistas”: 2Cr 8,12-16: Vamos a esse estudo: (8,3-4): O cronista registra mais de uma campanha militar no norte, não mencionada em Reis. Davi também tinha feito uma campanha no norte, contra Zobá (1Cr 18,3-9; 19,6; 2Sm 8,3-12; 10,6-8; v. 1Rs 11,23.24).

         8,12-16: Em harmonia com seus interesses globais, o cronista entra em pormenores consideráveis sobre as estipulações feitas por Salomão no tocante aos sacrifícios e ao templo. Ao passo que 1 Reis 9,25 menciona somente os sacrifícios nas três festas anuais, o cronista acrescenta as ofertas nos sábados e nas Luas Novas, a fim de contornar essas estipulações totalmente com preceitos de Moisés  (Lv 23,1-37; Nm 28 e 29). Bíblia de Estudo NVI.

Escrito por anselmo.estevan às 16h09
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           Escribas se confundem? Veja o estudo de: 2Cr 4,5: Sessenta e seis mil litros. 1Rs 7,26 registra quarenta mil litros. As cifras originais 3 mil batos aqui, e 2 mil batos em Reis, seriam facilmente confundidas pelos escribas antigos. Bíblia de Estudo NVI.

           Cronistas mudam o texto? Veja 1Cr 21,16: Vamos a esse estudo: Esse versículo não tem paralelo no texto hebraico tradicional de 2Sm 24, de modo que alguns estudiosos o consideram um acréscimo pelo cronista, que reflete a doutrina mais desenvolvida dos anjos, no período pós-exílico. No entanto um texto hebraico fragmentário, proveniente do século III a.C., descoberto em Qumran, contém esse versículo. Agora verifica-se que o cronista copiava cuidadosamente o texto de Samuel à sua disposição, que diferia de alguns aspectos do texto massorético (hebraico tradicional). Josefo, que parece estar seguindo o texto de Samuel, também relatou essa informação. Presume-se que ele, também, usou um texto de Samuel semelhante ao que o cronista seguia. Bíblia de Estudo NVI.

           2Sm 24,9 e 1Cr 21,5 – Cifras diferem???? Vamos a esse estudo: 21,5: Em todo o Israel (...) um milhão e cem mil homens (...) sendo quatrocentos e setenta mil de Judá . 2Sm 24,9 registra 800 mil em Israel  e 500 mil (que pode ser um arredondamento de 470 mil) em Judá. Não fica clara a razão de diferença. Talvez se relacione com a natureza não-oficial e incompleta do censo (v. 27,23.24), uma vez que as diferenças entre as cifras representariam a inclusão ou a exclusão de certos grupos não especificados entre o povo (cf. vs 6). Ou talvez se deva simplesmente a um erro de copista. A NVI alivia um pouco o problema ao traduzir a conjunção “e” por “sendo”.

           Erro de copista?! 2Rs 25,17: Vamos ao estudo: Capitel de bronze [...] um metro e trinta e cinco centímetros de altura. Em 1Rs 7,16 e Jr 52,22 a altura do capitel é dada como cinco côvados (2,25m). A diferença de dois côvados (90cm) a mais possivelmente deveu-se a um erro de copista. Bíblia de Estudo NVI.

            Entre outros erros.....!!!!! Eu não estou falando contra a “Bíblia...!!!” Mas, sim que cópias de recópias de cópias e o que já ficava muito gasto era rasgado queimado...!!! Como poderia se saber se o que foi copiado, não houve engano “humano”! E, tem muito mais como demonstra a Bíblia de Estudo: Peshitta Torah.........

 

         VAMOS VER UM TRECHINHO PARA EXEMPLO: Apocalipse 20,15: E QUEM NÃO FOI ACHADO ESCRITO NO LIVRO DA VIDA, FOI LANÇADO NO LAGO DE FOGO!

 

         COMENTÁRIO: Não existe inferno, a palavra é SHEOL.

         Se colocássemos todos os textos contraditórios, seriam mais de 52000 adulterações...!!!

         Evangelhos apostólicos, foram escritos OITENTA, Roma só permitiu quatro...!!!! Bom, aqui fica meu grifo que entendo que acharam pelo ‘cânon’ que são inspirados pelo Qadôsh Rúkha O RODSHUA – DE YAHU! (ESPÍRITO SANTO). O LIVRO BÍBLIA PESHITTA HEBRAICA TORÁ TRÁS: QUE ISSO SERIA UMA LOUCURA.....!!!! DOS OITENTA EVANGELHOS SOMENTE ESCOLHER SOMENTE QUATRO!?

        

         OUTRA PASSAGEM ENTRE AS MUITAS... ESCOLHI ESSA: Mattitiyahu (Mateus), afirma que YahuShúa era o MESSIAS porque ele viveu na cidade de Natzeret. Veja a ‘prova textual’ utilizada para provar este ponto de vista: “Ele (YahuShúa) chegou e residiu numa cidade chamada Natzeret, para que o que foi dito pelos profetas pudesse ser cumprida. Ele foi então chamado de O natzrati” Mattitiyahu (Mateus) 2,23. Como natzrati (nazareno) é alguém que reside na cidade de Natzeret e esta cidade não existia no tempo da Bíblia Judaica, é impossível encontrar esta cidade nos textos hebraicos. Daí que é uma prova fabricada e vazia na realidade. Esse texto é da Bíblia Peshitta, com grifos meus no nome do Messias, e da cidade – consultada a Bíblia Judaica Completa!

 

         Tem outras curiosidades:

 

         2Rs 8,26 = 22 anos! E, em: 2Cr 22,2 = 42 anos! Erro de copista!

         2Rs 24,8 (sétimo dia). Jr 52,12 (décimo dia). Erro de copista!

         2Rs 25,17 = 3 côvados! Jr 52,22 = 5 côvados. Erro de copista!

         2Cr 9,25: (...) quatro mil cavalos... 1Rs 4,26: (...) quarenta mil cavalos....???

 

         Agora, veja que, por tradução, interpretação, língua a ser traduzida, verbos, e muitas outras coisas muita coisa ficou como deveria e muita coisa foi: ALTERADA, TIRADA, ACRESCENTADA, INVERTIDA.......VEJA O PORQUE ACHO ISSO ERRADO:

 

         Nm 20:

         1. Cades, Miriã – Esse nomes não mudaram!!!!

         14. Edom – Esse nome não mudou!!!

         22. Hor – Esse nome não mudou!!!

 

         Nm 21:

         1. Arade: Esse nome não sofreu nenhuma alteração da língua original para outras....

         3. Cananeus: ESSE NOME SOFREU ALTERAÇÃO! (HANANEUS), A LETRA ‘H’ VIROU ‘C’ ????

         10. Obote: Não mudou em nada o nome....!!!!

         11. Abarim; Moabe: Esses nomes não mudaram em nada......!!!!????

Escrito por anselmo.estevan às 16h08
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         12. Zerede: Não mudou nada o nome mesmo sendo estranho......!!!

         18. Matana: Não mudou nada!

         19. Bamote. Não houve alteração no nome.....!!!!

         20. Pisga: não houve alteração.....!!!!!

 

         AGORA, ONDE SE ENCONTRA A LETRA CORRETA NA LÍNGUA ORIGINAL DA ESCRITURA SAGRADA [“Y”] – POR NÃO FAZER PARTE DO NOSSO IDIOMA OU NÃO SER PRONUNCIADA COM FREQUÊNCIA....., AÍ SIM, MUDAM PARA O: [“J”]! ISSO É ERRADO!!!! POIS O ‘J’ NÃO FAZ PARTE DO HEBRAICO NEM DO LATIM!!! (nem do grego)! E O QUE DIZ A ESCRITURA SAGRADA A ESSE RESPEITO????? VEJA: {Ap 22,18-19; Dt 4,2; 12,32; ÊX 32,33; Mt 5,18; Lc 16,17 – TODOS ESTAMOS DEBAIXO DE MALDIÇÃO....!!!!}.

 

         Êx.: Nm 21,23: (Jaza) – o certo é: YAZER!

         Êx.: Nm 21,24: (Jaboque) – o certo é: YABOQUE!

         Êx.: Nm 22,1: (Jordão), (Jericó) – o certo é: YARDEN; YERICÓ!

 

         Esses são somente alguns exemplos. Por que alguns nomes não mudam!!!! E, outros mudam???? A Bíblia não é um mero livro de idéias humanas para ser mudado conforme a língua a qual ela é traduzida para aquela língua!!!! Ela é a PALAVRA DO ETERNO! E não deve ser mudada alterada corrompida adulterada!!!!!!! Alguma dúvida, favor ver meus estudos da palavra do ETERNO ONDE NÃO PODE SER ALTERADA!!!!! (É SÓ PROCURAR NOS ESTUDOS DO MÊS DE NOVEMBRO!).

 

         COMO FICA O TETRAGRAMA? O NOME SANTO DO ETERNO: YHVH! COMO FICA E ONDE ESTÁ??? TIRARAM DA BÍBLIA!!!! EM OUTROS NOMES QUE FORAM TAMBÉM TIRADOS DA MESMA!!!!! ISSO NÃO QUER DIZER QUE SOU CONTRA A MESMA!!!! MAS CONTRA A CORRUPÇÃO DELA!!!!! POIS O ETERNO TEM O MESMO PENSAMENTO!!!

Escrito por anselmo.estevan às 16h07
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ZELO - DEUS - UM TÍTULO?

DEUS” – QUAL A ORIGEM DESSE TERMO?

 

            Olá, caros irmãos e irmãs. Neste estudo, vamos discutir o “título Deus!” de onde, veio esse termo!!! SÓ QUE, QUERO DEIXAR BEM CLARO:  QUE ESTAMOS FALANDO DO TERMO! E, NÃO DESMENTINDO OU QUERENDO DESACREDITAR DE “DEUS”!

 

 

            A GERAÇÃO DE Deuses:

 

            Hesíodo forneceu-nos uma tentativa interessante de explicar como os deuses sugiram. A sua Teogonia (a geração dos deuses) explana a geração e a descendência dos deuses, quem era o principal deles, quem veio em seguida, e então como os deuses foram surgindo ordem após ordem. Ele tentou criar um sistema com base na teologia pagã, o que não foi tarefa pequena e fácil. Outras noções sobre isso emergem de obras como o Timeu , de Platão e De Natura Deorum, de Cícero. Vários dos pais da Igreja antiga, com Justino Mártir, Tertuliano, Amóbio, Eusébio, Agostinho e Teodoreto expressaram seu espanto diante da extensão da idolatria pagã. Havia divindades superiores, inferiores, nobres, vis, no céu, na terra, nos prados, nas águas, no ar, no céu distante e no hades, debaixo da terra. Cada lugar existente simplesmente estaria repleto de deuses.

            Marcus Terentius Varro Reatinus, o mais erudito dos romanos (cerca de 116 a.C.), teria escrito mais de seiscentos livros! Ele contou nada menos de trinta mil deuses pagãos. Mas, na realidade, seu número é incalculável.

 

            Alguns Deuses Falsos Referidos na Bíblia

 

            (Bem, como o artigo é muito extenso, alguns desses deuses, vou somente relatar seus respectivos nomes, e ao que são mais relevantes para o estudo vou falar deles):

 

         1) Adrameleque. 2) Anameleque. 3) Asima. 4) Aserá. 5) Astarte. 6) Baal. 7) Baal-Berite. 8) Baalins. 9) Baal-Peor. 10) Baal-Zebube. 11) Bel. 12) Adoração ao Bezerro. 13) Castor e Pólux. 14) Camus. 15) Quium. 16) Dagom. 17) DEUS, LAT. PARA O GREGO “Zeus”, deus dos céus. É este aqui que vamos estudar daqui há pouco!!! 18) Diana. 19) Gade. 20) Júpiter: Esse é o nome latino da divindade chamada, em grego, Zeus. Na mitologia romana, Júpiter era a divindade máxima, tal como Zeus o era para os gregos. Essa palavra significa “pai dos céus”. Portanto, é interessante notar que essa divindade pagã superior é identificada com o conceito da paternidade de Deus. O termo Júpiter poderia ser traduzido por “Pai celeste”. Na mitologia romana, Júpiter é considerado filho de Saturno e de Ópis, nomes correspondentes aos gregos Urano e Réa respectivamente. Júpiter seria a luz brilhante, o alvorecer a lua cheia. Os idos , dias treze a quinze de cada mês, eram sagrados em homenagem a Júpiter. Acredita-se que ele controlava todas as manifestações celestes, como as condições atmosféricas, embora também fosse o doador do vinho e o juiz daqueles que deveriam vencer nas batalhas, o doador da vitória e o deus dos juramentos. O trecho de Atos 14,12.13 tem uma alusão a Júpiter, onde lemos que ele teria aparecido como Barnabé, ao passo que Mercúrio (mensagem de Júpiter) foi identificado com Paulo, que era o orador principal. A passagem de Atos 19,35 mostra que os efésios criam que a estátua de Diana (Ártemis), que adoravam, havia caído de parte de Júpiter. Sem dúvida, era um fragmento de meteorito. Ver esse versículo, no NT, quanto a maiores detalhes. 21) Malcã. 22) Meni. 23) Mercúrio. Esse era o nome do deus do comércio dos romanos, protetor do comércio de cereais Era identificado com o grego Hermes, filho de Zeus e Naiade, filha de Atlas. Diziam-no inventor da lira, e que, com freqüência, era empregado como arauto dos deuses. Também era o encarregado de guiar as almas ao hades. Foi o deus da mineração, da agricultura e das estradas. Era o deus patrono da oratória. Em Atos 14,12, Paulo é confundido com Mercúrio, e Barnabé com Júpiter. A palavra latina é Mercurius, que se deriva de Merx, “comércio”. 24) Merodaque. 25) Milcom. 26) Moleque ou Moloque. 27) Nebo. 28) Neustã. 29) Nergal. 30) Nibaz. 31) Nisroque. 32) Pólux. 33) Refã. 34) Rimon. 35) Sátiro. 36) Sicute. 37) Sucote-Benote. 38) Tamuz. 39) Tartaque. Os aveus, que foram levados a

Escrito por anselmo.estevan às 16h06
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Samaria para ocupar o lugar deixado vago pelo exílio dos israelitas, por parte dos assírios, trouxeram com eles vários cultos religiosos, incluindo aquele que girava em trono de Tartaque. Ver 2 reis 17,31.

 

            Zeus: Principal divindade do panteão grego, o qual, conforme se acreditava, vivia no monte Olimpo. Era o deus dos céus e também do trovão e controlava as condições climáticas. Entre os romanos, era conhecido com Júpiter. Seu mensageiro, na mitologia grega, era chamado de Hermes (Mercúrio, em Roma). É mencionado nas Escrituras somente no relato da visita de Paulo e Barnabé à cidade de Listra. O apóstolo pregou o evangelho e curou um homem coxo de nascença. O povo imediatamente supôs que os dois missionários fossem deuses. Chamavam Barnabé de Zeus e Paulo de Hermes – porque este falava mais, e concluíram que era o mensageiro (At 14,12.13). O sacerdote do templo de Zeus trouxe ofertas aos dois, as quais foram veemente recusadas. Para mais detalhes sobre a resposta de Paulo e sua pregação na ocasião, veja Hermes.

            HERMES. 1. O terceiro nome de um grupo de messiânicos de Roma, saudados por Paulo em sua carta aos Romanos (16,14). O cuidado pessoal e a preocupação pastoral que o apóstolo tinha pelos seguidores de Yaohushua, que se refletiam em suas saudações, é algo digno de atenção.

            2. Divindade grega, que se supunha ser o filho de Zeus, considerado um mensageiro divino e o deus da oratória. Os romanos chamavam-no de Mercúrio. Essa relação entre Zeus e Hermes explicam por que, em Atos 14,12, os moradores de Listra, maravilhados com um grande milagre esperado por Paulo, ao crerem que se tratava de um deus, chamaram-no de Hermes e a Barnabé, de Zeus (Júpiter). Pensaram que o apóstolo dos gentios era um mensageiro dos deuses e por isso o sacerdote de Júpiter veio de um templo, a fim de oferecer-lhes sacrifícios (v. 13). Atônito com tal blasfêmia e falta de entendimento. Paulo dirigiu-se à multidão, dizendo: “Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, e a terra, o mar e tudo o que neles há” (v. 15). A seguir, mostrou como o YHWH que anunciava não deixou de dar testemunho de sua bondade e graça, ao proporcionar-lhes chuvas, colheitas e alimentos. Embora essas palavras tenham pelo menos impedido os sacrifícios, a Bíblia não diz se ele teve chance de prosseguir na exposição do Mashiach e ver essas pessoas experimentar a SALVAÇÃO!

            O fato de Paulo apelar para a revelação geral de Deus  a todas as pessoas, antes de dar os detalhes sobre o Evangelho do Mashiach, é um excelente exemplo tanto de sua convicção de que a revelação geral podia ser vista por todos, como do seu método de falar e pregar, que freqüentemente começava com aquilo com que sua audiência tivesse afinidade.

            [TA VENDO O PORQUE DA IMPORTÂNCIA DE NOSSO ETERNO SALVADOR TER UM NOME??? POR CAUSA DISSO TUDO. POR QUE – ATÉ O TERMO OU TÍTULO: “DEUS” – SER DERIVADO DA PALAVRA “ZEUS” UM DEUS GREGO. MAS ACHO QUE É AO CONTRÁRIO: DA NOSSA LÍNGUA VAI PARA A LÍNGUA LATINIZADA COMO ZEUS!!! MAIS, DE QUALQUER FORMA, O DEUS DA BÍBLIA É ÚNICO! O RESTO É INVENÇÃO DE HOMENS MAS COMO FOI DESCRITO, TEMOS QUE TOMAR O MÁXIMO DE CUIDADO COM OS NOMES QUE DAMOS COMO JÁ TENHO UM ESTUDO QUE NÃO COLOQUEI NESSE, MAS FALA DE BAAL UM DEUS QUE É CHAMADO DE SENHOR NA NOSSA LÍNGUA E COM “S” MAIÚSCULO.......!!! POR ISSO TEMOS QUE SABER SEU VERDADEIRO NOME PARA NÃO SERMOS IGUAIS AOS POVOS DA ANTIGUIDADE DA BÍBLIA QUE ELA MESMA FALA QUE YHWH VAI REIVINDICAR SEU SANTO NOME....].Atos 17,23. Pois, se não caímos nesse mesmo termo de deuses... desconhecido por pregar um Deus sem nome! GRIFO MEU: Anselmo Estevan.

 

         ZELO, ZELOSO. No Antigo Testamento encontramos a palavra hebraica qissa, “ardor”, “ciúme”, que aparece por quarenta e três  vezes no Antigo Testamento. Para exemplificar, ver 2 Reis 10,16; Salmos 69,9; 119,139; Isaias 9,7; 37,32; 59,17; 63,15; Ezequiel 5,13. O termo grego equivalente é zelos, “zelo”, que ocorre por dezesseis vezes: João 2,17 (citando Salmo 69,10) Atos 5,17; 13,15; Romanos 10,2; 13,13; 1 Coríntios 3,3; 2 Coríntios 7,7.11; 9,2; 11,2; 12,20; Gálatas 5,20; Filipenses 3,6; Hebreus 10,27; Tiago 3,14.16. Ainda no hebraico, temos a forma qana, “ser zeloso”, “ciumento”, que ocorre por trinta e quatro vezes no Antigo Testamento, conforme se vê, por exemplo, em Números 25,11.13; 2 Samuel 21,2; 1 Reis 19,10.14; Joel 2,18; Zacarias 1,14; 8,2. O termo grego zeloso, “ter zelo” aparece por onze vezes: Atos 7,9; 17,5; 1Coríntios 12,31; 13,4; 14,1.39; 2 Coríntios 11,2; Gálatas 4,17.18; Tiago 4,2. Ver Salmos

Escrito por anselmo.estevan às 16h05
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69,9 e 2 Coríntios 7,7, quanto ao zelo em sentido positivo. Mas também há um zelo negativo, indicando uma atitude egoísta, segundo se vê, por exemplo, em Números 5,14 e Atos 5,17. [Foi, exatamente o que o seu próprio povo fez com seu nome YHWH – que não podendo ser pronunciado, acrescentaram as “consoantes” vogais – e, essas vogais nunca representaram seu nome verdadeiro que por zelo negativo – de não falar seu Nome, acrescentaram as vogais de um Deus grego – Adonay! E, assim foi e veio para nossa língua com a transliteração – SENHOR – REPRESENTANDO UM DEUS PAGÃO COMO DESCRITO LOGO ACIMA...!! E, ISSO SÓ POR “ZELO-NEGATIVO”! E O YHWH É ZELOSO E ZELA PELO SEU NOME!!!! OU NÃO? O QUE VOCÊ ACHA??] GRIFO MEU. Além disso, o zelo pode ser bom, embora opere de acordo com maus motivos (ver Romanos 10,2; Filipenses 3,6). Paulo tinha um bom zelo em favor das Igrejas que havia fundado, para que prosperassem no sentido espiritual (2 Coríntios 11,2). Deus é um Deus zeloso (ver Êxodo 20,5; 34,14; Deuteronômio 4,24; 5,9). [Se a Bíblia fala que “Deus é um Deus zeloso” – Ele sabia o que aconteceria com seu Nome.....!!! Mas o que é feito? Relatado na Bíblia por várias passagens:“BLASFEMARAM MEU NOME....” Mas isso é para saber quem que está com ele e lhe vai dar glória ao seu Nome! não um “nome inventado por zelo....!!!" Ele tem que ver qual é a nossa reação! Senão isso não estaria na Bíblia??? (Romanos 2,24; Isaias 52,5; Ezequiel 16,27; Isaias52,5-6; 2,10-22; Malaquias 2,2-3; 1,6; Zacarias 14,9; Oséias 2,16; Ezequiel 36,20-23). Há, isso não é importante! É o que muita gente pensa!!!! Pra mim que o amo em ESPÍRITO E EM VERDADE, COMO DIGO: A BÍBLIA PRA MIM É DE SUMA IMPORTÂNCIA. POIS QUANDO ELE REIVINDICAR SEU NOME VOU FALAR O QUE? HÁ ACHO QUE É SENHOR!!! NÃO TE CONHEÇO! AFASTA-TE DE MIM MALDITO.......POR QUE FALO ASSIM? PORQUE “DEUS - QUE TEM UM NOME, E, ESSE DEUS – QUE É ESPÍRITO E NÃO MATÉRIA – IMPORTA QUE O ADORE EM ESPÍRITO E EM VERDADE! POIS SÓ ASSIM O RECONHECEREIS PELO ESPÍRITO NÃO ADIANTA FALAR SEU NOME MESMO QUE VERDADEIRO SÓ DA BOCA PRA FORA!! PORQUE? POR ISTO: MATEUS 22,37-39; JOÃO 3,6; 4,23-24; 1 CORÍNTIOS 2,11-16! AGORA. SE VOCÊ QUE ESTÁ LENDO ESTA MENSAGEM. NÃO ACHA IMPORTANTE SABER SEU NOME PORQUE TEM TANTA COISA MAIS IMPORTANTE....ENTÃO CONTINUE ADORANDO-O EM CARNE COMO UM “DEUS” DE PEDRA............!!!! "COMO MUITOS O FIZERAM E FAZEM E PERECEM....!!!!”)]. GRIFO MEU. P.s. como um deus pagão...!!! E com nome em!

            A palavra grega zeein, “borbulhar”, “ferver”, acha-se à raiz da ideia de “zelo”. A palavra portuguesa vem daí, passando pelo termo latino, zelus. Uma ideia cognata é entusiasmo, o estado de quem está “cheio de Deus”, divinamente impulsionado. O zelo puro pode realizar mais do que o conhecimento: mas sem esse fator, geralmente mostra-se mais orientado ou exagerado, para nada dizermos que pode ser até abertamente prejudicial. O zelo por alguma causa errada é perigosa e arruinador. E até o zelo mal orientado por uma boa causa pode criar um espírito acalorado e prejudicial, se não for equilibrado pela razão e pelo conhecimento. {Exatamente isto que aconteceu com seu único NOME YHWH} GRIFO MEU.

            O zelo tem inspirado e levado a bom termo grades projetos espirituais que indivíduos destituídos de zelo ou tímidos jamais teriam realizado. Por outra parte, o zelo mais orientado tem provocado muitas perseguições, banimentos, encarceramentos e até mesmo crimes de sangue. Ver o artigo intitulado Tolerância. Talvez tenham razão àqueles que dizem que Deus é o inspirador do zelo deles. Por outro lado, podemos apenas supor que o ódio é inspirado por poderes malignos, se é verdade que homens maus precisam de ajuda externa. Assim, há um zelo piedoso e há também um zelo satânico!

            O Antigo Testamento vincula a piedade ao zelo (Êxodo 34,14; Deuteronômio 4,24; 5,9; 6,15; Josué 24,19; Naum1,12), fazendo assim o Ser divino entrar no quadro, presumivelmente uma qualidade a ser imitada de um Deus “zeloso”, promove o conceito de um zelo piedoso. No Novo Testamento, o Filho do Deus (ver João 2,17) e os filhos de Deus (ver 2 Coríntios 7,11; 11,2) é que se mostram zelosos na piedade.

            É o RÚKHA hol – RODSHUA (ESPÍRITO SANTO) quem inspira o zelo na vida espiritual do crente, porquanto o zelo faz parte integrante da espiritualidade. A inspiração e a iluminação espirituais produzem o seu próprio zelo. [Seja você também zeloso e procure dar honra a seu único, santíssimo e verdadeiro NOME – YAOHU!!!!]. GRIFO MEU ANSELMO ESTEVAN.  

 

Escrito por anselmo.estevan às 16h04
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Z'kharyah:

ZACARIAS 1.1-6

 

Deus manda que o povo se arrependa

 

No oitavo mês do segundo ano de Dario como rei da Pérsia, o Senhor Deus falou com o profeta Zacarias, filho de Baraquias e neto de Ido. O Deus Todo-Poderoso mandou que ele dissesse ao povo o seguinte: — Eu, o Senhor, fiquei muito irado com os seus antepassados. Portanto, agora eu digo a vocês: Voltem para mim, e eu, o Senhor Todo-Poderoso, voltarei para vocês. Não sejam como os seus antepassados, que não deram atenção aos profetas antigos quando eles anunciaram esta minha mensagem: “O Senhor Todo-Poderoso ordena que vocês deixem de ser maus e que abandonem as suas maldades.” Mas eles não me obedeceram. E agora onde estão os seus antepassados? E será que aqueles profetas ainda estão vivos? Por meio dos meus servos, os profetas, eu mandei mensagens e avisos aos antepassados de vocês. Mas eles não deram atenção e por isso foram castigados. Então eles se arrependeram e disseram: “O Senhor Todo-Poderoso fez o que tinha decidido fazer e nos castigou por causa dos nossos pecados. Ele fez o que merecíamos.”

 

 

TEXTO TIRADO DA SBB.

