BLOG DE: ESTUDOS DA ESCRITURA SAGRADA - YHVHSHÚA:


20/08/2011


MATERIAL TIRADO DA: "WIKIPÉDIA" NOME DE 'ULHIM!

Na segunda metade do primeiro milénio na nossa era, os escribas conhecido por massoretas introduziram um sistema de sinais vocálicos para facilitar a leitura do texto consonantal em hebraico que poderia conduzir a inúmeros significados e em vez de inserir os sinais vocálicos correctos de YHWH, colocaram outros sinais vocálicos para lembrar ao leitor que ele devia dizer Adhonai ("Soberano Senhor") ou Elohím ("Deus").[9]

O Códice de Leningrado, do Século XI, tem no Tetragrama YHWH, sinais vocálicos para rezar Yehvíh, Yehváh e Yehováh. A edição de Ginsburg do texto massorético tem sinais vocálicos para que reze Yehováh. (Gênesis 3:14) Os hebraístas em geral são a favor de Yahvéh como a pronúncia mais provável. Salientam que a forma abreviada do nome é Yah (ou Jah, na forma latinizada), como no Salmo 89:8 e na expressão HaleluYah (que significa "Louvai a Jah!"; em português, é vertida por Aleluia). Também as formas Yehóh, Yoh, Yah e Yahu, encontradas na grafia hebraica dos nomes Jeosafá, Josafá, Sefatias e outros, podem todas ser derivadas de Yahwéh. As transliterações gregas feitas pelos primitivos escritores cristãos indicam uma direcção algo similar. Ainda assim, de modo algum há unanimidade sobre o assunto entre os peritos.

A posição actual das Testemunhas de Jeová sobre este ponto resume-se ao seguinte: Visto que, actualmente, não se pode ter certeza absoluta da pronúncia do nome de Deus, parece não haver nenhum motivo para abandonar a forma bem conhecida, Jeová (em português), em favor de Javé ou outra forma hipotética. Se tal mudança fosse feita, então, a bem da coerência, deviam ser feitas alterações na grafia e na pronúncia de uma infinidade de outros nomes encontrados na Bíblia. Por exemplo, no caso de Jeová ser alterado para Javé, Jeremias seria mudado para Yir.meyáh, Isaías se tornaria Yesha.yá.hu, e Jesus seria pronunciado Yehoh.shú.a em hebraico ou I.e.soús, no grego. Assim, para as Testemunhas de Jeová, conhecer, usar e divulgar o nome pessoal de Deus é considerada a questão mais importante, mesmo que não se conheça a pronúncia original deste nome sagrado

Escrito por anselmo.estevan às 20h58
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QUAL A IMPORTÂNCIA DAS: "CARTAS PASTORAIS?"

PARA TODOS MEUS AMIGOS E AMIGAS DA COMUNIDADE UBE: "SE POR ACASO INTERESSAR ESSA MENSAGEM ABAIXO....!? É SÓ ENTRAR NO MEU BLOG E VER A MENSAGEM POR INTEIRO! VEJA":

(http://anselmo-estevan.blogspot.com/):

1ª EPÍSTOLA (PASTORAL) DE PAULO A

 

TIMÓTEO

 

 

 

            INTRODUÇÃO

 

 

            Visão geral

            Autor: O apóstolo Paulo.

            Propósito: Orientar Timóteo em sua oposição aos falsos mestres em Éfeso.

            Data: 62-64 d.C.

            Verdades fundamentais:

            Devemos resistir à falsa doutrina na Igreja.

            As doutrinas legalistas afastam as pessoas do verdadeiro evangelho.

            O culto e a autoridade da Igreja devem ser cuidadosamente ordenados.

            Diversos grupos dentro da Igreja têm necessidades especiais.

            O amor pelo dinheiro não tem lugar no ministério do evangelho.

 

 

            Propósito e características

            Paulo havia deixado Timóteo em Éfeso para cuidar da Igreja como seu representante especial (1,3), e escreveu essa carta para ajuda-lo a tratar de uma série de questões doutrinárias que foram levantadas por falsos mestres naquele lugar. Paulo havia estabelecido a Igreja de Éfeso anteriormente, em sua terceira viagem missionária, quando passou cerca de três anos ali (At 19; 20,31). No final dessa viagem ele havia alertado os presbíteros efésios que falsos mestres, alguns oriundos da própria liderança, trariam problemas à Igreja (At 20,29-30). Essa epístola indica que a predição tornou-se realidade (1,6.19; 4,1-2; 6,3-5.10.21).

            Paulo descreveu a falsa doutrina em Éfeso como tendo se originado dentro da própria Igreja (1,6.19; 4,1; 6,10.21; 2Tm 2,18; 4,4). Ela se caracterizava por uma preocupação com fábulas (1,4; 4,7. 2Tm 4,4), genealogias (1,4), contendas sobre palavras (6,4; 2Tm 2,14.23), controvérsias (1,4; 6,4), conhecimento (6,20), loquacidade frívola (1,6) e falatórios inúteis e profanos (6,20; 2Tm 2,16). As falsas doutrinas incluíam proibições contra o casamento e certos alimentos (4,3), bem como a crença de que a ressurreição já havia acontecido (2Tm 2,18). Os falsos mestres interpretavam de modo (.......) CONTINUAÇÃO SOMENTE NO MEU BLOG ACIMA...!

CUIDADO QUE DEVEMOS TER AO OUVIR, E COLOCAR EM PRÁTICA A PALAVRA QUE RECEBEMOS. (1Jo 4,1; 1Ts 5,16-23; 1Ts 5,23; Cl 3,11-17; Hb 4,12: “Que o próprio Yaohu de paz os santifique inteiramente. Que todo o ESPÍRITO, a ALMA e o CORPO de vocês sejam preservados irrepreensíveis na vinda de NOSSO YHVH – YAOHUSHUA – MASCHIYAH!”. João 4,24).

 

            “Filho” – o Nome que nenhum anjo poderia reivindicar: “Hb 1,4”.

            João 20,31; Jo 2,3 (Nome); Jo 20,30; Gn 11,4; 17,5; Êx 33,19; Sl 5,11; Ez 20,9; Hb 1,4.

 

            Por isso procure-o sempre em seus atos, e aprenda com Ele amando-o em VERDADE, ESPÍRITO, COM TODAS AS SUAS FORÇAS DO FUNDO DA SUA ALMA/CORAÇÃO – COLOCANDO EM PRÁTICA SEMPRE O BEM... Anselmo Estevan. (Salmo 90,4; 2 Pedro 3,8!).

 

            TIMÓTEO

 

            Pontos fortes e êxitos:

            Tornou-se crente durante a primeira viagem missionária de Paulo e se uniu a ele em suas outras duas viagens.

            Foi um messiânico respeitado em sua cidade.

            Foi um representante especial de Paulo em várias ocasiões.

            Recebeu duas cartas pessoais de Paulo.

            Provavelmente conhecia Paulo melhor do que qualquer outra pessoa, tendo se tornado como um filho para o apóstolo.

 

            Fraquezas e erros: (..........) SÓ NO MEU 2ª BLOG....!!!! ENDEREÇO ACIMA.

Escrito por anselmo.estevan às 17h42
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19/08/2011


O QUE SÃO AS CARTAS PASTORAIS? VEJA:

EPÍSTOLAS PASTORAIS

 

 

INTRODUÇÃO

 

 

            No conjunto de “corpus Paulino”, as duas Epístolas a Timóteo e a Epístola a Tito formam um todo homogêneo, tanto no plano literário como no doutrinal. Aliás, se excetuarmos o breve bilhete a Filêmon, estas são as únicas cartas nomeadamente endereçadas a pessoas. Desde que, no início do século XVIII, D. N. Berdot e P. Anton as chamaram de “Epístolas pastorais”, esta denominação tornou-se tradicional. De fato, ela realça convenientemente a natureza particular desses escritos que contêm precipuamente normas relativas aos “pastores” das igrejas.

 

 

            Destinatários.

            Timóteo. A respeito de Timóteo, possuímos informações de primeira mão, tanto por intermédio de Lucas, nos Atos, como por intermédio do próprio Paulo.

            A primeira vez que Paulo se encontrou com aquele que se tornaria seu “auxiliar” por excelência (At 19,22) foi em Listra, cidade da Licaônia, colônia romana fundada por Augusto cerca de 6 a.C. Timóteo pertencia à média burguesia daquela cidade. Seu pai era “heleno”, como diziam (At 16,1), em contraposição aos autóctones, que falavam o dialeto licaônico, e gozavam de (.......) SE HOUVER INTERESSE EM SABER O CONTEÚDO DESTE ESTUDO, FAVOR ENTRAR NO MEU SEGUNDO BLOG DA: COMUNIDADE UBE - BLOGUEIROS EVANGÉLICOS! DO QUAL SOU UM MEMBRO: [HTTP://ANSELMO-ESTEVAN.BLOGSPOT.COM/]. (ESCREVER TUDO MINUSCULO E JUNTO OK!) AÍ, É SÓ CONFERIR ESTA E OUTRAS POSTAGENS E ATÉ SE INSCREVER E TER SEU PRÓPRIO BLOG.....!!!!!! ABRAÇOS. ANSELMO.

Escrito por anselmo.estevan às 17h48
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É DIFICIL PREGAR A VERDADE E SER ENTENDIDO...????!!!! VEJA:

2ª EPÍSTOLA DE PAULO AOS

 

TESSALONICENSES

 

 

 

            INTRODUÇÃO

 

 

            Visão geral

            Autor: O apóstolo Paulo.

            Propósito: Complementar a sua carta anterior (l Tessalonicenses), dando aos Tessalonicenses instruções adicionais sobre a vinda de Maschiyah e a importância de um viver diário responsável.

            Data: 50 – 52 d.C.

            Verdades fundamentais:

            Os crentes devem perseverar em meio aos sofrimentos até a vinda de Maschiyah.

            Os seguidores de Maschiyah não devem se deixar enganar por especulações a respeito da sua segunda vinda.

            O retorno de Maschiyah trará grande juízo e recompensa.

            Enquanto aguardam a volta de Maschiyah, os crentes devem viver de maneira responsável em suas atividades diárias neste mundo.

 

 

            Propósito e características

            Dois termos principais nessa carta merecem especial atenção. Como em 1 Tessalonicenses, Paulo novamente escreveu sobre questões levantadas acerca da vinda de Maschiyah. Depois de enviar 1 Tessalonicenses, o apóstolo recebeu mais relatórios concernentes à congregação em Tessalônica. Havia motivo de regozijo, pois os tessalonicenses continuavam a progredir na fé, no amor e na constância (1,3-4), mas também havia motivo para preocupação no tocante a questões de doutrina e comportamento. A Segunda Epístola aos Tessalonicenses foi escrita principalmente para complementar os primeiros ensinos de Paulo. Nela ele corrigiu uma falsa crença perturbadora de que o Dia do YHVH já havia acontecido (2,1-11). Essas afirmações enganosas devem ter sido causadas em parte por inferências incorretas feitas a partir dos ensinos do próprio Paulo, associadas à dolorosa experiência de perseguições da congregação, que presumivelmente indicavam a chegada do fim do mundo.

         EPÍSTOLAS PAULINAS: (9ª).

 

            “MAS eu pensei que ele tivesse dito...”, “Estou certo de que ele quis dizer...”, “Ficou claro para mim que nós deveríamos...”, “Eu discordo. Penso que devemos...”.

            A comunicação efetiva é difícil; podemos observar freqüentemente que a mensagem enviada não é a mensagem recebida em casa, no mercado, no bairro, ou na Igreja. Mesmo quando declarada ou escrita claramente, as palavras podem ser mal interpretadas e mal compreendidas, especialmente quando filtradas através da peneira dos preconceitos.

            Paulo enfrentou este problema com os tessalonicenses. Ele lhes havia escrito anteriormente com a finalidade de ajuda-los a crescer na fé, confortando-os e encorajando-os, afirmando a realidade da volta de Maschiyah. Apenas alguns meses mais tarde, porém, o apóstolo recebeu uma notícia vinda de Tessalônica de que alguns haviam entendido mal o seu ensino a respeito da segunda vinda de Maschiyah. Seu anúncio de que Maschiyah poderia voltar a qualquer momento fez com que alguns parassem de trabalhar e passassem apenas a esperar, procurando, no ensino de Paulo, justificativas para a ociosidade. A continua perseguição sofrida pela Igreja adicionava combustível a esta fogueira. Muitos achavam que este deveria ser realmente o “Dia do YHVH”.

            Agindo rápido, Paulo enviou uma segunda carta a esta jovem Igreja. Nela, o apóstolo deu instruções adicionais com relação à segunda vinda e ao Dia o YHVH (2,1.2). Esta segunda carta, portanto, dá prosseguimento ao assunto abordado em 1Tessalonicenses, e é um chamado a uma vida de coragem continua e a uma conduta coerente.

            Esta carta começa com a marca registrada de Paulo – uma saudação pessoal e uma declaração de ações de graça pela fé de seus leitores (1,1-3). Menciona a perseverança que os tessalonicenses estavam demonstrando, apensar da perseguição e das tribulações (1,4), e usa esta situação para introduzir o tema da volta de Maschiyah. Nesse tempo, Maschiyah tomará para si os justos que perseveram, e castigará os ímpios (1,5-12).

            Paulo passa, então, a responder diretamente às dúvidas que sugiram devido ao mal-entendido relacionado às datas dos acontecimentos do final dos tempos. Ele lhes diz para não darem ouvidos aos rumores e boatos de que o Dia do YHVH já começou (2,1.2), porque vários eventos devem ocorrer antes que Maschiyah volte (2,3-12). Enquanto isso, deveriam permanecer firmes na verdade de Maschiyah (2,13-15), receber encorajamento e esperança da parte de Yaohu (2,16.17), orar pedindo forças e para que a mensagem do Yaohu pudesse se propagar (3,1-5), e advertir aqueles que estavam ociosos (3,6-15). Paulo termina com saudações pessoais e uma bênção (3,16-18)

            Quase dois mil anos mais tarde, estamos muito mais próximos do tempo da volta de Maschiyah, mas também estaríamos errados em ver seu aparecimento iminente como uma desculpa para uma espera ociosa e contemplativa do céu. Estar preparado para a sua vinda significa divulgar o evangelho, alcançar os que estão necessitados e edificar a Igreja, o corpo de Maschiyah. Ao ler 2 Tessalonicenses, observe atentamente a realidade da volta do YHVH e sua responsabilidade de viver para Ele até aquele dia.

 

            Material tirado da: Bíblia Ecumênica TEB; e, da Bíblia de Estudo de Genebra – Edição Revista e Ampliada. Com grifos meus: Anselmo Estevan.

(PARA VER AS OUTRAS EPÍSTOLAS DE PAULO, ENTRE NO MEU SEGUNDO BLOG: HTTP://ANSELMO-ESTEVAN.BLOGSPOT.COM/) ESCREVER TUDO JUNTO E COM LETRAS MINUSCULAS OK! OBRIGADO. ANSELMO.

Escrito por anselmo.estevan às 16h01
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16/08/2011


"IGREJAS" SOMOS NÓS! O QUE DEVE MUDAR NESSE ENSINAMENTO?

EPÍSTOLA DE PAULO AOS

 

FILIPENSES

 

 

 

            INTRODUÇÃO

 

 

            Visão geral

            Autor: O apóstolo Paulo.

            Propósito: Agradecer aos filipenses pela solidariedade enquanto esteve na prisão e anima-los a se unirem e a se ajudarem mutuamente em Maschiyah.

            Data: c. 61 d.C.

            Verdades fundamentais:

            O evangelho de Maschiyah continuará a ser pregado, mesmo em face de perseguições.

            Sofrer por Maschiyah é uma alegria e traz glória para os crentes.

            Os crentes devem demonstrar o evangelho na própria vida ao servir uns aos outros à semelhança de Maschiyah.

            Os crentes devem permanecer na verdade e evitar os extremos do legalismo e do antinomianismo (a crença de que o messiânico não está sujeito à lei moral de Yaohu).

            Apoiar os outros no ministério é uma importante prática messiânica.

 

 

            Propósito e características

            Paulo escreveu essa carta para expressar tanto alegria quanto preocupação. A epístola é inundada de gratidão pelo modo como Yaohu estava levando adiante a obra de salvação entre os filipenses e pela ligação especial que existia entre Paulo e seus leitores. Ao mesmo tempo, a carta apresenta um tom sério. Os filipenses enfrentavam perseguições (1,27-30) e pressões de falsos ensinamentos (3,2-21). Além do mais, conflitos dentro da Igreja colocavam em risco o ministério em Filipos (1,27 – 2,18; 4,2-3). Paulo escreveu tanto para expressar a sua alegria quanto para dar instruções aos crentes filipenses. Ele enfatizou principalmente os seguintes tópicos: [“Preste muita atenção, pois aqui, não vou resumir o estudo pois é de máxima importância para todos que estão nas DENOMINAÇÕES! POIS “IGREJA” SOMOS TODOS NÓS OS CRENTES QUE CRÊEM EM YAOHU E NA SUA PALAVRA...! MAS QUE SE ENGANAM E SÃO ENGANADOS POR PESSOAS QUE PREGAM O FALSO EVANGELHO... ”]. Anselmo.

            1. A afeição de Paulo por seus leitores. Essa epístola mostra amplamente a ligação especial de amor que Paulo tinha pelos filipenses (1,3-8; 4,10-19). Eles haviam sido fiéis em seu apoio ao ministério de Paulo, e a disposição deles de sofrer juntamente com ele pela causa de Maschiyah era uma fonte de incentivo para Paulo.

            2. Alegria. Apesar das circunstâncias da sua prisão, a carta de Paulo ressoa um tema de alegria. Expressões diferentes refletem essa alegria pelo menos dezesseis vezes na carta. O contentamento de Paulo tinha origem basicamente na fidelidade dos filipenses, e ele desejava o mesmo para eles como um antídoto para todo tipo de ansiedade (4,4-7).

            3. O exemplo da humildade de Maschiyah. Filipenses dá uma grande ênfase ao estado humilde da encarnação de Yaohushua. O majestoso “exemplo de Maschiyah” (2,6-11) oferece um modelo para os crentes. Em seu estado pré-encarnado, Maschiyah Yaohushua estava “subsistindo em forma de ‘Elo(rr)hím(i)” (2,6). Contudo, ele tomou a forma de um escravo e esvaziou-se de si mesmo, revestindo-se da natureza humana e sujeitando-se às suas próprias criaturas. No entanto, mesmo nesse estado de humilhação, Maschiyah não deixou de ser totalmente divino (Jo 1).

            4. Justificação pela graça por meio da fé. Contra aqueles que concordavam com a obediência à lei do Antigo Testamento como uma condição para merecer a salvação, Paulo enfatizou que Yaohu queria que o seu povo fosse salvo pelo recebimento da sua justiça em vez de esforçar-se para firmar a sua própria justiça. Embora Paulo tivesse sido escrupuloso na sua obediência à lei, ele veio a perceber que essa confiança em tal obediência era um grande pecado, porque isso o impedia de confiar em Yaohu. Paulo viu a sua jactância com repugnância (3,7-8) e apegou-se somente a Maschiyah como a sua fonte de confiança (3,3.9).

            5. A vida messiânica. Essa epístola é cheia de instruções acerca da prática do Messianismo. Assim como Maschiyah (O UNGIDO) tornou-se um servo, nós também devemos, como messiânicos, nos tornar “servos” de Maschiyah (1,1) – [aqui, identifico essa palavra “servo” como servir e não como “escravo”; mas sim como pessoas que foram libertas da morte do pecado e sim tendo “liberdade” -  em, e, no seu Filho Yaohushua não fazendo os outros de “servos” trazendo uma palavra errada...! Todos deveríamos era olhar para dentro de nós mesmos corrigir os “erros” da própria interpretação... confiar mais no Filho, e aí sim pregar o verdadeiro Evangelho o dá Salvação da Alma (nefesh), e espírito (rûash) no meu entender é exatamente isso que está faltando hoje em dia!]. (Anselmo). Somente a pessoa comprometida com Maschiyah é livre para amar e servir OUTROS (2,3-5).

            Paulo ressaltou a importância da identificação com Maschiyah em sua morte e ressurreição. Assim como aconteceu com Maschiyah, o sofrimento do crente é um precedente para a ressurreição (3,10-11). Por enquanto, é em meio a lutas que o messiânico sente alegria e obtém forças (3,10; 4,13).

            Paulo enfatizou a importância de nos esforçarmos para alcançar o objetivo da salvação final. Confiante no chamamento de Yaohu, o apóstolo avançava na direção do prêmio celestial (3,13-14). Somente quando os messiânicos trabalham é que eles percebem que Yaohu está trabalhando neles (2,12-13). O esforço humano é exatamente a área onde o poder de Yaohu é manifestado!

Escrito por anselmo.estevan às 18h26
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O QUE DEVE MUDAR NA....

            EPÍSTOLAS PAULINAS: (6ª).

 

         Fundação da Igreja de Filipos. Hoje em ruínas, a cidade de Filipos foi próspera na Antiguidade. Situada numa encosta ao sopé da cadeia de montanhas do Pangeu, a cerca de doze quilômetros do mar, ela dominava uma planície bem-cultivada e enriquecida por minas de ouro e prata. Quando Filipe II, pai de Alexandre, anexou essa região à Macedônia, ele reedificou a cidade, fortificou-a, deu-lhe o seu próprio nome (até então ela se chamara Crenides por causa das suas pequenas fontes). No ano 31 a.C., Augusto cumulou a cidade de privilégios, ali estabelecendo uma colônia romana habitada por numerosos veteranos.

