BLOG DE: ESTUDOS DA ESCRITURA SAGRADA - YHVHSHÚA:


03/08/2011


UM ÚNICO NOME: YHVH - VERDADEIRO NÃO PODE SER ESCONDIDO! SIM GLORIFICADO:

JEREMIAS 23,6:

        

         - 1Cr 29,10-13: [ORAÇÃO DE DAVI]:

 

         Pelo que Davi louvou ao YHVH perante a congregação toda e disse: Bendito és tu, YHVH, Deus de Israel, nosso Pai, de eternidade em eternidade. Teu, YHVH, é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu YHVH, é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos. Riquezas e glória vêm de ti, tu dominas sobre tudo, na tua mão há força e poder; contigo está o engrandecer e a tudo dar força. Agora, pois, ó Nosso Deus, graças te damos e louvamos o teu glorioso NOME.

         Salmos 115,1: [Honrar somente a Deus]:

 

         Não a nós, YHVH, não a nós, mas ao teu NOME dá glória, por amor da tua misericórdia e da tua fidelidade.

 

VAMOS A ESSE ESTUDO: [Título do Salmo 115]: (INTRODUÇÃO):

 

          Israel muitas vezes abandonou o YHVH e adorou os falsos deuses das nações circunvizinhas. O Sl 115 é uma liturgia para a adoração pública, reafirmando a fé de Israel no YHVH contra os ídolos inúteis das nações. A adoração era conduzida por um sacerdote que, às vezes, falava com a congregação (vs. 1-8, 12-13, 16-18) e, em outras, se dirigia aos adoradores (vs. 9-11, 14-15).

 

          Qual é a Primeira Petição?

          Resposta: “Santificado seja o teu NOME” (E NÃO: “ESCONDEI O SEU NOME – POR NÃO SEREM DIGNOS DE PRONUNCIÁ-LO! Essa forma foi de vontade e de compilação humana de coração endurecido...!!!! Por isso, continue lendo com muita atenção.....!!!!!”) Grifo meu. Anselmo.

 

          Quer dizer:

            Faze, primeiro, que te conheçamos EM VERDADE e te SANTIFIQUEMOS, HONREMOS e GLORIFIQUEMOS em todas as tuas obras, em que brilham tua ONIPOTÊNCIA, Sabedoria, bondade, Justiça, Misericórdia e VERDADE!

         Faze, também, que dirijamos toda a nossa vida – nossos pensamentos, palavras e obras – de tal maneira que TEU NOME NÃO SEJA BLASFEMADO POR NOSSA CAUSA, MAS HONRADO E GLORIFICADO:

         Sl 119,105; Jr 9,24; 31,33.34; Mt 16,17; Jo 17,3; Tg 1,5; Êx 34,6.7; Sl 119,137.138; 145,8.9; Jr 31,3; 32,18.19; Mt 19,17; Lc 1,46-55; 1,68-69; Rm 3,3.4; 11,22.23; 11,33; Sl 71,8; 115,1; Mt 5,16.

         LOUVOR A YAOHU: Lv 21,8; Sl 104,24; Is 28,29; Ne 9,6; Hb 1,3; Sl 103,19; Mt 10,29.30; Gn 45,7; Rm 11,36; Is 63,14; 1Co 10,31; Is 43,7; Ef 1,5.6; Sl 73,24-26; Rm 14,7.8; Jo 17,22.24; Is 61,3:

Escrito por anselmo.estevan às 19h17
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ADORAÇÃO A UM ÚNICO NOME:

[Todo o Gênero Humano caiu pela Primeira transgressão de Adão? Sim, Visto que o Pacto foi feito com Adão não só para ele, mas também PARA A SUA POSTERIDADE, todo o Gênero Humano, que dele procede por geração ordinária, pecou nele e caiu com ele na sua primeira transgressão. Gn 1,28; 5,3; At 17,26; 1Co 15,21.22; Rm 5,12-14]. Sendo assim, não endureça seu coração! Seje nova criatura e aprenda novamente a honrar seu Único, Santo e Verdadeiro NOME! Continue lendo este estudo:

 

         Vamos ao estudo do Salmo 115:

 

         TÍTULO DO SALMO 115: [INTRODUÇÃO]:

 

         Israel muitas vezes abandonou o YHVH e adorou os falsos deuses das nações circunvizinhas. O Sl 115 é uma liturgia para a adoração pública, reafirmando a fé de Israel no YHVH contra os ídolos inúteis das nações. A adoração era conduzida por um sumo sacerdote (...) ESTE ESTUDO QUE ESTÁ ACIMA, NOS REMETE AO SALMO 113! VAMOS A ESSE ESTUDO:

 

         (Mas, sem a forma corrompida ok! Da palavra “Aleluia” que leva a palavra – “SENHOR” que nos leva a um nome de “ídolo” que Israel cultuou por muito tempo..... ‘BAAL’! A forma correta é: HALLELU-YAH – QUE CONTÉM O NOME CORRETO DE NOSSO DEUS E NINGUÉM SE DÁ CONTA DISSO????!!!!!). GRIFO MEU. ANSELMO.

 

         ESTUDO DO SALMO 113: [INTRODUÇÃO]:

 

         No Salmo 113, o salmista celebra a grandeza incomparável do YHVH (transcendência; vs 4-6), enquanto se admira com a intervenção compassiva de Deus na vida do necessitado (imanência; vs 7-9). Esse Hino de Louvor começa e termina com a ordem do (HALLELU-YAH), uma introdução que une os Salmos 111-113 começa com o assim chamado Halel Egípcio (113-118), cujo nome tradicional provavelmente  veio de sua associação com a Páscoa e o Êxodo do Egito. O Halel egípcio era usado para celebrar as três grandes festas anuais de Israel: A Páscoa, a Festa das Semanas e a Festa dos Tabernáculos, bem como a Lua Nova e a consagração do Templo. Os Sl 113-118 eram tradicionalmente entoados durante a celebração da Páscoa, de modo que é provável que Yaohushua e seus discípulos os tenham cantado durante a última noite em que estiveram juntos (Mt 26,26.30; Mc 14,22.26). É interessante observar as semelhanças entre o Sl 113, o Cântico de Louvor de Ana em 1Sm 2 (veja principalmente os vs 5,8) e o Cântico de Maria (Lc 1,46-55).