 

AGORA, VEJAM O MESMO TEXTO COM AS DEVIDAS CORREÇÕES QUE TODOS DEVEMOS À: KETUVIM (PALAVRA) DO ETERNO CRIADOR, PELO SIMPLES MOTIVO DESSAS PASSAGENS: [Ap 22,18-19; Dt 4,2; 12,32; Êx 32,33]:

 

         Z’kharyah 1,1-6

 

            ‘Ulhím [YHVH-YAHU] (ETERNO) manda que o povo se arrependa

Escrito por anselmo.estevan às 16h02
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         No oitavo mês do segundo ano de Daryavesh , a seguinte mensagem da parte de YHVH (Yahu) chegou a Z’kharyah, o filho de Beredhyah, o filho de Iddo, o profeta: YHVH (Yahu) ficou muito irado com seus antepassados. Portanto, conte-lhes que YHVH Tzva’ot diz isto: ‘Voltem para mim’, diz YHVH (YAHU) Tzva’ot, ‘e eu voltarei para vocês’, diz YHVH Tzva’ot. “Não sejam como seus antepassados. Os primeiros profetas lhes anunciaram: ‘YHVH-YAHU Tzva’ot’ ORDENA que vocês se voltem agora de seus caminhos e atos maus’; MAS ELES NÃO PRESTARAM ATENÇÃO EM MIM”, diz o YHVH (Yahu). “Seus antepassados, onde eles estão? E os profetas, eles vivem para sempre? No entanto, minhas PALAVRAS e minhas leis, que ordenei a meus servos, os profetas, alcançaram seus antepassados, não foi? Então eles se voltaram e disseram: YHVH lidou convosco de acordo com nossos caminhos e atos, como ele decidiu fazer”.

 

         TEXTO TIRADO DA: BÍBLIA JUDAICA COMPLETA!

 

 

         MUITAS PESSOAS, QUE LEREM OS DOIS TEXTOS ACIMA, LOGO VÃO PENSAR: “ESTAMOS NO ‘BRASIL’ E, A LÍNGUA QUE FALAMOS É O PORTUGUÊS....E EM OUTROS PAÍSES.....É TRADUZIDA PARA SUAS LÍNGUAS ORIGINAIS.....OK!” MAS, DESSA FORMA, EU, ANSELMO, ACREDITO QUE OS NOMES ORIGINAIS, DEVERIAM ESTAR ENTRE PARÊNTESES DO LADO DO NOME TRADUZIDO......OU ALGO PARECIDO! SABE POR QUE? SIMPLESMENTE PELA PROFECIA DE: [B’MIDBAR] A TRADUÇÃO CORRETA É: (NO DESERTO) MAS, FOI TRADUZIDA PARA: “NÚMEROS”! VEJA O PORQUE:

 

         B’MIDBAR (Nm) 6,22-27: YHVH DISSE A MOSHEH (MOISÉS): “FALE A AHARON (ARÃO) E SEUS FILHOS , E DIGA-LHES QUE VOCÊS DEVEM ABENÇOAR O POVO DE YISRA’EL DIZENDO-LHES:

‘Y’VAREKH’KHA YHVH V’YISHMEREKHA.

[QUE YHVH O ABENÇOE E GUARDE].

YA’ER YHVH PANAV ELEIKHA VICHUNEKKA.

[QUE YHVH FAÇA SUA FACE BRILHAR SOBRE VOCÊ E MOSTRE A VOCÊ SEU FAVOR]

YSSA YHVH PANAV ELEIKHA V’YASEM I’KHA SHALOM’.

[QUE YHVH LEVANTE SUA FACE NA SUA DIREÇÃO E DÊ PAZ A VOCÊ.]

DESSE MODO, ELES DEVEM APLICAR MEU NOME, (YAH) OU (YAHU) GRIFO MEU, AO POVO DE YISRA’EL, PARA QUE EU OS ABENÇOE!”.

 

 

         EXATAMENTE, ISSO, COM A TRADUÇÃO PARA ‘NOVAS LÍNGUAS’ FOI PERDIDO DA LÍNGUA SAGRADA A QUAL A ESCRITURA FOI REVELADA E INSPIRADA AOS HOMENS! ONDE NO PRIMEIRO TEXTO, SE VÊEM O NOME DO ETERNO CRIADOR, CONFORME SUA PRÓPRIA VONTADE, SEU NOME NOS SEUS FILHOS, PROFETAS, ETC.? POR ISSO MESMO, DEFENDO A LÍNGUA SAGRADA E DEVERÍAMOS SIM, TER, ENTRE PARÊNTESES, O CORRETO, EM ORIGINAL, DA LÍNGUA SAGRADA PELO MENOS NAS PROFECIAS DO ETERNO!!!!!! MAS ISSO MOSTRARIA OS ERROS E ISSO, ACHO QUE MUITA GENTE NÃO O QUER!!!!!! CITO ROMANOS 1,18-27! 2Co 4,1-6; 2Ts 2,1-11!!!!!!! DESCULPEM MAS ESSE É O MEU PENSAMENTO. REFLITAM EM: (Z’KHARYAH [ZACARIAS]: 1,1-6]: POIS O TEXTO PROPRIAMENTE FALA POR SI MESMO E É PALAVRAS DA BOCA DE YHVH – TODOS OS QUE SE ESQUECEM DELE.......!!!!!!!).

 

         ANSELMO. COM FORMAÇÃO DE PASTOR, E BACHAREL EM TEOLOGIA FORMADO PELA FACULDADE IBETEL DE SUZANO. EM DEFESA DA PALAVRA DO ETERNO SOMENTE!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

           LOGOS: (PELA BÍBLIA DE ESTUDO: PALAVRAS-CHAVE: HEBRAICO-GREGO): (EXEGESE/ESTUDOS BÍBLICOS/HOMILÉTICA) DA EDITORA: CPAD:

 

 

           3056: (logos) de [3004 – (lego)]; alguma coisa dita (incluindo o pensamento); (consequentemente) tema (assunto de discurso), também raciocínio (a faculdade mental ou motivo; por extensão; um cálculo, avaliação; especialmente [com o art. No texto de Yochanan {João}]) a Expressão Divina (i.e. Maschiyah – o UNGIDO). Explicação, causa, comunicação, preocupação, interesse, doutrina, fama, ter que fazer, intento, assunto, boca, pregação, questão, razão, estimar, remover, dizer, ditado, orador, discurso, falar, coisa, nenhuma dessas coisas me comove, noticias, tratado, expressão, palavra, obra.

           Substantivo de lego (3004), falar de maneira inteligente. Uma palavra; qualquer coisa dita; também argumentar, manifestando-se no poder do discurso.

           (I) Uma palavra, tanto o ato de falar como o que é falado (A) Uma palavra, proferida pela voz, um discurso, uma expressão (Mt 8,8; Lc 7,7; 23,9; 1Co 14,9; Hb 12,19); um depoimento, um discurso, uma conversação (Mt 12,37; 15,12; 19,22; 22,15; 26,1; At 5,24).

         Como metonímia, o poder da fala, transmissão, oratória, eloqüência (1Co 12,8; 2Co 11,6; Ef 6,19). A Palavra de YAHU, significando a sua voz onipresente, decreto (2Pe 3,5.7; LXX; Sl 32,6 [cf. Gn 1,3; Sl 148,5]).

Escrito por anselmo.estevan às 16h01
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           (B) Uma expressão, declaração, sentimento proferido: (1) De modo geral (Mt 10,14; Lc 4,22; 20,20; Jo 6,60). Com referência a palavras ou declarações, por exemplo, anteriores (Mt 7,24.26; Mc 7,29; Jo 2,22; 6,60; 7,40; 10,19; 12,38; At 5,24; 20,35; Rm 9,9; 13,9; 1Co 15,54; 1Tm 3,1; Tt 3,8; Ap 19,9). A palavra, declaração de um profeta, significando predição (Lc 3,4; Jo 12,38; At 15,15; 2Pe 1,19; Ap 1,3); um provérbio, uma máxima (Jo 4,37). (2) Com referência a religião, deveres religiosos, i.e., doutrina, preceito (At 15,24; 18,15; 1Tm 4,6; Tt 1,9; Hb 2,2); especialmente sobre o ‘Ulhím o (ETERNO), a Palavra de YHVH-YAHU, significando revelação e declaração divina, em oráculo (Mt 7,13; Lc 5,1; Jo 5,38; 10,35; 17,6; At 4,29; Rm 9,6.28; 1Co 14,36; 2Co 4,2; Cl 1,25; 1Ts 2,13; Tt 1,3; Hb 4,2.12; 13,7).

           (II) Raciocínio, razão, a faculdade da razão, como o poder da nefesh (alma) que é a base da fala e linguagem. Em o Novo Testamento:

           (A) Uma razão, uma causa, um motivo (Mt 5,32; At 10,29; 18,14).

           (B) Razão, exigida ou atribuída, i.e., uma avaliação, uma explicação (Mt 18,23; 25,19; Lc 16,2; At 19,40; 20,24; Hb 13,17; 1Pe 3,15; 4,5).

           (III) A Palavra, o LOGOS nos textos de Yochanan (João) [Jo 1,1.14; 1Jo 1,1; Ap 19,13]; aqui significa a natureza pré-existente do Maschiyah (MESSIAS), i.e., aquela natureza espiritual e divina, mencionada nos textos judaicos, antes e durante a época do Maschiyah, sob vários nomes, por exemplo, Filho do Homem (Dn 7,13); Palavra do YHVH (usada nos Targuns aramaicos, as traduções que eram usadas nas sinagogas judaicas, juntamente com as ESCRITURAS dos hebreus). Sobre está palavra divina, os judeus daquela época parecem ter TIDO MUITAS DISCUSSÕES sutis e astutas, e por isso, provavelmente, o apóstolo começa afirmando: “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com ‘Ulhím-YAHU, e o Verbo era ‘Ulhím-YAHU” grifo meu, (Jo 1,1); e então também declara que este Verbo se fez carne e por isso era o Maschiyah – o MESSIAS! (Jo 1,14)!

           Deriv.: alogos (249), irracional, sem inteligência, analogia (356); analogidzomai (357), contemplar, considerar, apologeomai (626), responder, retrucar, defender-se; battologeo (945), usar vãs repetições; ellogeo (1677), explicar, calcular; eulogeo (2121), falar bem de, abençoar, bendizer; logidzomai (3049), avaliar, imputar; logikos (3050), razoável; logios (3052), fluente, orador, pessoa inteligente; polylogia (4180), alguém que fala muito.

           Sin.: rhema (4487), palavra, expressão. Além disso, angelia (31), mensagem, anúncio; eperotema (1906), uma investigação, resposta; lalia (2981), discurso; homilia (3657), homilia, comunicação, discurso, propheteia (4394), profecia, algo que é dito antes que ocorra ou seja anunciado; sydzetesis (4803), questionamento mútuo; pheme (5345), fama, narrativa, o que é dito sobre alguém!

 

         E AGORA? SERÁ QUE ESTOU ERRADO EM USAR O TERMO LOGOS – GREGO PARA A PALAVRA: “VERBO”! TODO O DESCRITO ACIMA É DA LÍNGUA GREGA.......! E, NÃO ACHO NADA DE ERRADO NA MESMA! SIM,  FALANDO GROSSEIRAMENTE, 90% (+ ou  -) NOSSA LÍNGUA MÃE DEPENDE DESSES TERMOS CITADOS ACIMA, DERIVAM DELES...!!!!!! JULGUE VOCÊ MESMO.

Escrito por anselmo.estevan às 16h01
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'EMANUEL (UM ÍDOLO CONOSCO!):

EMANUEL (DEUS CONOSCO)!

 

 

           EMANU (‘EL) = DEUS CONOSCO! [‘Immanu (‘Ul) = O ETERNO CONOSCO!]. Dois termos e dois títulos! Um blasfemo que dá a ídolos a Kevod (Glória do ETERNO à “ídolos”!) E, o termo nobre que dá a Kevod (GLÓRIA) a quem a merece por ser o Único Eterno!!!! Pois a Palavra o diz em: Yesha’yahu (Is): 42,8! Sendo assim todo esse estudo é feito única e exclusivamente para essa observação, com meus grifos. E, o que é registrado, com direitos autorais no Livro: Dicionário Internacional de Teologia do NOVO TESTAMENTO. Autores: Lothar Coenen & Colin Brown. (São respeitados!). Somente como entendo está como meu grifo...!!!

           Mas, antes, vamos a uma exegese, de minha parte e, depois, a Bíblia de Estudo de Genebra – Edição Revista e Ampliada!

 

 

           (YaShúa – YAH; EU SOU, Shua; SALVAÇÃO): Vamos à: Bíblia de Estudo Peshita – Torah Hebraica:

 

           O Nome do ETERNO nas ESCRITURAS, O TETRAGRAMA – SANTO E SAGRADO, lê-se: “Há ‘Shem(i)”. Este é o som que recomendamos para as leituras públicas e diálogos verbais. Pronunciando o “Há” como o fonema da palavra “razão” e o “Shem” do verbo chegar e uma menção tão leve da vogal “i” a ponto do fonema dela confundir-se com a vogal “e” Há ‘Shem(i) (Rachem(i)), que traduzido para o português quer dizer “O NOME” é atribuída ao “ETERNO” daquele que no universo ilimitado do puro hebraísmo é o Absoluto, o Criador e de Eternidade a Eternidade a Causa Causadora, O Ser Eternissímo, bem como o Único Princípio, nosso Pai Celestial, o Eterno!

           Entre os Yahudim (Judeus) e hebraistas é comum mencionar e registrar “Há ‘Shem” diante da ocorrência do TETRAGRAMA, ainda que muitos prefiram menciona-lo como ETERNO ou outro título de grandeza. Nisto, elogiamos e concordamos com nossos conterrâneos mestres, estudantes e aprendizes. Entretanto, Há ‘Shem é mencionado há mais de cinco mil anos!

           Já no que diz respeito ao uso dos Nomes: Javé, Jeová ou outros iniciados com a consoante “J”, advertimos que são DETURPAÇÕES abusivas dos sons ORIGINAIS! Cabe-nos recordar aos interessados que “Je” e “Ja” NÃO ERAM FONEMAS NO HEBRAICO ORIGINAL, inclusive em todos os nomes citados na bíblia ou outras fontes “Javé”, pelas respectivas razões, fonéticas e morfo-lingüística é ESTRANHO AO MUNDO HEBRAICO!

           Adjetivos usados nos respectivos idiomas como, por exemplo: Senhor, Eterno, Absoluto, é permitido usar, desde que não se CHOQUEM COM A CULTURA HEBRAICA E NÃO SE TORNE UMA SUBSTITUIÇÃO DEFINITIVA PARA O TETRAGRAMA!

 

           [Material tirado da: Bíblia de Estudo Peshita Torah Hebraica – Edição 2001. ISBN: Número de registro: 383. 265 Livro 711 Folhas: 425].

 

           Agora, eu, pergunto: O quê é um ídolo? Para que serve, ou vale? É imortal? Quem o inventou? Será que foi o Criador ou a criatura?

         Vamos ver o que algumas passagens da ESCRITURA SAGRADA falam dos mesmos? E quem é imortal:

Escrito por anselmo.estevan às 16h00
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32,40; 33,27; Sl 9,7; 90,2; 93,2; 102,12.24.26.27; 135,13; 146,10; Is 41,4; 48,12; 57,15; 63,16; Jr 10,10; Dn 4,3.34; 6,26; Hc 3,6; (Is 57,15; 63,16); 1Tm 6,15.16; 2Pe 3,8; Ap 1,4.8; Jó 36,26; Romanos 1,20!!!!!!!! (BÍBLIA DE ESTUDO: NVI).

 

 

           § (Observação: Para esse estudo não ficar extenso em demasia....!!!!!! Peço a gentileza de quem o ler, siga, as citações abaixo, por extenso com OUTRO ESTUDO QUE É EM CONJUNTO COM O MESMO – SEGUE O NOME DO ESTUDO PARA PROCURAR AS CITAÇÕES LOGO ABAIXO POR EXTENSO: [“Dois textos...?!” A PALAVRA DO ETERNO (‘ULHÍM) É UMA SÓ:]. Procure Por esse estudo para ver as citações abaixo de versículos da Bíblia e comparar com esse estudo!):

sábado, 10 de dezembro de 2011

"DOIS TEXTOS..?!." A PALAVRA DO ETERNO ('ULHÍM) É UMA SÓ: ÊMETH:

PROCURAR NO: ARQUIVO DO BLOG NO MÊS DE: 11/12/11.

 

 

           Voltando ao estudo acima: Depois de tudo isso, é certo trocar, confundir, ou dar a mesma autoridade do que nada é! Para nada serve! Compararmos ao ETERNO CRIADOR como sendo seus adjetivos – ou pior, como Nome próprio!!!! Onde estaríamos fazendo parte integramente de profecias às quais não restará perdão.:

 

           - Dani’el (Dn): 8,12!

           - Yeshayahu (Is): 42,8!

           - Shemot (Êx): 20,1-7!

           - Yochanan (Jo): 8,42-59!

           - 2 Coríntios: 3,6; 4,1-13!

           - 2 Tessalonicenses: 2,8-12!

           Não se engane! Pois, caso contrário todos os que sentirem prazer na mentira...!!!! serão condenados (Matittiyahu [Mt]: 7,21-23; Yehudá (Jd): 12ss.).

           Agora, sim, vamos ao exemplo real desses fatos citados acima: (Antes, vamos ver o que diz a Bíblia de Genebra Edição Revista e Ampliada: Yesha’yahu (Is): 7,14; 8,8-10; Mattityahu (Mt): 1,23! [Obs.: Alguns nomes mudam a pronuncia, pois, estou trabalhando com o: “ARAMAICO” e o “HEBRAICO” – E ALGUMAS COISAS DIFEREM......!!!!]).

 

           Yesha’yahu 7,14: (Bíblia Judaica Completa): Portanto, o próprio YHVH-YAHU dará a vocês um sinal: a jovem engravidará, dará à luz um filho e o chamará ‘Immanu El [‘Elohím (Deus está conosco)].

 

           Vamos a esse estudo pela Bíblia de Genebra Edição Revista e ampliada:

 

           Emanuel: Literalmente, “’Elohím (Deus/deus/deuses) conosco” grifo meu. Pelo simples motivo da partícula: (‘El) ao invés da que no meu ver, seria um título nobre, não se referindo à “deuses” com ídolos! Esse ‘nome’ (pois entendo que é um título) era simbólico, não se tratando do nome real da criança (9,6). A implicação era que a criança simbolizaria a disposição de (Deus) ou do ‘Ulhím do (ETERNO) grifo meu, de acompanhar Yahudah (Judá) na batalha contra a Síria, Yisra’el, e a Assíria.

 

           Yesha’yahu (Is) 9,6: Pois uma criança nasceu para nós, um filho nos foi dado; o domínio repousará sobre seus ombros, e a ele será dado o nome Pele-Yo’etz (Ul) Gibbor Avi-‘Ad Sar-Shalom

           [Maravilha de Conselheiro, (ETERNO) Poderoso, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz]. Grifo meu. Bíblia Judaica Completa.

           Agora, vamos a outra passagem da Bíblia de Genebra Ed. R.C.: [COM ESTUDOS; E A VERSÃO DA BÍBLIA JUDAICA COMPLETA]:

 

 

           Vamos a esse estudo: Bíblia de Genebra Ed. R.C.:

 

           9,6: Menino...filho. O profeta indica de que maneira a sobra do exílio seria revertida para o Reino do Norte por meio do nascimento de um menino. Essa criança seria da casa de Davi (v.7), cuja autoridade os habitantes do norte haviam rejeitado por séculos. Quatro nomes reais mostravam as supremas qualidades desse grande filho de Davi, garantindo que ele verdadeiramente cumpriria a restauração do Reino do Norte. Os nomes demonstram uma progressão lógica da estratégia para a guerra, para o governo e para a paz. MARAVILHOSO CONSELHEIRO. O menino libertador seria um grande estrategista, orquestrando uma maravilhosa vitória para o seu povo. ‘Elohím forte (Deus/deuses/deus/ídolo – forte????) Grifo meu! NO MEU ENTENDER, O TÍTULO CORRETO É: (‘ULHÍM – “ETERNO – FORTE”). [Literalmente, ‘Deus’ é um “guerreiro!”. Há sim! Como a mesma citação de: 2 Coríntios 4,1-6?????] Grifo meu! Não! (‘Ulhím é um guerreiro!!!!!! Agora, sim, LITERALMENTE!) GRIFO MEU. Esse nome exalta (Deus?) Desculpe mas “nome” título não é nome!!!! Quem tem que ser exaltado é o ETERNO – UM TÍTULO NOBRE E NÃO NOME! MAS, SIM, SEU ÚNICO NOME QUE SALVA = YAHU!!!!! GRIFO MEU! (Esse nome exaltava ‘Ulhím pela vitória que o filho de Davi conquistaria para o seu povo). Ele não ficaria distante da batalha, MAS MOSTRARIA PODER DIVINO ENQUANTO LUTAVA PELO SEU POVO (10,21; Dt 10,17; Jr 32,18). PAI DA ETERNIDADE. Esse nome real não confundia o rei com o (‘Elohím – Deus/deus/deuses/ídolos)? Não! O título correto é: ‘Ulhím = Esse (nome/título pois se o adotarmos como,’nome’, já estamos errando) real não confundia o rei com o ETERNO! Grifo meu. Seguindo os costumes do Oriente Médio antigo, ele designava o rei como o pai real da nação. ESSE MENINO SEMPRE SERIA O PAI REAL DA NAÇÃO; seu cuidado paternal pelos seus súditos jamais acabaria (40,9-11; 65,17-25; Mt 6,25-26; 11,27-30; 18,12-14; 23,9-12; Lc 23,34; Rm 8,15-17). PRÍNCIPE DA PAZ. O governo do menino seria tão eficiente que prenunciaria a paz (2,4; 11,6-9; Sl 72,7; Mq 5,5; Zc 9,10; Lc 2,14). Embora todos os filhos fiéis de Davi tenham se esforçado para alcançar esses ideais, o grande filho real dessa profecia não poderia ser outro senão o próprio YAHUSHÚA MASCHIYAH!

 

         Agora, sim, vamos a mais duas passagens e estudos: Na Bíblia Judaica Completa; e, estudos na Bíblia de Estudo: de Genebra. Edição Revista e Ampliada:

Escrito por anselmo.estevan às 15h59
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           Agora, vamos a outra passagem da Bíblia de Genebra Ed. R.C.: [COM ESTUDOS; E A VERSÃO DA BÍBLIA JUDAICA COMPLETA]:

 

           Yesha’yahu (Is) 8,8-10: Varrerá Y’hudah (Judá), inundando todas as coisas e seguindo adiante.

           Alcançará o pescoço, e com as asas abertas preencherá toda a extensão da terra. ‘Elohím (Deus/deus/deuses) está conosco! [Hebraico: ‘Immanu El] (Quando, entendo que o correto seria: ‘Immanu Ul – O ETERNO ESTÁ CONOSCO!). Grifo meu.

           Vocês podem fazer um alvoroço, povos, mas serão despedaçados. Ouçam você, nas terras distantes: armem-se, mas serão despedaçados; sim, armem-se, mas serão despedaçados; inventem um plano, mas ele resultará em nada; digam qualquer coisa que queiram, mas isso não acontecerá, porque (Deus está conosco [heb. ‘immanu El]).

 

           8,8: Ao pescoço: Diante da grandeza da invasão assíria em Yahudah (Judá) em 701 a.C., somente Yarushalayim (Jerusalém) sobreviveu (veja a nota sobre 1,7-9). A Assíria traria muita devastação, mas não a total aniquilação de Yahudah (Judá). Ó Emanuel. Veja a\ nota sobre 7,14 (cf. v. 10). O profeta clama com pesar pela nação que teria necessidade da presença de (Deus) [o correto seria o título Nobre: ETERNO!] Grifo meu. No meio da batalha.

           8,9-10 Povos: Síria (Arã) e Ysrael. (Deus é conosco. Ou Emanuel). Veja a nota sobre 7,14 (cf. v 8).

 

 

           Agora, sim, podemos ir para o Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento sobre o termo: Emanuel: (Pág.: 556-578).

 

           Deus, Deuses, Emanuel

 

           (théos), “Deus”; (theios), “divino”; (theiotes), “deidade”; (theotes), “divindade”, “deidade”.

 

           CL    AINDA NÃO FOI ESCLARECIDA A ETIMOLOGIA DA PALAVRA GR. (grega); A ÚNICA COISA QUE ESTÁ CERTA É QUE ORIGINALMENTE FOI UM TÍTULO!

           1. A religião gr. (grega) Era politeísta. Os deuses eram representados em forma antropomórfica como seres pessoais que exerciam uma influência sobre o mundo e a sorte dos homens, mas que, quanto a eles, dependiam de um destino superior. Como não eram deuses-criadores, não eram considerados externos ao universo e transcendentes. O cosmos incluía tanto os deuses como os homens. A influência dos deuses não era universal, pois era limitada pela natureza e atributos de cada um deles. Não eram justos no sentido do AT. Os deuses gr. (gregos) Tinham forma. Consequentemente, a declaração “Deus é espírito” (Jo 4,24) não pode ser aplicada a eles. De Ésquilo em diante, os vários deuses vieram a ser identificados cada vez mais. Sua convergência num só ser divino foi preparada pelos pensadores pré-socráticos e pelas idéias de tragédia clássica.

 

           Grifo meu: Essa explicação acima, me faz lembrar dessa passagem bíblica:

 

           Bíblia: Torah hebraica Peshita: (Bemidbar [No Deserto] Nm 33,52-56): LANÇAREIS FORA TODOS OS MORADORES DA TERRA DE DIANTE DE VÓS, E DESTRUIREIS TODAS AS SUAS PINTURAS; TAMBÉM DESTRUÍREIS TODAS AS SUAS IMAGENS DE FUNDIÇÃO, E DESTRUIREIS TODOS OS SEUS ALTOS; E TOMAREIS A TERRA EM POSSESSÃO, E NELA HABITAREIS; PORQUANTO VOS TENHO DADO ESTA TERRA, PARA POSSUÍ-LA. E POR SORTES HERDAREIS A TERRA, SEGUNDO AS VOSSAS FAMÍLIAS; AOS MUITOS MULTIPLICAREIS A HERANÇA, E AOS POUCOS DIMINUIREIS A HERANÇA; CONFORME A SORTE SAIR A ALGUÉM, ALI A POSSUIRÁ; SEGUNDO AS TRIBOS DE VOSSOS PAIS RECEBEREIS AS HERANÇAS. MAS SE NÃO LANÇARDES FORA OS MORADORES DA TERRA DE DIANTE DE VÓS, ENTÃO OS QUE DEIXARDES FICAR VOS SERÃO POR ESPINHOS NOS VOSSOS OLHOS, E POR AGUILHÕES NAS VOSSAS VIRILHAS, E APARTAR-VOS-ÃO NA TERRA EM QUE HABITARDES, E SERÁ QUE FAREI A VÓS COMO PENSEI FAZER-LHES A ELES!