            Paulo esteve lá por ocasião da sua segunda viagem missionária, em 49 ou 50, acompanhado de Silas, de Timóteo, sem dúvida também de Lucas, já que é neste lugar que começa (At 16,10) a narrativa escrita na primeira pessoa do plural. Foi ali que ele pregou pela primeira vez o Evangelho na Europa. Os judeus, pouco numerosos, não tinham sinagoga em Filipos e realizavam as suas reuniões na saída da cidade, junto às fontes ou talvez do Gangites (2 km a oeste). Entre eles, Paulo batizou algumas pessoas, entre as quais a negociante de púrpura Lídia, prosélita, que o hospedou em sua casa. Entretanto, surgiram dificuldades. Paulo foi maltratado e encarcerado, depois teve de sair da cidade, lá deixando apenas uma pequena comunidade composta essencialmente de antigos pagãos (cf. At 16,11-40; 1Ts 2,2).

 

 

            O envio da carta. Pela cordialidade que manifesta em sua carta (cf. por exemplo 1,3-8; 4,1), vemos que Paulo se sentia particularmente ligado a essa Igreja. Manteve constantes contatos com ela. Foi a única comunidade da qual aceitou repetidas doações (4,15; 2Co 11,8-9). Ele tinha por norma anunciar o Evangelho “GRATUITAMENTE” (2Co 11,7; cf. 1Ts 2,9; 2Ts 3,7-9; 1Co 4,12; 9,15; 2Co 11,9). Se agiu de outro modo com os filipenses, foi sem dúvida por causa da atitude particularmente fraterna deles. Tinham ajudado Paulo uma primeira vez quando da sua partida da Macedônia para a Grécia. Mais tarde, informados de que Paulo estava de novo preso e destituído de recursos, coletaram dons e encarregaram Epafrodito de os levar a Paulo e depois ficar a seu serviço. Mas Epafrodito caiu doente e desejou voltar para casa. Paulo o despediu e lhe confiou a epístola em que agradece aos amigos, dá notícias suas e comunica os seus projetos, multiplica encorajamentos e recomendações para o bom andamento da comunidade. Nenhuma de suas cartas, com exceção do bilhete a Filêmon, é tão familiar e cordial.

 

 

            O cativeiro de Paulo. Quando esta carta foi escrita, Paulo estava na prisão, incerto do julgamento que o aguardava. Por isso ela é habitualmente contada entre as “epístolas do cativeiro”. Os Atos dos Apóstolos, fora o cativeiro em Filipos, nos informam sobre a prisão em Cesaréia, prolongada até Roma e, como a epístola menciona o “pretório” (1,13) e a casa de César (4,22), fica-se muito inclinado a crer que ela tenha sido composta em Roma (At 28,16.30-31). Admitida esta hipótese, somos autorizados a afirmar que a afeição, a indulgência (1,15), o desapego diante do perigo e da morte (1,21) se expliquem pela idade avançada do apóstolo.

            Hoje, entretanto, a maioria dos exegetas pensa que a carta foi escrita em Éfeso, na mesma época que as duas cartas aos Coríntios. O livro dos Atos só refere alguns episódios característicos da vida dos apóstolos, destinados a descrever o avanço do Evangelho. Da estada de mais de dois anos em Éfeso (At 19,8-10) não sabemos quase nada. Ora, segundo as cartas aos Coríntios, não somente Paulo esteve, já antes de Cesaréia, várias vezes na prisão (2Co 11,23), mas correu graves riscos em Éfeso (1Co 15,32; 2Co 1,8; cf. 2Co 4,8-10; 6,9). A epístola fala de várias idas e vindas. Os filipenses enviaram Epafrodito, Paulo o faz voltar, Timóteo deve segui-lo e trará notícias. O próprio Paulo, se for libertado, irá a Filipos. Por mais que se diga que as comunicações eram fáceis entre a Macedônia e Roma (Via Egnatia), idas e vindas tão freqüentes se explicam melhor numa distância como a de Filipos a Éfeso. Por outro lado, os projetos de Paulo referentes a Timóteo correspondem aos que ele expõe em 1 Coríntios: ele enviou Timóteo a Corinto passando pela Macedônia e anuncia igualmente a sua própria vinda (1Co 4,17-19; 16,5-10). É o que os Atos confirmam. Resolve seguir o mesmo caminho (At 19,21), depois realiza essa viagem (At 20,1-2). Mais tarde, considerou que sua tarefa estava concluída nessas regiões e nada mais desejava do que ir a Roma e depois à Espanha (Rm 15,19-20.22-28).

            A menção ao pretório não prova a origem romana da epístola: na época de Paulo, esse termo designava tanto a residência de um governador com seus serviços administrativos, como o tribunal, a prisão; era o caso de Éfeso. E “os da casa de César” não são forçosamente parentes do imperador; podem também ser os seus escravos e libertos, e estes eram numerosos em Éfeso. É muito plausível que vários dentre eles se tenham convertido e é natural que tenham mantido relações com Paulo.

            Se tivéssemos outros indícios de um cativeiro de Paulo em Éfeso, seria quase evidente ter sido a carta aos Filipenses escrita desta cidade, algum tempo antes das duas cartas aos Coríntios. No estado atual das nossas informações, é impossível dirimir a questão. Pode-se lamenta-lo, tanto mais que a datação depende da fixação do lugar, ao menos de modo aproximativo. Escrita em Éfeso, a carta seria de 56 ou 57. Neste caso, não é um Paulo envelhecido que nós ouvimos nela, mas um homem em pleno combate; explica-se então melhor por que as afinidades internas desta epístola são mais estreitas com as grandes epístolas e mesmo com 1 e 2 Tessalonicenses do que com as outras “epístolas do cativeiro”.

Escrito por anselmo.estevan às 18h25
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O QUE DEVE MUDAR NA.....

Autenticidade e integridade. A autenticidade da Epístola aos Filipenses não é seriamente contestada por ninguém, ao passo que a sua unidade é posta em dúvida por alguns, que pensam ver nela o resultado da fusão de dois ou mais bilhetes antes independentes, embora todos dirigidos por Paulo aos filipenses. Uns distinguem em especial a carta de agradecimento (1,1 – 3,1; 4,10-23) e a carta de advertência contra os judaizantes (3,1 – 4,9). Não há negar que a ruptura seja muito brusca entre 3,1 e 3,2, mas isso pode explicar-se pelo fato de Paulo ditar as suas cartas, não o fazendo de uma assentada. Outros propõem cortes diferentes, em fragmentos menos extensos. Nenhuma hipótese parece de natureza a convencer totalmente. Pode-se notar que o tema da alegria volta em toda a carta e que outros indícios de unidade profunda permitem ver nesses quatro capítulos algo diferente de um mosaico.

 

 

            A linha de pensamento. Esta epístola não é um tratado com um plano logicamente articulado, mas nós podemos resumir a linha do pensamento tal como o balizam os subtítulos inseridos na tradução.

            Embora distante, Paulo sente-se próximo dos seus amigos. No princípio, ele entabula um dos temas que permanecerá presente ao longo de toda a epístola, o da comunhão fraterna em Maschiyah, fonte de alegria. Preso, não sabe qual será a sua sorte. Mas seja qual for o desfecho do seu cativeiro, está certo de que a causa do Evangelho sairá reforçada, e já vê sinais da vitória de Maschiyah. Seu desejo é recomeçar a tarefa apostólica e convida os amigos a levarem por diante valentemente o seu combate. Que o façam com a preocupação de manter a unidade na humildade e no serviço. Para exorta-los a isso, o apóstolo cita um texto de uma importância toda particular, o hino a Maschiyah, servo sofredor estabelecido por Yaohu, YHVH do mundo (2,6-11). Que na comunhão com Maschiyah vencedor, a comunidade preste o seu testemunho com força e fidelidade. Depois, Paulo evoca os projetos que concernem a Timóteo e a Epafrodito.

            No cap. 3, ele põe bruscamente os seus leitores de sobreaviso contra os agitadores judaizantes. Trata-se decerto do mesmo erro por ele combatido na Epístola aos Gálatas. Teriam os filipenses já sido atingidos por essa propaganda? [“Ta vendo...! Isto se pode chamar “O NASCER DE NOVO! Pois o ERRO”, deve ser Corrigido! Pois, nascemos em um corpo que pode ser influenciado pela corrupção da “inveja” e sermos levados à cometer erros. Erros esses que podem mesmo ser de ordem: Religiosa, seguindo normas, regras, preceitos humanos, costumes religiosos de antepassados, etc. Aí, entra o que O UNGIDO nos falou em – NASCERMOS DE NOVO – SERMOS NOVAS CRIATURAS. DEIXAR O “VELHO HOMEM” PARA TRÁS!! Não em mudar a “PERSONALIDADE” (Pois, acredito que quem têm duas personalidades é uma pessoa falsa, doente, ou com problemas mentais como por exemplo: uma mente assassina que premeditando um crime... Ninguém fala que tal pessoa, seria capaz de fazer algo de mal mas “mata”). Então, o problema está na “mente da pessoa”, que vê algo de errado onde está certo. E, o Certo onde está o Errado! Não aceitando ser corrigido e muito menos a VERDADE. É isso que tem que ser corrigido esse é o Velho homem que têm que nascer de novo – na inocência e no aprendizado de uma criança!!! E, não na sabedoria de um Velho que acha que tudo o quê tinha pra aprender já aprendeu... e o pior é que nunca soube nada...!”. Resumo: SER HUMILDE. Anselmo.]. Não é certo, visto que Paulo nada diz a tal respeito no começo da epístola. O mais verossímil é que ele queira pô-los de sobreaviso por ter constatado em outras Igrejas os danos causados por essa tendência. Tratar-se-ia de um retorno puro e simples às observâncias judaicas? Parece que se trata também de propensão a uma vida libertina. Paulo lembra o seu encontro com o Ressuscitado, que o levou a renunciar, ele, fariseu irrepreensível, a qualquer superioridade, para se deixar cativar por Maschiyah e, em seu seguimento e sob sua inspiração, dirigir o rude combate da fé. Aos seus amigos pede que façam o mesmo. Eles são cidadãos do mundo novo, aquele que Yaohu prepara e consumará na glória.

            Depois dessas declarações, Paulo volta a sua exortação à concórdia, à paz, à alegria. Em termos delicados, agradece aos amigos a ajuda, recomendando-lhes que não se inquietem com a sorte que o espera.

            Assim termina esta carta, dentre as epístolas paulinas a que, com o bilhete a Filêmon, destaca-se pelo tom e andamento de “carta”. As confidências e os conselhos repassados de amizade se misturam, de ponta a ponta, com a evocação dos mais momentosos temas do pensamento do apóstolo.

 

            Vamos ver o que o Dicionário Aurélio nos diz da “Personalidade”: per-so-na-li-da-de sf. 1. Caráter ou qualidade do que é pessoal. 2. O que determina a individualidade duma pessoa moral; o que a distingue de outra. 3. V. personagem (1).

 

            Per-so-na-gem sf. e m . 1. Pessoa notável; personalidade, pessoa. 2. Cada um dos papéis duma peça teatral que devem ser encarnados por um ator. 3. Cada um daqueles que figuram numa narração, poema ou acontecimento. [Pl.: -gens].

            E, a SALVAÇÃO –, é “INDIVIDUAL” CADA UM COM SEU JEITO DE SER! MAS, TODOS COM UM ÚNICO PENSAMENTO – A FÉ E O CRER EM NOSSO ‘Elo(rr)hím(i) YAOHU! MAS – SENDO HUMILDES DE CORAÇÃO É O QUE BASTA PARA SERMOS NOVAS CRIATURAS POIS QUEM ESTÁ EM MASCHIYAH JÁ É NOVA CRIATURA... DE NADA MAIS PRECISA PARA MUDAR. NÃO A PERSONALIDADE QUE É DE CADA UM! Anselmo Estevan.

 

 

            INTRODUÇÃO AO: B’rit Hadashah (NT). Material tirado da Bíblia Ecumênica TEB, Da Bíblia de Estudo: De Genebra – Edição Revista e Ampliada. E, Dicionário Aurélio (mini escolar). Da minha 3ª apostila de Introdução ao NT. Feito por Anselmo Estevan. Com formação de Pastor e com formação de Bacharel em Teologia pela Faculdade de Ibetel em Suzano – São Paulo. Anselmo Estevan.

Escrito por anselmo.estevan às 18h23
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APRENDA COM AS: EPÍSTOLAS DE "PAULO":

EPÍSTOLA DE PAULO AOS

 

EFÉSIOS

 

 

 

            INTRODUÇÃO

 

 

            Visão geral

            Autor: O apóstolo Paulo.

            Propósito: Ensinar aos messiânicos em Éfeso a maravilha e as implicações práticas de ser a Igreja de Maschiyah.

            Data: 60-62 d.C.

            Verdades fundamentais:

            A Igreja havia recebido bênçãos maravilhosas pela sua união com Maschiyah.

            A Igreja foi levada da morte para a vida em Maschiyah.

            A Igreja se estenderá mundialmente com judeus e gentios unidos em Maschiyah.

            A Igreja deve batalhar pela unidade em Maschiyah.

            A Igreja deve viver nos caminhos de Maschiyah, não retornar aos caminhos do mundo pecador.

            A Igreja deve buscar em Maschiyah forças para o combate espiritual.

 

 

            Propósito e características

            Assim como a carta aos Romanos, Efésios fornece uma compreensão única da teologia de Paulo, pois foi escrita quando Paulo pôde dar-se ao luxo de não ter de tratar de uma controvérsia local importante. O que se destaca em Efésios é a reverência com a qual o mistério da Igreja é consumado.

            Efésios descreve a Igreja como a nova humanidade de Yaohu, uma colônia na qual o YHVH da História estabelece um antegosto de unidade e da dignidade renovadas da raça humana (1,10-14; 2,11-22; 3,6.9-11; 4,1 – 6,9). A Igreja é uma comunidade na qual o poder de Yaohu para reconciliar homens e mulheres consigo mesmo é experimentada e, depois, compartilhada em relacionamentos transformados (2,1-10; 4,1-16; 4,32 – 5,2; 5,22 – 6,9).

Escrito por anselmo.estevan às 16h15
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         EPÍSTOLAS PAULINAS: (5ª).

 

            Objeto e conteúdo da epístola. O tema central da Epístola aos Efésios é o desígnio de Yaohu (o mistério), ficando desde toda a eternidade, oculto durante os séculos; realizado em Yaohushua – O UNGIDO – Maschiyah, revelado ao apóstolo, desenvolvido na Igreja. Esta é celebrada como uma realidade universal, simultaneamente terrestre e celeste, ou melhor, como a realização atual da obra de Yaohu, a da nova criação. A sua expansão, a partir da cabeça, Maschiyah, até a plenitude das dimensões previstas por Yaohu, constitui a vasta perspectiva para a qual o autor dirige em olhares dos crentes. Esse dinamismo exprime-se nas imagens entrecruzadas do crescimento do corpo e da edificação da casa de Yaohu. Integradas pelo batismo neste corpo, no qual estão reunidos Israel e as nações pagãs, os messiânicos se tornaram criaturas novas, pelo louvor, o conhecimento e a obediência. Eles figuram como núcleo central da reunificação do universo.

            A epístola se divide em duas partes iguais e fáceis de distinguir.

            1. A primeira (caps. 1 – 3) evoca a Igreja como plenificação da obra de Yaohu, num estilo característico que decorre ao mesmo tempo da liturgia e do magistério. Ela principia com uma bênção no estilo especifico do culto judaico (para alguns, esta passagem se estenderia até o fim de Ef 3). A celebração da graça ilimitada de Yaohu (1,3-14) constitui o seu trecho mais bem definido. Uma oração de iluminação vai dar na exaltação de Maschiyah, Yaohu do universo e cabeça da Igreja (1,15.23). Ef 2 evoca a grande viravolta operada em Yaohushua O UNGIDO: o que estava morto está vivo (1 – 10), o que estava dividido e alienado acha-se reconciliado (11 – 22); a salvação pela graça atinge a cada um e, por conseguinte, reúne em Maschiyah todos os homens; doravante, não existe mais barreira entre Israel e as nações pagãs, e a reconciliação deles anuncia a reconciliação do universo inteiro. O artífice desta reconciliação é o apóstolo: Ef 3 revela a posição de Paulo no desígnio de Yaohu (vv. 2-13) e toda a primeira parte termina com uma oração de adoração que conta o amor incomensurável de Maschiyah (3,14-19) e conclui com uma doxologia (3,20-21).

            2. A segunda parte (caps. 4 – 6) pode intitular-se: exortação aos batizados, exortação que decorre da celebração. O apóstolo chama a comunidade a viver na unidade e, para que isso aconteça, evoca assaz detidamente a edificação e o crescimento do corpo de Maschiyah, graças aos ministros que lhe são dados  (4,1-16). As instruções que seguem voltam a tratar dos temas tradicionais do catecismo primitivo: convite a abandonar a antiga maneira de viver para abraçar a nova, revestindo-se de Maschiyah (4,17-31), imitando a Yaohu (4,32 – 5,2), passando das trevas para a luz (5,3-20). O quadro das novas relações instauradas em Maschiyah (5,21 – 6,9) contém a bem-conhecida exposição sobre a união conjugal de Maschiyah com sua Igreja (5,25-32). Vem finalmente o apelo a envergar a armadura do messiânico para sustentar o combate contra as potências celestiais (6,10-17). Imagens e temas são tomados do AT e às vezes se inspiram em Qumran ou mesmo na filosofia popular, mas a epístola os renova pela iluminação que vem de Maschiyah.

            Efésios termina com uma exortação à oração (6,18-20) e breves mensagens (6,21-22) que introduzem a saudação final (6,23-24).

            Irmãos e Irmãs leitores (as): “De forma alguma poderia deixar passar, Efésios, sem fazer uma colocação de suma importância!” Vejam esses dois estudos bíblicos que se entrelaçam entre si a nosso favor.:

            - O verdadeiro Batismo no Rúkha hol – RODSHUA: Efésios 1,13-14 Em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Rúkha hol – RODSHUA da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, até ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória!

 

            1,13, selados. Como a impressão indelével deixada pelo selo do anel de um rei, o Rúkha hol – RODSHUA é uma marca interior da posse de Yaohu sobre o seu povo o qadôsh Rúkha da promessa. Como Yaohushua disse (Lc 24,49), o Rúkha hol – RODSHUA é a promessa do Pai. De modo notável, essa promessa é estendida aos gentios, bem como aos judeus, com base na crença deles em Maschiyah (Ez 36,26-27; Jl 2,28; Jo 14 – 16; At 1,4-5; 2,33.38-39; Gl 3,14; 4,6).

Escrito por anselmo.estevan às 16h15
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            Catecismo Maior de Westminster:

            Pergunta 72. O que é a fé justificadora?

            Resposta: A fé justificadora é a que salva. É operada pelo Rúkha e pela Palavra de Yaohu no coração do pecador, o qual, sendo por eles convencido do seu pecado, da sua miséria e da sua incapacidade e da das demais criaturas para o restaurar desse estado, não somente aceita a verdade da promessa do evangelho, como também recebe e confia em Maschiyah e na sua justiça, que lhes são oferecidos no Evangelho para o perdão dos pecados e para que a sua pessoa seja aceita e reputada justa diante de Yaohu, para a salvação.

            Referências bíblicas.

            Hb 10,39; 1Co 12,3.9; Rm 10,14.17; Jo 16,8.9; At 16,30; Ef 1,13; At 10,43; Fp 3,9; At 15,11.

 

            Pergunta 81. Todos os crentes sempre têm a certeza de que estão no estado da graça e de que serão salvos?

            Resposta: A certeza da graça e da salvação, não sendo da essência da fé, os crentes verdadeiros podem esperar muito tempo antes de consegui-la; depois de desfrutar dela, podem senti-la enfraquecida e interrompida por muitas perturbações, pecados, tentações e deserções, contudo, eles nunca são deixados sem a presença e o apoio do Rúkha de Yaohu, que os guarda de caírem em desespero absoluto!

            Referências bíblicas.

            2Pe 1,10; 1Jo 5,13; Sl 77,7-9; 22,1; 31,32; 73,13-15.23;1Jo 3,9; Is 54,7-11.

 

            Limpos pela PALAVRA – O ÚNICO E VERDADEIRO BATISMO NO RÚKHA HOL – RODSHUA: Jo 13,10; 15,3; 2Tm 1,9; Efésios 4,5-6; 1Co 6,11; Hb 10,22; 1Pe 1,3.23; Rm 12,2; Ef 5,26; Jo 14,16; Ef 1,13; 1,14; 4,30; 2,8-10! Maschiyah, que tinha que fazer parte conosco para sofrer por nós foi batizado nas águas para dar o “início dos seus sofrimentos e assim receber o Rúkha hol - RODSHUA – Como estava escrito nas Escrituras... pois Ele tinha que ser identificado como tal...! E, isso tinha que acontecer naquela época para que cressem... e, assim foi. Mas quem o recebe e está na sua Palavra já está limpo não precisa refazer o que ele fez por nós de novo...?! Somente estando nas suas Palavras já estamos limpos! Se crermos de verdade e observarmos o que nos foi deixado escrito (Escrituras Sagradas), e, as pormos em prática, já somos novas criaturas pois estamos em novas atitudes... não precisando refazer o que ele fez por toda a humanidade. Então existe um único Batismo não de regras humanas mas no Filho de Yaohu...!”. Pois o que adianta ser batizado nas águas... e se podemos cair de novo e de novo...?! E, se só há uma Salvação No Filho!! Pois a Palavra mesma diz: “Aquele que está em pé, cuidado para que não caia...” (1Co 10,12).