 

         Esse Salmo, nos remete a outro Salmo (8,1): Ó YHVH, Senhor NOSSO, QUÃO MAGNÍFICO EM TODA A TERRA É O TEU NOME!

         Pois expuseste nos céus a tua MAJESTADE.

 

         ESTUDO DESSE SALMO: Sl 1 – Ó YHVH. O NOME Pessoal, ou da Aliança, de Deus que ele revelou a Moisés na sarça ardente (cf. Êx 3). YHVH NOSSO. Um título que também pode ser traduzido [grifo meu: “POR GOVERNANTE” – OK! OU “DONO” – SOMENTE NO TERMO CORROMPIDO – “SENHOR”]. Obs.: Sim, tudo é dele e para ele! Mas não que somos vossos escravos.... como denota a palavra “dono – nosso dono.... Ok!”. Grifo meu.

         Quão magnífico é o TEU NOME!

         O NOME DE DEUS INDICA SEU CARÁTER OU A SUA REPUTAÇÃO! (POR ISSO MESMO SÓ ELE PODE NOS MOSTRAR SEU NOME. E NÃO AO CONTRÁRIO......!!!!!) GRIFO MEU.

 

         Vamos agora a Jeremias 33,8-9:

 

         Purificá-lo-ei de toda a sua iniquidade com que pecaram contra mim; perdoarei todas as suas iniqüidades com que pecaram e transgrediram contra mim.

         JERUSALÉM ME SERVIRÁ POR NOME, POR LOUVOR E GLÓRIA ENTRE TODAS AS NAÇÕES DA TERRA QUE OUVIREM TODO O BEM QUE EU LHE FAÇO; espantar-se-ão e tremerão por causa de toda a paz que eu lhe dou!

 

         ESTUDO DE JEREMIAS 33,9:

 

         POR NOME, POR LOUVOR E GLÓRIA.

         Deus restauraria o seu Povo do Exílio não apenas para o bem de Israel, mas para sua própria GLÓRIA entre todos os povos da terra (Rm 11,36).

 

         Romanos 11,36: PORQUE DELE E POR MEIO DELE, E PARA ELE SÃO TODAS AS COISAS. A ELE, POIS A GLÓRIA ETERNAMENTE. AMÉM!

 

         VAMOS PARA ROMANOS 10,11-13 (SENDO SEGUIMENTO DAS PASSAGENS ACIMA):

Escrito por anselmo.estevan às 19h15
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ADORAÇÃO A UM ÚNICO NOME:

Porque com o coração se crê para a justiça e com a boca se confessa a respeito da SALVAÇÃO. POR QUANTO A ESCRITURA DIZ:

         TODO AQUELE QUE NELE CRÊ NÃO SERÁ CONFUNDIDO.

         POIS NÃO HÁ DISTINÇÃO ENTRE JUDEU E GREGO, UMA VEZ QUE O MESMO É O YHVH DE TODOS, RICO PARA COM TODOS OS QUE O INVOCAM. PORQUE TODO AQUELE QUE INVOCAR O NOME “DE” – YHVH – SERÁ SALVO!

 

         Então, chegamos a conclusão de que SEU NOME VERDADEIRO deve ser LOUVADO, HONRADO, GLORIFICADO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

         NÃO ESCONDIDO, BLASFEMADO, ADULTERADO, CORROMPIDO, ETC. [Rm 2,24; Jr 2,1-37; Os 4,16; 2,16; Rm 11,1-4; 1Rs 18; 19,18; Ez 16,27; 36,20-23; etc]. (Lv 24,10-16; Dt 28,15-58-59!). Observe 2 Pedro 2,9: É PORQUE O YHVH SABE LIVRAR DA PROVAÇÃO OS PIEDOSOS E RESERVAR, SOB CASTIGO, OS INJUSTOS PARA O DIA DE JUÍZO!

 

         Reflita sobre suas atitudes nessas passagens.:

         - ATOS 28,23-27!

         - ISAÍAS 6,9-10!

         - JEREMIAS 5,21!

         - EZEQUIEL 12,2!

         - MATEUS 13,14-15!

         - MARCOS 4,12!

         - LUCAS 8,10!

         - JOÃO 12,40-41!

         ROMANOS 11,8: Is 29,10.13; Dt 29,3-4; Is 6,9; Mt 13,13-14; Jo 12,40; At 28,26-27!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

         MUDE ESSA SITUAÇÃO! SEJA POVO DE UM ÚNICO DEUS COM NOME – QUE É VIVO COM NOME PRÓPRIO! NÃO, UM NOME INVENTADO POR VONTADE HUMANA QUE NÃO LHE CONFERE SEUS ATRIBUTOS E NEM SUA GLÓRIA OU PIOR: “GLÓRIA ALGUMA”:

 

         REFLITA EM.:

         - ISAÍAS 42,1-6!

         - ISAÍAS 49,6!

         - MATEUS 21,41!

         - LUCAS 2,32!

         - ROMANOS 11,11!

 

         POR ISSO APRENDA EM QUANTO DÁ TEMPO:

 

         CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER

 

         X. O Juiz Supremo, pelo qual todas as controvérsias religiosas têm de ser determinadas e por quem serão examinados todos os decretos de concílios, todas as opiniões dos antigos escritores, todas as doutrinas de homens e opiniões particulares; o Juiz Supremo, em cuja sentença nos devemos firmas, não pode ser outro senão o Espírito Santo (Rúkha hol – RODSHUA) falando na ESCRITURA.

         Referências “bíblicas”: Mt 22,29.31; At 28,25; Gl 1,20!

 

         Capítulo V

         DA PROVIDÊNCIA (VI):

 

         VI. Quanto àqueles homens malvados e ímpios que Deus, como justo juiz, cega e endurece em razão de pecados anteriores; ele não somente lhes recusa a graça pela qual poderiam ser iluminados no entendimento e movidos no coração, mas, às vezes tira os dons que já  possuíam e os expõe a objetos que a sua CORRUPÇÃO torna ocasiões de pecado, além disso, os entrega às suas próprias paixões, às tentações do mundo e ao poder de SATANÁS; assim, acontece que eles se endurecem sob as influências dos meios que Deus emprega para o abrandamento de outros.

         Referências “bíblicas”: Rm 1,24.26.28. Rm 11,7; Dt 29,4; Mc 4,11-12; Mt 13,12; 25,29; 2Rs 12,13; Sl 81,11.12; 1Co 2,11; 2Co 11,3; Êx 8,15.32; 2Co 2,15.16; Is 8,14.