 

[VEJAM ESSA PASSAGEM:
Atos dos Emissários Ma'asei Shaliachim (Atos) 14,12: E chamavam ZEUS [em português: DEUS] ('d' forte). [Em espanhol: DIOS] ('d' leve). [E em latim: THÉOS] ('t' forte). [TOTALMENTE DIFERENTE DO HEBRAICO: 'ELO(rr)HÍM(i).] a Bar Naba, e Hermes a Sha'ul; porque este era o que falava! (BÍBLIA TORAH HEBRAICA PESHITTA!).
REFLITAM MUITO EM DANI'EL (Dn) 8,12! E, EM SH'MOT (Êx) 23,21! {(...) O MEU 'NOME' ESTÁ NELE!!!!!!!} QUEDOSHÍM HÁ 'SHEM - SANTIDADE (O NOME) O YAHU!
POIS NÃO EU, MAS A LECHON ha KODESH - FALA EM VERDADE, EM VERDADE.... (E O TÍTULO: 'DEUS' NÃO É DE INSPIRAÇÃO DIVINA...!!! MAS, SIM, DE VONTADE HUMANA E DE TRADUÇÃO TAMBÉM HUMANAS........!!!!!!)].

Escrito por anselmo.estevan às 15h57
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.          2. O entendimento filosófico gr. (grego) de deus não era pessoal. Os filósofos procuravam a origem de todas as coisas, bem como o princípio que formava o mundo. No processo da racionalização e moralização, levado a efeito pela crítica e pela reflexão, ocorreu uma transformação importante do conceito gr. (grego) de deus. As formas divinas foram espiritualizadas e, finalmente, substituídas por conceitos gerais tais como “a razão mundial”, “o divino”, e o “ser”, que influenciaram e formaram o mundo, como poderes que lhe davam significado e ordem criadora. No sincretismo helenístico, as várias divindades gregas e estrangeiras foram assimiladas e até equiparadas como resultado do reconhecimento de que, por detrás dos vários nomes, ficavam as mesmas entidades. Este fato fica especialmente claro no culto de Ísis. Não infreqüentemente, estas tendências levavam à honra prestada a uma divindade como sendo a divina Totalidade. Este desenvolvimento atingiu seu auge no neoplatonismo, onde o divino é o Universal que não tem existência objetiva nem personalidade. É a própria existência, que se manifesta através de uma série de hipóteses e emanações no mundo, sendo que é o fundamento e força que está por trás de tudo quanto existe.

 

           AT. A religião do AT e do judaísmo é monoteísta e pessoal.

           1. No AT, as palavras ‘el, elôah, ‘elohîm, de raízes correlatas, são denominações de Deus. Juntamente com elas, e alternando-se com elas, há o nome pessoal individual (bem, aqui o dicionário aceita a letra “J” que é de acrescentação de outras línguas e não do hebraico! Por isso discordo totalmente – grifo meu). Javé (cf. G. Quell, théos, TDNT III, 79 e segs.). Os nomes rituais formados com ‘el geralmente SE VINCULAM COM OS SANTUÁRIOS LOCAIS! (AGORA, SIM, CONCORDO EM: GRAU, GÊNERO E NÚMERO! POIS TUDO O QUE CONTEM: ‘EL – É TAMBÉM UM: ÍDOLO!!!!! E O PROBLEMA É QUANDO ESSES TÍTULOS NÃO NOBRES VIRAM PRESSÁGIO DE NOME PRÓPRIO! A ISSO DAMOS O DOM DIVINO E ÚNICO AOS ÍDOLOS QUE NADA SÃO!!!!! REFLITAM EM: YESHA’YAHU (Is): 42,8! GRIFO MEU).

           ‘el é uma palavra que todas as línguas semíticas têm em comum. Ocorre como substantivo comum (o deus, deus), e também como nome próprio para um deus específico. (Aqui, tenho que colocar meu grifo de novo, quando o próprio filho cita o substantivo como nome para: Satanás (Adversário): 2Co 4,1-6! E, olha que, no hebraico, não existe a letra: Maiúscula, ou Minúscula como na nossa língua para representar ídolo de Criador eterno...!!!). Os textos de Ugarite no norte da Síria (século XIV a.C) claramente demonstram esse fato. Era também o caso dos cananitas no primeiro e no segundo milênio a.C.; e dos patriarcas, para os quais ‘el, claramente, não era o deus mais alto num panteão, mas, sim, o único Deus, a Quem honravam na base da Sua revelação. Ele aparece como ‘el ‘elyôn, o “Deus Altíssimo” [grifo meu – o correto seria: ‘ul ‘elyôn – Eterno Altíssimo – não dando louvor a ídolos!] (Gn 14,18-22), que foi bendito por Melquisedeque; ‘el ro’î, “Deus que vê” (novamente o correto seria: ‘ul ro’î “Eterno que vê – grifo meu (Gn 16,13); para simplificar, o termo que não concordo (‘el), vou mudar para: (‘ul), esse grifo é meu Pois só assim o termo que não aceito – Deus/deus/deuses – é traduzido para o termo: ETERNO!); ‘ul ‘ôlam “o ETERNO eterno” (Gn 21,33), chamado assim Abraão); ‘ul Beit-El “o ETERNO DE BETEL (Gn 31,13; 35,7, chamado assim por Ya’akov (Jacó); Betel significa, lit.: “casa de Deus”; veja esse termo como segue: ‘el ‘elohe yisra’el, “Deus , o Deus de Israel” (Gn 33,20); e ‘el sadday, “Deus Onipotente” (Gn 17,1; 28,3; 35,11; 48,25; Êx 6,3). Sobre estes títulos, ver  a Alt, “the God of the Fathers”, em Essays on Old Testamente History and Religion, 1966, 3-66, especialmente 8 e segs.). Deus é mais frequentemente referido como Saddai, o Onipotente, em Jó, onde se emprega juntamente com El, Elohím, Eloah e (Javé) (cf. E. Dhorme, Job, 1967, Ixv e segs.). O santuário de Siquém parece ter sido o primeiro santuário central das doze tribos reunidas (Js cap. 24).

           ‘elohím, embora sua forma seja plural, raras vezes se emprega assim (i.e., “os deuses”). Mesmo um único deus pagão pode ser designado com o plural ‘elohím (e.g. Jz 11,24; 1Rs 11,5; 2Rs 1,2). Em Israel, o plural é entendido como plural de plenitude; Deus é o Deus que realmente, no sentido mais pleno da palavra, é Deus.

           J. Schneider

 

           2. (Grifo meu: Como de uma ‘letra sagrada’: do TETRAGRAMA [YHVH – YÔD-HÊH-VAV-HÊH] DÁ PRIMEIRA LETRA QUE É “Y” E LÊ-SE: YÔD ou YUD, COMO PODE SER TRADUZIDA PARA A LETRA JOTA “J” QUE NÃO EXISTE NA LÍNGUA ORIGINAL HEBRAICA, NEM NA GREGA NEM NO LATIM!).

           A origem e o significado do nome divino Javé tem sido assunto de discussão considerável. Alguns estudiosos o derivam de uma forma primitiva, , que consideram como sendo uma interjeição associada com o culto à lua (cf. G. R. Driver, ZAW, 46, 1929, 24). Sugere-se que é derivada de Ya-huwa, com o significado de “Ó ele” (cf. M. Buber, Moses, 1946) 1958, 49-50; S. Mowinckel, The Name of the God of Moses”, Hebrew Union College Annual 32, 1961, 121-33). Tal conceito, porém, foi rejeitado pelo motivo de que considerar o nome como interjeição torna difícil esclarecer o conteúdo religioso que a fé sempre achava no nome e no valor revelatório que a ele se vincula (cf. E. Jacob, Theology of the Old Testament, 1964[3],48). É mais provável que o nome se vincule com a raiz hwy ou hwh, que significa “ser” (cf. R. de Vaux, “The Revelation of the Divine Name YHWH”, em J. I. Durham e J. R. Porter, eds., Proclamation and Presence: Old Testamente Essays in Honour of Gwynne Henton Davies, 1970, 59 e seg.; E. Jacob, op. cit., 50-51; J. P. Hyatt, Exodus, 1971, 79; T.C. Vriezen, “Ehje ‘aser ‘’ehje”, em W. Baumgartner et. al., Festschrift Asfred Bertholet, 1950, 498-512).

         Tem havido debate considerável quanto à tradução e ao sentido das palavras ‘ehyeh ‘sher ‘ehyeh. Este se reflete parcialmente nas traduções alternativas na margem de RSV: “SOU AQUILO QUE SOU” e “SEREI O QUE SEREI. J. P. Hyatt fez uma

Escrito por anselmo.estevan às 15h56
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lista de cinco linhas seguidas na interpretação (op. cit. 75 e segs.). (i) Que a resposta é deliberadamente evasiva, porque é da natureza de Deus (eu prefiro o termo: ETERNO – grifo meu) permanecer oculto, ou porque conhecer o nome do (ETERNO) – grifo meu poderia dar ao homem PODER SOBRE ELE! Há, contra isto, o fato de que o nome é revelado à Mosheh (Moisés) no v. 15. (ii) (Deus) o (ETERNO) é Aquele que existe eternamente. (iii) “Eu Sou porque sou”. Esta tradução sugere que não há causa para a existência de (Deus) [do ETERNO] – GRIFO MEU fora dEle mesmo. (iv) “Serei o que serei”, ou: “Serei o que serei”, ou: “Serei o que pretendo ser”. (v) “Sou Aquele que é”. Ele é o único (Deus) [prefiro: Ele é o único ETERNO] que tem existência real. Para a discussão da sintaxe que diz respeito a esta tradução, ver E. Schild, Vetus Testamentum 4, 1954, 296-302; J. Lindblom, Annuas of the Swedish Theological Institute, III 1964, 4-15; B. Albrektson “On the Syntax of ‘hyh ‘shr ‘hyh in Exodus 3,14,” em P. Ackroyd, e B. Lindars, e B. Lindars, eds., Wards and Meanings: Essays Presented to David Winton Thomas, 1968, 15-18.

           R. de Vaux sustenta que a melhor interpretação da fórmula é: “SOU AQUELE QUE EXISTE” (op. cit,, 71). Javé é o Deus a Quem Israel deve reconhecer como Aquele que realmente existe. {aí está um problema muito grande de tradução humana! Por que? Porque dão Kevod [Glória] à ídolos!!!! Como? Simplesmente pelos títulos que não são Nobres mas sim de tradução errônea! Grifo meu! Reflitam em: Revelação [Ap] 22,18-19; Dt 4,2; 12,32; Êx 32,33. Pois É A PRÓPRIA ESCRITURA PELA BOCA DO ETERNO QUE O DIZ...!!!! E NÃO EM TRADUÇÃO HUMANA QUE INTERPRETA ALGO SENDO COMO O É....????!!!!! GRIFO MEU. (YESHA’YAHU [Is] 42,8!)}. Não se apresenta este fato como parte de uma metafísica da existência (cf. Thomas Aquinas, Summa Theologiae I, Q. 2 art, 3). No contexto do Êxodo, a revelação do nome divino é uma proclamação a Israel dAquele com Quem têm de tratar. Deus está conclamando Seu povo para sair do Egito (prefiro o título: ETERNO), e promete estar com Mosheh (Moisés) com aquele propósito (Êx 3,10 e segs.; 4,12; 15,22 e segs.; 6,2-3; cf. J. A. Motyer, The Revelation of the Divine Name, 1959). A proclamação do Decálogo começa com as palavras: “Eu sou (Javé)”  [Nunca o ETERNO FALOU ISTO! Por que? Porque Ele falou: EU SOU – YHVH – só o “J” é de acrescentação gentil! De outros povos! Desculpem, não quero estar contra o Dicionário Internacional de Teologia.... Mas o Grifo é meu! E, não posso escrever sem ter minha opinião... respeitando os direitos autorais....!!!]. (Êx 20,2; cf. Dt 6,5). O primeiro mandamento requer adoração e serviço exclusivos (Êx 20,3, cf. 5). [AGORA SIM CONCORDO! E POR ISSO MESMO SOU CONTRA AS TRADUÇÕES DE TÍTULOS E NOMES QUE NÃO O SÃO NADA PARA O ETERNO E SÃO DADOS ÀS VEZES COMO NOMES PRÓPRIOS – INDO CONTRA O TEXTO DE: SH’MOT {‘NOMES’} (Êx): 20,3. cf. 5!] – grifo meu! Quando Mosheh (Moisés) buscou a presença do (ETERNO), não lhe era permitido ver a face do (ETERNO), mas, mesmo assim, recebeu a resposta: “Farei passar toda a minha bondade diante de ti, e te proclamarei o nome de Javé; [grifo meu: Farei passar toda a minha bondade diante de ti, e te proclamarei o Nome de YHVH – YAHU]; terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem eu me compadecer” (Êx 33,19). O (ETERNO) Que assim Se revela a Mosheh (Moisés) e a Ysrael (Israel) Se distingue das divindades do Egito e de Canaã, com seus ritos de fertilidade vinculados ao ciclo da natureza. Ele permanece sendo um mistério, mas, mesmo assim, está graciosamente ativo na história do Seu povo. (Exatamente por isso, que me recuso a usar o título: ‘Deus’, pois, havia muitos Deuses e esse título não é único, mas coletivo como o termo em hebraico: ‘elohím = deuses!!!! Grifo meu).

           É possível que o nome Javé existisse fora de Israel antes de Moisés, mas não há prova conclusiva (para uma revista de evidência, ver R. De Vaux, op. cit., 49-56; E. Jacob, op. cit., 48 e seg.). Mesmo assim, não parece que Êx 3 está dando um nome novo pela primeira vez, mas, sim, a explicação de um nome já conhecido, que agora passa a ser identificado como o Deus (prefiro – ETERNO) Salvador de Israel. Embora Israel não elaborasse uma doutrina metafísica do tempo, a ideia do ETERNO como “Aquele que É” tem como paralelos numerosas outras declarações acerca do ETERNO no AT (Sl 90,1; 102, 27-28; Hc 1,2; Êx 30,8; Is 41,4; 48,12). O pensamento acerca do tempo, porém, também se vincula com o da presença perpétua de Javé (Não, não mesmo, mas sim YHVH – que não contém a letra jota, mas, com as vogais dos sinais masoréticos, teríamos – Yahu! Grifo meu!) [Gn 20,28; Js 3,7; Jz 6,12; Is 49,6.26; cf. Jacob, op. cit, 52].

           Vejam que o texto a seguir da ao ETERNO o Nome = SENHOR! Isso não é verdade! Pois seu povo que não pronunciava seu Nome....Acrescentaram-lhe as vogais de Adonay e lê-se: Senhor ou SENHOR! Mas como nome próprio é blasfemo! Pois esse é um título de vontade humana que mudou as consoantes YHVH para ler-se como: Senhor! Para não pronunciar a vocalização original.....!!!! Grifo meu!

         - o nome heb. YHWH seba’ôt, “SENHOR dos Exércitos”, ocorre de 279 vezes. Está ausente do Pentateuco, Y’hoshua (Josué) e Shof’tim (Juízes), mas é frequente (Especialmente em Yesha’yahu (Is) caps. 1 – 39 [54 vezes]; Yirmeyahu [Jeremias] (77 vezes); e Z’kharyah [Zacarias] caps. 1 – 8 [44 vezes]). Os respectivos exércitos têm sido interpretados de várias maneiras: como os exércitos terrestres de Israel, os exércitos das estrelas, e os exércitos celestiais de espíritos e anjos. E, Jacob relaciona o título com a arca da aliança acompanhada pelos exércitos de Israel na batalha (1Sm 17,45; 2Sm 6,2.18; 7,2.8.26-27; 1Cr 17,7; cf. cit., 55). Nota que este título se acha mais frequentemente entre os profetas para os quais (Javé) (prefiro: YAHU) era sobretudo um (Deus) (Prefiro: ETERNO) guerreiro. Não se trata simplesmente de um caso de os profetas transferirem as hostes do plano terrestre para o celestial. O termo se refere à totalidade das forças sobre as quais [Yahu] domina. É possível, porém, que o termo tivesse implicações polêmicas (Javé), dirigidas contra o culto prestado às estrelas e aos espíritos, declarando, ao emprega-lo, que [Yahu] também controlava a estes. Na LXX, o termo se traduz por Kyrios pantokrator, Senhor Onipotente (prefiro, ao invés do termo

Escrito por anselmo.estevan às 15h56
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substantivo comum – “Senhor”, para o TETRAGRAMA – QUE NÃO É SENHOR – YHVH – PARA O NOME PRÓPRIO – ‘YAHU’. GRIFO MEU) ficando: Yahu Onipotente (2Sm [2Rs] 5,10; 7,8.25 e segs.; cf. Jr 3,19; Os 12,6; Am 3,18; ; 4,13; 5,14; Sf 2,10; [2Mc8,18; 3Mc 6,2] – {O que é isso??? Livros Apócrifos?! Não Revelados ou Inspirados, acrescentados por vontade humana somente!!! A sim! A LXX! Isso é um problema que entrou na Palavra do ETERNO TRAZENDO TANTOS PROBLEMAS.... Grifo meu}; Arndt, 613-614) e basileus ton dynameon, “rei de poderes” (Sl 67,13 LXX). O termo pantokrator é retomado por 2Co 6,18; Ap 1,8; 4,8; 11,17; 15,3; 16,7.14; 19,15; 21,22. A transcrição gr. sabaoth (que ocorre cerca de 65 vezes na LXX e noutras versões) emprega-se duas vezes no NT (Rm 9,29 – Is 1,9; Tg 5,4; cf. Arndt, 746).

           O nome Javé se combinava com vários verbos hebreus para formar nomes próprios: e.g. Jeoaquim (“Javé estabelece”, de Javé e Kûn) [vamos ver como se escreve “Jeoaquim” na língua hebraica: Y’hoyakim – o que tem em haver com: Javé? Grifo meu]. Jonatã (“Javé dá”, de Javé e nathan), e Josué (“Javé é salvação”, de Javé e sûa ou yesûa). Vamos ver no hebraico como fica o nome Josué que não tem o “J”: Y’hoshua – nada haver com a letra “jota” – grifo meu! Este último é o nome mais antigo que contém “Javé” (Koehler-baumgartner, 370). M. H. Segal vê na existência antiga evidência de que o nome Javé era conhecido antes da revelação a Moisés (The Pentateuch, 1967, 4). “JOSUÉ” É A FORMA HEBRAICA QUE SUBJAZ O NOME JESUS.

           A forma Jeová surgiu de um malentendimento que, por sua vez, teve sua origem na relutância dos Yahudim (Judeus) piedosos quanto a pronunciarem o nome divino (c. de 300 a.C.). Para SUBSTITUÍ-LO, diziam a palavra ‘adonay, “meu Senhor”. No TM o nome divino se escrevia com consoantes de YHWH e as vogais de ‘adonay, como lembrança de que esta última palavra devia ser pronunciada ao se ler este Nome. O nome divino, desta forma, parece ser yehowah no TM. A LXX, reflete a relutância dos Yahudim (Judeus) de pronunciarem o nome divino, E O SUBSTITUI PELA PALAVRA KYRIOS, - SENHOR, RSV e ARA, ENTRE OUTRAS VERSÕES, TAMBÉM REFLETEM ESTA PRÁTICA AO COLOCAR A PALAVRA SENHOR EM MAIÚSCULA SEMPRE QUE YHWH CONSTA DO TEXTO! [Agora, sim, concordo com o texto...!!! E acrescento, eu; “onde fala nas Escrituras Sagradas que o homem deveria fazer essas mudanças?????”Onde fala que o ETERNO CRIADOR assim queria que fosse a sua PALAVRA????”ONDE?”Como?”Porque?” Desses erros outros vieram e estão aí .... “Pois o que diz o texto bíblico”: ‘Muitos viram em meu Nome e se possível enganaram até os escolhidos......’ Reflitam em Dani’el 8,12]! O latim, da mesma forma, coloca a palavra Dominus, “SENHOR”, para YHWH. [Mas, porque temos que tirar as consoantes sagradas das Bíblias? Se na Escritura Sagrada existe o TETRAGRAMA! E SENHOR – NADA SIGNIFICA COMO NOME, NÃO POR ISSO, SOMENTE: Rm 2,24; Ez 16,27; 36,20-23 etc. Quer dizer que seu povo erra e nós temos que ficar errando junto???? Não mesmo!!!! Pois a palavra fala para nada acrescentar ou diminuir de suas palavras do ETERNO!!!!! Ou será que o ETERNO FALA QUE SEJE FEITA A VONTADE DO HOMEM EM 1º LUGAR E DEPOIS A DO CRIADOR???? CLARO QUE NÃO!!!! O TETRAGRAMA TERIA QUE FICAR! PORQUE NÃO FICA SE É SANTO E SAGRADO! QUEM PODE RESPONDER?]. GRIFO MEU. A forma Jeová, portanto é uma MALFORMAÇÃO, oferecendo aquilo que é virtualmente uma transliteração de uma palavra que se acha no texto do AT hebraico, mas que nunca existiu na realidade como palavra. Ficou sendo corrente no século XVI, e é atestado no Latim de P. Galatinus na forma Iehoua (De Arcanis Cath. Veritatis, 1516, II, 1-2, x1viii). Em 1530, Tyndale empregou Iehoua  na sua tradução de Êx 6,3 (Wycliffe tinha Adonay). Subseqüentemente, Jeová ficou sendo a ortografia padronizada. Ver, também, Senhor, art, Kyrios AT 2.

C. Brown.

 

           3. A LXX é caracterizada pela helenização do monoteísmo isrelita-judaico, e pela redução das designações de Deus. Assim, as palavras hebraicas: ‘el, ‘eloloah e ‘elohîm se traduzem, como regra geral, por théos. (Zeus – ídolo/deus/Deus grego - grifo meu) “Deus”, e, em casos excepcionais, por kyrios, “Senhor”, ou outras expressões. À parte de theos e kyrios, ‘el se traduz, cerca de 20 vezes, por ischyros, “Onipotente”, “Soberano”, “Potentado” (Sir. 46,5.6). [Só pode ser de livro apócrifo mesmo, grifo meu]. O nome Javé ou jah, que principalmente se traduz por kyrios, é substituído por theos apenas cerca de 330 vezes. (G. Quell, TDNT II 79). [Agora, sim, o meu grifo cai muito bem: “Pois por isso mesmo sou CONTRA OS TERMOS ACRESCENTADOS COMO: JAH, IAVÉ, JAVÉ – POR REPRESENTAR – ‘SENHOR’ COMO NOME PRÓPRIO! E ISSO É O QUE O PRÓPRIO ETERNO DIZ QUE SEU NOME É BLASFEMADO NAS BÍBLIAS..... POR COMPARAR SEU NOME – QUE FOI ACRESCENTAÇÃO HUMANA COM O SUBSTANTIVO QUE VIROU NOME – SENHOR!”].

 

         4. O AT não contém qualquer definição totalmente abrangente do conceito de Deus. Faz, do outro lado, uma série extensiva de declarações que testificam à existência de Deus, (prefiro o título ETERNO), tendo sua base na revelação divina. Não há, tampouco, qualquer teogonia no AT, que não vai além da declaração de que o ETERNO existe. Ele é o primeiro e o último (Is 41,4; 44,6; 48,12), o eterno, o onipotente, e Aquele que vive (Sl 36,10), o Criador do céu e da terra (Gn 1,1; 2,4; etc.); é o “Senhor” (Yahu) – Senhor mas com Nome, grifo meu, que, embora guie os destinos das nações, fez de Israel um povo para Sua possessão particular (Êx 19,5-6). Israel, portanto, fica sob Sua proteção especial. (YHVH que traduzido é: YAHU, e não Javé [porque: o Yôd – que é a letra “Y” – não pode ser a letra: “J”. O Hê – que é a letra “H” onde entra em Javé? O Vav – que é a letra “V” – mas com os sinais masoréticos lê-se também como sendo a vogal “U”. Onde entra na palavra nome: Javé? O correto é Yah! Ou o Nome completo: “Yahuh” – Pois Yah significa seu Nome! Hu – significa “Ele”. Ya/hu/shua – Yah hu –

Escrito por anselmo.estevan às 15h55
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Ele aquele acima – Shua – Salva!!!!! E, Javé – leva única e exclusivamente à senhor – senhor leva a um nome de um ídolo – Baal! E o Nome SENHOR – não pode salvar nada! Porque deriva a ídolos e é de acrescentação humana e não como a profecia de Atos 4,12! Grifo meu!]). YHVH não somente lidera e guia Ysrael, dando-lhe as Suas promessas; além disto, impõe Seus julgamentos quando esta nação segue o próprio caminho dela. O ETERNO é o ETERNO que comanda e exige, que faz conhecida a Sua vontade e exige a obediência. A história de Ysrael é a história do ETERNO com este povo. Desta forma, a crença em o ETERNO da parte de Ysrael se fundamenta numa teologia da história.

           Expressa um conceito do ETERNO como sendo pessoal, de que o ETERNO é capas de todas as emoções que uma pessoa pode ter: amor, ira, arrependimento e outras emoções. (Bem, eu discordaria um pouco dessas afirmações, pois a palavra fala que o ETERNO NÃO É “HOMEM PARA QUE MINTA” OU SEJA ELE NÃO É MATÉRIA MAS ESPÍRITO! E, ARREPENDIMENTO, MEDO, ETC...TEMOS ESSES SENTIMENTOS PELA QUEDA DO ADVERSÁRIO.....!!!! E, SE FOMOS CRIADOS CONFORME SUA IMAGEM E SEMELHANÇA É QUE PODEMOS CONVERSAR COM ELE AGIRMOS EM PENSAMENTOS, DIFERENTE DAS OUTRAS CRIATURAS OS ANIMAIS.....!!! GRIFO MEU). Mesmo assim, ainda que se Lhe possa atribuir todas as características humanas, não Se pode comparar com qualquer ser humano (Os 11,9). O ETERNO transcendente que habita na luz, onde ninguém pode se aproximar, está exaltado acima do tempo e do espaço, e, portanto, é único na Sua divindade, e não deve ser retratado nem fixado num lugar (é mas o “Homem” pode lhe dar títulos e lhe acrescentar nomes de que Ele não falou...?????!!!!! Aí pode!? Grifo meu) [cf. Êx 20,4]. Eu acrescento, também: Êx 20,1-17 – grifo meu. Ele é o rei eterno (Is 52,7) que rege sobre todos os reinos do mundo (Is 37,16).

           O aspecto mais fundamental da existência do ETERNO se expressa na palavra “Qadôsh” (“Santo”). No AT este é o atributo característico do ETERNO. Ele é o Qadôsh (Is 40,25; Hc 3,3; Os 11,9). Mesmo assim, o ETERNO transcendente e Qadôsh sai da Sua situação oculta mediante Sua palavra e Seus atos de revelação, e repetidas vezes Se comunica com Seu povo nas Suas demonstrações de poder e de Kevod (Glória).