 

            Essa é a glória (Para Glória) – de Yaohu [Um só Batismo], conhecido nos céus... Aos “Anjos...!”.

 

            Efésios 3,8-10: A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Maschiyah e manifestar qual seja a dispensação do mistério, desde os séculos, oculto em Yaohu, que criou todas as coisas, para que, pela Igreja, a multiforme sabedoria de Yaohu se torne conhecida, agora, dos principados e potestades nos lugares celestiais, segundo o eterno propósito que estabeleceu em Maschiyah Yaohushua, nosso YHVH, pelo qual temos ousadia e acesso com confiança, mediante a fé nele!

Escrito por anselmo.estevan às 16h14
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            Pela Igreja. Isto é, pela incorporação de judeus e gentios juntos num corpo em Maschiyah, se torne conhecida... nos lugares celestiais. Paulo já havia mencionado “o príncipe da potestade do ar” (2,2) e retomaria a batalha dos messiânicos contra os seus inimigos celestiais (6,10-17). É útil relembrar a sua controvérsia com os falsos mestres em Colossos. Ele havia argumentado em sua epístola àquela Igreja que Yaohushua é YHVH de todas as coisas, incluindo o mundo espiritual, e também que é em Yaohushua, e em Yaohushua apenas, que céu e terra são reconciliados (Cl 1,15-20; 2,8-23). Paulo via o estabelecimento da paz entre judeus e gentios na Igreja como um sinal para os poderes cósmicos. Do ponto de vista de sua cultura, não havia maior divisão na raça humana do que entre judeus e gentios. O fato de eles poderem ser unificados radicalmente uns com os outros em Maschiyah era uma demonstração da profunda sabedoria de Yaohu (Is 55,8-9; 1Co 2,6-10), e servia como prova para os poderes celestiais de que Yaohushua é realmente YHVH do Universo (1,20-23).

 

            Bem, acho que já dá para expor o meu ponto de vista: Satanás, ficou enciumado com a “Criação de Yaohu” – o Ser Humano...! E, premeditou toda a “queda para a criação de Yaohu...!!”. Só que Nem nos Céus, e Nem na Terra, era conhecido o PLANO de YAOHU para com sua criação. Por isso a palavra GLÓRIA – para seu Nome... vêm desses dois estudos. Que principalmente as suas criações – Os ANJOS – não acreditavam que por uma única palavra e por um “’Elo(rr)hím(i)” se tornar Humano – poderia restabelecer uma união que era impossível aos olhos mesmo de sua criação em forma de anjos... A NOSSA SALVAÇÃO – O EVANGELHO!

            Você viu como funciona... há muito tempo eu tinha essa idéia...! Mas, viu o que foi e é preciso para expor a mesma simplesmente se fazer entender...É assim que funciona toda a Palavra de Yaohu! É como plantar uma semente num vaso... mas só temos a “semente”..., todo o resto precisa ser providenciado, cuidado cultivado... para que cresça e viva.... É isso irmãos, e irmãs: não desistam nunca somente precisamos de uma coisa CRER no SEU ÚNICO FILHO. Somente isto. Por isso quero saber seu verdadeiro Nome pessoal e intransferível. Yaohushua. 

            Anselmo Estevan.

 

 

            Circunstâncias e características da epístola.

            a) Efésios faz parte das chamadas cartas do cativeiro. O quadro histórico é o de colossenses e de Filemom. Paulo está preso (Ef 3,1; 4,1; 6,20;  cf. Fm 9,10.13.27; Cl 4,3.10.18), rodeado dos mesmos companheiros, encarrega Tíquico de idêntica missão (Cl 4,7-8; Ef 6,21-22).

            b) Entretanto, essas comparações são de tal natureza que criam um problema. Constata-se, a propósito de Efésios, que todos os pormenores relativos aos dados históricos são tomados quase literalmente de Colossenses (Ef 6,21-22). Além disso; o apóstolo não conhece pessoalmente ou seus destinatários (1,15); por conseguinte, não se pode tratar da Igreja de Éfeso, onde Paulo teve uma estada prolongada. Aliás, os manuscritos nos alertam logo no primeiro versículo, visto muitos deles omitirem a indicação de Éfeso (cf. Ef 1,1 nota); desde a Antiguidade, houve quem supusesse que a epístola houvesse sido dirigida à Igreja de Laodicéia, próxima de Colossos, que, segundo Cl 4,16, recebeu uma carta do apóstolo, carta esta da qual não achamos vestígio algum, exceto este.

            c) Os traços de parentesco entre Efésios e Colossenses concernem também ao estilo: recurso aos desenvolvimentos litúrgicos, sintaxe muitas vezes sobrecarregada, abundância de sinônimos, encadeamentos de complementos, expressões no particípio, analogias de vocabulário, influências sapienciais. As características de Colossenses são aqui acentuadas e os semitismos, mais numerosos.

            d) Enfim, é preciso fazer o levantamento dos mais marcantes desenvolvimentos paralelos:

 

            Efésios                          Colossenses

            1,6-7                             1,13-14

            1,13                                1,5

            1,15                                1,9

            1,15-16                          1,3-4

            2,1.5                             2,13

            2,2-3                             3,7

            3,1-13                           1,24-29

            4,15-16                          2,19

            4,22-24                          3,9-10

            5,6                                 3,6

            5,19-20                          3,16-17

            5,21 – 6,9                       3,18 – 4,1

            6,18-20                          4,2-4

            6,21                                4,7

 

            A relação Efésios-Colossos constitui um dos enigmas do NT, para o qual ainda não foi encontrada solução plenamente satisfatória. Eis as principais hipóteses que foram propostas:

            1. Alguns poucos consideram a carta aos Efésios um texto Paulino, que o autor de Colossenses teria em seguida remanejado para dar mais peso à sua mensagem.

            2. A opinião mais comum vê nessas cartas duas mensagens que o apóstolo enviou quase ao mesmo tempo a Igrejas vizinhas, inspirando-se em Colossenses para compor Efésios. Neste caso, Efésios representa o último estágio do pensamento do apóstolo. Prisioneiro em Roma, Paulo quer legar às comunidades, talvez sob a forma de uma carta circular, a sua suprema meditação sobre o mistério da salvação e da Igreja.

            3. Para outros, após ter composto Colossenses, Paulo cofiou a um secretário ou a um discípulo muito próximo o cuidado de dirigir uma segunda mensagem. Isto explicaria o parentesco entre os dois textos e suas divergências, ao mesmo tempo que alguns desvios observáveis em Efésios.

            4. Enfim, vários motivos importantes inclinam não poucos especialistas a considerar que a epístola pertence a uma época mais tardia, a da geração pós-apostólica e que ela emana de um meio profundamente marcado pelo apóstolo.

Escrito por anselmo.estevan às 16h13
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            Por suas características, ela faz pensar em uma bênção-exortação pronunciada oralmente no decurso de um ato de culto, transformada depois em epístola, de maneira a poder figurar  na coleção das cartas paulinas. Constata-se, por outro lado, que Efésios volta a tratar dos temas desenvolvidos alhures, mas de tal maneira que a relação de Efésios com Romanos, 1 Coríntios, Gálatas e até com Colossenses se explica menos por uma dependência direta do que por reminiscências, e uma evocação dos motivos provenientes da pregação apostólica. Enquanto Colossenses, em particular, mostrava-se mais semelhante a outras cartas de Paulo pelo estilo e a apresentação, Efésios é mais rica em temas tipicamente paulinos (nem a salvação pela graça, nem o povo de Yaohu, nem o Rúkha qadôsh aparecem em Colossenses). As afinidades com Qumran são mais freqüentes; ora, a influência essênia tendia mais a se exercer na catequese habitual da segunda geração. Nota-se enfim a influência exercida pela literatura sapiencial, já perceptível em Colossenses: os termos de sabedoria, ministério, plenitude se multiplicam e talvez já estejam marcadas por certas observações que resultariam na gnose.

            Enfim, a fixação de uma data ulterior para a epístola explicaria as relações que existem entre Efésios e as epístolas pastorais, se consideradas como posteriormente a Paulo, e também com a tradição joânica; e, neste caso, um mesmo meio pode ser-lhe atribuído: Éfeso. Mas é sobretudo um exame da sua teologia que permite definir o caráter particular da epístola.

 

 

            Teologia da epístola: enraizamento Paulino e horizonte novo. Seja como for, a Epístola aos Efésios está profundamente marcada pelo pensamento do apóstolo Paulo. Mas são esses vínculos impressionantes que levantam problemas. Enumeremos rapidamente:

            - A Grande obra de Yaohu realizada em Yaohushua O UNGIDO está fixada no âmago da mensagem; o batismo significa de modo decisivo a participação dos messiânicos no destino de Maschiyah.

            - O anúncio e a celebração da graça divina dão ao texto a sua nota dominante, desde a bênção inicial (1,3-14) até as exortações finais (2,1-10; 4,7).

            - A reconciliação do mundo é vinculada à derrubada da barreira que isolava Israel das outras nações; doravante os pagãos são plenamente cidadãos do Reino de Yaohu (2,11-22).

            - O ministério de Paulo cumpre a missão de Yaohu (3,2-13).

            - A Igreja é definida ao mesmo tempo como sendo o povo de Yaohu e o corpo de Maschiyah. Aliás, Efésios não entra em nenhuma especulação cosmológica; a revelação é concedida, não sob forma de teoria ou sistema, mas na e pela comunidade messiânica, explicitação do “mistério”.

            No entanto, esta herança paulina sofre uma transformação profunda que não pode ser atribuída simplesmente aos temas novos surgidos em Colossenses. Os prolongamentos que então se esboçavam são doravante tão bem-acentuados que delineiam uma figura original de conjunto.

            Toda a expectativa do fim não se esvaiu; todavia, à tensão presente-futuro sucede outra; a salvação realizada em Maschiyah e revelada na Igreja deve lograr a sua plena dimensão graças ao crescimento do corpo, que repercute até nas esferas celestes (1,22; 4,8-10). A salvação torna-se uma realidade em vias de plenificação. O messiânico já está salvo (Ef 2,8), os batizados, “ressuscitados e elevados com Maschiyah” na glória.

            Da mesma forma, o anúncio da graça não se situa mais no contexto escatológico do grande processo entre Yaohu e seu povo. As categorias jurídicas cederam lugar à “mística”; encontramo-nos no ponto de partida da evolução que aproximaria o messianismo das religiões de salvação. O mesmo pode-se dizer no que concerne à relação entre Israel e as nações. Em Romanos, a reunião faz-se pela adição da totalidade de Israel e da totalidade dos pagãos que permanecem distintas; em Efésios, por uma conjunção na qual toda a diferença jaz no passado. Por um lado, a expectativa apocalíptica da conversão final de Israel e a angústia do apóstolo a respeito do seu povo; por outro, a certeza de um encontro já realizado na Igreja. Em Romanos, a dialética é de tipo jurídico, em Efésios, a reconciliação tem um caráter, ao mesmo tempo, ético e cósmico (cf. Rm 9 – 11 e Ef 2,11-21).

            Nas epístolas anteriores, a Igreja designava em geral as comunidades locais; em Efésios, em seguimento a Colossenses, ela é considerada como uma realidade universal, quase personificada, como o foi a Sabedoria de Yaohu. Efésios transpõe para o plano universal os desenvolvimentos paroquiais e concretos de 1 Coríntios. De temporal, inserida na história, a Igreja tende a aparecer como eterna. Em Colossenses, o pleroma vinha habitar Maschiyah; agora, a Igreja é o pleroma de Maschiyah. As afirmações sobre Maschiyah, cabeça do universo, tornam-se afirmações sobre a Igreja. O tema do corpo, estreitamente mesclado com a da casa de Yaohu, recebe a sua última formulação e se enriquece com o novo desenvolvimento sobre o mistério da união de Maschiyah com sua Igreja, modelo da união conjugal, em que se exprimem a soberania de Maschiyah e a responsabilidade da Igreja.

            Quer se trate de Paulo, no findar da sua carreira, ou de um dos seus secretários valendo-se das instruções dadas, quer se trate de um dos seus herdeiros, em face da crítica situação atravessada pelo messianismo após a geração apostólica, a verdade é que o autor de Efésios esboçou, de par com Mateus, Lucas e João, uma das grandes respostas dadas pelos messiânicos de então ao problema de seu próprio futuro. Ele quer levar os fiéis a tomar plena consciência de que o mundo sofreu uma mudança radical após a morte e a elevação de Maschiyah. Avalia e celebra o dom de Yaohu, dom que, doravante, vê inserido na formação da Igreja. Nesta Igreja, ele percebe o penhor de uma situação irreversível.

            De qualquer forma, convém ler a Epístola aos Efésios menos como uma carta de circunstância do que como uma exposição lírica e didática da fé messiânica.

 

            BÍBLIAS CONSULTADAS: ECUMÊNICA TEB. BÍBLIA DE ESTUDO DE GENEBRA – EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA. COM GRIFOS DE ANSELMO ESTEVAN. COM FORMAÇÃO DE: BACHAREL EM TEOLOGIA NA FACULDADE IBETEL EM SUZANO. ANSELMO ESTEVAN. (introdução aos LIVROS DA B’RIT HADASHAH [NT].

Escrito por anselmo.estevan às 16h12
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APRENDENDO COM A EPÍSTOLA DE PAULO AOS GALATAS: (O VERDADEIRO NOME):

EPÍSTOLA DE PAULO AOS

 

GÁLATAS

 

 

 

            INTRODUÇÃO

 

 

            Visão geral

            Autor: O apostolo Paulo.

            Propósito: Auxiliar os messiânicos da Galácia a resistir aos falsos mestres que pregavam que só era salvo quem acrescentava à fé em Maschiyah o mérito humano da obediência à lei.

            Data: 49-55 d.C.

            Verdades fundamentais:

            A justificação diante de Yaohu ocorre exclusivamente pela fé.

            A santificação na vida diária é operada pela fé, por meio do poder do Rúkha.

            Podemos confiar na mensagem de Paulo, de que a salvação é pela fé e não depende das obras.

            O evangelho da salvação pela fé é ensinado ao longo de toda a Escritura.

            O legalismo nos faz desviar de Maschiyah e nos leva ao fracasso e ao julgamento.

            Libertar-se do legalismo é a liberdade de viver para o Maschiyah por meio do Rúkha.

            A salvação eterna é exclusiva daqueles que crêem no verdadeiro evangelho e vive de acordo com ele.

 

 

            Propósito e características

            A carta de Gálatas foi escrita para lidar com problemas específicos de determinadas Igrejas. Para entender a epístola, é preciso ter algum conhecimento da situação que essas Igrejas enfrentavam. Pouco depois de os gálatas terem aceitado o evangelho, surgiram alguns agitadores que atacaram o apóstolo Paulo pessoalmente (4,17) e estavam pregando uma forma distorcida do Messianismo (1,6-7). O “outro evangelho” que eles pregavam exigia que os messiânicos gentios fossem circuncidados, como um símbolo de compromisso com a salvação por meio das obras da lei (6,12). Esses indivíduos insistiam que os gálatas deveriam crer não apenas em Maschiyah para a salvação, mas também praticar a circuncisão (2,3-5; 5,2.6.11; 6.12-13.15). [Esse mesmo assunto se repete hoje em dia nas “denominações (X e Y). Pois pregão a salvação mas procuram por cura de doenças que em outro lugar não têm!”. Crescimento somente material pois em outros lugares ficam por exemplo 20 anos servindo na igreja e nada acontece...Depois que mudam de denominação... Conseguem emprego, viram empresários, são curados de doenças incuráveis e etc.... Essa é a circuncisão da mente da fé pregando um evangelho diferente do que deveria ser pregado, pois, a SALVAÇÃO vem através do Filho e em ficar somente com ele em qualquer lugar não somente nesta ou noutra Denominação que encontra o Filho...!!! Esse preceito tem que ser revisto]. Anselmo Estevan.

Escrito por anselmo.estevan às 23h24
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parte inicial do estudo:

         EPÍSTOLAS PAULINAS: (4ª).

 

            Para compreender a Epístola aos Gálatas, é necessário conhecer a situação histórica das Igrejas às quais Paulo escreve.

            Antes de começar, gostaria de expor um estudo que vai de acordo com que venho dizendo e alguns irmãos podem não entender: Material tirado da Bíblia de Estudo Macarthur – SBB. ARA. 2010. Pág. 1546. Estudo sobre 1 Coríntios (12,9; 12,10, Fé, Milagres).:

            - Distinta da fé salvadora ou da fé perseverante, ambas as quis todos os messiânicos possuem, esse dom é exercido na oração constante e na persistência na intercessão, juntamente com uma interna confiança em Yaohu em meio às circunstâncias difíceis (cf. Mt 17,20), dom de curar. Um dom de manifestação temporária, usado por Maschiyah (Mt 8,16-17), pelos apóstolos (Mt 10,1), pelos 70 (Lc 10,1) e por alguns poucos companheiros dos apóstolos, como Filipe (At 8,5-7). Essa habilidade era identificada como um dom que pertencia aos apóstolos (cf. 2Co 12,12). Hoje, embora os messiânicos não tenham o dom da cura, certamente, ‘Elo(rr)hím(i) Yaohu ainda ouve as orações sinceras de seus filhos e as responde (veja Tg 5,13-16). Algumas pessoas sentem que a cura deveria ser algo comum e esperado em todas as eras, mas esse não é o caso. A cura física é muito rara por todo o registro do AT. Somente poucas estão registradas. Nunca houve uma época, antes da vinda de Maschiyah, em que as curas foram comuns. Somente durante o tempo de vida de Maschiyah e de seus apóstolos houve uma explosão autêntica de curas. Isso se deu devido à singular necessidade única de autenticar o Messias e os primeiros milagres do evangelho. Yaohushua e seus apóstolos baniram temporariamente a doença da Palestina, mas essa foi a era mais grandiosa da história da redenção e pedia essa autenticação. Normalizar a cura seria normalizar a vinda do Salvador. Esse dom pertenceu aos dons de sinais apenas nessa era. Os dons de cura nunca foram usados somente para trazer a saúde física das pessoas. Paulo era doente, mas nunca curou a si mesmo ou pediu a outro ser humano para cura-lo. Seu amigo Epafrodito estava à beira da morte (Fp 2,27), mas Paulo não o curou. Yaohu interveio. Quando Timóteo estava doente, Paulo não o curou, mas disse a ele para tomar um pouco de vinho (1 Tm 5,23). Paulo deixou Trófimo “doente em Mileto” (2Tm 4,20). As curas não eram a norma para a vida diária no ministério de Paulo, mas elas ocorriam quando ele chegava a uma nova região, como, por exemplo, em Malta, onde o evangelho e seu regador precisavam de autenticação (veja At 28,8-9). Essa cura foi a primeira menção de cura desde que o coxo havia sido curado em Listra (At 14,9) em relação à chegada de Paulo e do evangelho lá. Anteriormente a essa, a cura mais próxima foi  feita por Pedro em At 9,34, e a ressurreição da Tabita em 9,41, para que as pessoas cressem no evangelho pregado por Pedro (9,42).