 

 

         Catecismo Maior de Westminster

 

         Pergunta 68. Os eleitos são os únicos eficazmente chamados?

         Resposta: Todos os eleitos e somente eles, são eficazmente chamados; ainda que outros o possam ser, e muitas vezes são exteriormente chamados pelo ministério da Palavra, tendo algumas operações comuns do Espírito (Rúkha), contudo, por sua negligência e desprezo voluntário da graça que é oferecida, são justamente deixados na sua incredulidade e nunca vão sinceramente a YAOHUSHUA – O MASHIACH O MESSIAS – CHRISTÓS!

         Referências “bíblicas”: At 13,48; 2,47; Mt 22,14; 13,20.21; Sl 1,11.12; Jo 12,38-40.

 

 

         Nos seus dias, Judá será salvo, e Israel habitará seguro; será este o seu nome, com que será chamado YHVH (YAOHU), Justiça Nossa.

Jr 23,6!

 

 

 

         Material tirado da: Bíblia de Estudo de Genebra: Edição Ampliada e Revista. Editora – Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil. Com grifos de: Anselmo Estevan. Com formação de Bacharel em Teologia pela Faculdade Ibetel de Suzano – São Paulo. Anselmo Estevan.

 

 

 

 

 

Escrito por anselmo.estevan às 19h14
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01/08/2011


O QUE DEU ERRADO? NO PEDIDO DESSA ORAÇÃO...!!!

            “Ouve tu nos céus, lugar da tua habitação, e faze tudo o que o estrangeiro te pedir, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu NOME, para te temerem como o teu povo de Israel e para saberem que esta casa, que eu edifiquei, é chamada pelo teu NOME”.

         (Gn 2,19; 17,5; 32,28; Êx 3,12-14; 6,2-3; 20,24; Dt 12,5).

 

         Obs.: Esta passagem, leva à: 1Sm 17,43 (onde, Davi, vendo um – “gigante filisteu” -, esse filisteu amaldiçoa, Davi, pelos seus deuses. A resposta de Davi [1Sm 17,45] – (...), eu porém venho no NOME de YHVH dos Exércitos....).

         VAMOS A ESSE ESTUDO:

         1Sm 17,45: Em NOME de YHVH dos Exércitos: Veja a nota sobre 1,3. Davi vinha “em NOME” de Deus, ou seja, “como um instrumento de Deus” e “no poder de tudo o que o seu Nome sugere”. Sobre o significado do Nome de Deus como mais do que um simples rótulo, mas indicando exatamente o seu CARÁTER, veja: Êx 34,5-7.

         Vamos a esse estudo:

         Êx 34,5. O YHVH descido: Aqui está a revelação prometida em (33,19-23): [Yaohu] passou e proclamou o seu NOME! Moisés recebeu uma resposta impressionante para a sua ORAÇÃO. A Glória de Deus mostrou a sua compaixão e a sua Graça.

         Êx 34,6: Deus compassivo, clemente e longânimo – Aqui estão os famosos treze atributos da tradição israelita (Nm 14,18; Ne 9,17; Sl 86,15; 103,8; 145,8, Jl 2,13, Jn 4,2; Na 1,3). A misericórdia de Deus ainda seria proclamada por Israel, a pesar do seu deprimente pecado (Gn 8,21-22; Os 11,8).

 

         GRANDE EM MISERICÓRDIA E FIDELIDADE: O amor de Deus (Yaohu) é revelado em sua devoção ao seu povo (veja nota sobre 15,13). Sua fidelidade revela sua integridade; Ele é fiel ao SEU NOME e às suas promessas de misericórdia, mas também ao seu julgamento contra o pecado (v. 7). Por sua misericórdia e fidelidade, ele não abandonaria o seu povo, mas habitaria entre eles no tabernáculo. João citou esse contexto no seu Evangelho: “E O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU (literalmente, ‘TABERNACULOU’) entre nós, cheio de GRAÇA E DE VERDADE” (Jo 1,14).

Escrito por anselmo.estevan às 16h03
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parte inicial do estudo:

         AONDE QUERO CHEGAR?

         Veja: O “homem” – que se tornou um “Rei”!. Mas não um rei qualquer! E, sim o Rei – mais rico! E, sim o Rei – mais rico e sábio!!! Que recebeu tudo das mãos do ETERNO CRIADOR – Deus (Yaohu).

         E qual era sua vontade em ORAÇÃO????? A de que todos os povos – SOUBESSEM QUAL ERA O NOME DE SEU DEUS!!!!!!! [1Rs 8,43]! Mas, infelizmente, por uns poucos, que se achavam inteligentes demais da conta, esconderam seu NOME.....!!!!!!!

         Veja, a seguir – num trecho da minha 3ª APOSTILA – O TERMO “GNÓSTICO”, que vem bem a calhar com esse estudo: “INTRODUÇÃO DOS LIVROS DO NT [JOÃO]”.

VEJA, TAMBÉM, QUE O NOME DE DEUS O REVELA: “SEU CARÁTER E SUA PERSONALIDADE” – POR ISSO MESMO NÃO DEVE SER DADO POR VONTADE HUMANA: (At 4,12; 10,43; [Mt 1,21; Lc 6,31]; Jo 14,6; 1Tm 2,5.6; Fp 2,9-11).

         Vamos, agora, ao estudo: Catecismo Maior de Westminster – da Bíblia de Estudo de Genebra Ed. Revista e Ampliada. [Editora: Cultura Cristã. SBB]:

         Estudo feito por: Anselmo Estevan. (Obs. Todo material – é tirado dessas Bíblias), com grifo meu. Com formação de Bacharel em Teologia – pela Faculdade Ibetel – de Suzano.

 

         SEGUNDA PARTE.

 

         O QUE O HOMEM DEVE CRER SOBRE DEUS:

 

         PERGUNTA 6. O QUE REVELAM AS ESCRITURAS ACERCA DE DEUS?

 

         RESPOSTA: As Escrituras revelam o que Deus é, quantas pessoas há na Divindade, os seus decretos e como Ele os executa.

         Referências “bíblicas”:

         Mt 3,16.17; Is 46,9.10; At 4,27.28.

 

         PERGUNTA 7. QUEM É DEUS?