           O ETERNO QADÔSH é justo em tudo quanto faz (cf. Sl 7,11). Ele é o que condena a injustiça e diante de Quem o homem é responsável. O AT, porém também testifica à Sua Hessed (Graça) e misericórdia (e.g. Êx 34,6; Sl 103,8). Conforme o piedoso (Jó 15,11), abençoa-o e ajuda-o na sua necessidade (Sl 45,7; 90,1; 94,22). Através do relacionamento pessoal entre o ETERNO e Seu povo, cria-se um relacionamento eu-Tu entre O ETERNO e o crente individual que pode voltar-se para Ele em oração, em todas as suas necessidades.

           No AT, o ETERNO também é chamado: Pai; Ele é o Pai do povo de Ysrael (Êx 4,22-23; Dt 32,6; Is 63,16; Jr 31,9; Os 11,1). Mesmo assim, o pleno conhecimento da Hessed (Graça) e do amor do ETERNO que abrangem o mundo inteiro não se atinge a não ser mediante a revelação da nova aliança. Apesar disto, o AT testifica o fato de que o ETERNO perdoa transgressões e os pecados (Êx 34,6-7). Na Hessed (graça) sempiterna, tem misericórdia do Seu povo (Is 54,8), e, em particular, toma a defesa dos pobres e necessitados, das viúvas e dos órfãos (Is 49,13; Sl 146,9). Mesmo no AT, portanto, O ETERNO não é apenas um inimigo temido do homem na sua falta de santidade; Ele possibilita ao homem, fora disto, confiar e amar, porque Ele mesmo ama Seu povo escolhido.

           5. O judaísmo confessava ao ‘elohím (Deus) único, com lealdade inabalável, e lutava apaixonadamente contra o politeísmo pagão. Apesar disto, via o (ETERNO)  - grifo meu. Pois o correto seria (‘elohím) que traduziram para: Deus! E a palavra (‘elohím significa – ‘deuses’; então prefiro o título ‘ETERNO’) GRIFO MEU. Voltando ao texto: via o ETERNO único operando mediante uma multidão de seres meditoriais e angelicais. Nos escritos apocalípticos, foram adotados conceitos dualistas. Foi isto, segundo o argumento de E. Stauffer, que deu à convicção monoteísta fundamental do AT o caráter de um “monoteísta dinâmico” (TDNT III 96).

           Os rabinos davam muita importância ao evitar o nome do YHVH; no seu lugar, colocavam um sistema inteiro de termos substitutos: e.g. – Céu (há-samayim ou samayim), e Senhor (adonay) e, mais tarde, o Nome (há-sem) (cf. K. G. Duhn, TDNT III 92 e segs.). Além disto, havia termos abstratos tais como Glória, Poder e a Habitação (de Deus). [Concordo com tudo isso! Mas, pergunto: “ONDE fala na Bíblia ou melhor, na ESCRITURA SAGRADA – PARA QUE O ‘HOMEM’ FIZESSE TUDO ISSO PARA ESCONDER SEU NOME? (YHVH), E, PORQUE AS PASSAGENS DA BLASFÊMIA DO SEU NOME? SE ELE É ESCONDIDO PELOS HOMENS.....!!!!!” GRIFO MEU].

 

           6. Os essênios da comunidade de Cunrã adotaram um dualismo cosmológico que provavelmente foi influenciado pelo zoroastrismo: e.g. Deus e Belial, Luz e Trevas, Espírito da verdade e o Espírito da falsidade. Há, em correspondência com isto, a oposição antropológica entre a carne e o espírito, os piedosos e os ímpios, os filhos da luz e os filhos das trevas. Apesar disto, o dualismo dos dois espíritos que dominam o mundo se subordina à ideia vetero-testamentária  e judaica do (ETERNO) como Criador de todas as coisas. Ele, pois, criou os espíritos da luz e das trevas que constituem a base da Sua atuação (QS 3,25; cf. 3,19-26).

           Os textos de Cunrã citam uma série de designações do ETERNO não somente é o Criador do mundo e dos homens, como também, de modo especial, o “ETERNO DE YSRAEL” (1QM 1,9-10; 14,4; 18,6), [Obs.: o texto, trás: “Deus”! Eu, prefiro o título: “ETERNO” – grifo meu!], o “Pai dos filhos da verdade” (1QH 9,35). Sua majestade e glória se expressam pelo fato de Ele ser chamado o “Príncipe dos deuses”, o “Rei das majestades”, o “Soberano de todas as criaturas” (1QH 10,8), o “Altíssimo” ou o “Mais Sublime de todos” (1QS 4,22; 1Qgen Ap 2,4; 20,12), o “Deus dos deuses” (1QM 14,16), o “Rei dos reis” (ibid), o “Soberano sobre todos os reis da terra” (1QGn, Ap 20,13). Ele é o “Deus do conhecimento” (1QS 3,15; 1QH 1,26). Cheio de segredos profundos e insondáveis (1QS 11,5; 1QH 10,3; 12,13), que esconde toda a sabedoria dentro de Si mesmo (1QH 12,10), sendo, assim, o alicerce do conhecimento (1QS 10,12). O Deus eterno (1QH 13,13) é sábio (1QH 11,17.18; 14,15), todos os Seus atos são justos (1QH 13,19), o Verdadeiro (1QM 19,1), mas também o Deus que está cheio da graça, favor , bondade e misericórdia (1QH 4,32.37; 7,30-31; 9,34; 10,14.16; 11,29), que perdoa os pecados, e, pela Sua justiça, limpa os homens da sua culpa e dos “temores da falsidade” (1QH 4,37; cf. 1QS 11,14; 1QHFr 2,13). Ele é a fonte dos julgamentos (1QS 10,18) e dos atos da graça (1QS 10,16) achados há história e na vida dos indivíduos.

           [QUANTOS DOCUMENTOS ANTIGOS, COM TÍTULOS E COISA E TAL..., E O PRINCIPAL AS LETRAS SAGRADAS QUE REVELA SEU ÚNICO E EXCLUSIVO E SANTÍSSIMO ‘NOME PRÓPRIO’ É ESCONDIDO E SUBSTITUÍDO POR UM TÍTULO E MAIS TÍTULOS.......É CONTRA ISSO QUE BRIGO E LEVANTO A VERDADE PARA QUEM A QUER VER E ENXERGAR.....!!!!! GRIFO MEU! (YHVH)!].

           Tudo isto é experimentado pelos piedosos que pertencem aos filhos da luz. Mediante a graça e bondade do ETERNO, recebem a justificação e a expiação (1QS 11,13-14), Acima de tudo, porém receberam, mediante a revelação e a instrução, os mistérios do ETERNO e os Seus atos poderosos que, doutra forma, são escondidos dos homens (1QS 3,15; 11,11; 1QH 18,22). Nada acontece fora da vontade dEle (1QS 3,15; 11,17.19; 1QH 1,20; 10,9), pois toda a autoridade está dentro do poder dEle.

           Esta verdade é especialmente verdadeira para a vida pessoal do indivíduo. O poeta piedoso reconhece: “Não lançaste a minha sorte na congregação da vaidade, nem colocaste a minha porção no concílio dos astutos” (1QH 7,34). “Tu me conheceste desde [o tempo de] meu pai [e me escolheste] desde o ventre” (1QH 9,30). A mão dEle o guia a todo tempo, e a justa repreensão da parte dEle acompanha toda a sua perversidade (1QH 9,32-33). Pode falar somente porque Deus lhe abre a boca (1QH 11,33). Todo o seu pensar e planejar é determinado por Deus (1QH 10,5-6).

           As declarações escatológicas de Cunrã também se caracterizam fortemente pelo determinismo. Deus criou os justos para a salvação eterna e a paz infinda, mas os “perversos” para o tempo da Sua ira (1QH 14,15 e segs.), desde o ventre da sua mãe eram “dedicados ao Dia do Massacre” (ibid., 15,17). A “sorte” de Belial trará a condenação à destruição eterna (1QM 1,5); todos os “homens de mentiras” serão destruídos (1QH 4,20).

         A influência dos textos de Cunrã sobre o NT tem sido grandemente superestimada. No caso da doutrina de Deus, pelo menos, não se pode achar qualquer conexão real. O cristianismo primitivo está muito mais independente na expressão do seu pensamento teológico do que frequentemente se aceita. (Tal fato permanece

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verdadeiro mesmo quando conceitos judaicos apocalípticos e gnósticos foram aludidos como modo de transmitir a teologia e pregação cristãs).

 

           7. O conceito que Filo tinha de Deus foi afetado pela sua tentativa de ligar a ideia vetero-testamentária com a ideia platônica-estóica de Deus. Quando fala do Deus de Israel, distingue entre ho theos e ho kyrios é o Deus bondoso, o Criador, ho Kyrios é o soberano Senhor do mundo. Ao omitir o artigo definido e falar de theos, indica o “segundo Deus”, e o Verbo. Além disto, Filo também faz uso extensivo do conceito filosófico de to theion, “o divino”. Para Filo, Deus é plenamente transcendental, bem como o poder ativo em tudo. Produz, a partir de Si mesmo, as idéias originais e típicas, e delas forma o mundo visível. O Verbo é Seu mediador para a criação e revelação (Ver mais H. A. Wolfson, Religious Philosphy, 1961; e Philo: Foundations of Religious Philosophy in Judaism, Christianity and Islam, I-II, 1962[3].)

 

           NT. O NT descansa firmemente sobre o alicerce do AT, quando fala acerca do ETERNO, embora as suas ênfases sejam novas. Ele é o ETERNO que está perto, o Pai do YahuShúa Maschiyah (Grifo meu) que justifica livremente pela Sua graça (cf. o conceito Paulino da justiça do [ETERNO – YAHU] – grifo meu). Sua situação na eleição rompe todas as reivindicações de exclusividade. Mesmo assim o ETERNO que Se revela aqui é o mesmo do AT, e cujo plano de salvação, ali prometido, aqui chega ao seu cumprimento.

           1. O Deus único (a) theos é a designação mais frequente de Deus no NT. A crença no Deus uno, único e sem igual (Mt 23,9; Rm 3,30; 1Co 8,4.6; Gl 3,20; 1Tm 2,5; Tg 2,29) é uma parte estabelecida da tradição cristã. O próprio (YahuShúa) tornou Sua a confissão fundamental do judaísmo, e a expressamente citou o Shema (Dt 6,4-5; Mc 12,29-30; cf. Mt 22,37; Lc 10,27). [É exatamente isso! “Deus” deriva do termo ‘theos’ que é um deus um ídolo grego um Deus...!!!! E, porque dar glória do ETERNO à ídolos??? Por tradições humanas....!!!! A isso Ele mesmo se refere e por isso seu nome não é pronunciado! Pois revelaria a confusão do CRIADOR com A CRIATURA VEJA EM ISAÍAS 42,8! CONFUSÃO QUE NÃO É SUA! MAS, SIM, DA CRIATURA!!!!! GRIFO MEU]. Ficou sendo, assim, garantida a continuidade entre a antiga e a nova aliança. Isto porque o ETERNO a quem os cristãos adoram é o ETERNO dos pais (At 3,13; 5,30; 22,14), O ETERNO DE ABRAÃO, de Isaque e de Jacó (os nomes corretos são: “Avraham”; “Yitz’chak”; “Ya’akov” o os nomes deveriam permanecer como o são...!!! Grifo meu) (At 3,13; 7,32; cf. Mt 22,32; Mc 12,26; Lc 20,37), o ETERNO de Ysrael (Mt 15,31; Lc 1,68; At 13,17; cf. 2Co 6,16; Hb 11,16), e o ETERNO de (YahuShúa [CHRISTÓS] o MASCHIYAH – O MESSIAS) (2Co 1,3; Ef 1,3; 1Pe 1,3). Assim como O ETERNO certa vez fizera de Ysrael o povo dEle, assim, agora, escolheu aqueles que crêem, como raça eleita e povo santo para Sua possessão (At 15,14; 20,28; 1Pe 2,9; Hb 11,25). A – fé (EMUNAH) se dedica a Ele (Rm 4,3; Gl 3,6; ; Tt 3,8; Tg 2,23; Hb 6,1; 1Pe 1,21), é nEle que se deposita a – esperança (At 24,15; Rm 4,18; 2Co 3,4; 1Pe 3,5), e é a Ele que se dirige a – oração. A comunidade de [YahuShúa] – grifo meu (o Nome do Filho), não pode ter, fazendo companhia a Ele, quaisquer deuses falsos, seja Mamom (Mt 6,24), o “ventre” (Fp 3,19) ou os poderes cósmicos (Gl 4,8 e segs.). Deve servir a Ele somente, fazer Sua vontade e permanece fiel a Ele. [Mas confundir um título que vem de um deus/deuses dos gregos que leva o nome theos/Zeus – que na nossa língua é: Deus! Isso pode???? Grifo meu!].

           (b) A confissão do ETERNO único aparece em Ef 4,6 numa forma expandida (“um só [ETERNO] e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos”), que glorifica, sem dúvida com influência jud.-hel, a onipresença do domínio do ETERNO. Fórmulas semelhantes, que se referem, ora ao ETERNO, ora ao Maschiyah, ocorrem em Rm 11,36 e 1Co 8,6. (Ver mais em J. N. D. Kelly, Early Christian Creeds, 1972[3], 1-29; O. Cullmann, The Earliest Christian Confessions, 1949; V.H. Neufeld, The Erliest Christian Confessions , 1963; E . Stauffer, New Testament Theology, 1955, 244 e segs.)

           (c) O ETERNO único é o ETERNO vivo e único verdadeiro (Rm 3,30; Gl 3,20; 1Ts 1,9; 1Tm 1,17; 2,5; Jd 25; cf. Jo 17,3). Ele é o ETERNO que os pagãos não conheciam (1Ts 4,5). É verdade que Paulo leva em conta a existência de deuses (‘elohím) “assim-chamados”, que têm autoridade como poderes demoníacos sobre os pagãos; para os cristãos, porém, existe tão-somente o ETERNO único (1Co 8,5-6). Ainda que a honra e o poder dos deuses não pertençam à stoicheia (Lei, artigo stoicheia) que os gálatas adoravam antes, mesmo assim, podem continuar a se intrometer de modo divisivo entre a jovem congregação e seu ETERNO (Gl 4,8-9).

           Este ETERNO é único “nosso ETERNO” (At 2,39; 2Pe 1,1; Ap 4,11; 7,12; 19,5). O crente individual, sobretudo Paulo, pode falar dEle de modo bem pessoal como seu ETERNO (Rm 1,8; 1Co 1,4; 2Co 12,21; Fp 1,3; 4,19; Fm 4). A crença no ETERNO acarreta o retirar-se de todos os caminhos pagãos. Destarte, na pregação cristã, o testemunho AO ETERNO se vincula com a luta contra adoração de deuses falsos (At 14,15; 17,24-25; 19,26). [Ok. Mas o próprio autor do livro, no começo, fala de que o termo título: “Deus”, ainda não sabem com certeza sua origem...??? E, representa sim um deus ídolo falso um deus grego!!!! E usar esse título para o Criador é sim entrar nesses versículos acima.....!!!! Blasfemar seu Nome! Grifo meu].

         (d) As Epístolas e, especialmente, Atos, dão um quadro parcial dos excessos do mundo do NT e da sua expressão local. Paulo, segundo Atos, ficou dolorosamente impressionado em Atenas pelas muitas figuras de deuses e sacrários que via enquanto atravessava a cidade (At 17,16.23). Fica claro, no relato impressionante em At 19,23-41, até que ponto o culto a Ártemis dominava a vida religiosa de Éfeso. (Quanto ao fundo histórico disto, ver E. Haenchen, The Acts of the Apostles, 1971. 571 e segs.) Na ocasião em epígrafe, a situação chegou ao ponto culminante num entrevem violento com os artífices de prata, que derivavam muito lucro da fabricação de pequenos modelos do

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templo de Ártemis, e que achavam que a sua existência econômica era ameaçada pela pregação de Paulo. 1Co 8,1-7 indica a significância de refeições no culto pagão em Corinto. A magia desempenhava um papel importante nos tempos hel.; em Atos, menciona-se em 8,9 (Samaria), 13,6 (Chipre) e 19,13 (Éfeso). Em Éfeso, como resultado do testemunho poderoso dado à mensagem cristã da salvação, os livros de magia eram queimados em público (At 19,19). (Ver mais abaixo, seção 9.)

           A conversão ao ETERNO vivo e verdadeiro foi a experiência daqueles que, mediante a outorga da graça, se tornaram crentes verdadeiros; foram, pois, libertos da escravidão a deuses falsos (1Tm 1,9). Para muitos cristãos, no entanto, o poder fascinante dos cultos pagãos não tinha perdido, de todo a sua eficiência. É por isso que Paulo explicou aos coríntios: “Eu não quero que vos torneis associados aos demônios” (1Co 10,20), pois os pagãos ofereciam os seus sacrifícios a seres demoníacos e não ao ETERNO [pois, se colocar o título deus/Deus/’elohím – a armadilha está formada! Pois o ídolo/deus dos gregos levava o nome de: ZEUS – que virou: THEOS – QUE NA NOSSA LÍNGUA VIROU: “DEUS” UM TÍTULO PAGÃO DE UM ÍDOLO GREGO...!!! GRIFO MEU]. (Ver mais em C. K. Barrett, The First Epistle to the Corinthians, 1968, 236-7).

           2. O ETERNO transcendente. (a) o ETERNO é o CRIADOR, Sustentador e Senhor (YAHU) do Mundo (At 17,24; Ap 10,6), o Edificador de todas as coisas (Hb 3,4). Exerce do céu a Sua soberania, pois o céu é o Seu trono, e a terra o escabelo dos Seus pés (Mt 5,32; 23,22; At 7,49). Ele é o Onipotente, a Quem nada é impossível (Mc 10,27). Ninguém pode impedir a Sua obra, muito menos destruí-la (At 5,39; cf. 2Tm 2,9). Ele é o Altíssimo (Mc 5,7; Lc 1,32; At 7,48; 16,17; Hb 7,1), o grande rei (Mt 5,35), o rei das nações (Ap 15,3).

           (b) A oração é um testemunho poderoso à crença no ETERNO transcendente, porque a oração se dirige ao ETERNO que está no céu (Mt 6,9; cf. Jo 17,1), mas que escuta o suplicante aqui. Atualmente, os poderes satânicos ainda constam, em oposição ao reino do ETERNO na terra. É por isso que a congregação de [YahuShúa] (Grifo meu) ora em prol da plena revelação da Sua basiléia (reino) para a plena realização da Sua vontade (“na terra, assim como no céu”, Mt 6,10), e para a santificação do Seu nome (Mt 6,9). Na Pessoa de [YahuShúa], o reino do [ETERNO – Yahu] já se irrompeu (grifo meu); foi demonstrado pelos Seus atos poderosos e maravilhosos, sendo que Ele forçou entrada no império de Satanás e expulsou demônios pelo “dedo de [Yahu]” grifo meu, (Lc 11,20); mesmo assim, é somente a era vindoura que trará consigo o pleno estabelecimento do reino do ETERNO, o Maschiyah (MESSIAS) vencerá os poderes que se opõem ao ETERNO (1Co 15,24; 2Ts 2,8; Ap 21,8.27). Depois de ter completado esta tarefa, O ETERNO será tudo em todos (1Co 15,28). [Zc 14,9; Jr 14,9]!!!!!!!!!!!!!!!!

           3. O caráter pessoal do ETERNO. Ao se falar do caráter pessoal do ETERNO, é ilegítimo transferir ao ETERNO o conceito da personalidade humana. Não se deve imaginar que o ETERNO possua uma forma limitante. Do outro lado, não temos a capacidade de falar acerca dEle, a não ser em conceitos que pertencem às nossas categorias de pensamento. Além disto, se o caráter pessoal do ETERNO é desconsiderado ou restrito, muda-se drasticamente o significado da revelação. O ETERNO despersonalizado não é o ETERNO do NT.

           O ETERNO a Quem testifica o NT é o ETERNO que fala e age; revela-Se das palavras e dos atos. Opera em poder soberano e absoluto (Jo 5,17). Faz conhecida a Sua vontade em mandamentos e exigências, e leva tudo ao alvo que determinou. Depois de ter falado, na antiga aliança aos pais, através dos profetas, falou nestes últimos dias “para nós” através do Filho, que reflete Sua Kevod (GLÓRIA) e leva a exata impressão da Sua natureza (Hb 1,1 e segs.). Mediante a pregação da Palavra, dirige-Se a cada pessoa individualmente, e recebe para a comunhão com Ele todos aqueles que crêem em [YahuShúa] (grifo meu – o FILHO). Há ilustrações incontáveis deste relacionamento eu-Tu no NT; é a marca distintiva da genuína piedade bíblica. Sem ela, a fé cristã em o ETERNO ficaria sem sua profundidade máxima.

         (b) Pertence ao caráter pessoal do ETERNO o fato de Ele ser Rúkha (Espírito) (Jo 4,24). DEle procedem as atividades do Rúkha e do poder. O Rúkha do ETERNO desceu sobre YahuShúa (grifo meu – o Nome do Filho) no Seu batismo (Mt 3,16; cf. 12,18). Cheio do Rúkha, trabalhou como Maschiyah (MESSIAS), enviado pelo ETERNO – YAHU (Pois Ele, tem Nome sim! E o revela sim! As traduções e línguas o retiraram das bíblias....!!!! Ficando somente títulos blasfemos como por exemplo: Rm 2,24; 11,1-4; 1Rs 18; 18,18; Ez 16,27; 36,20-23; etc. Grifo meu). Mt 12,28 declara explicitamente que Ele lançava fora os espíritos maus através do Rúkha (Espírito) do ETERNO. Os cristãos se caracterizam por possuírem, não o espírito do mundo, mas sim, o Rúkha (o Espírito) que é do ETERNO (1Co 2,12), [pois o homem natural não entende  coisa alguma que provém do Rúkha de YAHU (Grifo meu)] (1Co 2,14-15). [Somente o homem espiritual é capaz de conhecer O ETERNO YAHU (Grifo meu)] (1Co 2,11) e de penetrar as proFundidades do ETERNO. O ETERNO, mediante o Seu Rúkha, revelou Sua sabedoria secreta àqueles que crêem (1Co 2,10). Habita neles e, assim, torna-se o

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poder formativo do ser deles (1Co 2,11).

           Nesta era, impõe-se limites sobre o conhecimento do crente. Na soberania do ETERNO sobre a história da salvação, há “tempos e épocas” da verdadeira revelação, que reservou para Si mesmo (Mc 13,32; At 1,7; 1Ts 5,2). “Shof’tim” (“Juízes”) que são incompreensíveis e “caminhos” que são inescrutáveis (Rm 11,33). Mesmo assim, mistérios, que estavam escondidos no ETERNO desde os princípios do tempo até agora, foram revelados mediante a proclamação da mensagem da salvação. (E é exatamente isso que procuro.....!!! Grifo meu). O ministério apostólico, outorgado mediante a graça, dá testemunho da multiforme sabedoria do ETERNO penetrou até aos poderes cósmicos (Ef 3,8-10). {Pois, quantos “APÓSTOLOS HOUVE NA HISTÓRIA DO CRIADOR? PORQUE HOJE EM DIA, APARECEM MAIS APÓSTOLOS??? SIM, APARECEM SIM! ‘O APÓSTOLO E. E.’ QUE ESCONDEU DINHEIRO NA BÍBLIA....!!!! E OUTRO: ‘APÓSTOLO V.’ QUE TEM ‘CARNES’ PARA DAR O DÍZIMO OU SEI LÁ O QUE??? E SE O ‘HOMEM’ É CAPAZ DE SE AUTO INTITULAR....POR QUE NÃO PODE MEXER NA PALAVRA DO ETERNO....????”} GRIFO MEU. Paulo se via como depositário dos mistérios do ETERNO (1Co 4,1).

           Em 1Co 6,11, o apóstolo explica que o Rúkha do ETERNO (em conjunção com o nome do Senhor YAHUSHÚA MASCHIYAH) levou, santificou e justificou os cristãos. Mediante o Rúkha (Espírito) divino que neles opera, já não estão no âmbito da carne, mas, sim, no do Rúkha. Vivem, portanto, conforme o Rúkha (Rm 8,4-14).

           A verdadeira confissão do Maschiyah (MESSIAS) é levada a efeito pelo Rúkha (Espírito) do ETERNO do (YAHU) (Rm 10,9; 1Co 12,3; cf. Mt 16,17). Em situação de sofrimento, Ele dá a palavra que é necessária para a defesa do evangelho e do testemunho a ele (Mt 10,20). Paira sobre aqueles que são maltratados por causa do NOME DO MASCHIYAH (“YAHUSHÚA”) [O UNGIDO – YAH (PAI) HU (ELE, AQUELE ENCIMA) [EU SOU] (SHÚA) – SALVA!] GRIFO MEU. (1Pe 4,14).

           (c) O caráter pessoal do ETERNO acha expressão especial na confissão do ETERNO como Pai. O relacionamento de YahuShúa com o ETERNO Yahu (grifo meu) é essencialmente determinado pelo Seu relacionamento de Filho para Pai. Como Filho “unigênito”, é vinculado ao ETERNO de modo especial, conforme visa demonstrar o emprego que Yochanan (João) fez da monogenes (cf. Jo 1,14.18; 3,16.18; 1Jo 4,9). [Aqui, sim mostra que o Pai e Filho são uma só Pessoa e compartilham o mesmo Nome que SALVA! E, que, sim, o Nome do Pai não pode nem deve ser escondido: “Jo 10,30; Jo 1,45; 4,25; 8,28; 12,48; Is 49,2; 51,16; Hb 12,25; Lc 10,16; Dt 18,18-19; At 4,12; Jo 17,11.12.26; Dn 9,18-19; Rm 9,17; Is 43,7; 2Cr 7,14; Nm 6,26-27!”]  Está aí para todos verem e crerem para sua SALVAÇÃO...!!! Grifo meu. ([Ed.] Lit. O Gr. Significa “de um único [monos] tipo [genos].” Embora genos tenha uma afinidade distante com gennao, “gerar” – Nascimento, há pouca justificativa lingüística para traduzir monogenes como “unigênito”. Esta última praxe teve sua origem em “JERÔNIMO QUE A TRADUZIU PELO LATIM unigenitus PARA RESSALTAR A ORIGEM DIVINA DE (YAHUSHÚA) grifo meu, EM RESPOSTA AO ARIANISMO”. A palavra monogenes reflete o Hebraico yahîd, “único”, “precioso” (Gn 22,2.12.16, de Yitz’chak [Isaque]), e se emprega em Hb 11,17 de Yitz’chak (Isaque), que era único no sentido de ser o único filho da promessa, mas que não era o filho único gerado por Avraham (Abraão). Talvez a melhor tradução da palavra seja “único” no sentido de “sem igual”. Yochanan (João) claramente tem a intenção de distinguir o relacionamento exclusivo de YahuShúa (grifo meu) com o Pai, daqueles de outras pessoas que vêm a ser filhos do ETERNO através dEle [cf. Jo 1,14 com v. 13]. Para mais discussão, ver Amdt, 528; D. Moody, JBL 72, 1953, 213-19; R. E. Brown, The Gospel According to John, I, 1966, 13-14).