            12,10 Milagres. Esse dom temporário era para a realização de atos divinos contrários à natureza, de modo que não houvesse explicação para a ação, a não ser que havia disso feita pelo poder de Yaohu. Isso, também, era para autenticar Maschiyah e os pregadores apostólicos do evangelho. A passagem de Jo 2,11 observa que Yaohushua realizou seu primeiro milagre em Canaã para manifestar “a sua glória”, não elevar a festa (cf. o propósito de João ao registrar os milagres de Yaohushua nesse evangelho, 20,30-31). A passagem de At 2,22 afirma que Yaohushua realizou milagres para que ficasse provado que Yaohu estava operando por meio dele, para que as pessoas cressem nele como YHVH e Salvador. Yaohushua fez milagres e curou somente durante os três anos do seu ministério, e nenhum durante todos os 30 anos anteriores. Seus milagres tiveram início quando o seu ministério começou. Embora Yaohushua tenha realizado milagres relacionados à natureza (fez vinho, produziu alimento, andou sobre as águas com Pedro, ascendeu), não há agora registro de que nem um apóstolo sequer tenha feito um milagre no reino da natureza. Que milagre os apóstolos fizeram? A resposta está na palavra “milagre” com o significado de “poder”, e esta, com freqüência, ligada com a expulsão de demônios (Lc 4,36; 6,18; 9,42). Esse é precisamente o poder que Yaohu deu aos discípulos (Lc 9,1; 10,17-19; cf. At 6,8; 8,7; 13,6-12). Veja notas em At 19,14-16. profecia. O significado é simplesmente o de “anunciar” ou “proclamar publicamente” ao qual a conotação de predição foi acrescentada em alguma época na Idade Média. Desde a conclusão da Escritura, a profecia não é um meio de nova revelação, mas restringe-se a proclamar o que já está revelado na Palavra escrita. Até mesmo os profetas foram pregadores, proclamadores da verdade de Yaohu, tanto por meio da revelação quanto pela reiteração. Os profetas do AT, como Isaías, Jeremias e Ezequiel, passaram a vida proclamando a Palavra de Yaohu. Comparativamente, somente uma pequena parte do que eles pregaram está registrada na Bíblia como revelação direta de Yaohu. Eles, tiveram de repetir e enfatizar, de modo contínuo, essas verdades, como hoje os pregadores repetem, explicam e enfatizar de novo a Palavra de Yaohu na Escritura. A melhor definição desse dom é dada em 14,1.3. A importância desse dom é dada em 14,1.39. Sua supremacia sobre os outros dons, especialmente o de línguas é o tema do cap. 14. Veja notas em 1Ts 5,20; Ap 19,10. discernimento de espíritos. Satanás é o grande enganador (Jo 8,44) e seus demônios falsificam a mensagem e a obra de Yaohu. Os messiânicos com o dom de discernimento têm a capacidade dada por Yaohu de reconhecer os espíritos mentirosos e de identificar a doutrina enganosa e incorreta (At 17,11; 1Jo 4,1). Paulo ilustrou o uso desse dom em At 16,16-18; como Pedro o havia exercido em At 5,3. Quando ele não estava sendo praticado na Igreja de Corinto ocorreu uma grave distorção da verdade (veja v. 3; 14.29). Embora a sua operação tenha mudado desde os tempos apostólicos, devido à conclusão da Escritura, ainda é essencial ter pessoas na Igreja que possam discernir. Elas são os guardiões, sentinelas que protegem a Igreja das mentiras demoníacas, falsas doutrinas, cultos pervertidos e elementos carnais. Assim como é exigido estudo diligente da Palavra de Yaohu para exercitar os dons do conhecimento da sabedoria, da pregação e do ensino, o mesmo acontece com o discernimento. Veja notas em 1Ts 5,20-22. línguas... interpreta-las. Esses dons de manifestação temporária, que usa palavras comuns para falar em outra língua e traduzi-la, como os outros (milagres, cura) eram para a autenticação da verdade e daqueles que a pregavam. Esse dom verdadeiro foi claramente identificado em At 2,5-12 como línguas, o que validava o evangelho como divino. Eles foram, entretanto, devido à imitação deles que havia na cultura, exaltados de modo desproporcional e seriamente abusados em Corinto. Aqui, Paulo os identifica, mas ao longo de todo o cap. 14ele os discute detalhadamente. Veja notas em 14,1-39.

Escrito por anselmo.estevan às 23h23
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parte inicial do estudo:

            Este estudo é somente para relembrar de que: “O importante é de procurarmos primeiramente a cura para o nosso espírito – a alma em si. Para a Salvação eterna...! E, não, para ver qual denominação tem o dom de cura de enriquecer de bens materiais e etc. Pois o que vejo hoje em dia é esse tipo de pregação. Ganhando os ‘fiéis’ apenas nas obras materiais... Esse é o meu ver. Isso têm que mudar. Nada contra as curas e etc. Mas procure primeiro o Seu Reino! Que o resto virá depois... (Lucas 12,31: BUSCAI, ANTES DE TUDO, O SEU REINO, E ESTAS COISAS VOS SERÃO ACRESCENTADAS!).[OS DISCÍPULOS JÁ FAZIAM PARTE DO REINO, LOGO, DEVERIAM CONCENTRAR TODOS OS SEU ESFORÇOS NO INTERESSE DESSE REINO!].Mt 6,33; 1Timóteo 4,8. Esse, é o meu entender de levar a Salvação... Pelo Rúkha hol – RODSHUA!”. Anselmo Estevan.

            A crise que obriga o apóstolo a intervir não é um incidente de alcance local; é uma fase determinante na evolução da Igreja nascente. Esta faz então uma opção decisiva, que deve efetuar para ser fiel à verdade do Evangelho e renovar em todas as épocas da sua história, em nome desta fidelidade.

            Depois de ter exposto o que sabemos da situação histórica, graças ao livro dos Atos dos Apóstolos, e à própria epístola, mostraremos como o apóstolo defende a verdade do Evangelho, comprometida na Galácia, e indicaremos as etapas da sua exposição. Enfim, mostraremos por que esta carta é de uma atualidade permanente.

 

            As circunstâncias da crise gálata. Através dos Atos dos Apóstolos, tomamos conhecimento do papel representado por Paulo na expansão da Igreja. Ele é o apóstolo das nações, enviado de maneira especial aos pagãos (At 9,15; 22,21; 26,17), mas a sua missão esbarra na oposição constante de um meio de origem judaica, cuja tese é resumida assim por Lucas: “Se não vos fizerdes circuncidar segundo o costume de Moisés, não podeis ser salvos” (At 15,1). Esses judaizantes querem, portanto, impor os fiéis de origem pagã o jugo da lei mosaica. Segundo os Atos, Pedro não é do partido deles; iluminado pelo Rúkha, ele sabe que Yaohu confere o Rúkha tanto aos pagãos como aos judeus, em razão da sua fé em Maschiyah (At 10,17; 15,7-11). Quanto a Tiago, ele admite a entrada dos pagãos na Igreja: pede-lhes somente que observem certas regras práticas que julga indispensáveis e que serão promulgados pela assembléia de Jerusalém (At 15,19-21.28).

            Os Atos nos dão a conhecer também diversas passagens de Paulo pela Galácia. Por ocasião da sua primeira viagem missionária, o apóstolo evangeliza as regiões situadas ao sul da província romana da Galácia: Písidia, Licaônia, Frígia (13,14 – 14,25). A seguir, passa duas vezes (At 16,6; 18,23) pela Galácia do Norte, durante a segunda e terceira viagens missionárias; essa região compreendida entre a Capadócia e o mar Negro estendia-se em volta da Ancira (a atual Ancara) e era povoada por habitantes de origem céltica, os únicos que merecem ser chamados “gálatas” no sentido próprio do termo.

            Tal é o quadro no qual se devem inserir os fatos que Paulo relata ou evoca na Epístola aos Gálatas. Seria possível tal inserção? Se Paulo, testemunha desses fatos, apresenta-os  de modo diverso do de Lucas, deveríamos nós pensar que o testemunho de Paulo ou o relato de Lucas seja errôneo? É mais conforme as normas de uma sã crítica perguntar se tais divergências não se podem explicar pela diferença de intenções que norteiam as duas apresentações do mesmo fato.

            Paulo é uma testemunha fiel, mas atêm-se a relatar apenas o que concerne à meta que tem em mira. Lucas coletou com cuidado informações seguras, mas seu objetivo é mostrar a ação do Rúkha no desenvolvimento da Igreja, e não escrever uma crônica dos primeiros tempos da mesma; por isso, pôde compilar documentos de origem e data diferentes, ligando-os ao mesmo fato, como é provavelmente o caso da assembléia de Jerusalém. Isso permite compreender o porquê de ser esta assembléia apresentada de maneira diferente em Gl 2,1-10 e em At 15.

            Pode-se na entanto lançar mão dos Atos para completar os dados históricos da epístola e procurar situar a crise gálata. A quem escreve Paulo? Qual a data da sua carta? A que erros visa ele na carta e quais os adversários que os propagam? Muitas hipóteses têm sido aventadas em função das alusões de Paulo a uma situação bem-conhecida dos seus leitores, mas bastante impreciso para nós; algumas dessas explicações inspiraram toda uma interpretação da história das origens messiânicas. Indicaremos aqui apenas as hipóteses mais importantes, com fundamento nos textos.

            Quais são os destinatários da epístola? No século XIX, tentou-se provar que se tratava das igrejas da Galácia do Sul. A carta, neste caso, poderia ter sido escrita pouco depois da primeira viagem missionária e seria a primeira epístola de Paulo, enviada de Antioquia por volta de 49. Pode-se também retardar a sua redação para depois da viagem mencionada em At 16,6. Mas a maioria dos modernos mantém hoje a posição unânime dos antigos: Paulo: Paulo escreveu aos gálatas do Norte (os únicos que podem ser chamados de “gálatas”), após a sua segunda passagem pela região deles (Gl 4,13), mencionada em At 18,23. É no fim da sua longa estada em Éfeso (provavelmente durante o inverno de 56-57) que ele redige esta carta, seis meses somente antes da epístola aos Romanos: assim encontrariam melhor explicação as semelhanças entre as duas epístolas.

            Quais são os responsáveis pela crise e que erro ensinam? Um ponto parece claro: os perturbadores que Paulo denuncia querem impor aos pagãos convertidos a prática da lei de Moisés (3,2-3; 4,21; 5,4) e em particular a circuncisão (2,3-4; 5,2; 6,12). Pode-se tratar dos judaizantes de que falam os Atos e cuja tese é resumida em 15,1. Mas deve-se ficar nisso?

Escrito por anselmo.estevan às 23h22
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parte central do estudo:

            A epístola, com efeito, põe seus destinatários de sobreaviso contra um conceito de liberdade que tende para a licenciosidade moral (5,13). Não seria essa uma indicação de que Paulo se opunha a dois tipos de adversários? É a hipótese proposta pelos que não julgam poder identificar os partidários de uma moral relaxada com os judaizantes que preconizam a prática da lei. Mas nada prova que o apóstolo tivesse de combater em duas frentes.

            Por conseguinte, propôs-se outra hipótese. Os judaizantes poderiam ser partidários da lei unicamente sob seu aspecto ritual e considerar-se dispensados das exigências morais; tratar-se-ia então de um sincretismo análogo ao evocado pela epístola aos Colossenses (Cl 2,16-23). Com efeito, nas duas epístolas, trata-se de um culto que escraviza seus adeptos aos elementos do mundo (Gl 4,3.9; Cl 2,20); ademais, Paulo parece dizer aos gálatas que, pregando-lhes a circuncisão, essa gente os está reconduzindo a um culto que eles praticavam antes da conversão (4,8-10). Por outro lado, o apóstolo insiste no fato de que a circuncisão obriga aqueles que se lhe submetem a uma fidelidade total à lei (5,3; cf. 3,10); isto, sem dúvida, porque os adversários de Paulo ensinavam o contrário, e, com efeito, o apóstolo os acusa formalmente, em sua conclusão, de não observarem a lei, ao mesmo tempo que impõem a circuncisão (6,13).

            Esta hipótese é muito atraente; entretanto ela não se impõe. Pode-se compreender a epístola sem recorrer a ela. A advertência contra a licenciosidade moral pode explicar-se pelo fato de as Igrejas da Galácia serem compostas de pagãos convertidos, cuja mentalidade e conduta não se transformaram de um momento para outro; eles têm, portanto, necessidade de que Paulo explicite o que é a liberdade dos filhos de Yaohu. Por outro lado, se Paulo parece situar no mesmo nível os ritos da lei mosaica e os do paganismo, isso não significa necessariamente que os judaizantes hajam misturado ambos os ritos; o objetivo de Paulo era mostrar, com isso que ambos reconduziam os gálatas a uma escravidão da qual o Maschiyah os libertara. O apóstolo chegaria a dizer que a volta aos ritos pagãos seria preferível, porque os faria sair da Igreja, sem nela lançar a perturbação, pervertendo o Evangelho (5,12).

 

 

            O sentido da crise: a escolha diante do único Evangelho. Influenciados pelos adversários de Paulo, os gálatas não vêem que a sua fé esteja comprometida, se a circuncisão for condição de salvação. O apóstolo os faz tomar consciência de que uma opção se impõe, e é importante. Não se trata de uma questão pessoal: Paulo não se queixa de um dano que lhe tivesse sido causado ao darem preferência a outros pregadores (4,12). Trata-se da verdade do único Evangelho, da liberdade anunciada por este Evangelho, da cruz do Maschiyah que é a fonte desta liberdade, característica da vida nova dos filhos de Yaohu.

            O Evangelho é o anúncio de uma salvação gratuita e universal, que instaura um mundo novo. [Infelizmente, muitos, hoje em dia, não vêem desse modo. PRINCIPALMENTE QUEM PREGA O “EVANGELHO!?”. Por isso devemos ter muitos cuidados. Pois a SALVAÇÃO nos foi dada de GRAÇA! Nada mais há que precisamos fazer ou pagar, comprar para a mesma. Só uma coisa é necessária: O ARREPENDIMENTO SINCERO DE CORAÇÃO, O CRER SOMENTE NO FILHO SABENDO O SEU NOME CORRETO PARA MOSTRAR QUE SEMPRE PROCURAMOS A “VERDADE”, SOMENTE. E, O POR EM PRÁTICA O QUÊ APRENDEMOS DAS SAGRADAS ESCRITURAS (BÍBLIAS). Sendo desta forma – nos tornando em novas criaturas... deixando a velha “criatura” para trás PORQUE JÁ SOMOS SALVOS EM SEU NOME: YAOHUSHUA!]. (Anselmo Estevan.).Os judaizantes seguem vivendo no mundo antigo e querem a ele reconduzir os gálatas; assim, eles pervertem o Evangelho, baseando-se no Antigo Testamento. Paulo, ao invés, mostra que o Antigo Testamento só alcança o seu sentido autêntico quando Maschiyah cumpre o que ele prometeu. A sua argumentação, cujo desenvolvimento é por vezes difícil de acompanhar, põe em evidência a oposição entre o mundo antigo e o novo sob três pontos de vista.

            O primeiro ponto de vista é o da fonte da salvação. Cumpre escolher entre a carne e o Rúkha. No mundo antigo, o homem pretendia bastar-se a si mesmo e salvar-se por suas próprias obras; tal atitude é o que Paulo chama de “carne”. Entrar no mundo novo é esperar a salvação do Rúkha, acolhe-la  como graça que o Pai concede por Maschiyah.

            O segundo ponto de vista é o da história da salvação. A escolha impõe-se entre a lei e a fé. A lei é uma etapa preparatória da vinda do Salvador; ela isola o povo que a recebeu, com uma finalidade pedagógica, para que ele seja testemunha da salvação prometida por Yaohu a todos os crentes. É a fé que dá acesso ao mundo novo, abrindo o homem à salvação efetuada por Yaohushua e GRATUITAMENTE oferecida a todos os homens.

            Finalmente, o terceiro ponto de vista: no mundo antigo, os homens estavam escravizados ao pecado, cuja raiz é a carne; no mundo novo, são libertados pelo Rúkha que lhes possibilita cumprir amorosamente à vontade do Pai. São livres por ser filhos de ‘Elo(rr)hím(i) Yaohu e viver da vida do Filho de ‘Elo(rr)hím(i). Esta liberdade, fruto do Evangelho único, seria arruinada pelos judaizantes.

Escrito por anselmo.estevan às 23h21
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parte central do esduto:

            Caro leitor”, gostaria de colocar um estudo que acho lindo e, para não me esquecer, vou interromper um pouco a seqüência normal dessa apostila ok. Vamos lá:

 

            Filipenses 2,9-11.

           

            2,9 Pelo que também ‘Elo(rr)hím(i). O ato do Pai foi uma resposta direta à obediência do Filho, o exaltou sobremaneira. O verbo “exaltou” aqui não significa que ‘Elo(rr)hím(i) Yaohu proporcionou a Maschiyah uma situação mais elevada do que antes, mas que Yaohu deu a ele a máxima exaltação possível. Maschiyah foi restaurado à glória que ele tinha no início – a glória a que ele voluntariamente renunciou para que pudesse se tornar um ser humano, o nome que está acima de todo nome. Veja  o v. 11. Veja também CM54.

 

            Catecismo Maior de Westminster: Pergunta 54. Como Maschiyah é exaltado ao sentar-se à destra de ‘Elo(rr)hím(i)?

            Resposta: Maschiyah é exaltado, ao sentar-se à destra de ‘Elo(rr)hím(i), sendo ele, como ‘Elo(rr)hím(i)-homem, elevado ao mais alto favor de ‘Elo(rr)hím(i) o Pai, tendo toda a plenitude de alegria, glória e poder sobre todas as coisas, no céu e na terra, reunindo e defendendo a sua Igreja, e subjugando os seus inimigos; dando aos seus ministros e ao seu povo dons e graças e fazendo intercessão por eles. (Referências bíblicas: Fp 2,9; At 2,28; Jo 17,5; Ef 1,22; Mt 28,18; Ef 4,11.12; Rm 8,34).

 

            2,11 E toda língua confesse. A ação que deveria acompanhar o dobrar dos joelhos, que Yaohushua Maschiyah é YHVH – Yaohu. A segunda pessoa da Trindade tomou o nome “Ye’SHUA” em sua encarnação. Conseqüentemente, nesse contexto o nome enfatiza a sua humildade. “Maschiyah”, é um título advindo de sua tarefa humana como Messias ou rei de Israel. (Há bem da verdade Maschiyah, não é bem um título! Mas sim a tradução ou transliteração para a língua portuguesa igual a “UNGIDO”! É que traduziram errado e assim ficou... Como também o nome “Jesus”, que, aqui estou usando a forma em hebraico igual a Ye’SHUA – somente para não alterar a linha de raciocínio do texto em si. Mas, continua valendo o nome correto Yaohushua! Ok.). Além disso, é como alguém humilde que Maschiyah é exaltado; a sua humildade é a sua glória (cf. Mt 23,10). O “nome que está acima de todo nome” (v. 9) é “YHVH”. Na Septuaginta (a tradução grega do AT), ‘Elo(rr)hím(i) é representado pelo título de “Senhor” (grego Kyrios). Em Is 45,23, YHVH diante de quem “se dobrará todo joelho” e por quem “jurará toda língua”. Em filipenses, Maschiyah é então aclamado por ser quem ele sempre foi o próprio ‘Elo(rr)hím(i). Ao confessar que “Yaohushua Maschiyah é Yaohu”, as criaturas reconhecem tanto o fato quanto o caráter de sua deidade. A atribuição de adoração enfatiza a humanidade (“Yaohushua Maschiyah”) e também a deidade (“YHVH”) de Maschiyah, ele é adorado como o ‘Elo(rr)hím(i)-homem. Para glória de ‘Elo(rr)hím(i) Pai. Yaohushua Maschiyah é, por implicação, o filho do Pai. Tanto Maschiyah como o Pai podem receber adoção. Os membros da Trindade são tão unidos que o próprio ato de adorar o Filho glorifica o Pai. Veja CB 10.

 

            Confissão Belga: Artigo 10 Yaohushua Maschiyah é ‘Elo(rr)hím(i).

            Cremos que Yaohushua Maschiyah – O UNGIDO, segundo sua natureza divina, é o único Filho de ‘Elo(rr)hím(i) – Yaohu, gerado desde a eternidade. Ele não foi feito nem criado, pois assim seria uma criatura; mas é de igual substância do Pai, coeterno, “o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser” (Hb 1,3), igual a ele em tudo.

            Ele é o Filho de ‘Elo(rr)hím(i) Yaohu não somente desde que assumiu nossa natureza, mas desde a eternidade, como os seguintes testemunhos nos ensinam, ao serem comparados uns aos outros:

            Moisés diz que Yaohu criou o mundo, e o apóstolo João diz que todas as coisas foram feitas por intermédio do Verbo que ele chama de ‘Elo(rr)hím(i)-Yaohu. O apóstolo diz que Yaohu fez o universo por seu Filho e, também, que criou todas as coisas por meio de Yaohushua (Maschiyah) O UNGIDO.

            Segue-se, necessariamente, que aquele que é chamado de Yaohu, o Verbo, o Filho e Yaohushua O UNGIDO, já existia quando todas as coisas foram criadas por ele. O profeta Miquéias [referindo-se ao Messias] diz: “Cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5,2); a carta aos Hebreus testemunha {que ele} “não teve princípio de dias, nem fim de existência” (Hb 7,3).

            Assim, ele é o verdadeiro e eterno ‘Elo(rr)hím(i), o Todo-Poderoso, a quem invocamos, adoramos e servimos ao ‘Elo(rr)hím(i) com nome – Yaohu [grifo meu].

            Mt 17,5; Jo 1,14.18; Jo 3,16; 14,1-14; 20,17.31; Rm 1,4; Gl 4,4; Hb 1,1.2; 1Jo 5,5.9-12; Jo 5,18.23; 10,30; 14,9; 20,28; Rm 9,5; Fp 2,6; Cl 1,15; Tt 2,13; Hb 1,3; Ap 5,13; Jo 8,58; 17,5; Hb 13,8; Gn 1,1; Jo 1,1-3; Hb 1,2; 1Co 8,6; Cl 1,16.

Escrito por anselmo.estevan às 23h20
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parte final do estudo:

Isaías 45,23

 

            Por mim mesmo tenho jurado. As promessas de Yaohu foram ratificadas por esse juramento (veja 62,8; Gn 22,16; Êx 32,13; Hb 6,13-18). Veja nota sobre 14,24. Boca.Veja a nota sobre 1,20. Saiu o que é justo. Ou “justiça”, Veja a nota sobre 1,21. Palavra. A promessa de plena restauração, incluindo julgamento e defesa (40,8; 55,10-11). Todo joelho...toda língua. O objetivo da história da redenção (Rm 14,11; 1Co 15,25; Fp 2,10-11). Veja CM 104.

 

            Catecismo Maior de Westminster: Pergunta 104. Quais são os deveres exigidos no primeiro mandamento?