 

         RESPOSTA: Deus é Espírito, em si e por si infinito em seu ser, glória, bem-aventurança e perfeição; todo-poderoso, eterno, imutável, insondável, onipresente infinito em poder, sabedoria, santidade, justiça, misericórdia e clemência, longânimo, cheio de bondade e verdade.

         Referências “bíblicas”: Jo 4,24; Êx 3,14; Jó 11,7-9; At 7,2; 1Tm 6,15; Mt 5,48; Rm 11,35.36; Sl 90,2; Ml 3,6; Sl 145,3; Sl 139,1.2.7; Ap 4,8; Hb 4,13; Rm 16,27; Is 6,3; Dt 32,4; Êx 34,6.

 

         PERGUNTA 8. HÁ MAIS QUE UM DEUS?

         RESPOSTA: Há um só Deus, o Deus vivo e verdadeiro.

         Referências “bíblicas”: Dt 6,4; Jr 10,10; 1Co 8,4.

 

         PERGUNTA 9. QUANTAS PESSOAS HÁ NA DIVINDADE?

 

         RESPOSTA: Há três Pessoas na Divindade: O PAI, o FILHO e o ESPÍRITO SANTO, essas três Pessoas são um só Deus VERDADEIRO e iguais em poder e glória, embora distintas pelas suas propriedades pessoais.

         Referências “bíblicas”: Mt 3,16; Mt 28,19; 2Co 13,13; Jo 10,30.

 

         PERGUNTA 10. Quais são as propriedades Pessoais das três Pessoas da Divindade?

        

         RESPOSTA: O Pai gerou o Filho, o Filho foi gerado do Pai, e o Espírito Santo precede do Pai e do Filho, desde a ETERNIDADE.

         Referências “bíblicas”: Hb 1,5.6; Jo 1,14; Jo 15,26; Gl 4,6.

 

         PERGUNTA 11. DE ONDE SE INFERE QUE O FILHO E O ESPÍRITO SANTO SÃO DEUS, IGUAIS AO PAI?

 

         RESPOSTA: “AS ESCRITURAS” REVELAM QUE O FILHO E O ESPÍRITO SANTO SÃO DEUS IGUALMENTE COMO PAI, ATRIBUINDO-LHES OS MESMOS NOMES, ATRIBUTOS, OBRAS  E CULTO, QUE SÓ A DEUS PERTENCEM!

 

         REFERÊNCIAS “BÍBLICAS”: [Jr 23,6; Is 6,3.5.8; Jo 12,41; At 28,25; 1Jo 5,20; Sl 45,6; At 5,3.4; Jo 1,1; Is 9,6; Jo 2,24.25; 1Co 2,10.11; Cl 1,16; Gn 1,2; Mt 28,19; 2Co 13,13].

 

 

 

         Êx 34,6 – Os treze atributos famosos da tradição israelita: {Nm 14,18; Ne 9,17; Sl 86,15; 103,8; 145,8; Jl 2,13; Jn 4,2; Na 1,3}: e, conforme, essa tradição judaica – o “NOME” – representa: Um NOME (que de “título” – virou NOME – por mostrar todas essas qualidades de um Deus vivo! Como pode ser isso?). Se a resposta for: “SIM”! Então me responda.:

 

         - Por que: O “Espírito Santo” – não têm NOME? E por que o nome de “SENHOR” – NÃO É,E, NUNCA LHE FOI CONFERIDO?

Escrito por anselmo.estevan às 16h02
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parte inicial do estudo:

         - Por que o Nome do Pai – “NÃO PODE SER PROFERIDO?!” Mas, o Filho é o Pai e o Pai é o Filho mas o nome do Filho é “Jesus”???!!! E o Pai??? E o Filho – sendo também “Deus” que recebeu um NOME ACIMA DE TODO NOME!!!! MAS QUAL??? TAMBÉM NÃO PODE SER PROFERIDO??? POR QUE NÃO PODE SER PRONUNCIADO TAMBÉM??

         - Por que em Jo 1, nesse capítulo não se fala no nome: “E O SENHOR – SE FEZ CARNE (....)???” FALA-SE, SIM: “E O VERBO SE FEZ CARNE!!!”.

         EU TENHO A RESPOSTA: “CONFORME A PERGUNTA DE Nº 11”:

 

         SE, SÃO, UM SÓ DEUS E SÃO A SANTÍSSIMA TRINDADE – INDISCUTIVELMENTE TÊM E COMPARTILHAM DO MESMO NOME DIVINO DE SALVAÇÃO:

         DO TETRAGRAMA: YHVH.:

         -YAOHU – DEUS PAI. [HU] AQUELE EM CIMA (ELE) QUE SALVA! {YAO – Nome de Deus abreviado}!

         - YAOHUSHUA – DEUS FILHO. [SHUA] – SALVAÇÃO! O FILHO COM O NOME DO PAI (Fp 2,9-11; At 4,12): UM SÓ DEUS!

         - RÚKHA hol – RODSHUA. [O ESPÍRITO SANTO – DO PAI E DO FILHO – SENDO – “DEUS”] (COM {SHUA} – SALVAÇÃO! [E COM TODOS CONTENDO O TERMO: “HU” – ELE NO HEBRAICO!!!!] {Gn 1,2; Jo 1,1-14; e nas passagens do Filho sendo batizado, etc....}).

         Confirmando a Trindade de que as três Pessoas compartilham de um único nome sagrado e santíssimo: Êx 20,1-17: EU SOU – EU SEREI O QUE SEREI!

         [Gn 1,2; 3,14-15; Êx 3,14-15; 6,1-3; Jo 1,1-14; Ap 19,13; Zc 14,9; At 4,12; Fp 2,9-11; 1Tm 2,5-6; Jo 14,6; Mt 1,21; Lc 6,31; Cl 2,18-23; Cl 2,13; Ef 4,4; Fp 2,7]. João 5,43; 14,8; 14,26……. Material tirado da Bíblia de Genebra Edição Revista e Ampliada. Fique agora com um trecho da minha 3ª apostila de introdução ao Novo Testamento – Evangelho de João: (Bíblia T. Ecumênica):

        

        

 

 

MATERIAL TIRADO DA MINHA 3ª APOSTILA: BÍBLIA DE GENEBRA; DICIONÁRIO: DA BÍBLIA DE ALMEIDA; BÍBLIA TRADUÇÃO ECUMÊNICA: ESTUDO DO EVANGELHO DE JOÃO:

 

            Relações com os evangelhos sinóticos. Se João é fiel à concepção de conjunto de um evangelho, ele se distingue dos evangelhos sinóticos sob muitos pontos de vista. O leitor fica logo impressionado pelas diferenças de ordem geográfica e cronológica: enquanto os sinóticos evocavam uma longa estada na Galiléia, seguida de uma caminhada mais ou menos prolongada rumo à Judéia, concluída por uma breve presença em Jerusalém, João, ao contrário, narra freqüentes deslocamentos de uma região à outra e encara uma presença de longa duração na Judéia, e sobretudo em Jerusalém (1,19-51; 2,13 – 3,36; 5,1-47; 7,14 – 20,31). Ele menciona várias celebrações pascais (2,13; 5,1; 6,4; 11,55) e sugere assim um ministério de mais dois anos.