         YahuShúa (grifo meu), em oração, chamava O ETERNO (YAHU) DE “Aba, Pai” (Mc 14,36) ou – “Pai” (Mt 11,25-26; Lc 23,24; Jo 11,21; 17,1.5.11). Noutras

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ocasiões, falava dEle como sendo Seu Pai celestial (e.g. Mt 10,33; 16,17). Yochanan (João) ressalta o relacionamento de Pai para Filho entre Yahu e YahuShúa (grifo meu) (cerca de 80 vezes) mas fortemente do que os Sinóticos (ver, porém, a versão mais detalhada da confissão do Maschiyah [MESSIAS – o UNGIDO], feita por (Kefa) Pedro, em Mt 16,16 e segs. Par. Mc 8,29. Lc 9,20; cf. Jo 6,68-69). Além disto, Yahushúa deu aos Seus discípulos o direito de se aproximarem do ETERNO YAHU com a invocação “Pai Nosso” (Mt 6,9; Lc 11,2). No quarto separado, em casa, o indivíduo pode orar pessoalmente ao seu Pai (Mt 6,4.6.18). O Nome “Pai” se aplica ao ETERNO – YHVH – YAHU em ilustrações e parábolas (e.g. Lc 15,11 e segs.). Como Pai, ETERNO é o ETERNO que está perto, para Quem o homem se pode voltar em confiança fiel, com todas as suas petições. Além disto, O ETERNO é o sustentador das criaturas que criou. Recebe-as com Sua bondade paternal, e as cerca com Seus cuidados (Mt 6,26-32; 10,29-31). [Todas essa qualidades, os “gregos”, também, tinham um: “pai” que lhe davam o nome de: Zeus! Um ídolo, uma criação que nada era mas que veio para nossa língua com o mesmo título: “Deus”! Por isso e pela citação de: Is 42,8! Eu não uso o título que dá a glória para um ídolo e o Criador....grifo meu].

           As Epístolas do NT empregam a fórmula solene e confissional de “o ETERNO e o Pai do nosso Senhor YahuShúa Maschiyah” (Grifo meu) (Rm 15,6; 2Co 1,3; Ef 1,3; Cl 1,3; 1Pe 1,3). [Estranho à coincidência dos versículos...!! Grifo meu]. Em Maschiyah (MESSIAS), os crentes se relacionam com o ETERNO como filhos. O Rúkha (Espírito) testifica a eles que são filhos do ETERNO YAHU (Rm 8,16). Eles, portanto, também podem clamar em oração: “Aba, Pai” (Gl 4,6; Rm 8,15). Trata-se de uma dádiva da graça procurada através do [Rúkha] do Filho De [Yahu] (grifo meu).

           A ideia dos filhos de Yahu assume um colorido especial em 1 Yochanan (1 João). Aqui, as declarações já não se determinam, como acontece em Sha’ul (Paulo), pelo conceito da adoção, de ser recebido para ocupar o lugar de um filho, mas, sim, pelo conceito de gerar (Nascimento, art. gennao). Os cristãos são filhos do ETERNO porque foram gerados pelo ETERNO (1Jo 3,9; cf. 2,29; 4,7). Isto significa que a origem da sua nova existência se deve achar exclusivamente em o ETERNO (1Jo 4,4). Com este fato vinculam-se declarações de uma natureza mística. Yochanan (João) conhecia não somente um misticismo em o Maschiyah (MESSIAS), como também um misticismo em o ETERNO. Existe verdadeira comunhão com o ETERNO tão-somente quando os cristãos permanecem em o ETERNO, e o ETERNO permanece neles (1Jo 4,16). Sendo, porém, que o ETERNO é amor, trata-se aqui de permanecer no amor. Deste relacionamento profundo e interior com o ETERNO surge uma obrigação ética completamente nova e concreta: o amor aos irmãos que deve levar à ajuda prática (1Jo 3,16-17).

           4. Os atributos do ETERNO. (a) Não há no NT qualquer doutrina fixa e sistematicamente ordenada dos atributos do ETERNO. Há, no entanto, uma riqueza de alusões, especialmente nas expressões de oração e de fé, e nas descrições de atos divinos. Há alusões, mais raras de que no AT, mas presentes não obstante, à santidade do ETERNO (Jo 17,11; 1Pe 1,15; Ap 3,7; 4,8; 15,4), à Sua ira (presente e futura) (Rm 1,18; 2,5; 9,22; Ef  5,6; 1Ts 1,10; Ap 6,17; 11,18; ; 14,10), e à Sua glória (At 7,2; Rm 1,23; 6,4; Ef 3,16; 1Ts 2,12; Tt 2,13; Ap 15,8; 21,11.23). O caso do reino soberano do ETERNO (Reino), é diferente: nos Evangelhos Sinóticos forma o centro da pregação de [YAHUSHÚA] (grifo meu), mas, na proclamação dos apóstolos, regride para o segundo plano, para ceder lugar à mensagem do MaschiYah (O MESSIAS). Numa única ocasião, O ETERNO – [YAHU] (GRIFO MEU) é chamado teleios, no sentido da perfeição moral (Mt 5,48, Alvo). A vontade do ETERNO é mencionada mais frequentemente (como aquilo que ordena, exige, e é gracioso); Seu conselho misterioso (At 20,27) e Seu plano de salvação (Ef 1,3-11) também se mencionam. Sha’ul (Paulo) ressalta fortemente a fidelidade do ETERNO (Rm 3,3; 1Co 1,9; 10,13; cf. 2Co 1,18). O ETERNO é fiel às Suas promessas, e as cumpre (Rm 9,6 e segs.; Plenitude, art. pleroo). Para Ysrael, isto significa que as dádivas da graça, recebidas do ETERNO, e a eleição dele, da parte do ETERNO, são irrevogáveis (Rm 11,29). O ETERNO não mente (Hb 6,18; cf. Tt 1,2); é totalmente verdadeiro, e Seu testemunho é totalmente válido (Jo 3,33). [Conseguiram enxergar? Acho que não! O título “Deus” foi trocado por um título Nobre: (“ETERNO”) pois ninguém pode ser eterno!!!! Mas, ser um ‘Deus’ ou um ‘deus’ ou ‘deuses’ do termo hebraico – ‘elohím’ – qualquer um pode ser, um deus, como o próprio Filho cita da criação mentirosa e satânica um anjo caído: “2Co 4,1-6”!] E o que acontece????? [Todos esses termos acima, todas essas qualidades, a damos a quem nada é! Um ídolo, um “Deus” dos gregos – que morava nos céus e fazia tudo o que o criador faz!!!! E isso sim é um insulto ao Único Criador! Porque só ele é ETERNO E IMORTAL E DAMOS ESSA MESMA QUALIDADE A CRIAÇÕES HUMANAS DE NOSSAS IDEIAS: (ÍDOLOS) QUE NADA SÃO E PRA NADA SERVEM....MAS, COM ISSO, DESFAZEMOS TUDO O MAIS POIS TODAS AS QUALIDADES ACIMA, A DAMOS COM GLÓRIA A QUEM NÃO A MERECE E O ETERNO FALA QUE NÃO DIVIDIRA A SUA GLÓRIA COM ÍDOLOS!!!!! IS 42,8 (QUE CITA SIM SEU NOME! QUE É ESCONDIDO POR VONTADE HUMANA....!!!!!). É CONTRA ISSO QUE BRIGO E LUTO SOMENTE, NÃO CONTRA A PESSOA DO CRIADOR]. (MAS, SIM AO TÍTULO QUE CONFERE A ELE E A ÍDOLOS A MESMA KEVOD – A MESMA GLÓRIA! E ISSO É ERRADO!!!!!) Grifo meu.

         (b) O ETERNO é o ETERNO (Rm 16,26) o Único e Sábio (Rm 16,27). Lado a lado com estas expressões há outras que se acham também na linguagem contemporânea filosófica. Assim, O ETERNO é descrito como sendo invisível (Rm 1,20; Cl 1,15-16; 1Tm 1,17; Hb 11,27) e o imortal (Rm 1,23; 1Tm 1,17). Em 1Tm 1,11 e 6,15, é chamado por um atributo adotado do judaísmo helenístico, o ETERNO “bendito”. A doxologia em 1Tm 6,15-16 relembra as orações da sinagoga helenística (para uma revista de ideias do pano de fundo histórico, ver C. Spicq, Lês Épîtres Pastorales, 1947, 200-201). Confessa O ETERNO em palavras solenes como Soberano único, Rei dos reis, Senhor dos

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Senhores, sendo o Único que é imortal, que habita em luz inaproximável, e a Quem niguém jamais viu nem poderá ver.

           A descrição que Paulo faz do ETERNO no discurso no Areópago (At 17,24) também revela influência helenística. Emprega livremente Is 42,5 e tem afinidades com Sêneca, Ep. 41, 3 (cf. E. Haenchen, The Acts of the Apostles, 1971, 522; cf. também 2Rs 19,18; Dn 5,4; LXX, Sab. 13,10). [Aqui entra um livro apócrifo, não inspirado ou revelado pelo ETERNO, mas, que, por vontade humana, foi colocado na mesma?????!!!! E ai, o que falar disso???] grifo meu. O ETERNO criou o mundo e tudo quanto está no mundo. O Senhor [Yahu] (grifo meu) do céu e da terra não habita em templos feitos por mãos humanas. Nem é servido por mãos humanas, como se dalguma coisa precisasse, sendo que Ele mesmo dá a todos os seres a vida, a respiração, e tudo o mais. Embora algumas destas expressões possam soar estranhas hoje, Sha’ul (Paulo) se preocupou em testificar ao ETERNO verdadeiro e vivo em termos que eram relevantes nos dias dele. É Este o “Deus” a Quem adoravam os pagãos de Atenas, de modo mais inconsciente do que o consciente, e a Quem tinham erigido um altar, com a inscrição: “A um (theos) grifo meu, A um deus desconhecido” [dentre os milhares de deuses todos com nomes, o ETERNO era considerado mais um ‘deus’ um ídolo de vontade humana....!!!! Grifo meu]. “(agnosto Theo)” (At 17,23). (E. Norden interpretou esta como sendo uma referência ao Deus Desconhecido da Gnose, em Agnostos Theos, 1913, 57 e segs., mas tal conceito é geralmente reconhecido como sendo incorreto [cf. E. Haechen, op. cit., 521, e também Arndt, 12]). [Tudo que possa ser levado a “verdade” é dado como errado!!! Por que será???? Acho que a profecia de Dani’el (Dn): 8,12 vem bem a calhar...!!! grifo meu]. O apóstolo podia até compelir ao serviço missionário as palavras de um POETA GREGO que levam a impressão do misticismo panteístico: “Nele [O Eterno] vivemos, e morremos e existimos” (Epimênides); “Dele somos geração”  (Arato, Phaenomena 5; cf. At 17,28; ver também abaixo, seção 9). ([Ed.] Conforme Paulo, o homem tem uma consciência do ETERNO, que é consoante a revelação do ETERNO no AT e com a experiência cristã. Este conhecimento é suficiente para mostrar o erro de identificar O ETERNO como qualquer coisa ou criatura finita. Paulo não argumenta que o homem pode chegar a tal conclusão como resultado da prova metafísica. O homem já possui esta consciência, e a reflexão sobre a natureza finita da ordem natural deve ser suficiente para informar-lhe que o ETERNO não Se deve identificar com qualquer coisa ou pessoa dentro daquela ordem [At 14,17; Rm 1,19 e segs., 32]; e, [possivelmente, Rm 2,12-16, embora esta última passagem possa muito bem se referir aos crentes gentios que responderam ao evangelho, sem terem tido a Lei, cumprindo, assim, a promessa da nova aliança em Jr 31,31 e segs.]. Para mais discussão, ver N.B. Stonehouse, Paul before the Areopagus and Other New Testament Studies, 1957, 1-40; H.P. Owen, “The Scope of Natural Revelation in Rom, 1 and Acts 17”, NTS 5, 1958-9, 133-143; C. Brown, karl Barth and the Christian Message, 1967, 94-98; e a literature alistada por E. Haenchen, op. cit., 516). [Ok! O ‘homem’ sabe exatamente de tudo isso que foi também descrito acima! Mas, por que escondem e retiram e substituem seu único e exclusivo Nome (YHVH) para colocarem somente um título de: “Deus” sem nome? Desconhecido? Que se iguala a qualquer coisa??? Pois o que diz a sua Palavra: Êx 20,7; Rm 1,18-21; e finalizando: 2Ts 2,1-12!!!!] grifo meu! P.S.: Rm 11,1-4; 1Rs 18,19,18; (Rm 11,9-36)!

           (c) Um conceito central na teologia de Sha’ul (Paulo) é a justiça do ETERNO (Rm 1,17.21-22; 9,30; 10,3; 2Co 5,21; Fp 3,9). É uma justiça que julga, mas também que salva. O ETERNO é Justo quando condena a humanidade pecaminosa. É igualmente justo, quando outorga s Sua graça perdoando àqueles que creram em o Maschiyah O UNGIDO e na salvação obtida por meio dEle. Por amor ao Maschiyah, em Quem o próprio ETERNO ofereceu o sacrifício de expiação pela culpa da humanidade, não conta contra ele os seus pecados; pelo contrário, pronuncia justas as pessoas. Desta forma, a dikaiosyne theou forma o fundamento da teologia paulina da justificação (cf. L. Morris, The Apostolic Preaching of the Cross, 1963(3), 273 e segs.; D. Hill, Greek Words and Hebrew Meanings, 1967, 82-162).

           (d) Por causa de ser O ETERNO o iniciador da salvação, tanto Ele como o Maschiyah (o MESSIAS) se chamam soter, “SALVADOR” (1Tm 1,1; 2,3; 4,10; Tt 1,3; 2,13; 3,4). O ETERNO enviou Seu Filho ao mundo (Gl 4,4) e o entregou à morte por nós (Jo 3,16; 1Jo 4,10; cf. Rm 8,32). O ato salvífico do ETERNO é proclamado mediante a palavra da cruz, que segundo entendem os que crêem, é o poder do ETERNO e a sabedoria do ETERNO (1Co 1,18.24), porque o Maschiyah foi feito pelo ETERNO nossa – sabedoria, justiça, santificação (Qadôsh – Santo) e redenção (1Co 1,30).

           Sha’ul (Paulo) pode chamar a mensagem inteira da salvação, declarada ao mundo, o “evangelho do ETERNO” (Rm 15,16; 1Ts 2,2; 1Tm 1,11; cf. também 1Pe 4,17). Trás SALVAÇÃO a todo aquele que crê (Rm 1,16; cf. 1Co 2,5). Ao mesmo tempo, a oferta da salvação, que vem através da proclamação, é universal. O ETERNO deseja que todos os homens sejam salvos e cheGUEM AO CONHECIMENTO DA VERDADE (1Tm 2,4), porque a Sua graça salvadora se manifestou a todos os homens (Tt 2,11). [É exatamente isso que procuro, quando falo em verdade para a SALVAÇÃO! A própria palavra o fala tão bem!!!! Porque ficar com a “mentira” o que não é certo?????] Grifo meu.

         O – poder do ETERNO não opera apenas no evangelho; demonstrou-se poderoso desde o início. Cada pessoa pode reconhecer a existência invisível do ETERNO nas obras da criação (Rm 1,20). Além disto, é o poder DO ETERNO que ressuscitou o Maschiyah o UNGIDO dentre os mortos (At 2,24.32; Rm 8,11; 10,9) e, assim, introduziu a nova criação da humanidade e do universo. Os crentes mesmo agora experimentam a plenitude transcendente do poder do ETERNO mas o ETERNO COM NOME PRÓPRIO – YHVH – YAHU (grifo meu) (2Co 4,7). Sua força poderosa (Ef 1,19; 3,20). O apóstolo, portanto, ora para que sejam continuamente edificados no Rúkha (Espírito), em conformidade com as riquezas da Sua Kevod (Glória), com poder no homem interior (Ef

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3,16). Mesmo assim, o alvo final da EMUNAH (FÉ), do CONHECIMENTO e do amor é ser cheio com toda a plenitude do ETERNO YAHU (Ef 3,19).

           Yochanan (João) tem a expressão, que não ocorre em qualquer outra parte do NT, “ter o ETERNO” (1Jo 2,23; 2Jo 9). Ter o ETERNO, que inclui ter o Filho (1Jo 5,12), se vincula com uma confissão firme e leal ao Maschiyah – O UNGIDO, livre de toda doutrina FALSA (1Jo 5,11; Comunhão, ar. Echo).

           (e) O poder salvífico do Ser divino se expressa através de uma série de genitivos que se vinculam com o substantivo “ETERNO” . O ETERNO É O ETERNO da paz (Rm 15,33; 16,20; 1Ts 5,23; Fp 4,9; 1Co 14,33; cf. Hb 13,20), o ETERNO da misericórdia (Lc 1,78), o Pai das misericórdias e o ETERNO de todo o conforto (2Co 1,3; cf. Rm 12,1), O ETERNO de toda a Hessed (GRAÇA) (1Pe 5,10.12), que nos abençoou em o Maschiyah com a plenitude e as riquezas da Sua Hessed (Graça) (Ef 1,7), O ETERNO do amor (2Co 13,11). [grifos meus no Substantivo ‘Deus’/SENHOR – para: O ETERNO].

           (f) A plena profundidade do Ser do ETERNO se expressa na declaração: O ETERNO é amor (1Jo 4,8). Seu amor abrange o mundo perdido que se desviou dEle. É a razão pela Sua atividade SALVÍFICA. Comprovou Seu amor ao entregar Seu Filho à morte, a fim de que todos quantos dEle crêem tenham a vida eterna (Jo 3,16). Acima de tudo, Seu amor é para com o crente individual; o ETERNO nos amou (Jo 4,10); nós somos os amados do ETERNO (Cl 3,12). [Exatamente, aqui está o problema! Pois somente usamos títulos para quem nos amou primeiro...!!! E o que fala a sua PALAVRA? Veja isto: “Jl 2,32; At 2,21; Rm 10,13!!!!!”. (Jr 14,9; Zc 14,9; Ef 4,5; At 26,14; 4,12; 17,23; 2Tm 2,1-7; 1Tm 4,16; Fp 2,12; Sl 78,40.56; Dt 18,19; Is 9,6; Êx 14,19; 20,7!)] Grifo meu. Seu amor abrange o mundo perdido que se desviou dEle” (QUANDO NÃO ACEITAMOS O SEU ‘NOME...!!!’ É ISSO QUE ACONTECE!)

           Todo o amor verdadeiro tem em o ETERNO a sua origem (1Jo 4,7). Aquele que não ama não conheceu ao ETERNO (Jo 4,8). O amor é derramado em nosso coração mediante o RÚKHA Qadôsh (ESPÍRITO SANTO) (Rm 5,5). É a dádiva espiritual mais sublime, sem a qual todas as demais charismata são sem sentido (1Co cap. 13).

           Como o [ETERNO] de amor, O ETERNO é rico em – bondade, longanimidade e paciência (Rm 2,4). Tt 3,4 fala da bondade e generosidade do ETERNO para com os homens, e emprega linguagem hel, que se associa com o estilo solene palaciano para o soberano hel., frequentemente discutido pelos filósofos (cf. C. Sploq, Lês Épîtres Pastorales, 1947, 278-76).

           5. O ETERNO e O MASCHIYAH. A unicidade de (YahuShúa Maschiyah [O UNGIDO] grifo meu, como Filho do ETERNO YAHU (GRIFO MEU) se desenvolve mais plenamente em Yochanan (João) e nas epístolas. “Segundo a carne, veio da descendência de Davi” (Rm 1,3; cf. Mt 1,1-17; Lc 3,23-38; At 2,30; 2Tm 2,8; e cf. Mc 12,35-36 par. Mt 22,21; Lc 20,41). Agora, observem isto: O nome Mateus é derivado do ídolo Zeus. O nome correto é: Mattityahu que é derivado de “YAHUH”. [Mattityahu] significa: “presente de Yahuh!”. O nome “Josué” é uma transliteração corrompida do nome Maschiach. “YahuShúa” Há ‘Maschiach Filho de David, Filho de Avraham [Mt 1,1]). Grifo meu. Além disto, “foi poderosamente demonstrado Filho do ETERNO YAHU GRIFO MEU, segundo o Rúkha (Espírito) de santidade, pela ressurreição dos mortos, YahuShúa Maschiyah (Grifo meu), nosso Senhor – YHVH – YAHU!” (Grifo meu) (Rm 1,4). Talvez, o significado, correto aqui, seja: “a quem o ETERNO decretou Filho do YAHU (Grifo meu) com poder...através da ressurreição...” (Pois assim seria o texto bíblico se o Nome não estivesse somente escondido atrás de títulos e mais títulos e cadê o seu NOME? Grifo meu). (Cf. M. Black, Romans, 1973, 36). Há alusão aqui ao decreto divino de Sl 2,6 e segs. (cf. L. C. Allen, “The Old Testament Background of prohorizein in the New Testament” NTS 17, 1970-71, 104 e segs.; ver também sobre esta passagem M.E. Boismard, “constitué Fils de Dieu”, RB 40, 1953, 5-17; E, Schweizer, “Röm. 1,3 f, und der Gegenstz von Fleisch unde Geist vor und bei Paulus”, EvTh 15, 1955, 563-71; E. Linnemann, “Tradition und Interpretation in Röm. 1:3 ff”, EvTh 31, 1971, 264-75; e, para interpretações patrísticas, M. F. Wiles, The Divine Apostle: The Divine Apostle: The Interpretation of St. Paul’s Epístles in the Early Church, 1967, 80-81). Segundo a cristologia desenvolvida que se vê em Yochanan (João) 1,1 Ele, antes da sua existência terrena, já existia como o Verbo (PALAVRA LOGOS) com o ETERNO. Assim, vem do ETERNO (Jo 3,2; 13,3; 16,27-28). Foi o próprio ETERNO quem o enviou para o mundo, no tempo determinado por Ele, a fim de levar a efeito Seus propósitos salvíficos entre os homens (Gl 4,4-5). O Maschiyah, desta forma, vem com autoridade divina; o ETERNO está com Ele (Jo 3,2). Ele é imagem do ETERNO YAHU invisível (Cl 1,15); nEle habita corporalmente a plenitude da divindade (Cl 2,9). Por causa de ter vindo do ETERNO, SOMENTE Ele é capaz de trazer uma mensagem autêntica do ETERNO (Jo 1,18). Ele é, portanto, o único Revelador VERDADEIRO e FIDEDIGNO. Ele e o Pai são UM (Jo 10,30; 14,10; 17,11.21) [Isso mesmo. Então, porque o Pai não pode revelar seu Nome? Só há um nome que Salva! O Pai e o Filho são um só! Mas somente no Nome do Filho que há salvação? E o Nome do Pai? E como fica Filipenses 2,9-11???? Pois só há salvação em um único Nome: Jl 2,32; At 2,21; Rm 10,13! Somente por isso eu repito que o Pai e o Filho Compartilham o mesmo Nome de Salvação: YHVH – PAI: YAHU! E YHVH – FILHO: YAHUSHÚA!] GRIFO MEU). Logo, todo aquele que O vê, vê ao ETERNO (Jo 12,45; 14,9).

         (b) Não há somente uma identidade de existência pelo ETERNO e Yahushúa Maschiyah; há, além disto, completa harmonia do falar e no agir. As palavras que Yahushúa fala são palavras que ouvira do Pai (Jo 14,10); as obras que realiza são as obras do ETERNO (Jo 9,4). Servem para revelar a glória divina e, portanto, para glorificar o ETERNO (Jo 17,4). Esta verdade se expressa particularmente nas palavras de YAHUSHÚA da auto-revelação em declarações que empregam as fórmulas divinas de “EU SOU” que no AT são auto-revelações do próprio ETERNO. [EXATAMENTE POR ISSO NÃO PODE HAVER NOMES DIFERENTES E UM É REVELADO E

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MUDADO POR HOMENS E O OUTRO UM APELIDO.....!!!! POIS OS DOIS SERES DIVINOS COMPARTILHAM O MESMO: ‘EU SOU’ E ISSO NÃO PODE SER MUDADO! GRIFO MEU]. Ele é a luz (Jo 8,12; cf. 1,4.8-9; 9,5; 12,35), vida (Jo 14,6; cf. 31,5-6; 10,10 e segs., 28; 17, 2-3; 20,31). Verdade (14,6; cf. 1,14.17; 4,23-24; 8,32), o pão vivo (Jo 6,48; cf. vv. 51 e segs., 63), água (Jo 4,13 e segs.; cf. 6,35; 7,38), e o único caminho para o ETERNO (Jo 14,6; cf. 10,9). (Quanto à situação histórica e o significado destes termos, ver C. H. Dodd. A Interpretação do Quarto Evangelho, Ed. Paulinas, 1976; e os comentários sobre John por R. Schnackenburg, I, 1968; R. E. Brown, I, 1966, II, 1971; B. Lindars, 1972; e L. Morris, 1972). No Apocalipse, também, ocorrem fórmulas divinas “Eu Sou” tais como: “Eu sou o Primeiro e o Último” que provêm, ora da boca do ETERNO, ora da do Maschiyah (UNGIDO) eterno (Ap 1,8.17; 21,6; 22,13). Fica claro que a crença neo-testamentária em o ETERNO se vincula muito estreitamente com a crença em o Maschiyah. A situação final dos homens diante do ETERNO é decidida pela sua posição em relação com o MASCHIYAH (O MESSIAS).

           (c) YahuShúa Maschiyah, no entanto, não usurpa a posição DO ETERNO. Sua identidade com o Pai não significa identidade absoluta de existência. Embora o Filho do ETERNO, no Seu ser pré-existente estivesse na forma do ETERNO, “não julgou como usurpação ser igual ao ETERNO” (Fp 2,6). Na Sua  existência terrestre, era obediente ao ETERNO o Pai, mesmo até a morte na cruz (Fp 2,8). Ele é o Mediador da salvação, mas não o originador dela (2Co 5,19; Cl 1,20; Hb 9,15), o Cordeiro do ETERNO que leva os pecados do mundo (Jo 1,36). Depois de completar Sua obra na terra, foi de fato erguido até à mão direita do ETERNO (Ef 1,20; 1Pe 3,22) e investido com a honra do Kyrios, Senhor [somente concordo se for como termo de autoridade, caso contrário, como nome, nos remete a “Baal” que também é: “Senhor” grifo meu] (Fp 2,9-10) celestial. Maschiyah, porém, sempre foi Kyrios. [entendo essa afirmação como sendo: “sempre foi o YHVH – que traduziram corruptamente para senhor ou Senhor ou SENHOR – ADONAY UMA ACRESCENTAÇÃO DO SEU POVO PARA NÃO PRONUNCIAR SEU NOME EM VÃO....!!!! E YHVH – NÃO É E NUNCA FOI SENHOR! MAS A TRADUÇÃO MAIS PERTO DO QUE SERIA É: ‘YAHUH’ GRIFO MEU”.]. Ainda assim, porém, não é feito igual ao ETERNO o Pai. Embora fosse completamente coordenado com o ETERNO, permanece subordinado a Ele (cf. 1Co 15,28). O mesmo ocorre da Sua posição de  Kohen gadol (sumo sacerdote) eterno no santuário celestial conforme Hebreus (Hb 9,24; 10,12-13; cf. Sl 110,1). Ele nos representa diante do ETERNO (cf. também Rm 8,34). Se, em Ap 1,13 e segs., a aparência do Filho do homem celestial se descreve com aspectos tirados do “Ancião de Dias” (ETERNO) de Dn cap. 7,  isto não quer dizer que o Maschiyah seja igual ao ETERNO o Pai. No Apocalipse, sempre se faz uma distinção entre o ETERNO e o “Cordeiro” (cf. Ap 5,6 e segs.,  SEMELHANTE).