            Resposta: Os deveres exigidos no primeiro mandamento são: conhecer e reconhecer Yaohu como único verdadeiro ‘Elo(rr)hím(i), e nosso ‘Elo(rr)hím(i); adora-lo e glorifica-lo como tal; pensar e meditar nele, lembrar-nos dele, altamente aprecia-lo, honra-lo, adora-lo, escolhe-lo, amá-lo, deseja-lo e teme-lo; crer nele, confiando, esperando, deleitando-nos e regozijando-nos nele; ter zelo por ele; invoca-lo, dando-lhe louvor e agradecimentos, prestando-lhe toda a obediência e submissão do homem todo; ter cuidado de lhe agradar em tudo e tristeza quando ele é ofendido em qualquer coisa, andar humildemente com ele. (Referências bíblicas: 1Cr 28,9; Dt 26,17; Is 43,10; Sl 95,6.7; Mt 4,10; Sl 29,2; Ml 3,16; Sl 63,6; Ec 12,1; Sl 71,19; Ml 1,6; Is 45,23; Js 24,22; Dt 6,5; Sl 73,25; Is 8,13; Êx 14,31; Is 26,4; Sl 130,7; 37,4; 32,11; Rm 12,11; Fp 4,6; Jr 7,23; Tg 4,7; 1Jo 3,22; Sl 119,136; Jr 31,18; Mq 6,8.).

 

            E aí; viu o que um Nome leva...!! E olha que não é um nome qualquer como lhe fizeram dando subtítulos parecendo um filme ou algo qualquer... Mas é o NOME! SEU NOME PESSOAL E INTRANSFERÍVEL DADO PELOS ANJOS... POR ISSO A MINHA APOSTILA ENFATIZA ESSE NOME (YAOHU, YAOHUSHUA, RÚKHA hol – RODSHUA – A TRINDADE! SE FOR UMA TRINDADE, NÃO PODE HAVER NOMES DIFERENTES COMO O HOMEM O QUIS A SEU BEL PRAZER...).

            Mashiach (Messias, Maschiyah). Literalmente, “O UNGIDO”. Em português, é transliterado em “Messias”. Equivalente ao termo grego Christós, que também significa  “ungido”. No Tanakh, reis e Kohamim (sacerdote do templo ou tabernáculo) eram ordenados ao serem ungidos com azeite (Sh’mot [Êx] 30,30; Sh’um’el Alef [1Sm] 15,1; Tehillim [Sl] 133). O novo Testamento judaico usa mashiach para verter as ocorrências da transliteração grega messias, que aparecem apenas duas vezes em todo o texto no NT (Yn 1,41; 4,25), e em quatro passagens dramáticas para verter christós (Mt 16,16; Mc 8,29; 14,61; Lc 9,20). [Yn = Jo].

            Anselmo Estevan.

 

 

           

            Estrutura e estilo da epistola. Paulo sabe que seus “filhinhos” estão em perigo (4,19). Não é sua intenção demonstrar-lhes uma tese. A verdade que lhes anunciou e que, desde então, iluminou o caminho que percorreram (5,7) é a verdade de um acontecimento: a intervenção de Yaohu em Yaohushua Maschiyah – O UNGIDO, para libertar os homens do pecado. É diante deste acontecimento, diante de Yaohushua Maschiyah crucificado, que Paulo vai reconduzir os gálatas.

            Numa primeira etapa (caps. 1 e 2), o apóstolo lhes lembra que Yaohushua Maschiyah está na origem de sua missão e no centro de sua mensagem.

            Numa segunda etapa (caps. 3 – 6), ele mostra que Yaohushua Maschiyah, efetuando a Salvação, dá à história o seu sentido: por ele e nele, os homens regenerados encontram a sua unidade, e a criação renovada chega à sua plenitude.

            Essas etapas são unificadas pelo desenvolvimento dos três pares que mostram aos gálatas os diversos aspectos da escolha fundamental proposta a todo homem pelo Evangelho.

 

            A. Primeira etapa: 1,1 – 2,21

            a) Introdução (1,1-10)

            1,1-5: endereço em que são anunciados os dois temas da primeira etapa: a missão de Paulo (vv. 1 –2); o seu evangelho (vv. 3 – 4).

            1,6-10: a situação: o único Evangelho está pervertido.

            b) A missão de Paulo (1,11 – 2,10)

            1,11-24: Paulo recebeu do Maschiyah ressuscitado a missão de anunciar o Evangelho aos pagãos; é para isso que foi escolhido e chamado por graça.

            2,1-10: a salvação é outorgada a todos gratuitamente; portanto, os pagãos não têm de ser submetidos à circuncisão. Tal é a verdade do Evangelho, que Pedro e a Igreja de Jerusalém reconheceram publicamente.

            c) O Evangelho de Paulo (2,11-21)

            Entretanto, sob a pressão dos judaizantes – a mesma que os gálatas sofrem –,  Pedro não permaneceu fiel à verdade, à opção que ela exige, Paulo mantém esta verdade e define a opção fundamental por meio do por fé e lei.

Escrito por anselmo.estevan às 23h19
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parte final do estudo:

Esta opção se faz por causa do Maschiyah crucificado, que deu a vida por cada um de nós. Aquele que escolhe justificar-se pelas próprias obras, cumprindo a lei, torna inútil a morte do Maschiyah; aquele que aceita ser justificado pelo Maschiyah e renuncia a toda pretensão de salvar-se a si mesmo mostra que, para ele, a morte do Maschiyah é fecunda: ele vive da vida amorosa do Filho de Yaohu.

 

            B. Segunda etapa: 3,1 – 6,18

            a) Introdução (3,1-5)

            Diante do Maschiyah crucificado, de quem receberam o dom do Rúkha, Paulo apostrofa os gálatas: a escolha estúpida que fizeram os faz voltar à carne.

            b) O regime da fé e o da lei na história da salvação (3,6 – 4,7)

            3,6-14: no desígnio de Yaohu, a promessa feita a Abraão, o crente, concerne a Maschiyah e, através dele, a todos os fiéis sem distinção. A salvação prometida realiza-se pelo dom do Rúkha.

            3,15-29: a lei não é nada como condição deste dom; ela é imposta aos pecadores para revelar-lhes a sua escravização ao pecado e mostrar-lhes que a SALVAÇÃO está na fé em Maschiyah; por Yaohushua O UNGIDO e nele, serão libertados e reunidos, pois serão filhos de Yaohu.

            4,1-7: a história da salvação logra a sua plenificação em Yaohushua Maschiyah, que faz com que os homens passem da escravidão do mundo para a liberdade dos filhos de Yaohu, pelo dom do Rúkha.

            c) Exortação a não voltar à escravidão (4,8 – 5,12) 4,8-20: angústia de Paulo por seus filhos: o Evangelho os libertara, mas agora tenta-se escraviza-los de novo.

            4,21-31: para ser livre é preciso ser filho de Abraão, não segundo a carne, mas segundo o Espírito. (Rúkha).

            5,1-12: quer os gálatas permaneçam livres, mantendo-se abertos ao dom gratuito que Maschiyah lhes concede, ao Rúkha que lhes outorga o dom de crer, amar e esperar. Paulo define assim o que é a vida nova em Yaohushua O UNGIDO.

            d) A verdadeira liberdade é fruto do Rúkha que liberta o homem da carne (5,13 – 6,10)

            5,13-25: antagonismo radical entre a carne e o Rúkha.

            5,26 – 6,10: o Rúkha liberta do julgamento, tornando fiel à Lei do Maschiyah.

            c) Conclusão (6,11-18)

            Paulo torna a situar os gálatas diante da cruz do Maschiyah. Esta pôs fim ao mundo antigo e mau, evocado na introdução (1,4); a salvação efetuada pelo Maschiyah crucificado inaugura a nova criação, aquela à qual a fé dá acesso, aquela na qual o homem é libertado da lei, porque vive segundo o Rúkha.

 

            Esta é a estrutura da epístola. Ela haure a sua unidade da meta e o que Paulo tende, desenvolvendo os temas complementares que acabamos de enumerar: fazer descobrir na cruz do Maschiyah a intervenção pela qual Yaohu dá sentido à história e realiza o seu desígnio de salvação gratuita e universal.

            Para proclamar este mistério “escandaloso”, Paulo emprega fórmulas tão densas e tão ousadas que se poderia ser tentado a ver nelas excessos de linguagem, aos quais teria sido arrastado pela polêmica e que seria preciso edulcorar ao interpreta-las. Mas, pelo contrário, essas fórmulas devem ser compreendidas como expressão, tão exata quanto vigorosa, das intuições que o apóstolo recebeu do Rúkha para conhecer e anunciar o mistério do Maschiyah.

            O estilo e o pensamento desta epístola são tão paulinas que sua autenticidade, raramente posta em dúvida, parece hoje incontestável. Toda a personalidade de Paulo está aí com sua afeição pelos filhos, sua dedicação total à missão, sua energia para vencer as resistências opostas pelo mundo à verdade do Evangelho.

 

 

            Atualidade permanente da epístola. A epístola aos Gálatas interpela os messiânicos de todas as épocas; ela interpela também a Igreja. Será que o messiânico é um verdadeiro crente, um homem cuja fé o liberta de todo medo? Será que a Igreja não jaz ainda na situação histórica dos gálatas? Por certo, não há mais judaizantes, e os messiânicos não têm mais medo de participar da vida e da mesa dos pagãos. Mas será que as instituições da Igreja não enclausuram demasiadas vezes os messiânicos em limites dentre dos quais eles pensam ter assegurado a própria salvação e se gloriam de praticar a lei de Maschiyah, reduzida a meio de estar em ordem com Yaohu? A Igreja que eclodia no Pentecostes pelo Rúkha não pode pretender alcançar a perfeição graças a obras e estruturas humanas, “carnais”; de outro modo, ela escravizaria os homens, em vez de ser educadora da sua fé e da sua liberdade de filhos de Yaohu.

            A Igreja é, portanto, convidada a perguntar a si mesma se as suas instituições têm por meta a formação de uma comunidade cuja unidade se enraíza no único Evangelho, comunidade que o Rúkha abre para todos e põe a serviço de todos, comunidade de irmãos universais. Questão sempre atual. Apelo a uma reforma sempre renovada pelo poder do Evangelho, redescoberto sem cessar. {E agora, o irmão/irmão – ainda quer chama-lo de “SENHOR” para ser seu servo...??? Se for ainda seu servo desfaz todos os seu esforços listados nesta linda epístola de Paulo....!!!! Pense nisso e lhe de a glória que lhe é devida em seu nome: “Yah-YHVH – YERRUA – ‘EU SOU ESPÍRITO’ (RÚKHA)}”.

 

BÍBLIAS CONSULTADAS: ECUMÊNICA - TEB, MACARTHUR (DE ESTUDO), GENEBRA (DE ESTUDO) - EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA. TRABALHO FEITO POR ANSELMO ESTEVAN. GRIFOS MEUS NOS ESTUDOS. COM FORMAÇÃO DE BACHAREL EM TEOLOGIA.

Escrito por anselmo.estevan às 23h18
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15/08/2011


PAZ, PAZ...QUANDO NÃO A PAZ! PREGAÇÃO VAZIA! POR QUE? VEJA:

            Mateus 7,22: Texto corrompido: Muitos naquele dia, hão de dizer-me Senhor, Senhor! Por ventura, não temos profetizado em teu Nome, e em teu Nome não fizemos muitos milagres.

 

          Mateus 7,22: Texto original: Muitos me dirão naquele dia: Adonay, Adonay, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas?

 

          Resposta: Mateus 7,23: E ENTÃO LHES DIREI ABERTAMENTE: NUNCA VOS CONHECI; APARTAI-VOS DE MIM, VÓS QUE PRATICAIS A VIOLAÇÃO DA TORAH. (Texto original). B. Peshita.

 

          Bíblia de estudo: Peshita.

 

          Vamos a um breve estudo de exegese Bíblica: Mt 7,22 (Mas até hoje, ninguém falou em seu Nome...!!! Grifo meu. [2Ts 2,11-12], {Ap 17,13}).

 

          - Muitos naquele dia, hão de dizer-me (Yaohushua, Yaohushua) grifo meu, por ventura, não temos profetizado em teu NOME, e em teu Nome não fizemos muitos milagres. (Mas qual nome? SENHOR? Cristo? Jesus? Yeshua? Aqui há somente títulos......!!!!! Não nomes!) grifo meu.

 

          Mt 7,23: Então lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que PRATICAM a INIQUIDADE!

 

          ESTUDO: (7,21-23): [Yaohushua], [Yaohushua] grifo meu. A duplicação de um nome significa um sinal de INTIMIDADE (cf. Gn 22,11; 1Sm 3,10; 2Sm 18,33; Lc 22,31). Não são afirmações ou sentimentos de intimidade, com (Yaohushua) grifo meu, que IMPORTAM, nem as “BOAS OBRAS”, mesmo as mais miraculosas: O que importa é somente fazer a VONTADE DO PAI. Isso envolve conhecer ‘Elo(rr)hím(i) – Yah-YHVH! Ou melhor, ser conhecido por Ele (1Co 8,2-3). {YHVH – YERRUA – EU SOU ESPÍRITO (RÚKHA)}!

 

          Agora: Reflita sobe esses versículos.:

          - Rm 3,4: (Rm 3,1-3).

          De maneira nenhuma! Seja ‘Elo(rr)hím(i) – [Yaohu] VERDADEIRO, E MENTIROSO, TODO HOMEM, SEGUNDO ESTÁ ESCRITO:

          PARA SERES JUSTIFICADO NAS TUAS PALAVRAS E VENHAS A VENCER QUANDO FORES JULGADO (Sl 51,4); Nm 23,19; Rm 9,6-7; 2Tm 2,13.

          Apocalipse 19,13: ESTÁ VESTIDO COM UM MANTO TINTO DE SANGUE, E O SEU NOME SE CHAMA VERBO DE ‘ELO(RR)HÍM(I) [A PROVA DEFINITIVA DE QUE O FILHO TEM O NOME DO PAI E DERIVA DE UM VERBO – (HALLELU-YAH) SHUA = SALVAÇÃO = YAOHU = YAOHUSHUA! (SENHOR – NÃO PROVÉM DE NENHUM VERBO!!) GRIFO MEU.

 

          Romanos 1,28: E, por haverem desprezado o conhecimento de ‘Elo(rr)hím(i), o próprio ‘Elo(rr)hím(i) – Yaohu os entregou a uma disposição mental reprovável para praticarem coisas inconvenientes!

         Os não eleitos, posto que sejam chamados pelo ministério da Palavra e tenham algumas das operações comuns do espírito, contudo nunca se chegam ao Yaohushua (grifo meu) – o Maschiyah e, portanto, não podem ser salvos; muito menos poderão ser salvos por qualquer outro meio os que não professam a religião messiânica (seguidor do Messias), por mais diligentes que sejam em conformar sua vida de acordo com a luz da natureza e com a lei da religião que professam; asseverar e manter que o podem é muito prejudicial e detestável (Mt 13,14.15; At 28,24; Mt 22,14; 13,20.21; 7,22; Hb 6,4.5; Jo 6,64-66; 8,24; At 4,12; Jo 14,6; 17,3; Ef 2,12.13; 2Jo 10,11; Gl 1,8; 1Co 16,22).

Escrito por anselmo.estevan às 18h02
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PAZ, PAZ... QUANDO NÃO A PAZ..........

Da Certeza e da Graça (hen) e da Salvação (teshû’â):

 

          Ainda que os hipócritas e os demais não regenerados possam iludir-se, em vão, com falsas esperanças e carnal presunção de se acharem no favor de Yaohu e em estado de Salvação, esperança essa que perecerá, contudo, os que verdadeiramente crêem no Yaohu – Yaohushua e o amam com sinceridade procurando andar diante dele em toda a boa consciência, podem, nesta vida, certificar-se de se acharem em estado de graça, e podem regozijar-se na esperança da glória de (Yaohu) – grifo meu, essa esperança que nunca os envergonhara: Dt 29,19; Mt 3,11; Jo 8,41; Mt 8,22.23; 1Jo 2,3; 1Jo 5,13; Rm 5,2; 2Tm 4,7.8. (Ao qual, também faço a minha esperança, que nunca será envergonhada, por acreditar na corrupção humana da compilação das Bíblias em corrupção e adulteração de nomes, lugares e de esconder o Nome Santo e Sagrado do ETERNO – Anselmo Estevan!). [Pois, são 14 anos de estudos da Palavra de: ‘Elo(rr)hím(i) Yah – YHVH – Yaohu! E, cinco anos de Faculdade me formando em Bacharel por amor a sua Palavra somente procurando a verdade...!!!! Também, não vou me envergonhar ou ser envergonhado........ Pois a Verdade – liberta e não aprisiona como a Mentira....!!!!! Anselmo Estevan.

          Pergunta: Serão salvos todos os que ouvem o Evangelho e pertencem a Igreja?

 

          Resposta: Nem todos os que ouvem o Evangelho e pertencem à Igreja visível serão SALVOS, mas unicamente aqueles que são membros VERDADEIROS DA IGREJA Invisível.

          Rm 9,6; Mt 7,21.

 

          Pergunta: Os Eleitos são os únicos eficazmente chamados?

         

          Resposta: Todos os Eleitos, e somente eles, são eficazmente chamados; ainda que outros o possam ser, e muitas vezes são exteriormente chamados pelo ministério da Palavra, tendo algumas operações comuns do Espírito, contudo, por sua negligência e desprezo voluntário da graça que é oferecida, são justamente deixados na sua incredulidade e nunca vão sinceramente a (Yaohushua) o Maschiyah. At 13,48; 2,47; Mt 22,14; 13,20.21; Sl 81,11.12; Jo 12,38-40.

 

          Pergunta: O que é orar em Nome de (Yaohushua)?

 

          Resposta: Orar em Nome de (Yaohushua) é, em obediência ao seu mandamento e com confiança nas suas promessas, pedir a misericórdia por amor dele, NÃO POR MERA MENÇÃO DE SEU NOME, porém derivando o nosso ânimo para orar e a nossa coragem, força e esperança de sermos aceitos, em oração por (Yaohushua) – grifo meu, e sua mediação.

          Jo 14,13.14; Dn 9,17; (Mt 7,21; Hb 4,14-16)

 

          Pergunta: Qual é a 3ª petição?

 

          Resposta: “FAÇA-SE A TUA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU”.  [E, com toda certeza: “Trocar seu Nome não é de sua vontade.....!!!”] Grifo meu.

 

          Quer dizer.:

          - Faze que nós e todos os homens renunciemos à nossa própria vontade e obedeçamos, sem protestos, à tua vontade, a única que é boa, para que cada um, assim, cumpra sua tarefa e vocação, tão pronta e fielmente como os anjos no céu.

          Mt 16,24; Tt 2,11.12; Lc 22,42; Rm 12,2; Ef 5,10; 1Co 7,22-24; Sl 103,20.21.

          RESPONDENDO, ENTÃO, MATEUS 7,22 – ROMANOS 8,27; APOCALIPSE 2,23; HEBREUS 4,12!

 

          DE NADA ADIANTA PROFERIR DA “BOCA PRA FORA” – SE NÃO O CONHECER EM ESPÍRITO (RÚKHA) E EM VERDADE (QESHOT) – ARAMAICO. (QOSHET) – HEBRAICO = VERDADE!

          SENDO ASSIM, NÃO CUMPRE A VONTADE DO PAI.....!!!!! Por isso procuro saber seu Nome. Por entender que essa é a sua vontade – em que seu Nome seja glorificado. Mateus 6,9!

 

          Bíblia de estudo de Genebra – Edição Revista e Ampliada, foi usada nesse estudo. Com grifos de: Anselmo Estevan. Com formação de Pastor e formado em Bacharel em Teologia pela Faculdade Ibetel de Suzano.

          Anselmo Estevan.

Escrito por anselmo.estevan às 18h01
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A FRASE MAIS SIMPLES PODE TER MIL SIGNIFICADOS:

Algumas pessoas que queriam seguir Jesus

15/8/2011

 

Algumas pessoas que queriam seguir Jesus

 

MATEUS 8.18-22

Jesus viu a multidão em volta dele e mandou os discípulos irem para o lado leste do lago. Um mestre da Lei chegou perto dele e disse: — Mestre, estou pronto a seguir o senhor para qualquer lugar aonde o senhor for! Jesus respondeu: — As raposas têm as suas covas, e os pássaros, os seus ninhos. Mas o Filho do Homem não tem onde descansar. E outro, que era seguidor de Jesus, disse: — Senhor, primeiro deixe que eu volte e sepulte o meu pai. Jesus respondeu: — Venha comigo e deixe que os mortos sepultem os seus mortos.    MATERIAL TIRADO DA “SBB”.

 

            AGORA, VAMOS AO TEXTO CORRIGIDO! E, DEPOIS VAMOS A UM BREVE ESTUDO SOBRE ESSA PASSAGEM:

 

            Matitiyáhu 8,21-22:

 

         E YE’SHUA (Yaohushua) grifo meu, vendo em torno de si uma grande multidão, ordenou que passassem para o outro lado;

         E, aproximando-se dele um escriba, disse-lhe: Mestre, aonde quer que fores, eu te seguirei.

         E disse YE’SHUA (Yaohushua) grifo meu,: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.

         E outro de seus discípulos lhe disse: Senhor, permite-me que primeiramente vá sepultar meu pai,

         YE’SHUA (Yaohushua) grifo meu, porém, disse-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultar os seus mortos. BÍBLIA HEBRAICA PESHITA.