            As diferenças manifestam-se igualmente no plano do estilo e dos processos de composição: enquanto os sinóticos oferecem, o mais das vezes, seções breves, coletâneas de sentenças ou de narrações de milagres, contendo breves declarações, João propõe uma seleção limitada de acontecimentos ou sinais que são, em sua maioria, longamente elucidados em colóquios ou discursos. Desta sorte, ele atinge em certos momentos grande intensidade dramática.

            João se singulariza outrossim pela escolha e originalidade do material empregado. Ele evoca, sem dúvida, muitos acontecimentos mencionados pelas tradições sinóticas: a atividade do Batismo, o batismo de Yaohushua no Jordão e a vocação dos primeiros discípulos (1,19-51); o episódio dos vendedores expulsos do Templo (2,13-21); a cura do filho de um oficial régio (4,43-54); a cura de um paralítico (5,1-15) e de um cego (9,1-41); a multiplicação dos pães à beira do lago e o caminhar sobre as águas (6,1-21), controvérsias em Jerusalém (7 – 8 e 10); a unção de Betânia e o desenrolar dos acontecimentos da Páscoa (12 – 21). Mas outros elementos da tradição sinótica parecem ausentes, tais como a tentação no deserto, a transfiguração, a narração da instituição da Eucaristia, a agonia no Getsemâni, numerosas narrações de milagres e muitos ensinamentos (desde o sermão da montanha e a maioria das parábolas até o discurso escatológico). [Não é difícil encontrar a transposição destes elementos no conjunto do evangelho: a tentação vem do mundo, a transfiguração acontece em todos os momentos e singularmente na Ressurreição; para a agonia, cf. 12,27; para a Eucaristia, cf 6,51]. Igualmente a linguagem é muito diferente: “Reino de Yaohu” só aparece em uma passagem (3,3-5); João prefere falar de vida e de vida eterna. Ele gosta dos temas: mundo, luz-trevas, verdade-mentira, glória de Yaohu-glória que vem dos homens.

            Se faltam no quarto evangelho elementos da tradição sinótica, encontram-se, em compensação, dados novos: o sinal de Caná (2,1-11), a conversa com Nicodemos (3,1-11), o diálogo com a Samaritana (4,5-42), a ressurreição de Lázaro e suas conseqüências (11,1-57), o lava-pés (13,1-19) e diversas indicações na narrativa da Paixão e da Ressurreição. Devemos notar ainda a extensão dos discursos e dos colóquios que esclarecem os acontecimentos narrados; assim as derradeiras palestras após a última ceia (13,31 – 17,26) preparam o tempo da Igreja.

Escrito por anselmo.estevan às 16h01
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parte central do estudo:

            Até que ponto terá João conhecido os evangelhos sinóticos? Vários comentadores pensaram que ele os ignorava; ele só teria conhecido tradições que concerniam ao YHVH , à quais os sinóticos, por sua vez, se teriam referido. Existem, no entanto, alguns contatos literários tão evidentes que é preciso considerar como altamente provável o conhecimento de Mc e sobretudo de Lc; a evidência é menor em se tratando de Mt [Jo 5,8 e Mc 2,11; Jo 6,7 e Mc 6,37; Jo 12,3 e Mc 14,3; Jo 12,3-4 e Lc 7,36-44; Jo 13,2.27 e Lc 22,3; Jo 13,38 e Lc 22,34; Jo 15,20 e Mt 10,24-25; Jo 18,10 e Lc 22,30; Jo 18,11 e Mt 26,52; Jo 20,23 e Mt 18,18.]. Em todo caso, pode-se afirmar que João supõe, em seus destinatários, o conhecimento das grandes tradições sinóticas.

            João se aplica a reelaborar essas tradições, fazendo-o com muito mais segurança e liberdade do que os seus antecessores. Para ele, a fidelidade consiste em captar e exprimir em profundidade o alcance dos acontecimentos da salvação que se opera em Yaohushua: Uma fidelidade, por assim dizer, criadora.

 

 

            Os problemas de composição. Será que essa independência em relação às tradições sinóticas resulta da utilização de outras fontes? Será que apresenta uma real unidade literária, ou deixa transparecer o recurso a documentos diversos?

            E, antes de mais, qual foi a língua da primeira redação? Os freqüentes aramaísmos levaram não poucos pesquisadores a sustentar a hipótese de um original aramaico que teria sido traduzido para o grego; outros supõem que a autor grego valeu-se de certos trechos redigidos em aramaico. Exames mais minuciosos levaram, ao que parece, a abandonar essas hipóteses. O evangelho, do ponto de vista literário, tem uma feitura única; ele foi redigido diretamente no grego pobre, mas correto – intensamente evocador, no entanto –, que  o caracteriza. Contém notadamente vocábulos e jogos de palavras que não têm equivalente em aramaico e possui um estilo e traços literários que permitem concluir pela unidade de composição. Muitas coisas se explicam, sem dúvida, pela origem semítica deste autor que escreve em grego, ou pela influência que teria exercido sobre ele a versão grega do AT (Septuaginta). [Só que a Septuaginta é uma cópia e não temos o original dessa cópia e as “Escrituras Sagradas” – foram Inspiradas e Reveladas por Yaohu – não sendo de “vontade humana o que foi escrito...”. Sendo este o fator principal de todas as minhas três apostilas! Conhecereis a Verdade. E a Verdade vos libertará!]. {Anselmo Estevan.}. É provável que tenha lançado mão de fontes particulares, notadamente, de uma coletânea de narrativas de milagres, a qual, aliás, tratou com a mesma liberdade com que tratou o material dos sinóticos. Convém lembrar que o autor depende sobretudo do meio “cristão” [ou seja, os “católicos”]. {Anselmo Estevan.} e recorrer ocasionalmente a fórmulas litúrgicas ou fragmentos de homilias: assim, a camada mais arcaica do prólogo parece ser formada de um hino que lembra os hinos das epístolas do cativeiro de Paulo, ou das pastorais; e o discurso sobre o pão da vida é construído segundo as regras da homilia rabínica.