          

           6. Maschiyah como o ETERNO. Alguns textos do NT levantam a questão se o Filho do ETERNO também é chamado ETERNO.

         (a) Há disputa acerca de Rm 9,5. Depois de Sha’ul (Paulo) ter feito uma exposição da posição de Ysrael na história da salvação, e depois de ter ressaltado como vantagem especial o fato de que o Maschiyah, segundo a carne, tem Sua origem neste povo, acrescenta uma cláusula relativa, que diz, lit.: “que é sobre tudo ETERNO bendito para sempre. Amém”. Seria fácil, e lingüisticamente perfeitamente possível, referir esta expressão ao Maschiyah. O versículo diria, então: “O Maschiyah, que é o ETERNO sobre tudo, bendito para sempre, Amém”. Mesmo assim, o Maschiyah  não seria feito absolutamente igual ao ETERNO, mas apenas descrito como um ser com natureza divina, pois a palavra theos não tem artigo. [É, por isso que falo que a vontade humana estraga tudo! Pois se esquecem que o Pai, o Filho e o “Espírito” – são Rúkha! (Espírito) os três o são! E por isso são iguais! A forma do Maschiyah em carne é a terrena, mas, tem sim a forma do Rúkha do Espírito do Pai.....!!!!! Sendo assim, não podemos nos esquecer do que fala em: “Fp 2,7ss”! Pois o erro de tradução está exatamente no termo: “THEOS”] grifo meu! Esta atribuição de majestade, no entanto, não ocorre em qualquer outro lugar em Paulo. A explicação muito mais provável é que a declaração é uma doxologia dirigida ao ETERNO, e que tem sua origem na tradição judaica, sendo adotada por Sha’ul (Paulo). Este, assoberbado com os modos do ETERNO agir com Ysrael, conclui com um tributo de louvor ao ETERNO [Hallelu-Yah] Grifo meu. A tradução, portanto, passaria a ser: “Aquele que é o ETERNO sobre tudo seja bendito para sempre. Amém”. Ou, altamente: “O ETERNO, que está sobre tudo seja bendito para sempre. Amém”. ([ed.] Ver mais em M. Black, Romana, 1973, 130; B. M. Metzger, “The Punctuation of Rom. 9,5”, em B. Lindars e S. S. Smallely, reds., Christ  and Espirit in the New Testament. In Honour of Charles Francis Digby Moule, 1973, 95-112; W. L. Lorimer, NTS 13, 1966-67, 385-86; H.-W. Bartisch, “Röm, 9:5 und 1 Clem. 32,4: eine notwendige Konjektur im Römerbrief,” ThZ 21,1965, 401-9; H.M. Faccio, De Divinitate Christi iuxta S. Paulum: Röm. 9,5, 1945; para interpretações patrísticas, M. F. Wiles, The Divine Apostle: The Interpretations of St. Paul’s Epistles in the Early Church, 1967, 83 e seg.; e J. Murray, The Epístle to the Romans, II , 1965, 245-8. Murray alega que a passagem não pode ser tratada como doxologia ao ETERNO pai, sendo que não segue a forma das doxologias noutras partes da LXX e do NT. A aplicação de (theos) ao Maschiyah (Messias)  está apropriada para o contexto, e pode ser considerada a culminação de uma consequência de privilégios dados a Ysrael, que Sha’ul (Paulo)  está enumerando. Além disto, asseverações comparáveis de divindade acham-se em 2Ts 1,2; Tt 2,13; Fp 2,6; Cl 2,9; e 2Co 3,17. A asseveração do senhorio do Maschiyah está de acordo com os ensinamentos de Sha’ul (Paulo) noutras partes [cf. Rm 1,4; 14,9; Ef 1,20.23; Fp 2,9-11; Cl 1,18-19; [aqui, entenda-se: “senhorio”, não como o nome ou título: ‘SENHOR’; mas, sim como: O NOME SANTÍSSIMO – YHVH – DO PAI! Só que (YHVH) não é e nunca foi o termo SENHOR de invenção de seu próprio

Escrito por anselmo.estevan às 15h51
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povo....(‘Adonay). Grifo meu]; cf. também Mt 28,18; Jo 3,35; At 2,36; Hb 1,2 e segs.; 8,1; 1Pe 3,22]. Murray, desta forma, argumenta que “O ETERNO para sempre” fica em oposição ao Maschiyah (Messias). {Nas palavras do livro: ‘Murray, desta forma’, argumenta que “Deus bendito para sempre” fica em oposição a Cristo} [Viram aonde vai o estudo? E a cabeça humana o que faz com a PALAVRA do ETERNO...???????? GRIFO MEU].

           (b) Várias passagens em Yochanan (João) contém atribuições de divindade. Jo 1,1 declara: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com o ETERNO, e o Verbo era o ETERNO [kai theos em ho logos]” ([ed.]. O fato de que não há artigo definido antes de theos aqui tem sido entendido como implicação de que se pode interpretar “Logos” como sendo algum tipo de ser divino, mas não no sentido mais amplo do termo. Semelhantes pontos de vista têm sido propostos desde Orígenes [Commentary on Jn, 2,2], cujas ideias foram retornadas pelos arianos no século IV a.C., até as Testemunhas de Jeová hoje. NEB interpreta a passagem: “aquilo que O ETERNO era, o Verbo também era.” J. A. T. Bobinson apelou à passagem para apoiar seu argumento em prol de uma reformulação da cristologia ortodoxa [Honest to God, 1963, 71; cf. The Human Face of God, 1973, 182; e a discussão por E. D. Freed, “Honest to John”, ExpT 75, 1963-64, 61 e segs.]. R. E. Brown considera a interpretação de NEB mais exata do que dizer, simplesmente, que o Verbo era “divino” [The Gospel according to John, , I. 1966, 5]. De qualquer forma, o adj. Para “divino” é theios, enquanto é o sub. theos que se emprega aqui. R. E. Brown indica que há exemplos de substantivos com o artigo definido depois do vb. “ser” e, Yochanan (João) (e. g. 11,25; 14,6), dando a entender que poderíamos esperar o artigo aqui se Yochanan (João) quisesse dizer que “o Verbo era o ETERNO”. Do outro lado, a passagem se conforma ao padrão seguinte: no NT, substantivos definidos que precedem o verbo (vb), ficam regularmente sem o artigo [cf. E. C. Colwell, JBL, 52, 1933, 12-21; Funk, 143, §273; Moule, 116]. Desta forma, a tradução que temos em ARA seria correta. Para mais discussões, ver B. M. Metzger, ExpT 63, 1951-52; J. G. Griffiths, ExpT 62, 1950-51, 314 e segs.; N. Turner, Insights, 17; E. M. Sidebottons, The Christ of the Fourth Gospel, 1961, 48,49; L. Morris, op.cit, 77, Quanto a interpretação patrística de Yochanan (João) em geral, ver M. F. Wiles, The Spiritual Gospel: The Interpretation of the Fourth Gospel in the Early Church, 1960; e F.-M. Braun, Jean le Théologien, I-JJJ, 1959-66). [Complexo não!!!! Como resumir tudo isso em poucas palavras? (1Co 1,10-30)! Mas, com o texto não corrompido por essa bagunça toda! Em parte o grifo é meu! Mas, a PALAVRA é do ETERNO esse é sim o seu GRIFO!!!!!!!].

           Quanto a monogenes ver supra 3 (c). Em Yochanan (João) 1,18, certo número de MSS excelentes lêem monogenes theos (“o único Deus” RSVmg) ao invés de ho monogenes hilos (“o único Filho” RSV). O caráter incomum desta variante de texto é considerado por alguns como motivo para se aceitar a sua autenticidade (cf. L. Morris, op. cit., 113-4). Se assim fosse o caso, seria uma afirmação adicional de deidade do Verbo.

           Jo 20,28 contém a afirmação sem par de T’oma (Tomé), dirigindo-se ao MASCHIYAH Ressurreto como o ETERNO – Yahu (Grifo meu): “Senhor meu e Deus meu [ho Kyrios mou kat ho theos mou].” [Aqui, o termo é errôneo, pois leva “Senhor” para Nome do Criador! Por corrupção do seu povo que do Nome: YHVH – para não o pronunciar o mesmo.... colocaram o substantivo: ‘Adonay! Aí o erro para seu Nome e Blasfêmias.....Grifo meu]. Esta declaração marca o ponto alto do Evangelho. O ETERNO Se tornara visível a T’oma (Tomé) na forma do Maschiyah – YahuShúa (grifo meu). O auge do ensino de Yochanan (João) ocorre na fórmula confissional de 1Jo 5,20, que assevera a plena identidade da essência do Maschiyah e do ETERNO Yahu (grifo meu): “Também sabemos que o Filho do ETERNO é vindo, e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho YahuShúa Maschiyah. Este é o verdadeiro ETERNO e a vida eterna” (ARA). Esta tradução dá uma reprodução lit. das palavras gr. Uma tradução alternativa é: “Este [Cristo] é o Verdadeiro, Deus e vida eterna”. [Somente, títulos e mais títulos!!!!!! E o Nome? É a isso que a Palavra do ETERNO se refere quando fala que blasfemam seu NOME: Rm 2,24; Os 2,16; Mq 4,5; Zc 14,9; Ez 16,27; 36,20-23; Jr 2,1-37; etc. Se vc. sabe que está errado...!!!! Só porque foi traduzido assim.....do grego e tal.....!!!! Têm que ficar errado...??? Não no meu entender!!!!! Por isso meus grifos.....!!!!!].

           (c) Este é o ponto mais próximo até onde chega o NT, da asseveração da plena identidade o Maschiyah com o ETERNO. Tt 2,13 se refere a “aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande ETERNO e Salvador Maschiyah YahuShúa” [grifo meu] (ARA, cf. RSV mg. “do grande Deus e nosso Salvador”). Já tem sido expressada hesitação quanto ao apelar para este texto em semelhante caso. “A aplicação da fórmula ‘grande Deus’, que era um título de Deus firmemente arraigado no judaísmo posterior, (mas, no hebraico era: ‘elohím! Que foi traduzido para: Deus/deus/deuses – pois tem esses significados....!!!! Grifo meu), ao YahuShúa (grifo meu), seria completamente sem igual no Novo Testamento” (o texto do livro trás: “a Jesus, seria completamente sem igual no Novo Testamento”) (J. Jeremias, NTD 9,58). O ensino de Sha’ul (Paulo) em Fp 2,6 fala contra a completa equivalência, quando tira uma distinção mediante as palavras: “embora estivesse na forma do ETERNO, não considerava a igualdade ao ETERNO uma coisa a ser usurpada”. E, Stauffer tem razão, sem dúvida, ao escrever: “A cristologia do NT é levada à sua conclusão lógica ao designar-se, de forma completa, Cristo como theos” (TDNT III 106).

           J. Schneider.

         [Vejam que, eu, Anselmo, não discordo dos direitos autorais do livro ao qual estou copiando essas informações......!!!!! E, nem quero alterar ou mudar o que está e foi escrito.....mas, sim, levantar o porque de tudo isso!!!! Pois se não fosse pelo seu povo de colocar um ‘apelido’ ao Nome Santíssimo e Sagrado (“YHVH”) toda essa história que é contada, teria um sentido bem diferente.....!!!! Essa e somente essa é a questão ao qual levanto e brigo tanto! Por um erro um zelo destrutivo de seu povo, a palavra ‘Senhor’,

Escrito por anselmo.estevan às 15h51
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theos, kyrios, entrou na nossa língua!!! E, seu Nome é esquecido! (theos, Zeus, kyrios, tudo deriva à: deus que na língua hebraica – ‘senhor’ nos remete à baal – um ídolo! Zeus também é um ídolo grego que nos remete à: deus!!!!). Por isso o termo senhor em letras todas maiúsculas para se distinguir do termo Baal um ídolo de Canaã somente!!!! E, tudo isso por não sermos dignos de pronunciar seu Nome??????? Erro gravíssimo........ Grifo meu].

           (d) A exclamação de desolação de YahuShúa (Grifo meu) se registra em Mt 27,46 e Mc 15,34. Ambos citam uma versão das palavras de YahuShúa (grifo meu) na língua original, e acrescentam sua própria tradução: “eli eli lema sabachtani?” Que quer dizer: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt); “eloi Eloi lama sabachthani que significa, ‘Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?’ (Mc) O brado corresponde às palavras iniciais de Sl 22, que o TM registra assim: ‘elî’ elî lamâh ‘azabtanî. Parece que Marcos escreveu o Aram, Eloi. Os presentes, conforme parece, entenderam que se tratasse de um grito a Elias, que fora levado ao céu (2Rs 2,9-12) e que, segundo se acreditava, acudiria os justos na aflição (SB IV, 2, 76 e segs.).

 

           § BEM, AQUI PRECISO DA AJUDA DE UM COLEGA DE ESTUDOS PARA OBSERVAR MELHOR ESSE PARÁGRAFO ACIMA....!!!! AGUARDEM: (Sr. IVONIL): É, INFELIZMENTE NÃO VAMOS PODER CONTAR COM O SR. IVONIL POR PROBLEMAS TÉCNICOS DE SERMOS HUMANOS ...!!! VAI SE FAZER O QUE NÉ?

 

 

Essa  é  dificil  meu  achi!!!

somente  para quem  é   teologo  e  bacharel  formado  na fuculdade  de susano!

Vou  ver  o  que  posso   fazer   e depois  ti  passo  ok?

 

           Bem, vamos à Bíblia de Genebra Edição Revista e Ampliada Mattitiyahu (Mt): 27,46: Por volta da hora nona, clamou YahuShúa (grifo meu) em alta vós, dizendo: Eli Eli, lama sabactâni?

 

           27,46: Eli.Assim na maioria dos manuscritos (o hebraico para “meu Deus”) em vez de “Eloí” (aramaico), mas alguns dos melhores o traduzem como “Eloí” (como em marcos). O restante da lamentação é em aramaico. Se YahuShúa (grifo meu) usou o hebraico “Eli”, a confusão com Elias pode ser, de algum modo, mais compreensível!

 

           É, eu não acredito que o grito seja: “meu Deus”! Mas como os homens idolatram títulos...tenho que aceitar....!!!! (Assim, não precisamos incomodar o irmão Ivonil...!). Há, sim, OBRIGADO, IVONIL, POR NADA!!!!

 

           VAMOS A TRADUÇÃO DA BÍBLIA PESHITTA:

 

           E perto da hora nona exclamou (YE’SHUA) em alta voz , dizendo: Eli, Eli, I’má sh’vactâni; isto é, [‘Elo(rr)hím(i)] meu , [‘Elo(rr)hím(i)] meu, me sinto tão sozinho?

 

           Pois essa tradução seria: ‘elohím – deuses! Jamais o Filho chamaria o Pai por esse título!!!!! Grifo meu.

 

 

 

         Desde os tempos mais antigos, foi sentido que este grito suscita problemas para a cristologia. Estes se refletem nas variantes dos MSS e da versão do Ev. Ped. 5,19: “Meu poder, ó poder, me abandonaste!” (cf. K. Stendahl, The School of St. Matthew, 1967(2), 83-7; Henn, Schn., I, 184). Sente-se que as palavras dão a entender um abandono da parte do ETERNO, o que é incompatível com a crença da divindade do Maschiyah, e uma falta da confiança da parte do YahuShúa (grifo meu no nome do Filho). Mesmo assim, Mateus e Marcos não se esquivam de registra-las. O grito expressa um senso de total desolação, tal qual YahuShúa (grifo meu) nunca experimentara, nem sequer nas ocasiões da tentação, da rejeição e no Getsêmani, Sua fidelidade à vontade do ETERNO O levara ao ponto onde aquela vontade tinha que ser feita mesmo sem Ele estar conscientemente ciente da presença do ETERNO. Foi esta a experiência do Salmista. E, ao registrarem o grito, os evangelistas podem muito bem ter visto nele um cumprimento adicional do Sl 22 (cf. Mt 27,35; Mc 15,24; Lc 23,34; Jo 19,25 com Sl 22,18; e Mt 27,39.43; Mc 15,29; Lc 23,35 com Sl 22,7-8; cf. também Hb 2,12 com Sl 22,22; ver mais em B. Lindars, New Testament Apologetic, 1961, 89-93; H. Gese, “Psalm 22 und das Neue Testament”, ZTK. 65, 1968, 1-22). A pungência dos paralelos e a solenidade da narrativa talvez fossem grandes demais para os evangelistas pararem a fim de falarem em cumprimento. O grito de YahuShúa (grifo meu) é tanto mais pungente, levando em conta a expressão zombeteira (também lançada em rosto do salmista): “Confiou no YHVH! Livre-o Ele”. A sugestão de que o grito fosse uma interpretação colocada na boca de YahuShúa (Grifo meu), talvez à luz do Salmo (cf. R. Bultmann, The History of the Synoptic Traditions, 1963, 3,13) suscita mais problemas do que soluciona, pois é incrível que a igreja tivesse inventado uma declaração que aprece ir contra tudo quanto YahuShúa (grifo no nome do Filho) ensinara? O grito revela a angústia que YahuShúa (grifo meu) sentia, ao ser totalmente rejeitado por amigos e inimigos igualmente, e ao ter

Escrito por anselmo.estevan às 15h50
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que enfrentar a morte mais excruciante. Ao mesmo tempo, podemos dizer juntamente com C. E. B. Cranfield que o grito deve ser entendido à luz de Mc 14,36 (e par. Mt 26,39; Lc 22,42; Jo 12,27) e da interpretação paulina da morte de YahuShúa (grifo meu) em 2Co 5,21 e Gl 3,13. “O fardo do pecado do mundo, Sua completa auto-identificação com os pecadores, acarretou um abandono pelo Pai que não somente era sentido, como era real” (The Gospel According to Saint Mark, 1963, 458). [Agora sim! O GRITO DO YAHUSHÚA – FOI SIM A DOR DE SENTIR O PECADO NOS OMBROS, LITERALMENTE, DE TODO O “MUNDO” E SER CONDENADO POR ISSO PELA JUSTIÇA DIVINA DO PAI YAHU! E PIOR NÃO SE ARREPENDER POR ISSO E PAGAR PELOS PECADOS DOS INJUSTOS COMO SENDO UM DELES OU SE COLOCANDO NO LUGAR DELES (QUE NÃO SE ARREPENDEM DE FAZER O MAL...!!!) E SE SEPARANDO LITERALMENTE DO PAI – UMA DOR INDESCRITÍVEL QUE, OS QUE, NÃO ACEITAREM SEU NOME PARA A SALVAÇÃO – TERÃO ESSA DOR HORRÍVEL PELA ETERNIDADE AFIM!!!! POR ISSO SUAS PALAVRAS: “HAVERÁ CHORO E RANGER DE DENTES NAQUELA HORA......!!!!!” VEJAM QUE AMOR FOI DERRAMADO POR TODOS NÓS! O QUE É INSEPARÁVEL! SEM EXISTÊNCIA DE DIAS ETC. SEPAROU-SE DO PAI PARA NOS JUSTIFICAR DO PECADO PARA A VIDA ETERNA! E O HOMEM NÃO SE ACHA DIGNO DE PRONUNCIAR SEU NOME VERDADEIRO QUE SALVA?????? VAI NESSA. POIS SÓ HÁ UM NOME QUE SALVA E É SOMENTE ISSO QUE PRECISAMOS FAZER – DAR GLÓRIA AO SEU NOME!!!!!!!!!!!!!! HALLELU-YAH!].

           Pode-se, no entanto, levar ainda mais adiante os paralelos com Salmo 22. G. Dalman sugeriu que, para os Yahudim (Judeus), as palavras iniciais eram reconhecidas como oração eficaz pelo socorro, à luz da parte posterior do Salmo (Jesus-Jesus, 1929, 206). O Salmista sobrevive sua desolação do momento, para louvar o ETERNO na congregação (v. 22; cf. Hb 2,12). Todos os confins se lembrarão do YHVH – YahuShúa e se voltarão a Ele [grifo meu no Nome] (v. 27). O domínio pertence ao YHVH (grifo meu), e Ele rege sobre as nações (v. 28). A posteridade O servirá o proclamará a Sua libertação a um povo que ainda nasceu (vv. 30-31). Se pudermos considerar a parte anterior do Salmo cumprida na morte de YahuShúa (grifo meu), a parte posterior pode ser considerada cumprida na revelação do Maschiyah (UNGIDO) ressuscitado, na Grande Comissão para evangelizar (Mt 28,16-20).

           C. Brown.

           7. O ETERNO e a Igreja. A comunidade dos crentes é chamada a Ekklesia tou theou (At 20,28; 2Co 1,2; 10,32; 11,16.22; 2Co 1,1; Gl 1,13; 1Ts 2,14; 1Ts 1,1.4; 1Tm 3,5.15; Igreja). Compõe-se dos que foram escolhidos pelo ETERNO e chamados para serem santos (Rm 1,7; cf. a saudação inicial da maioria das Epístolas de Sha’ul [Paulo]) e que receberam todas as dádivas da salvação e da graça. Têm paz com o ETERNO (Rm 5,1), pois foram reconciliados mediante o Maschiyah (2Co 5,18). Como o início da nova criação do ETERNO (2Co 5,17), são feitura dEle, criados em o Maschiyah YahuShúa (grifo meu) para boas obras (Ef 2,10). O ETERNO opera através deles tanto o querer como o realizar (Fp 2,13), e dá-lhes a certeza de que a salvação deles será levada a bom termo (Rm 5,2; Fp 3,21). Na ocasião da volta do Maschiyah, dará vida ao corpo mortal deles (Rm 8,11) e uma participação na Sua glória e na vida eterna.

           (b) A Igreja é o templo do ETERNO (1Co 3,16; Ef 2,21); o edifício santo do ETERNO, no qual todos os crentes são colocados como pedras vivas (1Pe 2,4); a habitação do ETERNO NO RÚKHA (Espírito), na qual os cristãos  são membros do ETERNO (Ef 2,19.21). É o novo povo do ETERNO (1Pe 2,9) que forma o corpo do Maschiyah (MESSIAS) no qual os crentes têm a participação na pleroma, na plenitude do ser do ETERNO e do MASCHIYAH (Cl 2,10; Ef 1,23; Plenitude, art. pleroo). A comunidade fica sob a proteção do ETERNO. Está escondida nEle, pois O ETERNO está do lado dela (Rm 8,31). Sendo assim, nenhum poder, seja qual for o nome dele, tem a capacidade de separa-la do amor do ETERNO. [Então, qualquer ‘poder’ tem ‘nome’ e o Criador? Não tem? Têm sim! “YHVH – YAHU”] grifo meu.

           Sha’ul (Paulo) ressaltava fortemente que a ekklesia do ETERNO consiste de Yahudim (Judeus) e goyim (gentios). Isto porque o Maschiyah reconciliou os judeus e os gentios com o ETERNO em um só corpo por meio da cruz. [Por isso, sou contra quem ataca os: “Gregos” ou o seu ‘povo’ os: Judeus por terem feito o que fizeram com Ele..... Grifo meu] Qualquer pessoa que recebe a palavra da reconciliação (2Co 5,19) e crê em o MASCHIYAH, tem livre acesso ao Pai (Ef 2,18). No povo do ETERNO – aliança, removem-se as diferenças raciais e nacionais!

         8. A TRINDADE. O NT não contém a doutrina desenvolvida da Trindade. “Falta, na Bíblia, a declaração expressa de que o Pai, o Filho, e o Rúkha hol - RODSHUA (o ESPÍRITO SANTO) [grifo meu no Nome do Espírito Santo] são de essência igual e, portanto, num sentido igual, o próprio ETERNO. Falta, também a outra declaração expressa de que o ETERNO é o ETERNO assim, somente assim, i.é, como o Pai, o Filho e o Rúkha Qadôsh (Espírito Santo). Estas duas declarações expressas, que vão além do testemunho da Bíblia, são o conteúdo duplo da doutrina da Igreja acerca da Trindade” (Karl Barth, CD, I, 1, 437). Falta-lhe, outrossim, termos tais como trindade (Lat. Trinitas, cunhada por Tertuliano, Contra Praxeas, 3,11; 12 etc.) e homoousios que consta do Credo de Nicéia (325) para significar que o MASCHIYAH (MESSIAS) era da mesma substância do Pai (cf. J. N. D. Kelly, Early Christian Doctrines, 1968(4), 113, 233-7). O que o NT realmente contém é a fórmula fixa tripartida de 2Co 13,13, na qual O ETERNO, O YHVH – YAHU e o Rúkha [Espírito] (grifo meu) se mencionam juntamente (cf. 1Co 12,4 e segs.). A Trindade do Pai, do Filho e do Rúkha hol – RODSHUA (Espírito Santo) ocorre apenas na fórmula batismal de Mt 28,19. A edição posterior, 1Jo 5,8 (em textos lat. do século VI), contém a triáde do Pai, do Verbo e do Rúkha hol RODSHUA (Espírito Santo) (cf. E. Stauffer, TDNT  III 108-9). Uma extensão da forma triádica, na qual, porém, o elemento importante é “o só ETERNO (YAHU)”, “o só YHVH” e “o só Rúkha“ (grifo meu), aparece em Ef 4,4 e segs.; Gl 4,4 e segs. (Exatamente por isso defendo seus NOMES Pessoais e PRÓPRIOS!!! E NÃO APELIDOS OU TÍTULOS NÃO NOBRES!!!!!!!!) grifo meu, mas não apresenta uma fórmula, falando a rigor. Expõe a ação do ETERNO na história da SALVAÇÃO, colocando O ETERNO e o Rúkha Qadôsh (Espírito Santo) no Seu relacionamento certo:

Escrito por anselmo.estevan às 15h50
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O ETERNO envia, primeiramente, o Filho, e depois o Rúkha (Espírito) do Seu Filho, para continuar a obra do YahuShúa (grifo meu) na terra.

           Do outro lado, O ETERNO e o Maschiyah Se vinculam de perto em fórmulas bipartidas: “UM SÓ ETERNO – YAHU (YHVH), o Pai... (grifo meu) e um só YHVH, YahuShúa Maschiyah” (grifo meu) (1Co 8,6). “UM SÓ ETERNO E UM SÓ MEDIADOR ENTRE YHVH – O ETERNO E OS HOMENS” (grifo meu) (1Tm 2,5). Nesta conexão, deve-se mencionar Mt 23,8-10, onde YahuShúa (grifo meu) chama a atenção dos discípulos ao fato de que têm um só Mestre (Ele mesmo) e um só ETERNO no céu (YHVH) grifo meu. Em todas estas declarações, os dois fatos, de que o ETERNO e o Maschiyah (o UNGIDO) são inseparáveis, e de que há distinção entre Eles, se ressaltam com igual peso, sendo que, em todos os casos, a precedência é do (ETERNO) Pai, que fica acima do Maschiyah. (Quanto às fórmulas, ver E. Stauffer, New Testament Theology, 1955, 235-57, J. N. D. Kelly Christian Creeds, 1972(3), 6-29; V. F. Neufeld, The Earliest Christian Confessions, 1963).