 

         Quem não o aceita em: Verdade! Ou troca-lhe o “Nome”, ao qual todo joelho se dobrará: Na terra, nos céus, debaixo da terra – Reconhecendo que errou.....!!!! Dando glória a outrem.......está “morto” pois não o segue!!! Pois, como pode seguir o SALVADOR lhe trocando o Nome???? Se estivermos mortos e mortos em pecado, ao menos podemos nos esforçar e ver em estudos a verdade............!

 

         Estudo da: Bíblia de Estudo de Genebra – Edição: Revista e Ampliada: Esses dois acontecimentos mostram o comprometimento radical que (Yaohushua) – grifo meu, exigia dos discípulos. Se nos identificarmos com (Yaohushua), TAMBÉM SEREMOS DESABRIGADOS, “PEREGRINOS E FORASTEIROS” NESTE MUNDO (1Pe 2,11). Sepultar os próprios pais era uma das mais rígidas obrigações da sociedade judaica, mas (Yaohushua) recomendou uma lealdade maior para com ele mesmo. É possível que o homem estivesse pedindo permissão para esperar que o seu pai morresse para que ele, então, começasse o seu ministério como discípulo! (VEJA, QUE ESSE ESTUDO, NÃO ENTRA NA “PASSAGEM: DEIXE OS ‘MORTOS’ ENTERRAREM SEUS ‘MORTOS’ – ISSO, ME LEMBRA: MATEUS 8,12 – TREVAS.... CHORO E RANGER DE DENTES”. Representa a extrema e desesperada aflição daqueles que serão finalmente excluídos do reino [cf. Mt 13,38; 13,42.50; 22,13; 24,51; 25,30; Lc 13,28]). Pois, não sou contra a “Pessoa” do Filho do ETERNO! Mas contra um Nome que não é o seu!!!!! Será que alguém perde algo se ao menos procurar a verdade...!!!! Em ver se é assim ou assado? Simplesmente fica irredutível e aceita de olhos fechados o que foi escrito e compilado por homens....!!!! Por que não procurar a verdade e aí sim poder falar de vivo para vivo! E Não De Morto para VIVO.....!!!! Repito – não é contra a Pessoa do Salvador! Mas, sim, contra um Nome que não é o seu!!! Um nome comum de dez israelitas! De uma cidade...! Reflita sobre o assunto: At 4,12; Êx 20,7; Ef 4,5; At 17,23; Hb 13,5-13; Ml 3,16-18; At 26,14!; Ap 19,13 – Êx 3,15; 6,2-3; Jo 1,1-14 – Dt 28,15-57.58-59! Lv 24, 10-16! Se você o defende tanto........ao menos de uma vez na vida, crédito ao seu Nome..........e veja se está certo ou errado......?! Ore pedindo-lhe para que seja revelada a verdade............somente isto. Sem desmerecer o que acreditas...... Ok! Pois Ele veio para seu Povo! Por que? E, por que temos que falar hebraico para ser salvos????!!!! Primeiro: Ele veio para esse povo, pois era o único povo na terra toda que não tinha “ídolos” e clamava a um “[‘Elo(rr)hím(i)]” que é RÚKHA – Espírito. E não matéria feita por mãos humanas.....!!!!! Segundo: “Falar em Hebraico – não traz Salvação!”. O que traz Salvação é dar reconhecimento ao seu Nome e não a um impostor! Pois seu Nome é Santo, Sagrado, Temível e Terrível – Há’SHEM (O NOME): YAH-YHVH – YERRUA – [EU SOU ‘ESPÍRITO’]! “E, como tal importa que o adoremos em VERDADE E ESPÍRITO! NÃO EM VONTADE DE HOMENS PARA AGRADAR A HOMENS......ROMANOS 1,18-27!; 2 CORÍNTIOS 4,1-6; DANIEL 8,12; JOÃO 8,44-59; ETC.”. Mas por que ACREDITO, EU, QUE: A “LATINIZAÇÃO DE NOMES – PRINCIPALMENTE DO ‘SALVADOR’ NÃO DEVEM SER FEITAS EM MEMÓRIA AO SEU NOME QUE SALVA SÓ ELE PODE SALVAR! ESSES RESPEITOS DEVEM HERDAR MESMO NÃO SENDO SEU POVO COMO HERANÇA MAS COMO COERDEIROS DOS SACRIFÍCIOS DO FILHO POR TODOS A ‘ELE’ – DEVEMOS ESSA GLÓRIA........E NÃO EM VONTADE E ENGANO DE HOMENS......QUE NÃO É A SUA VONTADE OK....!!!”. (SHUA) – SALVAÇÃO! SE RESTAR MAIS PORQUÊS??? REFLITA NISSO: Rm 2,24; 11,1-4; 1Rs 18; 19,18; Is 2,10-18; 3,7.17; 7,18.20-21.23; 11,10-11; 24,21; 26,8; 27,1; 42,8; 52,5-6; Ez 16,27; 36,20-23; Os 2,16; 4,6; Mq 4,5; Zc 14,9; Ml 1,6; 2,1-3! “Pois, qual era à vontade do Rei mais inteligente do mundo todo, e, mais rico por vontade do próprio [‘Elo(rr)hím(i)]: “Salomão”: OUVE TU NOS CÉUS, LUGAR DA TUA HABITAÇÃO, E FAZE TUDO O QUE O ESTRANGEIRO TE PEDIR, A FIM DE QUE TODOS OS POVOS DA TERRA CONHEÇAM O TEU NOME, PARA TE TEMEREM COMO O TEU POVO DE ISRAEL E PARA SABEREM QUE ESTA CASA, QUE EU EDIFIQUEI, É CHAMADA PELO TEU NOME! REFLITA EM: Fp 2,9-11!

ANSELMO ESTEVAN.

Escrito por anselmo.estevan às 16h14
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14/08/2011


"A MINHA GRAÇA TE BASTA"!

"ALGUMA COINCIDÊNCIA" - COM A "ÉPOCA ATUAL?" - "NÃO É MERA COINCIDÊNCIA NÃO! É VERÍDICO":

1ª EPÍSTOLA DE PAULO AOS




CORÍNTIOS







INTRODUÇÃO





Visão geral

Autor: O apóstolo Paulo.

Propósito: Combater a rebeldia, as divisões e a falta de amor que tinham sido causadas pelo orgulho e pela presunção na Igreja de Corinto.

Data: c. 55 d.C.

Verdades fundamentais:

A Igreja deve estar unida, não dividida.

Como o seu modelo de sabedoria, os messiânicos devem olhar para Yaohu, não para o mundo.

Tanto a disciplina como o julgamento, eclesiásticos apropriados, asseguram a paz e a pureza da Igreja.

A liberdade messiânica deve ser exercida de tal maneira que proteja aqueles que são fracos na fé.

A adoração e o exercício dos dons espirituais devem respeitar e honrar a Yaohu e aos irmãos em Christós – o Messias – O UNGIDO! (grifo meu). Anselmo.

A realidade da ressurreição corpórea futura dos crentes é uma parte essencial do evangelho.





Propósito e características

Pode-se inferir de 5,9 que Paulo havia enviado para a Igreja, anteriormente, uma outra carta (a qual não mais existe), exortando os coríntios a se separar dos messiânicos imorais. Provavelmente, essa carta continha um pedido de oferta (16,1-4) e outras instruções relacionadas aos problemas internos da Igreja. Porém, os problemas não diminuíram. Na verdade, o apóstolo recebeu relatórios de que a Igreja de Corinto estava sendo destruída por divisões internas, particularmente em resultado do comportamento de alguns que se viam como mais espirituais e sábios do que os seus irmãos em Christós (1,11-12; 3,1-4; 8,1-3). O orgulho deles também levava a criticar Paulo de modo agressivo (4,1-4), à imoralidade flagrante por parte de alguns membros da Igreja (5,1) e a processos judiciais entre messiânicos (6,1-6). Além disso, a própria Igreja havia enviado uma carta a Paulo pedindo instrução sobre assuntos como: o casamento e o divórcio, a carne oferecida a ídolos, os dons espirituais e o método usado pelo apóstolo para a coleta que ele estava fazendo (7,1.25; 8,1; 12,1; 16,1). Os coríntios também pediram uma visita de Apolo (16,12). Paulo se defrontou com uma tarefa pesada e escreveu essa carta para tratar do problema.







EPÍSTOLAS PAULINAS: (2ª).



A comunidade de Corinto. Paulo passou pelo menos dezoito meses em Corinto para aí anunciar o Evangelho (At 18,1-8), de 50 a 52. Segundo alguns cálculos, sempre discutíveis, Corinto contava na época mais de meio milhão de habitantes, dois terços dos quais eram escravos. Destruída em 146 a.C., reconstruída com anos mais tarde por César, era uma cidade nova que devia a sua prosperidade extraordinária à situação geográfica e aos dois portos: Cencréia, no mar Egeu (golfo Sarônico), o outro, Lequéia, no Adriático (golfo de Corinto).

Ela possuía as características que distinguem em todas as épocas a vida dos grandes portos: população muito heterogênea na qual todas as raças, todas as religiões convivem lado a lado; numerosas atividades comerciais e industriais: vida fácil de uns e pobreza dos outros; multidão de escravos há labuta. Mas essa cidade cosmopolita era também um centro intelectual onde todas as correntes de idéias estavam representadas. No século II, um retórico podia felicitar Corinto pelo número de suas escolas, dos seus filósofos e dos seus letrados, com que se podia topar em cada esquina. Era igualmente um centro religioso onde os cultos do Oriente exerciam indiscutível sedução. Sempre no século II, encontravam-se ali santuários de Ísis, Serápis e Cibele, ao lado de templos consagrados a Júpiter e às divindades tradicionais. [É nesse ponto que a minha apostila bate: “Em todo ídolo ter um nome próprio – e, ser reverenciado como tal...” E o Nosso “Deus” – somente conhecido por este título... e quando lhe deram um suposto “nome” – foi um substantivo – sendo “SENHOR” – adquirido como Nome próprio! NUNCA, MAS NUNCA MESMO! POR ISSO ESTOU REVELANDO O SEU NOME PRÓPRIO – YAOHU!] Anselmo Estevan. Quanto ao relaxamento dos costumes em Corinto, sem dúvida não era pior que o de todas as grandes cidades do mundo greco-romano.

Por sua composição, a comunidade messiânica reunida pela pregação de Paulo era o reflexo fiel da cidade. Havia ricos e havia pobres (11,21-22), mas os primeiros eram uma fraca minoria (1,26); o conjunto era composto de gente simples, de escravos (7,21), em resumo, de gente desprezada (1,28).

Esses messiânicos formavam uma comunidade animada e fervorosa, mas que ficava muito exposta aos perigos da corrupção da vida ambiente: moral sexual dissoluta (6,12-20), pendências, disputas e lutas intestinas (1,11-12; 6,1-11), sedução da sabedoria filosófica de origem pagã, que se introduzia na Igreja revestida de um verniz messiânico superficial (1,19 – 2,10), e que pervertia as certezas fundamentais da nova fé (1Co 15); atração também dos cultos secretos e das correntes de pensamento que se difundiriam no século II sob o nome genérico de “GNOSTICISMO”, cujas manifestações desordenadas ameaçavam reproduzir-se nas assembléias messiânicas (12,1-2 e 14,26-38). A planta messiânica era sadia e vigorosa, mas suas raízes mergulhavam numa terra que não lhe era homogênea. Situação anormal à qual o Rúkha acudia distribuindo com abundância os seus dons excepcionais (12 – 14) e que Paulo, em suas cartas, procurava modificar, fornecendo ao novo rebento o húmus messiânico que lhe faltava.

Escrito por anselmo.estevan às 21h07
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{Mas, infelizmente, por motivos de excessiva religiosidade, e de compreender errado a “Palavra de Yaohu” – a “planta” já se contaminara sozinha...! Como? Em não pronunciar seu nome ou esconde-lo o trocaram por um substituto e o blasfemaram “inconsciente” e “conscientemente...”. A Bíblia esclarece que esse nome não era usado de forma casual. O terceiro mandamento proíbe o uso do nome de Deus em vão, e a pessoa que o usasse em uma maldição deveria ser executada de acordo com o ensino divino explicito. Já nos dias de Yaohushua, ninguém pronunciava o Nome de Deus, com exceção do Kohen hagadol (sumo sacerdote) quando entrava no Lugar Especialmente Sagrado do templo para realizar a expiação dos pecados de Yisra’el, no Yom Kippur. Essa regra era tão severa que os masoretas, ao escreverem as vogais na Torah, usavam as vogais de outra palavra para a pronúncia do tetragrama. Já nessa época, usava-se a palavra Adonai, uma designação divina freqüente da Bíblia com o significado de “meu Senhor”, no lugar do Nome, todas as vezes que se lia a Torah; por isso, os masoretas colocaram as vogais de Adonai sob as consoantes Yôd-Hê-Vav-Hêh. Até hoje, quando a Torah é lida na sinagoga, “Adonai” SUBSTITUI o Nome. Só que isso foi por vontade própria do “homem”, e não “Deus” – que assim o designasse ok! Anselmo Estevan}.Oseias 2,13.16-17 – Baal...!!!

Daí provém o interesse desta carta. Ela nos mostra, quase como ao vivo, os problemas suscitados pela inserção da fé messiânica numa cultura pagã e os meios empregados por Paulo para resolver esses problemas.





Circunstâncias que motivaram a carta. Façamos um breve apanhado da seqüência dos acontecimentos que medeiam entre a primeira pregação de Paulo em Corinto e o envio desta Epístola aos Coríntios. Depois de sua partida, Paulo manteve o contato com a comunidade por ele fundada. Sabemos por 5,9-13 que 1Co fora precedida por outra carta (chamada muitas vezes de carta pré-canônica), que não nos foi conservada; nela, Paulo tratava, entre outras coisas, das relações dos messiânicos com os “devassos”. Esta carta, do qual certos estudiosos acreditaram reconhecer um fragmento em 2Co 6,14 – 7,1, provavelmente seguia-se a um bilhete dirigido pelos coríntios, fazendo uma pergunta à qual Paulo respondera. Por outra parte, sabemos, graças ao relato dos Atos (18,24-28), que a comunidade de Corinto acolhera um pregador messiânico de valor na pessoa de Apolo, judeu de Alexandria, que aderira à nossa fé e em Éfeso fora definitivamente convertido ao messianismo por Áquila e Priscila, e por eles munido de cartas de recomendação quando partiu para Corinto.



Veja dois termos que acho de interesse, colocar nessa apostila – São termos discutíveis: 1º Yeshua, da Bíblia Judaica Completa de David H. Stern.

O, 2º Jesus, da Bíblia Apologética de Estudo (ICP) – Instituto Cristão de Pesquisas, de Antonio Fonseca. Almeida – ACF. Com todos os direitos autorais reservados aos seus respectivos escritores!



Ye – shu – a (Jesus). Variante de Y’hoshua (Josué; v. Comentário a seguir), No Tanakh, nove pessoas e uma cidade recebem o nome Yeshua, geralmente transliterado em “Jesus”. Na Septuaginta e no Novo Testamento, o mesmo nome é vertido para o grego como Iêsous, daí a forma portuguesa “Jesus”. Significa “Yud-Heh-Vav-Heh Salva” (Mt 1,21), e também é a forma masculina de yeshu’ah (“salvação”). 1. O Messias de Yisra’el, Yeshua de Natzeret. No hebraico moderno, o nome de Yeshua é escrito e pronunciado Yeshua, que pode ter sido a antiga pronúncia da Galil. Entretanto, ao refletir 2 mil anos de conflitos entre a igreja e a sinagoga, ele também é o acrônimo de Yimach sh’mo (“Que seu nome e sua memória seja apagados”) (Mt 1,1+). 2. Judeu messiânico de Roma: “Yeshua, chamado Justo[...]” (Cl 4,11).



Jesus {Adeptos do nome Yehoshua e suas variantes}: Os adeptos do nome Yehoshua e suas variantes (ASNYV) surgiram no Brasil por volta de 1987, aproximadamente. Esse movimento não é propriamente considerado uma heresia ou seita de origem brasileira, pois já existem grupos similares nos EUA e em outros países. No Brasil, o movimento se dividiu em inúmeras facções.

Seus seguidores ensinam que o nome Yehoshua é de origem divina e significa “Deus Salvador” (Yeho = “Senhor” + Shuah = “Salvação”). Não aceitam, de forma alguma, qualquer outro nome. Falam que o nome Jesus é de origem pagã e significa “Deus-cavalo” (Ye = “Deus” + Sus = “Cavalo”). E vão mais além em sua obstinação contra o nome Jesus, comparando-o com Esus – deus mitológico dos celtas, que aparece segurando serpentes e tem cabeça de carneiro.

Escrito por anselmo.estevan às 21h06
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Embora não haja um credo uniforme nessa corrente, entre os diversos grupos, porém, encontramos doutrinas exóticas, tais como:

- Negam a inspiração do evangelho de Mateus, sob a legação de que se trata de um livro apócrifo.

- Ensinam que Jesus significa “Deus-cavalo”.

Fazem ligação entre Jesus (no grego Iêsous) com Esus, um deus celta, pretendendo, com isso, afirmar que os cristãos são pagãos.

- Que o número 666 (número da Besta de Ap 13,6.18) se enquadre no nome de Jesus.

- Negam o nascimento virginal de Jesus, que Ele é filho de José e Maria.

- Professam um credo unicista, que nega a doutrina da Trindade e afirma que o Pai é o Filho e o Filho, o Pai.

- Crêem que há duas classes de pessoas: os cristãos, que vão para o céu; e os judeus, os assírios e os egípcios, que irão herdar a terra.

- A guarda do sábado é necessária à salvação.

- Negam a salvação de quem invoca o nome de Jesus. Só há salvação para quem invoca o nome Yehoshua, ou seja, somente para os que comungam com suas crenças.



Seu proselitismo os leva a buscar adeptos entre os cristãos evangélicos.



É, caros irmãos...!! Infelizmente é isso que acontece neste mundo de Yaohu! Mentiras contadas misturadas com verdades....! E Verdades misturadas com mentiras...!! Todas sendo contadas e recontadas....[Referente ao 2ª estudo ok!]. Escrevi estes dois textos acima somente para informação dos que vão ler as minhas apostilas e ficarem sempre bem informados.. Mas, se o nome “Jesus” é um nome tão simples não acredito de forma nenhuma que o anjo “Gabriel” – Mandou colocar esse nome no Filho de Yaohu.



Lucas 1,26ss: No sexto mês, o anjo Gavri’el foi enviado por Yaohu a uma cidade da Galil chamada Natzeret, a uma virgem, noiva de um homem chamado Yosef, da casa de David. O nome da virgem era Miryam. Aproximando-se dela, o anjo disse: “Shalom, favorecida! YHVH está com você!”. Ela ficou profundamente perturbada com as palavras dele e pensou sobre o significado dessa saudação. O anjo lhe disse: “Não tenha medo, Miryam; você foi favorecida por Yaohu! Veja: você engravidará e dará à luz um filho, e lhe porá o nome de Yaohushua!” (...). Grifo meu.



Sabem porque falo isto? VEJAM ALGUNS EXEMPLOS:



ATOS 4,12: E NÃO HÁ SALVAÇÃO EM NENHUM OUTRO; PORQUE ABAIXO DO CÉU NÃO EXISTE NENHUM OUTRO NOME, DADO ENTRE OS HOMENS, PELO QUAL IMPORTA QUE SEJAMOS SALVOS!



FILIPENSES 2,8-11: E, QUANDO ELE SURGIU COMO UM SER HUMANO, HUMILHOU-SE AINDA MAIS, TORNADO-SE OBEDIENTE ATÉ A MORTE – MORTE NA ESTACA COMO UM CRIMINOSO! PORTANTO YAOHU O ELEVOU AO LUGAR MAIS ALTO E LHE DEU O NOME ACIMA DE TODO NOME, PARA QUE, EM HONRA AO NOME DADO A YAOHUSHUA, TODO JOELHO SE DOBRE – NO CÉU, NA TERRA E DEBAIXO DA TERRA – E TODA LÍNGUA RECONHEÇA QUE YAOHUSHUA, O MESSIAS, É - YHVH – YAOHU – YAOHU PARA A GLÓRIA DE ‘ELO(RR)HÍM(I)-YAOHU, O PAI!



[REVELAÇÃO] APOCALIPSE 19,13: ESTÁ VESTIDO COM UM MANTO TINGIDO DE SANGUE, E O SEU NOME É “A PALAVRA DE YAOHU”!



Acrescente a isso à palavra de João [YOCHANAN]: 1,1-14! E, tire você mesmo as conclusões das Palavras das Escrituras Sagradas que testificam DEle e reflitam vocês mesmos sobre o assunto se um Nome tão importante poderia ser tão simples como: “lugares”, “nomes de pessoas”, “derivação do nome: José....”, e, etc....!! Anselmo Estevan.!

BÍBLIA ECUMÊNICA TEB; BÍBLIA DE ESTUDO DE GENEBRA EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA; BÍBLIA JUDAICA COMPLETA; ENCICLOPÉDIA BÍBLICA O ANTIGO E O NOVO TESTAMENTO INTERPRETADO VERSÍCULO POR VERSÍCULO - EDITORA AGNOS, FORAM USADAS NESSA PESQUISA - POR ANSELMO ESTEVAN. COM FORMAÇÃO DE PASTOR E BACHAREL EM TEOLOGIA PELA FACULDADE IBETEL DE SUZANO. ANSELMO ESTEVAN.