 

 

            O ambiente cultural. Todo pensamento exprime-se por meio de uma linguagem e relaciona-se com um ambiente cultural; emprega vocábulos e categorias que refletem as preocupações e concepções deste. Se o pensamento é original, opera novas conexões e diz coisas novas por meio de material tomado de empréstimo. A Bíblia não foge a essas regras: Importa, portanto, procurar as raízes da linguagem joanina nas diferentes culturas que coexistiam nas regiões orientais do Império romano, onde o evangelho foi composto.

 

            {Ok. As Bíblias – até podem ser desse mesmo jeito. Mas o “homem” não pode interferir no que foi Revelado e Inspirado por Yaohu! É aí, que começou todos os problemas com os Nomes principalmente do Criador... Por esses motivos citados a cima... As Escrituras Sagradas não contém nenhum erro! Tudo é e foi como YHVH assim o determinou... mostrando aqui, que as minhas três apostilas se referem: A Introdução ao AT e ao NT. Somente sendo o relato de duas-Salvação em duas alianças trazendo assim a perfeição ao homem imperfeito mas tudo pelo seu Amor de YAOHU...!}. Anselmo Estevan.

 

            A diversidade dos pontos de contato coligidos pelos estudiosos é muito grande. Reconheceram primeiro a influência do helenismo, depois sublinharam cada vez mais as relações com o AT e diversos meios judaicos, detectaram mesmo certos vínculos com as correntes gnósticas.

           

 

            {Veja o quê este termo significa: Gnosticismo – Termo derivado do grego gnosis, conhecimento, e que designa um tipo de filosofia religiosa do segundo século da era cristã. No NT já há sinais de certos desvios doutrinários dos gnósticos. O gnosticismo era uma mistura de elementos judaicos, cristãos e pagãos com vistas a responder a duas perguntas: a) Como reconciliar a presença do mal num mundo criado por um (Deus) – Yaohu perfeito e bom? b) Como se prendeu o espírito à matéria, que é má, e como libertá-lo? A primeira questão era resolvida assim: Yaohu criou uma série de seres que foram se tornando imperfeitos (DEMIURGOS), e um deles criou o mundo com seus males. A segunda questão era resolvida ou por uma vida ASCÉTICA (Cl 2,21-23; 1Tm 4,3) ou por uma vida de LIBERTINAGEM (2Tm 3,2-7; Tt 1,16; 2Pe 2,12-22; Jd 4,8). Para os gnósticos o corpo de Yaohushua não era real: era um fantasma (1Jo 2,23; 4,2-3). E a salvação não era pela fé, mas pelo conhecimento (1Co 13,2; 1Tm 6,20). Sem dúvida alguma esse ensinamento não entrou e nem está nas Bíblias ou na Escritura Sagrada. Somente afetaram os nomes de pessoas, lugares etc. Como o Nome do próprio Criador. [Porque Christós enviou-me não para batizar, mas para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Christós se não faça vã. (1Co 1,17). As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o RÚKHA hol – RODSHUA ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais! (1Co 2,13). Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com simplicidade e sinceridade de Yaohu, não com sabedoria carnal, mas na graça de Yaohu, temos vivido no mundo e maiormente convosco. (2Co 1,12).

Escrito por anselmo.estevan às 16h00
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parte final do estudo:

Por isso, insisto: Seja você um Remanescente – que procura se libertar do conhecimento carnal e somente adquirir o “conhecimento espiritual o que vem do RÚKHA hol – RODSHUA”.]}. Anselmo Estevan.

           

            a) O helenismo. É certo que João, mais do que os sinóticos, apresenta afinidades com o pensamento helenístico. O interesse marcante por tudo o que concerne ao conhecimento e à verdade, o uso do título Logos, em particular o emprego da alegoria, orientavam as pesquisas neste sentido. Pensava-se mais especialmente em Filon de Alexandria que, no começo do século I, tentara uma vasta obra de helenização da herança religiosa do judaísmo: o lugar de destaque que ocupa nesta obra a noção – bastante confusa – de Logos contribuía para corroborar o fato da influência helenística.

           

Helenismo. Influência da língua, das idéias e dos costumes gregos que se espalharam pelo Mundo Mediterrâneo, incluindo o Oriente Médio, onde ficava Israel. Isso aconteceu como resultado das conquistas de Alexandre Magno (334-325 a.C.) e durou três séculos e meio.

 

            Logos. Palavra. Transmissão de um pensamento, comunicação, palavra de explicação, elocução, discurso, revelação divina, conversa, declaração, instrução, oráculo, promessa divina, doutrina divina, declaração divina. Yaohushua é o logos vivo (Jo 1,1); a Bíblia é o logos escrito (Hb 4,12); e o RÚKHA hol – RODSHUA emite o logos falado (1Co 2,13).

            Assim, a PALAVRA de Yaohu crescia poderosamente e prevalecia (At 19,20). Nunca se esqueças disso! Anselmo Estevan. (Yaohu é seu Nome!).

 

 

É verossímil que o pensamento filoniano se haja espalhado por diversos meios judaicos fora da Palestina – a Diáspora –, suscitando um estilo de pesquisas e de vida. João certamente conheceu um ou outro desses círculos. Mas a visão de conjunto é nitidamente diferente: em João não se trata de uma ascensão do conhecimento, partindo das ciências e das reflexões filosóficas em direção à contemplação do Ser; o essencial, para ele, é o conhecimento na fé do Filho encarnado. Mesmo quando se utilizam os mesmos vocábulos, as significações variam: assim, o Logos joanino não aparece como uma criatura intermediária entre Yaohu e o universo, mas como o Filho preexistente, perfeitamente associado à ação do Pai.