           Existe, outrossim, um estreito relacionamento entre O Maschiyah e o Rúkha Qadôsh (Espírito Santo). Assim, Sha’ul (Paulo) pode dizer diretamente que o YHVH é o Rúkha (grifo meu) (2Co 3,17). No evangelho de João, o Rúkha Qadôsh (Espírito Santo) (o Parácleto, Consolador) aparece com “certa independência” (E. Stauffer TDNT III 107). Na Sua obra, porém, está vinculado com o Maschiyah exaltado (Jo 16,14: “Há de receber do que é meu”). O Maschiyah (o Ungido) e o Rúkha Qadôsh (Espírito Santo) estão num relacionamento intercambiável. Mesmo aqui, porém, não há asseveração rigorosa e dogmática. Embora o Rúkha (Espírito) Se distingue do Maschiyah e Se subordine a Ele, pode-se dizer em 1Jo 2,1 que o Maschiyah é o Parácleto com o Pai. Tudo isto sublinha o fato de que o cristianismo primitivo não tinha uma doutrina explícita da Trindade, tal como foi subseqüentemente elaborada nos credos da igreja primitiva. {Excelente! Pois tem “pessoas” que querem desmascarar a 3ª Pessoa da Trindade......!!!!! Por não ser uma Pessoa.....??? Ou falam que é o próprio ETERNO....!!!!! SE FOSSE O PRÓPRIO ETERNO COMO O DIZEM....!!!!! ENTÃO O ‘PAI’ NA FORMA DO ESPÍRITO SANTO SENDO ELE MESMO, SE SUBORNARIA AO FILHO???!!!! NÃO! ISSO É A MAIS PURA BLASFÊMIA!!! GRIFO MEU}.(Para discussões da Trindade no NT, ver L. Hodgson, The Doctrine of the Trinity, 1943, 38-84; A. e. J. Rawlinson, red,. Essays on the Trinity and the Incarnatios, 1933; Karl Barth, CD, I 1, 339-560; G. A. F. Knight, A Biblical Approach to the Doctrine of the Trinity, 1953; A. W. Wainwrigrt, the Trinity in the New Testament, 1962).

           9. Divindades Pagãs. É improvável que o grego e romano mediano levassem a sério os antigos deuses, mas, mesmo assim, a tradição e a supervisão levava pessoas a altares, santuários e imagens. A multiplicidade de altares em Atenas levou Sha’ul (Paulo) a descrever os atenienses como deisidaimonesterous (At 17,22), uma forma comparativa, composta de deido (“temer”) e daimon (uma “divindade” ou “demônio”). O adj, deisidaimon frequentemente significa “supersticioso”. Parece, porém, que Sha’ul (Paulo) queria aplicá-lo num sentido mais positivo, i é, “bem religiosos” (cf. o subs. deisidaimonia que pode significar “superstição”, “temor” ou “reverência” para com a divindade num bom sentido, e “religião” [cf. Arndt. 172]).

           O panteão principal gr., com os equivalentes romanos citados entre parênteses, era: ZEUS (JÚPITER), HERA (JUNO), APOLO (APOLO OU FEBO), ARES (MARTE), POSSEIDON (NETUNO), AFRODITE (VÊNUS), HERMES (MERCÚRIO), PALAS ATENAS (MINERVA), ÁRTEMIS (DIANA), HADES OU PLATÃO (PLUTÃO OU ORÇO). [TODOS ‘DEUSES’ COM NOMES! O  CRIADOR, QUE PELO TÍTULO: ‘DEUS’ – QUE NA LÍNGUA GREGA É: “ZEUS” – E, ESSE É SEU NOME! UM ÍDOLO – ZEUS!!!! POR ISSO BRIGO! POIS ESTÃO DANDO GLÓRIA A ESSES ÍDOLOS DE CRIAÇÃO HUMANA E ESQUECEM-SE DO CRIADOR......Rm 1,18-27; 2Co 4,1-6; 2Ts 2,7-12; Rm 2,24; Êx 20,7; Dt 5,11; Is 42,8; 26,8!!!!! GRIFO MEU]. (OBS.: ZEUS – SEU NOME, TIRARAM O ‘Z’ E COLOCARAM A LETRA: ‘D’ – FICANDO UM ÍDOLO COM NOME TROCANDO A LETRA ‘Z’ E LHE ACRESCENTARAM A  LETRA ‘D’ LENDO-SE: DEUS!!!! GRIFO MEU!).

           Em 1Co 10,20, Sha’ul (Paulo) fez uma equivalência entre as divindades pagãs e demônios, mas ao dirigir-se aos atenienses inteligentes, citou com aprovação Epimênides, Arato, Phaenomena 5, e Cleantes, Hino a Zeus (cf. F. F. Bruce, The Action of the Apostles, 1951, 338-9); ver também supra, seção 4 (b). “Bem, que não está longe de cada um de nós, pois “NEle vivemos, e nos movemos, e existimos”, como alguns dos vossos poetas têm dito: “Porque dele também somos geração” (At 17,27-28). Os poetas, na realidade, estão louvando a ZEUS, mas Sha’ul (Paulo) deixa claro que trata as citações como sendo uma referência à concepção mais alta que eles têm do Deus (que é Zeus! Grifo meu) supremo, ou melhor: a não-concepção deles, o Deus Desconhecido, de quem passo a falar.

         As seguintes divindades gregas se mencionam pelo nome no NT, (i) Zeus e Hermes. Em Listra, depois de um milagre extraordinário de cura, Bar-Nabba (Barnabé) e Sha’ul (Paulo) foram tratados como visitantes celestiais, Bar-Nabba (Barnabé) dignificado como Zeus, e Sha’ul (Paulo), o que falava, como Hermes (At 14,8-18). (ii) Ares. Em Atenas, Sha’ul (Paulo) foi levado para o Areópago, ou Campo de Ares, onde preletores tinham liberdade para discursar, como na Esquina de Hyde Park, em Londres, e onde se reunia o Concílio de Atenas (At 17,19), (iii) Ártemis. O templo dela em Éfeso foi uma das maravilhas do mundo, e a pregação bem-sucedida em Sha’ul (Paulo) levantou contra si os artífices de nichos vendidos como lembranças (At 19,21-41). A Ártemis de Éfeso se identificava apenas de longe com Ártemis a caçadora. Estátuas e descrições revelam que era a grande Deusa-Mãe, (iv) Hades. No Gr. clássico, o nome deste deus veio a representar seu reino do além, embora fosse bem comum empregar a expressão em Hadou (gn. ao invés de dat.), com o significado de “na casa de Hades”. No

Escrito por anselmo.estevan às 15h49
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NT, a palavra se emprega apenas do lugar ou estado (e. g.[en to Hade] Lc 16,23; INFERNO, art. hades).

           Dois deuses cananitas aparecem em citações do At. Baal (Rm 11,4; 1Rs 19,18) e Moloque (At 7,43;  ‘Amos (Amós) 5,26).

           J. Stafford Wright

           [ENTENDAM QUE ‘SENHOR’ É A TRADUÇÃO DO DEUS CANANITA BAAL!!! POR ISSO A PALAVRA SENHOR É ESCRITA TODA EM MAIÚSCULA E COM O “S” MAIOR! E O FILHO NO NT É ESCRITO COMO: Senhor! FAZENDO DIFERENÇA SE SÃO UM SÓ...!!!  E POR QUE TIRARAM O YHVH DAS BÍBLIAS????? E POR QUE NÃO TEMOS O NOME DO PAI? É POR ISSO QUE BRIGO TANTO.....Rm 2,24; 11,1-4 FALAM POR MIM!] GRIFO MEU.

 

           10. Há várias palavras compostas no NT que indicam uma vinculação real ou potencial com o ETERNO. (i) theosebeia (1Tm 2,10) significa “reverência para com Deus”, “piedade”, “religião”, theosebes (Jo 9,31) significa “temente a Deus”, “devoto”, “adoradores de Deus”. O verbo theosebeo, “adorar a Deus” no NT, mas se acha em Ep. Diog. 3,1 na literatura cristã primitiva. [Exatamente aí está o problema! Theos – representa o “Deus” mas, não o ETERNO, e, sim um ídolo com outro título = “Zeus”] grifo meu. Em todas estas formas, a raiz vem do verbo sebo, “adorar” ou “reverenciar”, mais theos, Deus (Piedade, artigo, sebomai). Os prosélitos às vezes eram chamados sebomenoi [ton theon] (e.g. At 13,13.43; 18,7). Estes tementes a Deus eram gentios que aceitavam o modo judaico de vida em geral, mas não se obrigavam a observar todos os pormenores rituais da Lei, mormente a circuncisão (Conversão, artigo, prosêlytos). (ii) theostyges (Rm 1,30) é um substantivo composto de stygeo, “odiar”, mais theos. No Grego clássico significa “odiado por Deus” ou “abandonado por Deus”. Na sua única ocorrência no NT, porém, parece necessário um significado ativo, i.é., “odiadores de Deus” (RSV). (iii) Theophilos, “Teófilo”, se deriva de phileo, “amar”. Seu significado ou é “querido por Deus”, conforme o é geralmente no Grego clássico, ou “o que ama a Deus”. No NT ocorre somente em Lc 1,3 e At 1,1 como o nome da pessoa para quem Lucas escreve. É quase certamente um nome próprio, talvez um pseudônimo para alguma pessoa bem conhecida, mas poderia representar qualquer leitor cristão (para a discussão e a literatura, ver F. F. Bruce, The Acts of the Apostles, 1951, 65-66; E. Haenchen, The Acts of the Apostles, 1971, 136-7). (iv) theios ocorre 3 vezes no NT. Com o artigo, to theion, significa a Deidade (At 17,29). Com adjetivo significa “divino”, e se emprega juntamente com poder e natureza em 2Pe 1,3-4. (v) theiotes (Rm 1,20) significa “deidade”; “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (ver supra, 4 (b)). Theotes, “deidade”, “divindade” (Cl 2,9), é uma palavra mais forte, e se entrega como substantivo abstrato para theos em conexão com a encarnação: “porquanto nele habita corporalmente toda a plenitude da Divindade”. Por contraste, as palavras mais fracas, to theion (At 17,29) e theiotes (Rm 1,20) falam da consciência que os gentios têm da divindade (Ver mais em H. S. Hash, theiotes-theotes, JBL, 18, 1899, 1-34; Moulton-Milligan, 286 e segs.; e Arndt, 354, 357 e segs., para os termos discutidos supra.)

           J. Stafford Wright

           [Esse são os problemas dos “Títulos”! Pois o Grego do NT, theos, é realmente o título “Deus”! Se fosse seu Nome Real, isso nunca aconteceria pois a Bíblia fala que seu Nome é Blasfemado....e que Ele vai reivindicar a santidade de seu Nome....Mas qual Nome se até agora só usaram títulos: Zeus, Theos, Deus, SENHOR, Baal – esses títulos sim blasfemam seu Nome pois são dados a ídolos.....] grifo meu.

 

           (Emmanouel), “Emanuel”.

 

           AT

           O nome Emanuel que ocorre em Is 7,14 e 8,8 significa, literalmente “Deus [está] conosco”.

           (Hebraico ‘immanû ‘el). No contexto dos tempos de Yesha’yahu (Isaías) e Rei Achaz (Acaz), o nome é dado a uma criança que ainda não foi concebida, com a promessa de que o perigo que agora ameaçava Ysrael da parte da Síria e da Samaria ainda passará “antes de a criança saber recusar o mau e escolher o bom”. Assim, a criança, juntamente com o seu nome, é sinal da presença graciosa e salvadora de Deus entre Seu povo. [Ou seja, sempre ídolos.....!!! Pois o termo mais adequado seria: “(‘immanu’ul) [O ETERNO CONOSCO] grifo meu. O nome pode ter um significado mínimo ou máximo. Pode ser uma declaração geral de que o nascimento e a nomeação da criança especial indicará a boa mão de “Deus” sobre nós. Ou pode ser um nome divino ou significa que a presença de “Deus” conosco se pode achar na criança [O termo no hebraico é: ‘elohím! E nós usamos letras maiúsculas. E as vezes, eu, também as uso nos termos traduzidos ou transliterados para a nossa língua com a inicial em letra maiúscula! Mas o hebraico original não tem letras maiúsculas....!!! Então, o termo para “Deus” é - ‘elohím – deus ou deuses!!!!!! Então tudo o que na nossa língua é com “D” maiúsculo! No hebraico é com “d” minúsculo! E representa ídolos ou demônios......Por isso não gosto do título “Deus” Grifo meu]. Justificando esta segunda interpretação, há o nome daquele que podemos razoavelmente considerar como sendo a mesma criança em Is 9,6. Um dos seus nomes aqui é ‘el gibbôr que, à luz da sua aplicação ao próprio Javé em 10,21, significa Deus Poderoso. (Ver mais em E. J. Young. The Book, of Isaiah, I, 1965, 283-94, 306-7, 335 e segs.; O. Kaiser, Isaiah 1 – 12, 1972, 96-106; J. Lindblom, A Study on the Immanuel Section of Isaiah, 1958, reimpressão; J. A. Motyer, “Context and Contnt in the Interpretation of Isaiah 7,14,” TB 21, 1970, 118-25.)

 

         NT

Escrito por anselmo.estevan às 15h49
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Mt 1,23 vê como cumprimento de Is 7,14 a promessa do anjo a Yosef (José), acerca do filho concebido em Miryam (Maria) mediante o Rúkha hol – RODSHÚA (Espírito Santo), que será chamado “YahuShúa (grifo meu), porque ELE SALVARÁ o seu povo dos pecados deles”. [Mas, só há um único NOME que SALVA! Grifo meu]. A citação corresponde em grande parte com a LXX, embora a LXX não dê uma tradução do nome, para indicar o seu significado. Não significa necessariamente que um nascimento virginal foi profetizado, porque parthenos pode se empregar de outras que não sejam virgem (e.g. 34,3), e, da mesma forma, o Hebraico ‘almâh pode significar uma mulher jovem, casada ou solteira (Gn 24,43; Êx 2,8; Sl 68,25; Pv 30,19; Ct 1,3; 6,8). Quanto a questão do nascimento virginal, ver J. Orr, The Virgin Birth of Christ, 1907; J. G. Machen, The Virgin Birth of Christ, [1930] 1958; T Boslooper, The Virgin Birth, 1962; R. E. Brown, The Virginal Conception & Bodily  Ressurrection of Jesus, 1973. Essa questão depende da interpretação de outros versículos além de Mt 1,23. [O problema é que todo mundo tenta dar um “jeitinho” com mudanças de línguas e etc. Mas, como fica o que foi Revelado e Inspirado pelo ETERNO???? O jeitinho “brasileiro, dá um jeito.....????!!!!!”] Grifo meu. O nome Emanuel não se aplica a YahuShúa [grifo meu no Nome do Filho] em qualquer outra parte do NT. O argumento desta passagem é ver no nascimento de YahuShúa (grifo meu) um ato salvífico do ETERNO, comparável com o nascimento do primeiro Emanuel. Ambos os nascimentos significam a presença de “Deus” com Seu povo, através de uma criança. Embora, porém, o evento anterior nos dias de Yesha’yahu (Isaías) era considerado, na ocasião, como possuidor de significado decisivo, revela-se, à luz da vinda de YahuShúa (grifo meu), como mera antecipação do ato realmente salvífico do ETERNO e da Sua presença verdadeira. Para o conceito de cumprimento em Mattitiyahu (Mateus), Plenitude, art. pleroo , NT 1 (c). Ver também sobre esta passagem W. C. van Unnik, “Dominus Vobiscum”, em A.J. B. Higgins, ed., New Testament Essays: Studies in Memory of T. W. Manson, 1959, 270-305.

 

           Pode-se vincular a citação feita por Mattitiyahu (Mateus), escrita à luz da experiência que os discípulos tiveram de YahuShúa MaschiYah (Grifo meu), com Lc 1,35, onde o ato sem par do Rúkha hol – RODSHÚA (Espírito Santo) significa que o menino será “O Filho do Eterno” (Grifo meu). [Pois se seria o: Filho de Deus – seria um demônio qualquer como os filhos de Zeus que é colocado com Z maiúsculo e não minúsculo, mitologia grega..... grifo meu]. Assim, “O ETERNO CONOSCO” grifo meu se deve interpretar de modo semelhante. O mínimo será o ETERNO vindo à terra. A concepção por meio do Rúkha (Espírito) Qadôsh (Santo) chama atenção ao papel do ETERNO no nascimento e na vida de YahuShúa (Grifo meu).

           J. Stafford Wright, C. Brown.

 

           Bem, chegamos ao final desse estudo! Como o mesmo ficou muito longo, a seguir os termos de quem compilou esse estudo, vou relatar resumidamente! Estudo feito por: Anselmo. Formado pela Faculdade Ibetel de Suzano – S. P. Em: Teologia, Bacharel em Teologia (como tem gente que não estuda e sente inveja disso....eu estudei para poder falar do que sei e se não concordo posso com autoridade colocar meu grifo pois pela mesma faculdade tenho o título de Pastor! Não desmerecendo em nada o estudo acima com seus direitos autorais!!!! Não que eu queira mudar o estudo! Onde entendo do meu jeito, coloquei sempre meu grifo respeitando e mostrando quem o escreve com direitos autorais, mas com grifos de minha parte, sendo assim o estudo não é meu e respeito quem o fez.........Anselmo!).

          

           Deus, no AT e no mundo antigo:

           (a). W. F. Albright, Archaeology and  the Religion of Israel, 1956; From Stone Age to Christianity, 1957; and Yahweh and the Gods of Cannan, 1968; A. Alt, “The Gok of the Fathers”, in Essays on Old Testament History and Religion, 1966, 1-77; L. R. Bailey, “Israelite ‘el sadday and Amorite bêl sadê”, JBL 87, 1968, 434-38; T. Boman, Hebrew Thougth Comparedwith Greek, 1960 (…).

 

           Deus, na Teologia Sistemática:

           (a). J Bailie, Our Knowledge of God, 1939; K. Barth, CD, I, 1-2, The Doctrine of the Word of God, CD II, 1-3, The Doctine of God; H. Bavinck, The Doctrine of God, 1951; L. Berkhof, Systematic Theology, 1938; 19-178; E. Brunner, Dogmatics, I, The Christian Doctrine of God, 1962; E. J. Fortman, The Triane God. (…).

 

           Deus, na Filosofia e na Teologia Filosófica:

           J. Adam, The Religious Teachers of Greece, 1908; T. J. J. Altizer and W. Hamilton, Radical Theology end the Death of God , 1968; J. Barnes, The Ontological Argument, 1972; P. A. Bertocci,The Person God Iss, 1970; J. Bowker, The Sense of God, 1973 (….).

 

           Livros pesquisados: Dicionário Internacional de Teologia do NOVO TESTAMENTO. (LOTHAR COENEN & COLIN BROWN) – Editora: Vida Nova. “Bíblias: Peshitta Torah hebraica (EDIÇÃO 2011 ISBN: N.R. 383.265), Judaica completa (Editora Vida – David H. Stern; Rogério Portella; Celso Eronides Fernandes); Estudo Genebra: Edição Revista e Ampliada – Editora Cultura Cristã, Sociedade Bíblica do Brasil!”.

          

 

 

 

          

Escrito por anselmo.estevan às 15h48
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O NOME DO FILHO:

Yahushua :::




                   YAHUSHUA   É  O  MASHIACH


INTRODUÇÃO


Conhecer  o  nome  original do  Mashiach  é  fundamental  para  a  igreja  nos  dias de hoje,  pois  esse  nome  tem
sido  corrompido  através  dos  séculos.    A  Igreja  precisa  conhecer  o  verdadeiro  nome  do  Mashiach  para  se
libertar  das  mãos  dos  falsos  profetas.



01 - CONHECENDO O  NOME  DO  MASHIACH  EM  HEBRAICO:
 


02 – CONHECENDO  AS  LETRAS  DO  NOME  DO  MASHIACH:


A letra AYIN não tem som, é representada pelo símbolo . O hebraico é escrito e lido da direita para a esquerda.
Na transliteração passa ser escrito e lido da esquerda para direita.


03 - CONHECENDO  AS  VOGAIS  DO  NOME  DO  MASHIACH.

As  vogais   foram  inventadas  para  pronunciar  o  texto  da  Bíblia Hebraica,  pois  a  língua  hebraica  é  composta
somente  por  consoantes.   As  vogais  são compostas de pequenos pontos que são colocados  debaixo  ou  ao  lado
das  letras  hebraicas.    O nome do  MASHIACH  é  composto  por  cinco consoantes,  por duas vogais longas  e por
duas vogais breves.

Existe dois tipos de VOGAL QAMETS:  QAMETS GADOL  vogal longa 
"A"    e o  QAMETS  QATON  vogal  breve "O".
Os  dois  Qamets  são  representado  pelo  mesmo  sinal  que é 
" T ".       É  importante dizer  que  os  dois  Qamets
não  tem  o  som  do  ditongo 
"AO".      E  também  porque  não  existe  ditongo  no  Hebraico.

Escrito por anselmo.estevan às 15h46
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04 - CONHECENDO A PRONÚNCIA DO NOME DO MASHIACH:

      
                                       

       YAHUH  =  Nome  do  Elohim  de  Yisrael

      SHUA    =  SALVAÇÃO

      YAHUSHÚA   Lê-se   IARRUSHÚA

Escrito por anselmo.estevan às 15h45
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            A última letra  "HÊ"  =  "H"  do  nome  de YAHUH  Elohim de  Yisrael,
          não  aparece no  nome do 
Mashiach, para ela não ser pronúnciada,
          isto é,  a  letra 
"HÊ" = "H"   é  pronunciada  no começo,  no  meio  e 
          no 
fim  de  uma  palavra ou nome  é  muda.  Por  isso  só aparece
          no nome do 
Mashiach  as três letras hebraicas do TETRAGRAMA =
         
YHW  =  YAHU.    


                     
              NO  NOME  DE  YAHUSHÚA  NÃO   EXISTE  O  DITONGO   "AO".
                      
PORQUE  NO  HEBRAICO  NÃO   EXISTE   DITONGO

                  
05 - CONHECENDO  O  SIGNIFICADO  DO  NOME  DO  MASHIACH:


        YAHUSHÚA  =  YAHUH ( IARRUH )   É   SALVAÇÃO

 
06 – O  NOME  DO  MASHIACH  É  COMPOSTO  PELO  NOME  DO ELOHIM DE
         YISRAEL:

            YAHUH    +     SHUA        =  YAHUSHÚA
        PAI            SALVAÇÃO        MASHIACH

      O nome  de  Yahushúa  é  composto  pelo  nome  de  YahUh
        Elohim  de  Yisrael.


Os   nomes   compostos  pelo  nome   do  Elohim  de  Yisrael   tem  uma  promessa de  benção:  "Assim,
porão  o  meu  NOME  ( YAHUH )  sobre  os  filhos  de  Yisrael,  e  eu os 

Escrito por anselmo.estevan às 15h45
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abençoarei” ( Números 6:27 ).
    

 

                    O   NOME  DO  PAI  FAZ   PARTE  DO  NOME  DO  FILHO


Yahushua disse: "...guarda-os no teu NOME ( YAHUH ), O QUAL ME DESTE”  (João 17:11).


07 - YAHUSHUA  ENSINOU   O  NOME  DE  YAHUH:

1 -   “Pai nosso que estás nos céus, SANTIFICADO seja o teu NOME ( YAHUH )”
       ( Mateus - MattitYahu 6:9 ).

2 - "Manifestei o teu NOME ( YAHUH ) aos homens...” ( João 17:6 ).

3 - "...guarda-os no teu NOME ( YAHUH ), O QUAL ME DESTE” (João 17:11).

4 - "...eu os guardava no teu NOME ( YAHUH ) QUE ME DESTE...” ( João 17:12 ).

5 - "...e eu lhes fiz CONHECER O TEU NOME ( YAHUH ), e ainda FAREI CONHECER...”
      ( João 17:26 ).



08 - O  NOME  DO  MASHIACH  NO  VELHO TESTAMENTO:

“Depois da morte de Moshéh, o servo de Yahuh, Yahuh disse a Yahushua bin Nun   
( Filho de Nun ),...” ( Josué 1:1 ).

O  nome  JOSUÉ  é  uma  transliteração  corrompida  do  nome  do  Mashiach

Escrito por anselmo.estevan às 15h44
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09 - O  NOME  DO  MASHIACH  NO  NOVO  TESTAMENTO:

“Yahushua HaMashiach Filho de David, Filho de Avraham” ( MatitYahu 1:1 ).

O nome MATEUS é derivado do ídolo Zeus. O nome correto é MatittYahu que é derivado de Yahuh.

- Mateus significa presente de Zeus.

- MatittYahu significa presente de Yahuh.



CONCLUSÃO:

Os judeus rejeitaram o mashiach, mas a igreja Apóstata fez pior ainda, ou seja, colocou outro nome no lugar do nome do verdadeiro mashiach. Infelizmente a maioria das igrejas ainda não se alertaram para isso, a não ser algumas que estão restaurando o nome original de Yahushua  o  mashiach.

Muitos tem recalcitrado contra o reconhecimento do nome de Yahushua que é o verdadeiro nome do mashiach. Ainda que alguns tem desprezado o nome de  Yahushua,  ao  passar do  tempo  eles  chegarão
a  aceitar e clamar por esse Nome.


Autor: Jarival

Email:  jarival@jarival.com.br

Recife, 27 de maio de 2011

_____________________________________________________________________________________
                    © 2011  www.yahushua.com.br.   Todos os direitos reservados.

 

Escrito por anselmo.estevan às 15h44
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ROCHA:

 

UMA PEDRA DE TROPEÇO!

         UMA ROCHA DE ESCÂNDALO!

 

         Dois termos parecidos. Mas, um é pequeno e faz cair! O outro é grande, forte, firme – mas representa um “escândalo!”.

         DUAS ESCOLHAS. COM UMA OPÇÃO: QUEM TIVER O CONHECIMENTO SERÁ LIBERTO – POIS NÃO RECEBEMOS, NOVAMENTE, O ESPÍRITO DA ESCRAVIDÃO (ROMANOS 8,15)! A ESCOLHA É SUA!!!! (1Sm 2,2; 1Pe 2,8; 1Ts 5,9; Rm 9,16-24).

 

         Veja como a “língua” hebraica é tida como: SAGRADA! Ao invés da “língua” grega: Ex.: Rm 8,1: Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em o Ungido (Christós) Yahushua, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito (PNEUMA).