Escrito por anselmo.estevan às 21h05
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A VERDADEIRA "SABEDORIA" X "FILOSOFIA HUMANA": ÀS "IGREJAS DE HOJE":

(....) TRECHINHO DA MINHA 3ª APOSTILA: 2ª EPÍSTOLA DE PAULO! (1ª EPISTOLA AOS CORÍNTIOS):
A maneira de Paulo desenvolver o seu pensamento no interior de um assunto é por vezes desconcertante para uma mentalidade ocidental. Tem-se notado nele, muitas vezes, a existência de um esquema circular do tipo A B A’. Assim, em 1Co 7, Paulo apresenta primeiro a sua doutrina sobre o casamento e o celibato (A: 7,1-16). Depois, ele explica o princípio fundamental: cada qual fique no estudo em que o encontra o chamado de Yaohu (B: 7,17-24). Finalmente, à luz deste princípio, ele precisa e aprofunda o seu ensinamento (A’: 7,25-40). Esquema análogo encontra-se nos desenvolvimentos consagrados às carnes imoladas aos ídolos (8,1 – 11,1) e aos fenômenos espirituais (12 – 14), sendo o princípio diretor, B, respectivamente o primado da caridade e do serviço ao Evangelho (8,7-13; 10,24) e o hino ao amor.

Escrito por anselmo.estevan às 21h02
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O esquema A B A’ encontra-se igualmente em outras seções: assim, no trecho referente à refeição de Yaohu (11,17-34), o parágrafo que lembra a instituição da Eucaristia (11,23-26) expõe a realidade fundamental (B), à luz da qual as desordens expostas no início (A: 11,17-22) podem ser condenadas e corrigidas (A’: 11,28-34). O hino ao amor (1Co 13) estrutura-se sobre o mesmo modelo. Após um desenvolvimento acerca da superioridade do amor, sem o qual os mais notáveis carismas são inúteis (A: vv. 1-3), vem uma descrição das obras procedentes do amor (B: vv. 4-7); na conclusão, Paulo pode desenvolver novamente, de forma mais profunda, o tema da superioridade do amor que não passará, ao passo que tudo o mais desaparecerá (A: vv. 8-13).

Mais difícil é discernir a estrutura da primeira seção (1,10 – 4,21: os partidos na comunidade de Corinto), pois é mais complexa. Logo de início, pode-se admitir uma divisão bipartida entre 1,10 – 3,23, que se nos depara como uma exposição teológica e catequética bem estruturada, e o cap. 4, que mais parece olhar sobre a realidade concreta da vida apostólica e dos relacionamentos de Paulo com os coríntios, na ocasião em que ele lhes escreve.

A parte principal (1,10 – 3,23) tem em mira resolver o problema das divisões na comunidade. Ela fica delimitada pelo procedimento da inclusão (reiteração do mesmo vocabulário ou de fórmulas idênticas ou antitéticas, no início e no fim dum conjunto): “Eu sou de Paulo... de Apolo... de Cefas...” (1,11) e “Tudo é vosso, Paulo, Apolo, Cefas...mas vós sois de Maschiyah e Maschiyah é de Yaohu” (3,21-23). Esta antítese entre o início e o fim do conjunto significa que o raciocínio de Paulo visa fazer os Coríntios passarem de uma situação de divisão para outra, de unidade. De fato, Paulo investe sucessivamente contra duas causas do espírito de divisão em Corinto (cf. 1,17): a incompreensão do que seja o Evangelho de Yaohu (A: 1,12 – 3,4) e a incompreensão do objetivo colimado por seus pregadores (B: 3,5-27). Na juntura dessas duas exposições, volta o problema proposto inicialmente, com novas inclusões: “Quando um declara: ‘Eu sou de Paulo’, o outro: ‘Eu, de Apolo’, não estais procedendo de forma meramente humana?” (fim de A). “Pois, quem é Apolo? Quem é Paulo?” (início de B).

A – O Evangelho, que não é expressão da sabedoria humana, faz conhecer a suprema Sabedoria de Yaohu: a) sabedoria humana e loucura da mensagem messiânica (1,18-25); b) ilustração com a fundação da Igreja de Corinto (1,26-31); b’) ilustração pelo modo de Paulo anunciar o Evangelho (2,1-5); a’) o Evangelho, Sabedoria de Yaohu (2,6 – 3,4).

B – Os pregadores do Evangelho não intentam agrupar partidários a seu redor: a) seu trabalho comum na construção no campo de Yaohu (3,5-9a); b) seu trabalho comum na construção de uma Igreja que também é Templo de Yaohu (3,9b-17).

Uma conclusão (3,18-23) resume o conjunto do arrazoado e suas conseqüências práticas.





Principais problemas tratados. As questões particulares tratadas por Paulo nesta epístola derivam de um problema fundamental que afetou todas as épocas da história da Igreja, em particular a sua atividade missionária, e que, hoje, a afeta mais do que nunca: o da “distância cultural”, do enraizamento da mensagem messiânica em uma cultura diferente daquela em que esta mensagem vivera anteriormente (aculturação). Aqui, trata-se da passagem da cultura do mundo judeu-palestinense para a do mundo helenístico, animada e estruturada por dinamismos muito diferentes e que correm o risco, não somente de alterar a mensagem, porém, mais profundamente, de assimila-la no sentido da assimilação biológica: a cultura helenística, fundamentalmente pagã, só reteria da mensagem evangélica o que estivesse em harmonia com ela e rejeitaria o resto. Esse fenômeno ocorreu muitas vezes, particularmente nas numerosas correntes gnósticas messiânicas do século II e, através dos tempos, em países evangelizados às pressas, onde o resultado foi à sobrevivência do paganismo anterior, superficialmente ativado com elementos tomados da fé messiânica. Diante deste problema, a atitude de Paulo, é ao mesmo tempo firme e flexível; ele insiste vigorosamente no aspecto de ruptura, condenado desapiedadamente os comportamentos e doutrinas inconciliáveis com a mensagem que anuncia. Mas quando tal incompatibilidade não existe, mostra-se receptivo.

Passemos rapidamente em revista, nessa perspectiva, os principais problemas tratados na epístola.

Escrito por anselmo.estevan às 21h02
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No que concerne à questão das divisões na comunidade, da verdadeira e falsa sabedoria, era mais ou menos inevitável que, vivendo no mundo religioso helenístico, os messiânicos fossem tentados a conceber a sua fé pelo modelo dos numerosos grêmios de iniciação que agrupavam os discípulos de um mestre famoso. Daí o entusiasmo por pregadores como Apolo, que devia ter o brilho e a eloqüência desses mestres pagãos; daí também as divisões, cada um querendo colocar-se sob o patrocínio de um chefe de escola. A reação de Paulo é viva. Ele se opõe energicamente a esse estado de coisas, pois percebe nele o perigo de uma redução da fé messiânica a uma sabedoria filosófica humana, e constata as rivalidades de escolas que daí resultam e arruínam o seu conceito de Igrejas-congregação. [Esse, é o GRANDE PROBLEMA de hoje em dia com as “Denominações” – que estão seguindo o mau exemplo das “Seitas” – ensinando apenas os bens materiais, a saúde, a riqueza material, etc.; encaixa-se bem nos ensinamentos de Paulo... Só que ninguém vê ou percebe: 2 Coríntios 4,4 Essas pessoas não confiam porque o deus do ‘olam hazeh cegou-lhes a mente para impedi-las de ver a luz brilhante das BOAS-NOVAS a respeito à glória do Messias, que é a imagem de Yaohu! Há, nessa “denominação” – eu fui curado...; nessa outra eu consegui emprego...; nessa outra e só nessa, eu recebi o Rúkha hol – RODSHUA – só nessa...; etc. Isso tem que acabar, irmãos tenham mais fé! Jo 4,19-21]. Anselmo Estevan.

‘o-lam ha-zeh. Este mundo, esta era (Mt 12,32+). Continuação do parágrafo acima: A sua preocupação em opor a sabedoria humana à “loucura” da pregação (1,17-25) só parecerá excessiva a quem esquece o que está em jogo no debate: Paulo assim age, diz ele, “a fim de que a vossa fé não esteja fundada na sabedoria dos homens, mas no poder de Yaohu” (2,5). Mas há ao mesmo tempo a preocupação de não desestimular a autêntica procura de sabedoria que se manifesta em Corinto. E por isso ele apresenta aos seus leitores a verdadeira sabedoria, que não é fruto de uma pesquisa filosófica humana, mas antes dom de Yaohu no Rúkha (2,6-16). O Rúkha – YAOHU! O ESPÍRITO DE YAOHU – Grifo meu.

As questões relativas à ética sexual são igualmente suscitadas pelo encontro da nova fé com a cultura ambiente caracterizada ou por um demasiado laxismo nesse terreno (5,1-13; 6,12-19; cf. 6,14 nota), [Veja caros irmãos leitores que interessante esse estudo a parte: 6,14 nota – e também nos ressuscitará a nós. Como indicam os vs. 15-17, Paulo lembra os coríntios e que a salvação em {Maschiyah} não inclui apenas a ressurreição da ALMA, mas também do CORPO]. [Esse fato, que ocorrerá no retorno de (o Maschiyah), tem implicação para a nossa vida hoje. Muitos coríntios tinham uma visão errônea do corpo físico por causa da influência dos FILÓSOFOS GREGOS. Devido a uma teologia deficiente, alguns consideravam as relações sexuais como algo intrinsecamente pecaminoso, pois envolviam paixões físicas (7,1-5). No entanto, o problema aqui parece ser exatamente o oposto: alguns coríntios encaravam a PROMISCUIDADE SEXUAL com algo aceitável, pois pensavam que a participação do corpo, por não ter valor intrínseco, não acarretava conseqüências para a vida espiritual! Esse é só um exemplo para tomarmos o cuidado de não fazer exatamente o “igual” e não o seguirmos. Pois podemos não estar seguindo este exemplo mas cometendo algo parecido com nossos corpos e almas e mentes... ok. (Anselmo Estevan)], ou por um desprezo do corpo, corrente em certas tendências filosóficas da época (cf. 7,1 nota), e que fazia da abstenção do matrimônio um ideal absoluto. A preocupação de Paulo é mostrar o caminho certo, em face desses exageros opostos: condenação sem apelo de todas as formas de desordens sexuais, legitimidade e valor do casamento, elogio da virgindade (cap. 7). O princípio que fundamenta esses discernimentos é o que está enunciado em 6,12 e repetido em 10,23: “Tudo é permitido, mas nem tudo é conveniente”. O messiânico está libertado de todos os constrangimentos exteriores, mesmo no domínio moral, mas essa liberdade deve ser aproveitada para procurar em todas as circunstâncias o que melhor convém à vida nova animada pelo Rúkha.

É esse mesmo princípio (cf. 10,23) que ilumina o problema seguinte, o das carnes imoladas aos ídolos (8 – 10). Também aqui estamos diante de um caso em que a fé messiânica deve tomar partido pró ou contra um aspecto da cultura pagã ambiente. Também aqui os princípios de solução são os mesmos: tudo o que se opõe à fé deve ser proscrito; é o caso da participação nas refeições religiosas pagãs (cf. 10,14-22). Em compensação, comer na própria casa, ou em casa de outrem, carnes que provêm dos sacrifícios pagãos é coisa totalmente indiferente do ponto de vista messiânico (8,7-8). Mas há outra consideração que se impõe ao discípulo do Maschiyah: o amor fraterno lhe proíbe ser causa de escândalo para os fracos (8,9-13).

As desordens nas assembléias religiosas (11 – 14) constituem um novo caso de contaminação da vida messiânica pelas praticas oriundas da mentalidade religiosa do paganismo. Quer se trata dos abusos na celebração da Eucaristia, onde a ambiência suspeita das refeições sagradas do paganismo parece já se ter infiltrado (embriaguez: 11,21), quer se trate da atmosfera das reuniões litúrgicas, onde se encontram igualmente elementos da exaltação um tanto delirante de certas reuniões religiosas que os messiânicos sem dúvida freqüentemente antes da conversão, a meta de Paulo é sempre a mesma: manter o caráter próprio do culto messiânico que não se deve conformar com os costumes religiosos circundantes, mas refletir o mistério da comunidade no Maschiyah. Daí os critérios fundamentais: a utilidade comum (12,12-30), a edificação da comunidade (14,1-19) e, acima de tudo, o autor (13,1-13).

Enfim, 1Co 15 nos apresenta de maneira ainda mais clara o choque da mensagem messiânica com a mentalidade ambiente: ao passo que a ressurreição dos mortos se harmonizava com o judaísmo (ao menos o farisaico), habituando a conceder o homem em sua unidade, ela quase tinha enraizamento possível numa cultura influenciada por filósofos dualistas. Paulo teria podido capitular perante os “elementos da fé” de seus leitores, como haviam feito, em circunstâncias análogas, o autor do livro da Sabedoria e Fílon de Alexandria: eles tinham insistido o menos possível sobre esse ponto, dificilmente aceitável, acentuando sobretudo a vida imortal das almas. Paulo, pelo contrário, afirma resolutamente o ponto contestado da ressurreição dos mortos. Ele não procura provar filosoficamente a sua possibilidade, mas mostra que “se os mortos não ressuscitam, também Maschiyah (o Messias) não ressuscitou” (15,13.16) e que, por conseguinte, a fé dos coríntios é vã (15,14).

Por este último ponto referente a um problema que se põe hoje em termos semelhantes, vê-se que a Primeira Epístola aos Coríntios talvez seja a mais atual de todas as cartas de Paulo. Sem dúvida, as soluções propostas são marcadas às vezes por um condicionamento cultural diferente do nosso (cf. 11,2-16); mas a situação com que Paulo se defronta tem paralelos com a nossa, e os princípios que norteiam as suas respostas sempre nos podem esclarecer.

(MAIS UM TRECHINHO DA MINHA 3ª APOSTILA DE INTRODUÇÃO AO B'RIT HADASHAH [NT]: BÍBLIA ECUMÊNICA - TEB. BÍBLIA DE ESTUDO GENEBRA, BÍBLIA JUDAICA COMPLETA. FORAM USADAS NESTA PESQUISA - FEITA POR: "ANSELMO ESTEVAN" FORMADO EM BACHAREL EM TEOLOGIA PELA FACULDADE IBETEL DE SUZANO. ANSELMO ESTEVAN.

Escrito por anselmo.estevan às 21h01
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domingo, 14 de agosto de 2011

"NULO NA ELOQUÊNCIA, SEJA! QUANTO AO CONHECIMENTO, PORÉM, OUTRA COISA!":

2ª EPÍSTOLA DE PAULO AOS




CORÍNTIOS







INTRODUÇÃO





Visão geral

Autor: O apóstolo Paulo.

Propósito: Expressar carinho e gratidão pelo arrependimento que houve em Corinto e encorajar uma maior lealdade a Paulo como um apóstolo de Christós.

Data: 55 d.C.

Verdades fundamentais:

Os messiânicos deveriam se sentir consolados e encorajados com o cuidado de Yaohu em meio ao sofrimento.

O poder de Yaohu é manifestado por meio da fraqueza humana.

A nova aliança em O MASCHIYAH cumpre gloriosamente as expectativas da antiga aliança.

Os messiânicos devem ajudar a suprir as necessidades materiais uns dos outros.



Propósito e características

2 Coríntios é uma carta muito pessoal cheia de expressões de profunda emoção. Assim, ela fornece um vislumbre extraordinário do coração de Paulo. Quanto a isso, dois temas principais aparecem: o consolo e o encorajamento divino em meio ao sofrimento e às dificuldades (1,1 – 7,16; veja especialmente 1,3 – 7; 7,4.7.13) e a força de Yaohu manifestada por meio da fraqueza humana (10,1 – 13,14; veja especialmente 12,9-10).







EPÍSTOLAS PAULINAS: (3ª).



Entre as epístolas paulinas, a Segunda Epístola aos Coríntios é antes uma obra de polêmica e persuasão do que uma exposição sistemática como a epístola aos Romanos. Nela, o apóstolo Paulo recorre a um estilo vivo e apaixonado para defender o seu apostolado contra os seus adversários e afirmar a sua dependência exclusiva do Messias. Com maestria, o apóstolo mistura, em suas exortações, diversos sentimentos: amor e admoestação, cólera e ternura; ele quer manter a todo custo a unidade da Igreja de Corinto e contribuir para a sua edificação profunda.





Um texto bem-estabelecido e muitas vezes comentado. Reproduzido pelos manuscritos do século III, em particular pelos papiros Chester Beatty, o texto desta epístola está solidamente estabelecido. Mais cedo ainda, desde o século II, acham-se citações dele nos escritos de Inácio de Antioquia. Assim, esta carta deve ter figurado desde a origem no corpus dos escritos paulinos. João Crisóstomo, Tomás de Aquino, Lefèvre d’ Etaples, Erasmo, Calvino e muitos outros a comentaram.

Escrito por anselmo.estevan às 20h58
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O melhor exemplo do etilo paulino. Melhor que a exposição sistemática da epístola aos Romanos ou as respostas às perguntas da primeira epístola aos Coríntios, 2 Coríntios, revela o estilo e o vigor da formulação do apóstolo. As antíteses de palavras e pensamentos se sucedem (1,5.17-22.24 – 2,1.16; 3,3.6.9.13; 4,10-11.18; 5,15.17; 8,9; 9,5; 12,6-10). Algumas fórmulas se tornaram justamente célebres: “A letra mata, mas o espírito vivifica” (3,6); “Nosso YHVH Yaohushua Maschiyah, de rico que era, fez-se pobre, para vos enriquecer com a sua pobreza” (8,9), [mostrando, com certeza, que o Filho é o Pai! Sendo assim: “O Filho nunca poderia ter vindo com outro nome que daria essa demonstração para SALVAR...!”. Anselmo Estevan]. Para combater e mesmo condenar energicamente as fraquezas dos coríntios, o apóstolo sabe associar o humor à vivacidade. Basta ler 2Co 8 e 9 para descobrir duas pequenas obras-primas literárias. O apóstolo é censurado por sua falta de eloqüência. Veja como ele sabe recuperar a vantagem: “Nulo na eloqüência, seja! Quanto ao conhecimento, porém, outra coisa!” (11,6). Pela diversidade dos meios de expressão utilizada, 2Co avantaja-se muitas vezes a todas as demais cartas (por ex. 2Co 4,7-10.16-17; 6,3-10).





Destinatários. Os destinatários são os mesmos da primeira epístola. Tudo o que então foi dito sobre a comunidade de Corinto (cf. Introd. 1Co. § 1) permanece válido. Ao invés, as circunstâncias que motivam o envio da primeira carta (cf. introd. 1Co, § 2) evoluíram. Pela segunda epístola, o caráter e o estado de espírito dos destinatários se acham assim especificados: seria uma das suas características o espírito de oposição ao apostolado paulino? Trataremos disso mais adiante, no § 4. Parece que o apóstolo teve várias espécies de adversários: com efeito, as relações entre o apóstolo Paulo e seus destinatários passaram por uma crise profunda. Os ciúmes deles, suas disputas e mesmo sua tendência a abandonar a fé repontam aqui ou ali. Finalmente, no que concerne à coleta em favor dos “santos”, já mencionada em 1Co 16, os dois bilhetes que Paulo lhe consagra em 2Co 8 e 9 (cf. § 5) mostram que a generosidade dos coríntios é mais verbal do que real, e que o seu espírito de organização tende sobretudo a fazer com que os outros participem da coleta ecumênica cuja iniciativa eles tomaram. Já não fora dito, muito antes do apóstolo, que os gregos corriam o risco de não passar de expectadores de discursos e ouvintes de ações? Por que não teriam os coríntios herdado um pouco disso?





Os adversários do apóstolo. Difícil é saber com precisão quais são os adversários do apóstolo. Seriam eles membros da Igreja e deveriam incluir-se entre os destinatários, ou os coríntios teriam sido somente mais ou menos influenciados por eles? Formariam eles um grupo homogêneo? Ou constituiriam vários grupos, cujo único ponto em comum era opor-se a Paulo? Seriam eles os mesmos a que visam às respostas que o apóstolo dá em 1Co?