            No começo deste século, o conhecimento das formas populares e bastante sincretistas da vida filosófica e religiosa do século I permitia que outras semelhanças na expressão fossem percebidas. Alguns concluíram que o quarto evangelho não passava de uma vasta adaptação do cristianismo, expurgado de suas concepções apocalípticas e judaicas e transformado numa mística individualista.

            b) Influências judaicas. Mas as raízes veterotestamentárias e judaicas do quarto evangelho não tardariam a ser postas em evidência. Notou-se-lhe no estilo a presença de numerosas expressões semíticas, o que deu origem à hipótese de um original aramaico. Sublinhou-se, por outro lado, a importância das reminiscências do AT. Se João cita raramente o AT de maneira explícita e tem suas preocupações voltadas a separar nitidamente a antiga economia da nova, ele não deixa de usar numerosas fórmulas do AT e, em particular, temas da literatura sapiencial: a água, o alimento celeste e o maná, o pastor, a vinha. O Templo. Tudo se passa como se João tivesse um conhecimento dos temas e de suas diversas variações, mas quisesse emprega-los de modo pessoal e original.

            Reconheceram-se, por outro lado, numerosos pontos de contato entre o judaísmo contemporâneo (tipos de raciocínio, processos de composição e elementos de vocabulário em uso nos meios rabínicos). Houve mesmo quem chegasse a detectar alusões ou influências concretas da liturgia judaica. O certo é que João conhece perfeitamente os usos e costumes do judaísmo palestinense do século I. Mas ele também sabe das profundas diferenças que separam este último do “cristianismo”. A ruptura está consumada (cf. 9,22; 12,42), e João, muito afastado do legalismo e do ritualismo judaico, pôr em evidência a novidade e transcendências do mundo da Encarnação.

            Os documentos de Qumran, descobertos faz alguns decênios, permitiram conhecer um outro meio judaico que, da mesma sorte, apresentava afinidades com o quarto evangelho. De uma parte e de outra, notou-se um dualismo muito acentuado nos domínios religioso e moral, tais como exprimem as oposições luz-trevas e verdade-mentira. De ambos os lados, os adeptos consideram que a sua comunidade inaugura os últimos tempos e se empenham em decifrar o sentido oculto das indicações do AT. Cá e lá, atribuí-se grande importância a um Mestre de Doutrina e se sublinha o papel do Rúkha de verdade ou do Paráclito.

            Mas ao lado desses traços comuns, há, entre as duas comunidades, numerosas diferenças: o clima é outro. João acha-se não distante da mentalidade apocaplitica de certos textos de Qumran quanto do legalismo exacerbado que neles se observa. O papel de Yaohushua difere muito do papel do Mestre de Justiça ou dos dois Messias da seita. Por certo, podem-se apontar correspondências de fórmulas e preocupações, mas a tendência de conjunto é radicalmente diferente.

            c) O gnosticismo. Finalmente, há dois séculos que se procura situar o evangelho com relação às correntes gnósticas. Sabe-se que a gnose se apresentava geralmente como um ensinamento esotérico, que conduzia os seus iniciados, após certas purificações, a se abrirem à salvação pelo conhecimento das grandes verdades religiosas ou pelo êxtase. Essas doutrinas inspiravam uma verdadeira aversão às realidades materiais ou carnais, identificadas com o Mal. Nós conhecemos as tendências gnósticas por textos posteriores ao século I, escritos tanto num contexto helenístico, mais ou menos marcado por influências orientais, como no contexto “cristão”. Pode-se pensar que certas tradições gnósticas remontem a épocas um pouco anteriores, não se podendo, por conseguinte, excluir uma interferência no quarto evangelho.

Escrito por anselmo.estevan às 15h59
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parte final do estudo:

A questão é tanto mais delicada, porquanto as fontes são pouco numerosas e relativamente tardias. Se nos recusarmos a dar largas à imaginação e levar em conta, baseados em escritos muito tardios, um vasto sistema gnóstico que envolveu a maior parte dos meios religiosos do século I, é preciso restringir-nos aos tratados característicos do Corpus hermeticum. Dois deles (I e XIII) propõem um sistema bastante puro: um divino Ánthropos, ou Homem primordial, decaiu e se atolou na matéria: descrevem-se depois as condições e etapas de seu retorno para os céus através de esferas maléficas controladas pelos planetas. Yaohu aparece e como Ser misterioso, fonte de Luz e de Vida, e a verdadeira vida consiste para os homens em alcança-lo num conhecimento imediato e beatificante.

            É difícil estabelecer dependência literária entre João e esses tratados (e, no caso de dependência, qual seria a fonte?),{Uma influência de João sobre certas passagens do tratado XIII é muito verossímil}, mas devemos reconhecer preocupações e certas formulações comuns. [Bem, aqui, quero repetir o estudo do “gnosticismo”: Nada contra em o “homem” – obter “conhecimento”! Mas, sim, o de NÃO FAZER ISSO POR SI SOMENTE – SE TORNANDO INDEPENDENTE DE YAOHU(...). É aí que o “erro” prevalece! O que nunca pode acontecer. Pois na sua total “DEPENDÊNCIA” – É QUE SOMOS INSTRUÍDOS!”. Afinal de contas, falando simplesmente, foi pra isso que Ele nos resgatou das “trevas” e nos trouxe para sua maravilhosa LUZ, em seu AMOR – fomos salvos. E o gnosticismo quer descobrir e fazer tudo sem Yaohu – sem Deus. Ou melhor – sendo eles mesmos “deuses!”. Por isso volto a reafirmar: Ter conhecimento sim! Mas sempre em dependência do Criador e buscando primeiro o seu Reino. O resto virá a seu tempo de Yaohu...]. Anselmo Estevan. Formando num meio complexo, em que se encontravam e se enfrentavam muitas tendências, João pode ter sido estimulado e impelido a pôr mais em evidência a relação entre o conhecimento e a vida divina com a qual os homens podem ser gratificados; mas ele reagiu de modo original, pois a sua fé na criação de todas as coisas por Yaohu excluía o pessimismo metafísico, e o fato da Encarnação do Filho eterno dava à carne e à condição humana um sentido muito diferente das especulações GNÓSTICAS.

            d) Originalidade de João. Tantos cotejos minuciosos e delicados não permitiram designar, portanto, uma corrente de pensamento cujas opções fundamentais João teria adotado. Ele parece ter vivido na confluência das grandes tendências filosófico-religiosas do seu tempo, sem dúvida em uma das metrópoles onde coexistiam o pensamento grego e o MISTICISMO ORIENTAL e onde o próprio judaísmo se alterava e se abria às influências externas. Mas nem por isso se deve minimizar a profunda originalidade do seu pensamento. Este deriva sobretudo da vida e das palavras das comunidades cristãs às quais ele pertence. Ele se refere antes de tudo aos acontecimentos primordiais e vale-se das numerosas buscas da expressão das primeiras elaborações teológicas cristãs: podemos encontrar vários pontos de contato com Paulo, em particular com as Epístolas do Cativeiro e os documentos que a tradição relaciona com Éfeso. João conhece também vários textos litúrgicos.