 

         Rm 8,5: Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito (PNEUMA).

 

         SENDO ASSIM – TANTO O “ESPÍRITO SANTO – DO ETERNO”, COMO O NOSSO espírito – RECEBE O MESMO SIGNIFICADO....TANTO OS ANJOS, COMO ATÉ “SATANÁS” – FORMA ESPIRITUAL...!!!

         AGORA, NO HEBRAICO, HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA: - NOSSO ESPÍRITO – FÔLEGO DE VIDA É: RÛAH.

         O “ESPÍRITO DO ETERNO (ESPÍRITO SANTO) É: RÚKHA hol – RODSHUA!”. Grande diferença não!

 

         Pneuma: Uma corrente de ar, i.e., sopro (golpe de vento) ou uma brisa; (por analogia ou figurado) um espírito, i.e. (humano) a alma racional (por implicação) princípio vital, disposição mental etc., ou (sobre-humano) um anjo, demônio, ou (DIVINO) Deus, o espírito de Christós, o Espírito Santo....!!! Anselmo Estevan.

 

Êx 3,14: E disse Deus a Moisés: Eu Sou o que Sou. Disse mais: assim dirás aos filhos de Israel: Eu Sou me envio a vós!

        

         Vamos ao estudo desse verbo: (Hayah) raiz primitiva; existir, i. e., ser ou vir a ser, acontecer (sempre enfático, e não um mero verbo de ligação ou auxiliar): - Vir a ser, ser, fazer-se, alcançar, cumprir, andar fazendo, haver (semelhante), passar, dar ocasião, será que, fazer, enfraquecer, vir, seguir, suceder, ter, dura, pertencer, portai(-vos), era (apressado), ser/servir (para).

         Verbo que significa, ser feito. É usado mais de 3.500 vezes no Antigo Testamento. (mas com o erro de “SENHOR”. Grifo meu.

         Pois, onde que o TETRAGRAMA YHVH – TERIA O SIMPLES SIGNIFICADO DE “SENHOR”? Somente por acrescentação humana – tomou essa forma “ERRADA”! Para não sabermos nunca a “pronúncia correta do seu Nome”. Somente por isso! Eternizaram o termo: SENHOR! Pois como um Nome que procede dum verbo descrito acima – pode tornar-se um substantivo que virou Nome? Só e somente pela vontade humana....!!!!!! Não e nunca por vontade divina: 1Co 8,5-7: Estudo das palavras: “Senhores” e “deuses”.:

 

         - senhores – do (Grego) Kyrios – (Kyros, supremacia); supremo em autoridade, i. e. (como substantivo) controlador; (conseqüentemente) senhor (como título de respeito): - Deus, senhor; amo. Substantivo de Kyros (s.f.), força, poder, Senhor, amo dono.

 

         - (Theos) de origem incerta, uma divindade, especialmente a suprema divindade; (figurado) um magistrado; elo hebraico muito: excelente, Deus, deus, devoto, para Deus. Do hebraico, a resposta dos líderes de Israel como representantes de Deus na teocracia dos judeus (Jo 10,34.35, citação de Sl 82,1.6). No sentido grego: Um deus, uma divindade (At 7,43; 12,22; 14,11; 19,26; 1Co 8,4.5; Gl 4,8). Assim, SATANÁS é chamado de “o deus deste século”, o seu líder etc. (2Co 4,4). ADONAY, KYRIOS, DEUS, SENHOR SOMENTE TÍTULOS DE ACRÉSCIMOS AO TETRAGRAMA – QUE REPRESENTAM TAMBÉM O ANJO CAÍDO.... TOME CUIDADO E REFLITA SOBRE SUAS AÇÕES....NÃO QUE A BÍBLIA ESTEJA ERRADA NÃO É ISSO MAS QUE A COMPILOU ESSE SIM QUIS FAZER PARTE COM SATANÁS. E DERRUBAR SUA PALAVRA POR TERRA OK. DANIEL 8,12!!! UM CÓDIGO CIFRADO QUE POUCOS O VERIAM E CONSEGUIRIAM QUEBRAR OS GRILHÕES DO MAL....!!!!!! POIS SÓ A VERDADE LIBERTA!

Escrito por anselmo.estevan às 15h41
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         Veja isto: Yeshua do hebraico, nome dado ao filho do ETERNO POR VONTADE HUMANA.

         NA LÍNGUA GREGA ESSE NOME VIROU: Iêsous.

         Na transliteração para a língua portuguesa colocaram o “J” – ficando: Jehoshua.

         Como o nome não ficou bom??? O mudaram para “Jesus”.

         Só que pelos seus sacrifícios e como não por vontade humana o ETERNO lhe deu um nome acima de todo nome para que todo joelho se dobre...... e esse nome não foi por vontade humana: YAHUSHUA! Um nome que SALVA! (At 4,12; Fp 2,9-11; Ef 4,5!!!). Reflita sobre esse estudo ok. Não desacredite na Bíblia! Mas ajude a tirar essa sujeira toda que colocarão na Palavra limpa e que Salva do ETERNO....Ok. Anselmo.

 

         P.s. Daimonion (Grego) – forma neutra de um derivado [(Dainon), de (Daio, destruidor fortunas); um demônio ou espírito sobrenatural – diabo (Mt 8,31; Mc 5,12; Lc 8,29; Ap 16,14; 18,2]; um ser demoníaco; por extensão, uma divindade: diabo, deus)!

(Por isso dou importância ao Nome...........Ok.!!!!!).

 

         EFÉSIOS 4,5; Fp 2,9-11! REFLITA SOBRE ISSO OK. E LHE DE O NOME QUE LHE É DEVIDO: YAHU!

 

         Pois, nós recebemos um Espírito que não veio de semente de corrupção, mas para nos libertar-nos da nossa própria escravidão...! Então, ouça enquanto ainda é dado esse tempo....!!! Reflita.....!!! Anselmo Estevan. {“DE NADA LHES SERVIRÁ TODO O TEMPO QUE VOCÊS VIVEREM NA FÉ SE NO ÚLTIMO MOMENTO VOCÊS NÃO ESTIVEREM PERFEITOS!”}. Mt 5,48; Lc 6,36; Lv 19,2; 1Pe 1,16: Sejam perfeitos, sejam santos........!!!!! Yahu!

Ta vendo como são as coisas...! Mostrei esse estudo para meu colega...! Sabe qual foi a sua resposta? – “Eu chamo de Senhor”! Ok. Só que tomando esta atitude, vc. Está fazendo a vontade dos “Homens”! E, não a de um único 'ULHÍM com Nome! Falando assim vc. Está contra a Bíblia!! Não estou contra a Bíblia!!! Pois a Bíblia não é SAGRADA! Somente a ESCRITURA SAGRADA – ela sim, é “SAGRADA” – Pois é a Palavra de 'ULHÍM Yahu – Revelada e Inspirada ao homem certo os profetas! A Bíblia foi COMPILADA POR HOMENS...(da Escritura Sagrada)!!! Ok. Ela, a Bíblia, somente, contêm, os “Escritos Sagrados” – que infelizmente foram corrompidos por Homens...! Por isso, digo e repito – Quem não aceita a verdade agrada ao homem e não ao único 'ULLHÍM com Nome próprio!

 

         Rm 10,11-13: Porque a Escritura diz:

         Todo aquele que nele crer não sera confundido.

         Porquanto não há diferença entre judeu e grego, porque um mesmo é o Yahu de todos, rico para com todos os que o invocam.

         Porque todo aquele que invocar o Nome de Yaohu (o nome do Senhor Yahu) será salvo!

 

         Rm 9,33: Como está escrito:

         Eis que ponho em Sião uma “PEDRA” DE “TROPEÇO” e uma “ROCHA” de “ESCÂNDALO”; e todo àquele que “crer” NELA não será confundido!!!!

 

         UMA PEDRA DE TROPEÇO!

         UMA ROCHA DE ESCÂNDALO!

 

         Dois termos parecidos. Mas, um é pequeno e faz cair! O outro é grande, forte, firme – mas representa um “escândalo!”.

         DUAS ESCOLHAS. COM UMA OPÇÃO: QUEM TIVER O CONHECIMENTO SERÁ LIBERTO – POIS NÃO RECEBEMOS, NOVAMENTE, O ESPÍRITO DA ESCRAVIDÃO (ROMANOS 8,15)! A ESCOLHA É SUA!!!! (1Sm 2,2; 1Pe 2,8; 1Ts 5,9; Rm 9,16-24).

Escrito por anselmo.estevan às 15h40
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LEI

TORAH – LEI (ENSINAMENTO):

 

           A Lei é boa!

 

           Rm 7,12-13.16; (Mt 5,17ss); 1Tm 1,8; [Complementos: “A Confissão de Fé 2,2; 19,6; Catecismo Maior de Westminster 99, 152; Confissão Belga 2”]. Vamos e esse estudo:

 

           ROMANOS 7,12-13: E assim a Torah é Santa, e a Mytsvah (Mandamento) santa, justa e boa.

           Logo tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte para bem; a fim de que pela Mytsvah (Mandamento) o pecado se fizesse excessivamente maligno,

           E se faço o que não quero, consinto com a Torah, que é boa.

 

           Vamos ao estudo dessa passagem: (Rm 7,12-13):

           Santo, e Justo, e Bom. A Lei reflete o caráter de ‘Ulhim (“Santo”). Ela é a norma objetiva para a resposta pactual da humanidade a ‘Ulhim (“Justo”). E é também benéfica para os seres humanos, os quais foram criados à imagem de ‘Ulhim (“Bom”).

           * Vamos a referência de Rm 7,12 (“A Lei é Santa”): (Sl 19,8: [veja o v.(“7”)-8]): A LEI DO Y’H’V’H (YAHU) É PERFEITA, E REFRIGERA A NEFESH (alma); o testemunho do Y’H’V’H é fiel, e dá sabedoria aos simples (Sl 19,7).

           Os preceitos do Y’H’V’H (Yahu) são retos e alegram o coração; o mandamento do Y’H’V’H (Yahu) é puro, e ilumina os olhos.

 

           ESTUDO DE: ([Sl 19,7-11: A Lei de {Yahu} é perfeita. A Lei, a revelação especial de ‘Ulhim, reflete o caráter do seu autor. Nomes diferentes são usados para a Lei, mas são quase sinônimos e apontam para o todo da revelação especial de ‘Ulhim à humanidade.] Sl 19,7):

           Sl 19,7: A Lei: Torá, o termo mais geral para indicar a Lei. Restaura a alma. Instilando energia e esperança naqueles que a seguem. Dá sabedoria. A sabedoria não é um conhecimento intelectual superior. A Palavra de ‘Ulhim implanta no ouvinte o temor de ‘Ulhim, dando o conhecimento de ‘Ulhim e o modo como o homem deve viver retamente diante dele! 1 Timóteo 1,8: Sabemos, porém, que a torá é boa, se alguém dela faz uso legítimo.

           ESTUDO DE (1Tm 1,8): A Lei é boa. Assim como o próprio (YahuShúa) (Mt 5,17ss), Paulo acreditava que a Lei Mosaica por si só era um presente maravilhoso de ‘Ulhim. (Veja Rm 7,12-13.16). No entanto, esse presente podia ser motivo de abusos e se tornar maldição!

 

           Agora, completando esse estudo da “Lei” – vamos aos seguintes complementos:

 

           1º Confissão de Fé de Westminster (capítulo II - II [DE ‘ULHIM E DA SANTÍSSIMA TRINDADE]  {pág. 1.787}; capítulo XIX – VI [DA LEI DE ‘ULHIM] {pág. 1.796}).

           2º Catecismo Maior de Westminster [(SEGUNDA PARTE) “PERGUNTA 19!”. Pág. 1.805]. [(TERCEIRA PARTE) “PERGUNTA 99!”. Pág. 1.813]. [(TERCEIRA PARTE) “PERGUNTA 152!”. Pág. 1.822].

           3º Confissão Belga. Artigo 2 (Como conhecemos a ‘Ulhim). Pág. 1.750.

 

           “Material tirado da: ‘Bíblia de Estudo de Genebra’ Edição Revista e Ampliada”. Para uma melhor compreensão dos estudos da: “LEI!”: Obs.: “Os NOMES das Pessoas da Trindade – são grifos meus”.

 

           1º CFW Capítulo II – II: ‘ULHIM E DA SANTÍSSIMA TRINDADE: ‘Ulhim tem em si mesmo, e de si mesmo toda a vida, glória, bondade e bem-aventurança. Ele é todo suficiente em si e para si, pois não precisa das criaturas que trouxe à existência; não deriva delas glória alguma, mas somente manifesta a sua Glória nelas, por elas, para elas e sobre elas. Ele é a única origem de tudo ser; Dele, por Ele e para Ele são todas as coisas, e sobre elas tem Ele soberano domínio para fazer com elas, para elas e sobre elas tudo quanto quiser. Todas as coisas estão patentes e manifestas diante dele; o seu saber é infinito, infalível e independente da criatura, de sorte que para Ele nada é contingente ou incerto. Ele é Santíssimo em todos os seus conselhos, em todas as suas obras e em todos os seus preceitos. Da parte dos anjos, dos homens e de qualquer outra criatura lhe são devidos todo culto, todo serviço e toda obediência, que houve por bem requerer deles.

           Referências bíblicas: Jo 5,26; At 7,2; Sl 119,68; 1Tm 6,15; At 17,24.25; Rm 11,36; Ap 4,11; Hb 4,13; Rm 11,33.34; At 15,18; Pv 15,3; Sl 145,17; Ap 5,12-14.

 

         Capítulo XIX – VI: DA LEI DE ‘ULHIM: Embora os verdadeiros crentes não estejam debaixo da Lei como um pacto de obras, para serem por ela justificados ou condenados, contudo ela lhes serve de grande proveito, como aos demais; informando-lhes, como regra de vida, à vontade de ‘Ulhim e o dever que eles têm, ela os dirige e os obriga a andar segundo a retidão; dando-lhes também as pecaminosas poluções de sua natureza, do seu coração e da sua vida, de maneira que eles, examinando-se por meio dela, alcançam mais profunda convicção de pecado, maior humilhação por causa dele e maior aversão a ele; ao mesmo tempo, lhes dá mais clara visão da necessidade que têm do Maschiyah e da perfeita obediência a Ele. Ela é também de utilidade aos regenerados, a fim de conter a sua corrupção; pois proíbe o pecado; as suas ameaças servem para mostrar o que merecem os seus pecados e quais são as aflições que, por causa deles, devem esperar nesta vida, ainda que estejam livres da maldição ameaçada na Lei. Do

Escrito por anselmo.estevan às 15h38
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mesmo modo, as suas promessas mostram que ‘Ulhim aprova a obediência deles e que bênçãos podem esperar dessa obediência, ainda que essas bênçãos não lhes sejam devidas pela Lei considerada como pacto das obras – assim, o fazer homem o bem ou evitar o mal, porque a Lei estimula aquilo e proíbe isto, não é prova de estar ele debaixo da Lei e não debaixo da Graça.

           Referências bíblicas: Rm 6,14; 8,1; Gl 3,13; Rm 7,12.22.25; Sl 119,5; 1Co 7,19; Rm 7,7; Rm 3,20; Tg 1,23-25; Rm 7,9.14.24; Gl 3,24; Rm 8,3.4; 7,25; Tg 2,11; Ed 9,13.14; Sl 89,30-34; Sl 37,11; Gl 2,16; Lc 17,10; Rm 6,12.14; Hb 12,28.29; 1Pe 3,8-12; Sl 34,12.16.

 

           2º CMW SEGUNDA PARTE:

 

           Pergunta 19: Qual a providência de ‘Ulhim para com os anjos?

           Resposta: ‘Ulhim, pela providência, permitiu que alguns dos anjos, voluntária e irremediavelmente, caíssem em pecado e perdição, limitando e ordenando isso, como todos os pecados deles, para a sua própria glória; estabeleceu os demais em santidade e felicidade, empregando-os todos, conforme apraz, na administração do seu poder, misericórdia e justiça.

           Referências bíblicas: Jd 6; Lc 10,17; Mc 8,38; 1Tm 5,21; Hb 12,22; Sl 103,20; Hb 1,14.

 

           TERCEIRA PARTE:

 

           Pergunta 99: Que regras devem ser observadas para a boa compreensão dos Dez Mandamentos?

           Resposta: Para a boa compreensão dos Dez Mandamentos, as seguintes regras devem ser observadas:

 

           1ª - A Lei é Perfeita e obriga todos à plena conformidade do homem inteiro à retidão dela e à inteira obediência para sempre; de modo que requer a sua perfeição em todos os deveres e proíbe o mínimo grau de todo pecado.

           Referências bíblicas: Sl 19,7; Tg 2,10; Mt 5,21.22.

 

           2ª - A Lei é espiritual, assim, se estende tanto ao entendimento, à vontade, aos afetos e a todas as outras potências da alma, como às palavras; às obras e ao procedimento.

           Referências bíblicas: Rm 7,14; Dt 6,5; Mt 22,37-39; Mt 12,36.37.

 

           3ª - Uma e a mesma coisa, em respeito diversos, é exigida ou proibida em diversos mandamentos.

           Referências bíblicas: Cl 3,5; 1Tm 6,10; Pv 1,19; Am 8,5.6

 

           4ª - Onde um dever é prescrito, o pecado contrário é proibido; onde um pecado é proibido, o dever contrário é prescrito; assim, onde uma promessa está anexa, a ameaça contrária está inclusa; onde uma ameaça está anexa, a promessa contrária está inclusa.

           Referências bíblicas: Is 58,13; Mt 15,4-6; Ef 4,28; Êx 20,12; Pv 30,17; Jr 18,7.8; Êx 20,7.

 

           3ª - O que ‘Ulhim proíbe não se há de fazer em tempo algum; o que Ele manda é sempre um dever; mas nem todo dever especial é para ser compreendido em todos os tempos.

           Referências bíblias: Rm 3,8; Dt 4,9; Mt 12,7; Mc 14,7.

 

           6ª - Sob um pecado ou um dever, todos os da mesma classe são proibidos ou mandados, juntamente com todas as causas, os meios, as ocasiões e as aparências deles e provocações a eles.

           Referências bíblicas: Hb 10,24.25; 1Ts 5,22; Gl 5,26; Cl 3,21; Jd 23.

 

           7ª - Aquilo que nos é proibido ou mandado temos a obrigação, segundo o lugar que ocupamos, de procurar que seja evitado ou cumprido por outros, segundo o dever das suas posições.

           Referências bíblicas: Êx 20,1-26; Lv 19,17; Gn 18,19; Dt 6,6.7; Is 24,15.

 

           8ª - Quanto ao que é mandado a outros, somos obrigados, segundo a nossa posição e vocação, a ajuda-los e a cuidar em não participar com outros do que lhes é proibido.

           Referências bíblicas: 2Co 1,24; 1Tm 5,22; Ef 5,7.

Escrito por anselmo.estevan às 15h37
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           Pergunta 152: O que cada pecado merece da parte de ‘Ulhim?

           Resposta: Cada pecado, até o menor, sendo contra a soberania, a bondade e a santidade de ‘Ulhim, e contra a sua justa Lei, merece a sua ira e maldição, nesta vida e na vindoura, e não pode ser expiado, se não pelo sangue do Maschiyah.

           Referências bíblicas: Tg 2,10-11; Êx 20,1-2; Dt 32,6; Hc 1,13; 1Pe 1,15.16; 1Jo 3,4; Rm 7,12; Gl 3,10; Dt 28,15; Lm 3,39; Mt 25,41; Rm 6,21.23; Hb 9,22; 1Jo 1,7.

 

 

           3º CB: ARTIGO 2:

 

           Como conhecemos a ‘Ulhim:

           Nós conhecemos por dois meios. Primeiro: Pela criação, manutenção e governo do mundo inteiro, visto que o mundo, perante os nossos olhos, é como um livro formoso, em que todas as criaturas, grandes e pequenas, servem de letras que os fazem contemplar os atributos invisíveis de ‘Ulhim, isto é, o seu eterno poder também a sua própria divindade, como diz o apóstolo Paulo (Rm 1,20). Todos estes atributos são suficientes para convencer os homens e torná-los indesculpáveis.

           Segundo: ‘Ulhim se faz conhecer ainda mais clara e plenamente por sua sagrada e divina Palavra, isto é, tanto quanto nos é necessário nesta vida, para sua glória e para a salvação dos que lhe pertencem. (Sl 19,1-4; Sl 19,7.8; 1Co 1,18-21).

 

           Mattitiyahu (Mt) 5,17ss.: Não cuideis que vim destruir a torah (Lei) ou os navyim (profetas): Não destruir, mas leva-los a cumprir!

           Porque em êmeth (verdade) vos digo que, até que o céu e a terra passem, nenhum Yud (“Y”) ou qualquer traço se omitirá da torah, sem que tudo seja cumprido!

           Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos por menor mytsvah (mandamento) que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus.

 

           Sendo assim, a “Lei” é toda a “Bíblia” – com a diferença de que: Pelo “Ungido” – A cumpriu para e por nós – nos dando a sua Graça! Única e exclusivamente, devemos honra-lo para não cairmos novamente em “Pecado” – e, desfazer à sua Obra perfeita em obediência para nos libertar da escravidão dos Pecados – sendo, pelo seu precioso sangue derramado, somos novas criaturas – sendo assim, oremos em seu Nome que salva (At 4,12): YahuShúa! A Lei é Boa! A carne que a invalidou....!!!!!  Reflita em Efésios: 2,11-22; 3,8-10; 6,12-15! Para isso era preciso primeiro a: “LEI” para depois a sua: “GRAÇA!”.

 

           Bíblias de Estudo de Genebra Edição Revista e Ampliada – Bíblia hebraica torah – Peshitta. Foram consultadas nesta obra. Feita por: Anselmo Estevan com grifos meus nos Nomes Da Trindade!

 

 

 

 

 

QUANDO FALO EM; “MEU GRIFO NO NOME DO ETERNO” ÁS MINHAS PESQUISAS SÃO FEITAS POR ESSES LIVROS, ONDE, BASEIO A MINHA LINHA DE RACIOCÍNIO (você sabe que essa ideia de colocar vogal no nome de deus é nova como vc acha que sabe o nome o eterno se nem os judeus nascidos de mãe judia

Escrito por anselmo.estevan às 15h37
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não sabe? qual o fundamento academico e qual metodo de pesquisa linguistico e historico gramatical vc usou?). PARA QUE ESSA RESPOSTA NÃO VENHA A ACONTECER DE NOVO E DE NOVO E DE NOVO LÁ VAI UMA AMOSTRA DE ONDE TIRO A MINHA TESE:

 

              VAMOS LÁ: Começando pelo: “Léxico hebraico e aramaico do Antigo Testamento. Da Editora Vida. Autor: William L. Holladay”.

           “Dicionário Hebraico-Português & Aramaico-Português. 18ª Edição Editora: Sinodal /Vozes”.

           “Livro: Gramática Hebraica. Autor Gordon Chown. Da Editora CPAD.”.

           “Livro: Noções de Hebraico Bíblico. Autor: Paulo Mendes. Editora Vida. (Pág.  143. Nota 31; Pág. 187!)”.

           “Dicionário Bíblico Hebraico-Português. Autor: Luiz Alonso Schökel. Editora Paulus. Pág. 271”.

           “Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. Autores: R. Laird Harris; Gleason L. Archer, Jr. Bruce K. Waltke. Editora Vida. Pág. 345; 346; 347; 348; 349; 350; 351; 352”.

           “Manual da Bíblia Hebraica: Introdução ao Texto Massorético. Guia Introdutório para a Bíblia Hebraica Stuttgartensia. Autor: Edson de Faria Francisco. 3ª Edição – Revista e Ampliada. Editora Vida”.

           “Enciclopédia Bíblica: O ANTIGO TESTAMENTO INTERPRETADO versículo por versículo. Autor: R.N. Champlin, Ph.D. Editora: Agnos. 2ª Edição. Direitos reservados! Pág. 5373: ‘TETRAGRAMA’. Volume 7 – Dicionário bíblico. E Dicionário bíblico. Volume 6 -  Pág. 4.121: ‘Deus’. Pág. 4.138 – Geração dos deuses...(Pág. 4875-4881; 5492-5477-5478!).”.

           “Bíblia de Estudo Palavras-chave Hebraico-Grego. Pág. 1523...”.

           “Bíblia de Estudo do Peregrino – Pág. 111; 116-117”. Editora – Paulos!

           “Bíblia de Estudo de Genebra Edição Revista e Ampliada – Pág. 94 (A auto revelação de [‘Ulhim] – Ele tem um NOME!”). Editora: Cultura Cristã. SBB!

           BÍBLIA DE ESTUDO DO PEREGRINO: PÁGINA: 1357”: ‘SALMOS 113’: [....] O HOMEM O INVOCA, RESPEITA, LOUVA, ATÉ O AMA {Is 56,5}; IMPÕE A SEUS FILHOS NOMES COMPOSTOS DE – YAHU, YEHO -. O NOME YHVH É ÚNICO Zc 14,9. REFLITA EM Nm 6,27!!!!!!!!!!!! ASSIM INVOCARÃO MEU NOME SOBRE OS ISRAELITAS, E EU OS ABENÇOAREI! REFLITA EM: JOÃO 17,6. 11.12: MANIFESTEI O TEU NOME AOS HOMENS TIRADOS DO MUNDO E QUE ME CONFIASTE: ERAM TEUS E OS CONFIASTES A MIM, E CUMPRIRAM TUAS PALAVRAS. JÁ NÃO ESTOU NO MUNDO, ENQUANTO ELES ESTÃO NO MUNDO; EU VOU PARA TI, PAI SANTO; GUARDA-OS NO TEU NOME, E QUE ME DESTE, PARA QUE SEJAM UM COMO NÓS. ENQUANTO ESTAVA COM ELES, EU OS GUARDAVA NO TEU NOME, AQUELE QUE ME DESTE [Fp 2,9-11]; EU OS GUARDEI, E NENHUM DELES SE PERDEU; EXCETO O DESTINADO À PERDIÇÃO, PARA CUMPRIMENTO DA ESCRITURA. BÍBLIA DE ESTUDO DO PEREGRINO!

           “Livro Antigo Testamento POLIGLOTA: HEBRAICO-GREGO-PORTUGUÊS-INGLÊS. DA EDITORA SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL. EDITORA VIDA”.

 

           Fora, a Faculdade Ibetel de Suzano onde me formei em: Teologia, e fiz Bacharel em Teologia. E mais os estudos da palavra que estudo há 14 anos. Isso é um resumo da minha tese quando falo do Nome do Eterno....!!!!! Para que não haja mais dúvidas...!!!! Anselmo Estevan. Em defesa ao seu NOME SANTO!

Comentário de L.C. dos Santos18 horas atrás

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você sabe que essa ideia de colocar vogal no nome de deus é nova como vc acha que sabe o nome o eterno se nem os judeus nascidos de mãe judia não sabe?

qual o fundamento academico e qual metodo de pesquisa linguistico e historico gramatical vc usou?

Escrito por anselmo.estevan às 15h36
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