Escrito por anselmo.estevan às 20h57
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A todas essas perguntas, o conjunto de 2Co fornece algumas respostas:

Um dos membros da comunidade de Corinto cometera uma grave injúria contra o apóstolo. Esta afronta (2Co 2,5) foi sentida não só por Paulo, mas ainda pela maioria, talvez mesmo pelo conjunto da comunidade. Esse ato poderia ter sido cometido por um dos “gnósticos” de Corinto. Para tal homem, a salvação consiste sobretudo no conhecimento e não compromete a totalidade da existência humana. Será ele o mesmo que, em 1Co 5,1-13, é responsável por relações sexuais incestuosas? É possível. Paulo o incluí certamente entre os “que pecaram anteriormente e não se converteram de sua impureza, de seu desregramento e de sua devassidão” (2Co 12,21). Nós deparamos novamente aqui as tendências gnósticas já combatidas em 1Co. Esses gnósticos pregam a si mesmos (4,5) e se julgam desde já possuidores da salvação futura (5,10-13). {Irmãos e Irmãs: “Devemos tomar todo o cuidado, pois esse GNOSTICISMO – IMPERA E OPERA DESDE O TEMPO DE MOISÉS! Como? Na interferência que foi colocada na Lei de Yaohu – sendo denominada Lei de Moisés...; os Escribas – que ao temerem a pronunciar o Nome de ‘Elo(rr)hím(i) – Yaohu errado... conforme falava a Lei de maldições – e essa interpretação errada, e por medo, e, não por AMOR – assim acharam melhor, na colocação de vogais – sendo os sinais masoréticos. Que por vontade humana, tornou mas fácil a adulteração do nome de ‘Elo(rr)hím(i) e todo o mais....! Isto pode estar sendo operado hoje em dia nas Denominações que temos...!! Por isso todo cuidado é pouco: Jo 5,39; 2Co 13,5; 1Jo 4,1; 1Ts 5,16-23; etc. Porque Yaohushua é Yaohu – ‘Elo(rr)hím(i): Jo 6,7ss; 1,15-34; 1,18; 1,.30 [Eu e o Pai somos Um!], Jo 17,21-23; 14,28 (...O Pai é maior que [do que]Eu – subordinação – como ENCARNAÇÃO! Somos UM = Não uma só PESSOA – Mas a mesma essência ou NATUREZA! 1Tm 3,16; Is 40,3ss; Mt 3,3; Jo 1,1-14; Hb 1,3; 2Tm 4,1; 1,17; Jo 1,1-3.10.11; 20,28; Mq 5,2; Mt 2,6; Jo 2,24-25; 6,64; Hb 13,8; Mt 18,20; Jo 3,13; Mt 28,18; Fp 2,6; Cl 1,15; Jo 12,45. Pois se são um e se o Filho viesse com outro nome seria um falso deus. Pois entendo se são da mesma essência e mesma natureza também têm o mesmo Nome que Salva, Perdoa Pecados, o Nome de Amor, a sua criação e não vários nomes pois somos salvos por um único Nome de SALVAÇÃO...!!”}. .Anselmo Estevan.

A leitura de 2Co 10 – 13 põe de manifesto outro grupo de adversários, caracterizado por sua inspiração judaica. Ela não permite definir se os membros desse grupo são servos do Christós, judeu-messiânicos, ou se permaneceram inteiramente judeus (aqui, o termo trás: “cristãos” – dando o entender de uma crença errônea misturada aos “católicos” – que idolatram imagens...!! Mas como não uso mais o termo cristão que é invenção dos próprios povos daquela época... Nesse caso, tive que fazer a “idéia” – do escritor ser entendida....). Grifo meu. Anselmo. Em 11,21-23, o apóstolo se coloca no mesmo plano que eles, e os seus adversários parecem pertencer à Igreja: “Hebreus... da descendência da Abraão... ministros do Christós”. Entretanto não passam de FALSÁRIOS, falsos apóstolos camuflados de apóstolos do Christós (11,13), manifestam uma confiança excessiva em si mesmos. Será que eles consideram insuficiente o decreto emitido pela assembléia de Jerusalém (At 15, Gl 2), fixando para os pagãos um mínimo de observâncias? Será que eles querem impor a totalidade das práticas judaicas aos que são de outra origem? É verossímil. Apóstrofes tão violentas não se dirigem a enviados de Pedro, que Paulo sempre respeitou, tampouco o emissário de Tiago, vindos de Jerusalém, mas antes a judeus da tendência dos zelotes (cf. At 21,20-36) que adotaram a fé (aqui novamente ocorre o erro da separação de crenças com um título inventado para separar os judeus [que por natureza ser o povo de Christós – são por natureza “messiânicos”], ao contrário de os “gentios” – se tornarem povo de Yaohu com os sacrifícios do Messias... levam o título errôneo inventado de cristãos; aqui o fato se repete): repetindo o parágrafo acima: que adotaram a fé cristã, o que não contradiz a sua pertença a esse partido. {Obs. O descrito entre parêntese é grifo meu, só para entendermos a linha de raciocínio do autor...!}. Paulo lhes demonstra a superioridade definitiva da nova aliança sobre a antiga (2Co 3,1-18). [Aqui, está literalmente a necessidade da Nova Aliança – o Novo Testamento. Pois ninguém pode se tornar superior a outrem e, usando o Nome do Criador para ser melhor... É Yaohu que julga! Ele é o juiz Supremo...! E esse acontecimento não podia continuar.. É por isso caros leitores que temos que tomar cuidado com o Gnosticismo “O poder da Mente humana sobre a Razão dos fatos – sendo insensíveis ao que está ao nosso redor e somente enxergando única e exclusivamente o que a nossa mente quer ver”. E, assim, desprezar o mais importante – o coração – o Amor ao próximo – que resume toda a Tanakh: {A palavra Tanakh é um acrônimo composto das iniciais das três principais divisões da Bíblia hebraica: Torah (a “Lei”, o Pentateuco), Nevi’im (Profetas) e K’tuvim (Escritos)}. Então não sendo apenas calculistas frios e agindo conforme a situação o pede a seu bel prazer....Pois, Yaohu é justo e imparcial. ELe é: Luz: 1Jo 1,5. Amor: 1Jo 4,16. Rúkha (Espírito): Jo 4,24. Fogo consumidor: Hb 12,29]. Anselmo Estevan.

Escrito por anselmo.estevan às 20h56
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Circunstâncias e datas. As circunstâncias da redação e as datas possíveis do envio de 2Co só podem ser expostas depois de termos notado que, em 1Co 5,9, bem com em 2Co 2,3 e 7,8, se mencionam cartas perdidas. Estariam elas totalmente perdidas ou, como fizeram alguns, deve-se procurar reencontra-las destacando trechos das cartas canônicas?

Será que a segunda epístola constitui uma só carta? Não seria preciso considerar 10 – 13 como uma das cartas perdidas? Com efeito, das três seções (1 – 7; 8 – 9; 10 – 13), a última poderia constituir um bloco à parte. É uma apologia quase violenta do apostolado paulino. Caso se insista em desdobrar a segunda epístola, esta última parte poderia vir a ser a carta severa escrita para contristar os coríntios e mencionada em 2Co 2,4-9 e 7,8-12. Mas isso permanece hipotético. O único ponto certo é que Paulo enviou ao menos quatro cartas à Igreja de Corinto.

Vamos chama-las: A, B, C e D. A primeira, A, que está perdida. Menção a ela se encontra em 1Co 5,9. B: esta segunda é a nossa primeira epístola canônica. C, a terceira, também está perdida, a menos que 2Co 10 – 13 seja total ou parcialmente essa carta “escrita entre lágrimas”. D, que é a quarta, é composta (dependendo da opção adotada em relação a C) quer de 2Co 1 – 13, quer de 2Co 1 – 9.

Como estabelecer algumas datas? A epístola aos Romanos foi redigida quer em 57, quer em 58, no começo da primavera, por ocasião de uma breve estada do apóstolo Paulo em Corinto. O conjunto dos intercâmbios epistolares entre o apóstolo e a Igreja de Corinto deu-se portanto antes dessa data. Tomando em conta a duração da estada necessária para a redação da epístola aos Romanos, do lapso de tempo indispensável para que a última carta chegasse a Corinto e produzisse os efeitos desejados, é preciso situar o envio dessa carta D ao menos quatro ou cinco meses antes, seja de Trôade, seja da Macedônia, enquanto o apóstolo viaja rumo a Corinto, isto é, no fim de 56 (ou no fim de 57).

Por outro lado, lembremo-nos de que o apóstolo Paulo deixou Corinto durante o verão de 52; ele foi para Éfeso um ano mais tarde, em 53; as notícias alarmantes relativas à situação em Corinto só puderam ter-lhe chegado algumas semanas ou alguns meses mais tarde, em 54. É portanto entre 54, o mais cedo, e fim de 56 (ou em 57), ou mais tardar, que se situa o conjunto desses intercâmbios epistolares.

A seqüência dos acontecimentos se apresentaria do modo seguinte: o apóstolo, durante a sua estada em Éfeso, é informado de que greves desordens ocorrem na Igreja de Corinto. Escreve então a primeira carta (carta A) (pré-canônica, perdida, mencionada em 1Co 5,9) e exigem dos coríntios que não se misturem com aqueles, cuja imoralidade é notória. Tendo esta primeira carta produzido pouco efeito, Paulo envia, algum tempo depois, Timóteo (1Co 4,17), a fim de lembrar o seu ensinamento e a sua doutrina.

Então, são dirigidas ao apóstolo perguntas por escrito (1Co 7,1). Este responde ponto por ponto, enviando 1Co (carta B), provavelmente no decorrer de 55.

Depois, Tito deixa Éfeso para ir a Corinto: ali, ele quer preparar a realização da coleta projetada em 1Co 16,1-4; mas a situação que ele acha ao chegar é decepcionante; as duas cartas A e B, bem como a visita de Timóteo, não surtiram os resultados esperados.

Então, Paulo resolve ir pessoalmente a Corinto no decurso de uma viagem-relâmpago: a segunda viagem (a primeira fora a da fundação, 2Co 12,14 e 13,1). A sua decisão deve ter sido tomada rapidamente, pois, segundo 2Co 2,1, ela não constava de início de suas intenções. Um choque muito violento se produzia e Paulo partiu de novo bruscamente para Éfeso. Ao voltar, ele redige a terceira carta (a carta C), ou cara severa, escrita entre lágrimas (mencionado em 2Co 2,3-4).

Para superar este fracasso, Paulo encarrega Tito, negociador esperto, hábil diplomata, de ir retomar contato com os coríntios. Teria ele sido encarregado de levar consigo essa terceira carta, ou o apóstolo só a escreveu e enviou imediatamente após a sua partida? Não se sabe. Paulo está impaciente por inteirar-se da atitude dos coríntios, das suas reações após a carta e do resultado da missão de Tito. Mas certas circunstâncias o obrigam a deixar Éfeso: ele vai a Trôade, depois à Macedônia, e é aí que Tito chega, enfim, portador de notícias alvissareiras (2Co 7,13).

Paulo, reconfortado, redige uma pacífica apologia do seu apostolado à qual acrescenta um apelo em favor da coleta (caps. 8 e 9, podendo o cap. 9 ser um bilhete independente do cap. 8). É a nossa Segunda Epístola aos Coríntios (a carta D). Tito parte novamente para Corinto e prepara a vinda de Paulo, que não tarda a juntar-se a ele. O ano 56 (ou 57) está para findar. É durante essa terceira estada que Paulo vai redigir com perfeita lucidez de espírito a epístola aos Romanos.





Estrutura. Três grandes partes se delineiam nesta carta.

1. Paulo e suas relações com a comunidade de Corinto: 1,1 – 7,16.

O apóstolo, que esteve em perigo de morte na Ásia (1,8), não adiou por leviandade, mas por desejo de poder perdoar (1,11 – 2,13), a viagem prometida. De 2,14 a 7,4, Paulo evoca a grandeza do ministério apostólico: sublinha a superioridade do ministério da nova aliança sobre o da antiga (2,14 – 4,6), {sendo a palavra mais correta para “Antigo Testamento” e “Novo Testamento”} Anselmo Estevan, depois expõe as angústias e a esperança certa deste ministério (4,7 – 5,10), que se manifesta no temo presente como uma embaixada por Christós e uma reconciliação com o mundo (5,11-21). As dificuldades são como um aguilhão que impele o apóstolo a abrir o coração aos coríntios (6,1 – 7,4). De 7,4 a 7,16, Paulo lembra como Tito o alcançou na Macedônia após um feliz desenlace da crise.

2. As duas instruções relativas à coleta em favor da Igreja de Jerusalém (caps. 8 e 9).

3. Os caps. 10 a 13 formam um longo trecho, de estilo apaixonado, às vezes cáustico, mas sempre repleto de uma exigência de verdade e de fé, em que Paulo defende a autenticidade do seu ministério. Basta ler 11,22-31 e 12,1-10 para convencer-se do poder do Evangelho através da vida do apóstolo.

Escrito por anselmo.estevan às 20h54
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Apóstolo de Yaohushua Maschiyah. O interesse profundo de 2 Coríntios é o de associar intimamente acontecimentos humanos à presença ativa de Yaohu. Não há de um lado uma exposição doutrinária e, do outro, uma meditação sobre a vida, mas um mesmo movimento muito forte e um só dinamismo profundo unem estreitamente tanto a pessoa de Maschiyah como a sua ação atual à vida presente dos messiânicos da Igreja de Corinto e sobretudo à vida do apóstolo .

A ação do Rúkha e a ação do Maschiyah são muitas vezes associadas (1,21; 3,18). Às vezes junta-se a estas a ação de Yaohu, como em 1,21-22. Assim, Maschiyah, o Rúkha, Yaohu são postos numa relação muito estreita como em 3,3 e 13,13. Essas fórmulas esboçam o que, nos séculos posteriores, se chamaria de TRINDADE, mas elas o fazem insistindo sobre a diversidade e a unidade de ação dos três: Maschiyah, Yaohu e o Rúkha INTERVÊM NA VIDA DOS CRENTES E DA COMUNIDADE PARA CONDUZIR A OBRA DA SALVAÇÃO À SUA REALIZAÇÃO. {É, MAS SÓ DOS QUE ACEITAM ESSA INTERVENÇÃO E CRÊEM NISSO! SE NÃO NADA FEITO, FEITO!} Anselmo. Por isso mesmo “não fique de fora...?! Quem mudou o Nome de ‘Elo(rr)hím(i) foram os homens. E, não por seu pedido... Aceite as Obras de Yaohu na sua vida.....!!!”. Anselmo.

Um fato chama a atenção: o apóstolo põe a ênfase no Maschiyah. A abundância das notações “em Maschiyah” sublinha a relação de comunhão atual, e a fórmula “com Maschiyah” afirma uma comunhão futura mais estreita após a passagem pela morte e ressurreição. O apóstolo acha modo de exprimir a confissão de fé no Maschiyah com uma plenitude notável: “Maschiyah é imagem de ‘Elo(rr)hím(i)-Yaohu” em 4,4. Em uma fórmula única: “Imagem de ‘Elo(rr)hím(i)”, o apostolo exprime o caráter particular da pessoa do Maschiyah. O Maschiyah é homem verdadeiro como Adão, imagem de Yaohu. O Maschiyah é aquele que revela Yaohu sobre a terra; ele é imagem de Yaohu, isto é, aquele no qual todo homem pode encontrar a ‘Elo(rr)hím(i)!

Assim, morte e vida do Maschiyah sempre são relacionadas com os seus efeitos atuais sobre o apóstolo, sobre a comunidade ou sobre o messiânico.

2 Coríntios é por excelência a epístola do apostolado. O apóstolo marcha no cortejo triunfal do Maschiyah e difunde por toda a parte o perfume do seu conhecimento, um odor de vida (2,14-17). Assim ele participa do destino de Maschiyah, trazendo em seu corpo os SOFRIMENTOS DA MORTE de YAOHUSHUA, a fim de que a vida de Yaohushua também seja nele MANIFESTADA. A sua mensagem apostólica é uma carta viva: A comunidade de Corinto; “a nossa carta sois vós”, declara Paulo aos coríntios (3,2). Paulo soube encontrar a expressão exata para descrever a grandeza e a fragilidade do seu ministério: “Carregar um tesouro em vasos de argila” (4,7); e a vigorosa e delicada enumeração de 6,4-10 situa a força e os limites do seu apostolado. O seu caráter humano é sublinhado por todos os detalhes que a epístola fornece sobre a sua vida passada a serviço do Maschiyah (11,22-31) e que nos informam da impressionante sucessão de perigos, sofrimentos e misérias que ele teve de suportar pessoalmente! Mas como um homem a quem o YHVH disse: “A MINHA GRAÇA TE BASTA; o meu poder se perfaz na fraqueza” (12,9). Ele age como embaixador em NOME de Maschiyah (5,20). A ele foi confiado o ministério da reconciliação (5,18). Via-se habilitado a ser ministro de uma nova aliança (3,6). {Aqui, caros irmãos e irmãs: “Se mostra o resumo da SALVAÇÃO para todos...!”. Mas, como disse Yaohu: “A LETRA MATA!” MAS O “RÚKHA – VIVIFICA!”. É nisso que devemos prestar a máxima atenção! Temos que viver no Rúkha! (Espírito). Pois, estamos vivendo “os fins dos tempos...”. Mas não devemos nos esquecer do que está registrado nas Sagradas Escrituras: ONDE: A “BÍBLIA” – NOS DIZ: “QUE O MUNDO COMEÇOU COM O ÉDEN! E, TERMINARÁ COM UM NOVO ÉDEN – POIS VI NOVOS CÉUS E NOVAS TERRAS...!”. Então, não se esqueçam disso. Pois, além de estarmos vivendo “os fins dos tempos! Uma nova terra e um novo céu nos aguardam – Joel 2,32.”.}. Para confirmar isso que digo, veja a “Veracidade das Sagradas Escrituras”: Mt 2,17; 1,21; - A Nova Aliança – PROFETIZADA NA “ANTIGA ALIANÇA”: Mt 2,15; 17,23; 4,14; 8,17; 12,17; 23,4; 26,54.56; 27,9; Lc 4,21; 21,22; 24,44; Jo 13,18; 19,24.28.36. Anselmo.

Escrito por anselmo.estevan às 20h53
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(A Antiga Aliança [AT]). Ao afirmar que os coríntios se tornaram uma carta do Maschiyah confiada ao seu ministério, Paulo considera que a nova aliança anunciada pelo profeta Jeremias (31,31-33) foi realizada. Ela não é um complemento ou aperfeiçoamento da antiga, pois, se o gravador e a gravura são os mesmos, houve, no entanto, uma passagem da tábua de pedra para a tábua de carne, do livro escrito para o coração. Ela não mais se limita a Israel: dá acesso a todos aqueles nos quais opera a ação do RÚKHA hol – RODSHUA. Para bem mostrar como essa aliança é verdadeiramente nova, Paulo bosqueja uma comparação impressionante entre a aliança concluída outrora com Moisés e a nova aliança. É a primeira vez que a aliança de Moisés é chamada de Antiga Aliança e os livros sagrados do judaísmo são designados pela expressão: o Antigo Testamento (3,14). Doravante Yaohu age nos corações, a era do Rúkha começou. [“Veja o texto: (Que Yaohu – age nos corações!). E, o termo GNÓSTICO – SOMENTE AGE PELA RAZÃO...DEIXANDO O “CORAÇÃO DE LADO...!” SENDO DESTA FORMA, YAOHU JAMAIS AGE OU MESMO UM PENSAMENTO GNÓSTICO É COMPARTILHADO COM YAOHU! A Lógica, a Razão, sem um CORAÇÃO – não é nada é como uma forma “oca”, sem conteúdo. Bonita por fora talvez, mas sem nada dentro...! Pois, não compartilha amor e Yaohu é AMOR]. Anselmo Estevan. A nova aliança não se pode mais PETRIFICAR em uma LETRA (3,6) como foi o caso para a antiga, pois o Rúkha VIVIFICA (3,6).





Uma só Igreja. Por volta do ano 55, ou seja, uma geração após a morte e ressurreição de Yaohushua, grande era o risco de que cada comunidade local acentuasse características específicas em detrimento da comunhão entre todas as Igrejas. Para o apóstolo Paulo, os tempos messiânicos já começaram (cf. Is 60 – 62); por isso ele propõe uma coleta que alguns qualificaram de “ecumênico”, visto destinar-se a valorizar o vínculo entre todas as Igrejas nascidas da missão e os santos de Jerusalém provados pela fome. Os coríntios se entusiasmam por essa coleta. São os primeiros a propor uma organização que se estenda à outras Igrejas. Propor a generosidade a outros é mais fácil do que praticá-la pessoalmente: os coríntios tardam (9,4). Para o apóstolo, o auxílio mútuo torna-se sinal de comunhão profunda: uma Igreja de Yaohu, que está em Corinto, como também em outros lugares. A coleta deve manifestar a comunhão através das diferenças e sublinhar a unidade do povo novo, constituído tanto de judeus como de gregos.





Atualidade. A nossa época aprecia informações exatas e dados biográficos: 2 Coríntios responde a essa expectativa e fornece abundância de detalhes sobre a vida do apóstolo. Essa carta pode interessar ao psicólogo, bem como ao psicanalista, exegeta, teólogo, historiador ou ao eleitor em geral, que descobrem, ao vivo, um homem, um pastor, um apóstolo defrontando-se com problemas novos e difíceis no período dos primórdios da Igreja. Acerca deste ponto 2 Coríntios pode fornecer indicações e esboços de soluções para as Igrejas que, num ambiente mutável, procuram formas novas de fidelidade!
MATERIAL TIRADO DA BÍBLIA ECUMÊNICA - TEB! DA BÍBLIA DE ESTUDO DE GENEBRA - EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA! DA BÍBLIA JUDAICA COMPLETA! E, PESQUISADO: O DICIONÁRIO BÍBLICO DE ALMEIDA. PESQUISA FEITA POR: ANSELMO ESTEVAN (3ª APOSTILA DE INTRODUÇÃO AO B'RIT HADASHAH [NT]). COM FORMAÇÃO DE PASTOR E BACHAREL PELA FACULDADE IBETEL DE SUZADO - SÃO PAULO. ANSELMO ESTEVAN.

Escrito por anselmo.estevan às 20h51
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