            Entretanto, esse enraizamento no meio cristão da época não impediu o evangelista de fazer uma obra profundamente original, longamente amadurecida, soberanamente livre com relação às diversas correntes que ele encontrou e avaliou. Tudo é refundido, assimilado, em função de uma visão completa e, todavia, simples, da realidade e do papel de Yaohushua, o Christós (O UNGIDO), o Filho de Yaohu [20,30]. {Sendo, assim, um verdadeiro REMANESCENTE – não se deixando envolver-se com o disse me disse e costumes, tradições, etc. simplesmente – buscando somente o ensinamento que vem do alto – de YAOHU!}. Anselmo Estevan.

Escrito por anselmo.estevan às 15h58
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31/07/2011


DA MINHA APOSTILA "LUCAS" RESUMO: A SALVAÇÃO:

O EVANGELHO SEGUNDO

 

LUCAS

 

 

 

            INTRODUÇÃO

 

 

 

            Visão geral

            Autor: Lucas.

            Propósito: Apresentar um relato fiel e organizado visando estabelecer os fatos a respeito do ministério de Yaohushua e sua importância para a história da salvação, além de fornecer parâmetros para a Igreja em sua pregação de arrependimento e perdão em NOME de YAOHUSHUA para todas AS NAÇÕES!

            Data: c. 60-63 d.C.

            Verdades fundamentais:

            Yaohushua era o Messias de Israel.

            Yaohushua trouxe o reino de Yaohu.

            Yaohushua controlou conscientemente os acontecimentos de sua vida com o objetivo de cumprir o seu ministério e entregar a si mesmo como oferta pelo pecado, por meio da crucificação.

            Os fatos do evangelho são verificáveis historicamente. Yaohushua O UNGIDO nasceu, foi crucificado e sepultado, ressuscitou da morte e ascendeu aos céus.

            A Salvação está disponível a todas as pessoas, inclusive aos menos privilegiados socialmente. Portanto, os Remanescentes devem receber e honrar todos aqueles que se entregam a “O UNGIDO”.

            A ORAÇÃO é uma parte muito importante na vida de todos os REMANESCENTES. {Essa oportunidade, não perco mesmo: “Aqui, estão três motivos do porque: conhecer o seu nome verdadeiro. Quem se deu por todos em sacrifício para nos Salvar de nós mesmos – de nossos pecados e da nossa fragilidade em ignorância, que agora acaba de acabar, pois, se temos a condição o por quê não glorificar o SEU NOME? É o mínimo que podemos fazer para retribuir tamanho esforço e olha que Ele não precisa de nós mas nós precisamos em tudo DELE YAOHUSHUA – O UNGIDO. AMÉM”.}. Anselmo Estevan.

           

            Propósito e características

            O prefácio ao Evangelho de Lucas esclarece que ele escreveu principalmente com o objetivo de fornecer “uma exposição em ordem” (1,3) para que Teófilo pudesse ter “plena certeza” (1,4) daquilo que ouviu; em outras palavras, Lucas quis relatar a verdade sobre o que Yaohushua realizou. No entanto, a sua preocupação principal não era simplesmente registrar fatos históricos: ele estava interessado em explicar a história da salvação. Lucas apresentou o seu relato com o objetivo de mostrar o que Yaohu havia feito, por meio de Yaohushua, para implementar o estágio final da salvação. Nesse sentido, apresentou Yaohushua como o MESSIAS que trouxe o reino de Yaohu (12,35-48; 17,22-37; 21,25-26).

 

 

            LUCAS. O Prólogo do primeiro livro de Lucas. Dos quatro evangelhos, o de Lucas é o único a se iniciar, como numerosos escritos gregos da época, com um prólogo. Este é dirigido a um certo Teófilo, que parece ser um personagem importante. O livro dos Atos começa também com um prólogo que se dirige ao mesmo personagem e que remete ao livro anterior, em que o autor falou de “tudo o que Yaohushua fez e ensinou” (At 1,1-2). Desde a Igreja antiga, o evangelho de Lucas e os Atos têm sido atribuídos a um mesmo autor. A crítica moderna confirmou este juízo, fundando-o na homogeneidade da linguagem e do pensamento dos dois livros, bem como na simetria do seu objetivo; o evangelho sublinha a subida de Yaohushua rumo a Jerusalém, onde se realiza o evento pascal: a paixão e ressurreição de O UNGIDO; os Atos relatam a pregação deste evento a partir de Jerusalém até as extremidades da terra (At 1,8).

            No prólogo do evangelho, Lucas anuncia o assunto, o método e a finalidade da sua obra. Ele vai apresentar “os acontecimentos” que se situam no ponto de partida da pregação da Igreja. Informou-se com cuidado da tradição das primeiras testemunhas e vai expô-la “em ordem”. Assim, Teófilo achará aí uma narração sólida dos fatos de que lhe falaram.

            Lucas se apresenta, assim, à maneira de um historiador. Ele segue os métodos dos historiógrafos do seu tempo (cf. a cronologia de 3,1-2). Mas a história que ele quer apresentar é uma história sagrada. O seu propósito essencial é mostra a significação dos acontecimentos para a fé: uma fé iluminada pelo evento da Páscoa e pela vida da Igreja. Este livro é um evangelho.

 

 

            A história da salvação na construção do Evangelho. O terceiro evangelho apresenta o mesmo esquema geral que os evangelhos de Mateus e de Marcos: uma introdução, a pregação de Yaohushua na Galiléia, a sua subida a Jerusalém, o cumprimento final, nesta cidade, da sua missão, pela Paixão e Ressurreição. Mas a construção de Lucas é elaborada com esmero; ela visa fazer sobressair nessa história os tempos e lugares da historiada salvação.

Escrito por anselmo.estevan às 23h00
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